O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, compareceu às urnas logo no início da votação neste domingo (4), no Rio de Janeiro.
O senador chegou por volta das 8h à Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte da capital fluminense. Flávio votou na seção eleitoral 170.
Apontado como segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, o parlamentar representa o campo político ligado ao bolsonarismo na disputa presidencial de 2026. Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio foi escolhido pelo PL para disputar a Presidência no final de 2025.
A campanha do senador foi marcada pela tentativa de consolidar sua posição como sucessor político do pai. No primeiro turno, seu principal adversário é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Aos 45 anos, Flávio é formado em Direito e iniciou a trajetória política aos 21. Antes de chegar ao Senado, exerceu quatro mandatos como deputado estadual no Rio de Janeiro e disputou a Prefeitura da capital fluminense em 2016.
Em 2018, foi eleito senador pelo Rio com mais de 4 milhões de votos, sendo o candidato mais votado para o cargo naquele pleito no estado. Atualmente, está no final de seu mandato no Senado.
Levantamento da TDL Pesquisa & Marketing aponta 53% para Lucas Ribeiro no cenário estimulado; Efraim Filho aparece com 15% e Cícero Lucena com 11%
Uma nova pesquisa eleitoral da TDL Pesquisa & Marketing apresenta o cenário da disputa pelo Governo da Paraíba nas eleições de 2026.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro aparece com 53% das intenções de voto. Na sequência estão Efraim Filho, com 15%, e Cícero Lucena, com 11%.
O levantamento também registra Pedro Coutinho com 2%, enquanto Camilo Duarte e Yuri Ezequiel aparecem com 0%. Brancos e nulos somam 8%, e 11% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Lucas Ribeiro também lidera na pesquisa espontânea
Quando os entrevistados são questionados sem receber uma lista de candidatos, Lucas Ribeiro aparece com 37% das citações.
Nesse cenário, Efraim Filho registra 9%, enquanto Cícero Lucena aparece com 6%. João Azevêdo é citado por 2% dos entrevistados e outros nomes somam 1%.
O dado que chama atenção nesse recorte é o percentual de eleitores que ainda não apresentam uma escolha definida: 38% não souberam ou não responderam, enquanto 7% indicaram branco ou nulo.
Entre os votos válidos, Lucas chega a 66%
Excluindo os votos brancos, nulos e os demais casos considerados fora dos votos válidos, o levantamento apresenta:
Lucas Ribeiro: 66%
Efraim Filho: 18%
Cícero Lucena: 14%
Pedro Coutinho: 2%
Camilo Duarte: 0%
Yuri Ezequiel: 0%
Nesse recorte, os percentuais representam exclusivamente a distribuição dos votos válidos, razão pela qual somam 100%.
Diferença entre espontânea e estimulada
Os números mostram uma diferença importante entre os dois principais formatos da pesquisa.
Na espontânea, Lucas Ribeiro aparece com 37%. Quando os nomes são apresentados aos entrevistados, o percentual registrado para o candidato sobe para 53%.
Efraim Filho passa de 9% na espontânea para 15% na estimulada, enquanto Cícero Lucena vai de 6% para 11%.
A pesquisa também mostra que existe uma parcela relevante do eleitorado que ainda não manifesta uma preferência espontaneamente.
Metodologia
De acordo com o material apresentado pela TDL, a pesquisa tem 2.000 entrevistas válidas, realizadas em 68 municípios, abrangendo as quatro mesorregiões da Paraíba.
A metodologia informa 95% de nível de confiança e margem de erro de ±2,2 pontos percentuais. O material apresentado indica período de campo entre 28 de setembro e 2 de outubro de 2026, com divulgação em 3 de outubro.
A pesquisa está registrada sob o número PB-01871/2026.
Uma pesquisa da TDL Pesquisa & Marketing, realizada na Paraíba em setembro e outubro de 2026, apresenta o cenário da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026.
No resultado consolidado, que considera a soma do primeiro e do segundo voto indicados pelos entrevistados, João Azevêdo (PSB) aparece com 57% das citações.
Na sequência, o levantamento aponta Nabor Wanderley (Republicanos) com 32% e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) com 30%. A diferença de dois pontos percentuais entre os dois nomes é um dos principais dados apresentados pela pesquisa.
O levantamento também apresenta Marcelo Queiroga (PL) com 12%, seguido por Major Fábio (Novo), com 6%, e André Gadelha (MDB), com 3%.
Rosilene Santana (UP) e João Batista (UP) aparecem com 1% cada. Adriano Trajano (PCO)e Rinaldo Júnior (DC) registram 0%.
Entre as opções de resposta, 31% dos entrevistados indicaram branco ou nulo, enquanto 27% não souberam ou não responderam.
Como funciona o resultado consolidado
A própria pesquisa explica que os percentuais dos candidatos são calculados a partir da soma das duas escolhas feitas por cada entrevistado, já que, na eleição para o Senado em 2026, o eleitor poderá escolher dois candidatos. Por isso, a base total do gráfico corresponde a 200%, e não a 100%.
Metodologia
Segundo as informações apresentadas no material da TDL, foram realizadas 2.000 entrevistas válidas, distribuídas por 68 municípios das quatro mesorregiões da Paraíba.
O período de coleta indicado é de 28 de setembro a 2 de outubro de 2026, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
O levantamento aparece identificado pelo registro PB-01871/2026 no material apresentado.
O Papo Informativo Notícias seguirá acompanhando os números e as movimentações da disputa pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal.
🗞️ Redação do papo informativo com informações da tal da política
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para barrar candidatura de Cícero Lucena ao governo do estado. Votaram pelo indeferimento da candidatura, segundo o blog do Wallison Bezerra, do ex-prefeito de João Pessoa Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques Neto, Dias Toffoli e Estela Aranha.
Como acompanhou o ClickPB, no fim da tarde, o ministro André Mendonça havia pedido vistas no processo antes de declarar seu voto. Por este motivo, o resultado final só deve sair com o resultado do voto vista de Mendonça. No entanto, com quatro votos seguindo o entendimento pelo indeferimento da candidatura de Cícero Lucena, já é possível observar como se desenha o processo.
Até o momento ainda não proferiram seus votos os ministros Sebastião Reis e Nunes Marques, presidente do TSE.
Caso o TSE decida pelo indeferimento da candidatura, a defesa de Cícero Lucena ainda pode recorrer para tentar reverter
processo de impugnação do registro de candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba nas Eleições 2026 tramita sob segredo de Justiça, por isso a sessão virtual que culminou com a decisão não foi transmitida pela internet. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando uma tese atinge, no mínimo, 4 votos favoráveis. O plenário da Corte é composto por exatamente 7 ministros titulares. Portanto, a maioria absoluta é alcançada com o voto de mais da metade do colegiado (4 de 7).
O relator foi ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. No voto, o ministro afirmou que há elementos suficientes para aplicar o artigo 17, parágrafo 4 da Constituição, que proíbe a utilização de organizações paramilitares por partidos políticos. Esse foi o artigo debatido no âmbito da decisão do TRE, que manteve a candidatura do ex-prefeito no mês passado.
“O que resta demonstrado nos autos é a extração de vantagens eleitorais pelo pretenso candidato em troca de benefícios que só poderiam ser oferecidos por pessoa na condição de autoridade, negociados por familiares de seu núcleo mais íntimo, em contexto no qual, pelas conversas transcritas e demais elementos, resta inequívoca a convergência dos interesses da facção com seus próprios interesses eleitorais”.
Ainda conforme o relator, a vedação presente na Constituição também pode alcançar candidaturas beneficiadas pela atuação de facções criminosas. O relator afirmou que as investigações de operações indicariam que Cicero teria sido beneficiário pela atuação da facção Nova Okaida nas eleições municipais em 2020 e 2024.
Ele afirmou que teriam sido utilizados coerção e intimidação da comunidade para favorecer o projeto político do ex-prefeito. Para o relator, é necessário demonstrar que a organização foi inserida no projeto eleitoral, que sua estrutura ou capacidade foi utilizada em benefício da candidatura.
O voto do ministro do TSE refutou o argumento de que os fatos teriam ocorrido em eleições anteriores. De acordo com o relator, os episódios das eleições passadas indicam um padrão de atuação repetido. Ele afirmou que o indeferimento do registro de Cícero não depende de condenação criminal. O relator voltou para modificar a decisão do TRE, que manteve a candidatura de Cícero.
Em 2024, uma mensagem de áudio dirigida à primeira-dama de João Pessoa (PB), Lauremília Lucena, mostrou o líder de uma facção criminosa prometendo apoio à reeleição do atual prefeito, Cícero Lucena (PP), seu marido. Segundo a Polícia Federal (PF), o áudio foi gravado por Keny Rogeus Gomes da Silva, conhecido como Poeta, líder da facção criminosa Nova Okaida no bairro São José. No ano passado, Cícero Lucena, foi alvo de um inquérito da Polícia Federal.
Os sete magistrados que integram o TSE e votam nos julgamentos são divididos em três origens constitucionais:
3 ministros vindos do Supremo Tribunal Federal (STF). 2 ministros vindos do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 2 ministros juristas, vindos da classe dos advogados (indicados em lista pelo STF e nomeados pela Presidência da República). Para que as sessões e julgamentos do TSE aconteçam, é exigida a presença da totalidade dos seus membros (quórum completo de 7 ministros). Quando um ministro titular precisa se ausentar ou está impedido de votar, um ministro substituto da mesma categoria é convocado para que o placar final sempre some 7 votos, evitando empates e definindo a maioria com 4 votos.
O julgamento da candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao governo da Paraíba ocorre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em outubro de 2026, está com placar parcial desfavorável ao candidato.
O placar de momento no TSE: O julgamento no plenário virtual conta com 3 votos a 0 pelo indeferimento do registro de candidatura (até 2 de outubro de 2026).
Votos contrários: Votaram pela impugnação o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, acompanhado por Floriano de Azevedo Marques Neto e Dias Toffoli.
Motivação do recurso: O Ministério Público Eleitoral (MPE) recorreu de uma decisão anterior do TRE-PB (Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba) que havia mantido a candidatura de Cícero.
Argumento do relator: O ministro Cueva entendeu que há elementos nas operações Mandare e Território Livre indicando que o candidato foi beneficiado pela atuação de uma facção criminosa nas eleições de 2020 e 2024 (com base no art. 17, § 4º da Constituição Federal), independentemente de ele não possuir condenação criminal formal.
Defesa: A defesa de Cícero Lucena argumenta que ele não possui denúncia ou condenação criminal e solicitou que o processo seja levado ao plenário físico da Corte.
Conclusão prevista: Embora a maioria tenha sido formada no plenário virtual, a conclusão formal do julgamento está marcada para a próxima quarta-feira, 9 de outubro de 2026.
Levantamento Anova/PB Agora mostra João Azevêdo com 53,8% e Veneziano com 35,8% na soma dos dois votos para o Senado; pesquisa também aponta crescimento de Nabor Wanderley
A nova pesquisa do Instituto Anova, realizada em parceria com o PB Agora, mostra João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) nas primeiras posições na disputa pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas eleições de 2026.
No cenário que considera a soma do primeiro e do segundo voto dos eleitores, João Azevêdo aparece com 53,8% das citações, enquanto Veneziano registra 35,8%.
Na sequência estão Nabor Wanderley, com 26,1%, e Marcelo Queiroga, com 14,2%. O levantamento mostra ainda que 40,7% dos entrevistados ainda não definiram seus votos nesse cenário.
João Azevêdo lidera como primeira opção
Quando os eleitores foram questionados sobre quem seria seu primeiro voto para o Senado, João Azevêdo aparece com 40,1% das intenções.
Veneziano ocupa a segunda posição, com 20%, seguido por Marcelo Queiroga, com 10,4%, e Nabor Wanderley, com 6,9%.
Major Fábio aparece com 1,4%; André Gadelha, com 0,8%; Rinaldo Júnior, com 0,3%; Rosilene Santana, com 0,2%; e Adriano Trajano, com 0,1%.
Nesse cenário, 12,8% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder, enquanto 7% declararam intenção de votar branco ou nulo.
O cenário muda quando a pesquisa considera exclusivamente o segundo voto para o Senado.
Nabor Wanderley aparece com 19,2%, ultrapassando Veneziano, que registra 15,8%.
João Azevêdo aparece com 13,7%, enquanto Major Fábio soma 6,4% e Marcelo Queiroga, 3,8%.
O percentual de eleitores que ainda não definiram o segundo voto é de 27,9%. Outros 10,3% afirmaram que pretendem votar branco ou nulo.
O que mudou em relação à pesquisa anterior?
Na comparação com o levantamento anterior, João Azevêdo passou de 54,5% para 53,8% na soma dos dois votos. Veneziano permaneceu em 35,8%.
Nabor Wanderley avançou de 23,1% para 26,1%, enquanto Marcelo Queiroga passou de 11,6% para 14,2%.
Entre os que apontaram o primeiro voto, João Azevêdo oscilou de 42,8% para 40,1%. Veneziano, por outro lado, passou de 17,4% para 20%.
No segundo voto, Nabor avançou de 16,7% para 19,2%, enquanto Veneziano passou de 18,4% para 15,8%.
As diferenças precisam ser consideradas dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais.
João e Veneziano também aparecem na pesquisa espontânea
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, João Azevêdo aparece com 34% das citações.
Veneziano registra 15,1%, seguido por Marcelo Queiroga, com 8,8%, e Nabor Wanderley, com 6,2%.
O levantamento mostra ainda um percentual significativo de eleitores sem definição: 27,2% não souberam ou não quiseram indicar um nome, enquanto 6,7% afirmaram voto branco ou nulo.
Como foi realizada a pesquisa
O levantamento do Instituto Anova foi realizado entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2 mil eleitores distribuídos em 70 municípios da Paraíba.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número PB-08605/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o registro BR-01892/2026.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A amostra contempla eleitores das regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão.
A dois dias da realização do pleito, o governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro (PP) mantém a liderança na disputa pelo Governo da Paraíba. É o que aponta a nova pesquisa realizada pelo Instituto Anova, em parceria com o portal PB Agora, divulgada nesta sexta-feira (2).
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro aparece com 55,4% das intenções de voto. O governador registra 39,4 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o senador Efraim Filho (PL), que soma 16,0%.
O ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) aparece na terceira colocação, com 14,2% das intenções de voto. Na sequência, aparecem Camilo Duarte, com 0,1%; Pedro Coutinho, com 0,1%; e Yuri Ezequiel, também com 0,1%.
Entre os entrevistados, 8,3% se declararam indecisos, enquanto 5,8% afirmaram que votariam em branco ou nulo.
Lucas Ribeiro: 50,2% Efraim Filho: 14,2% Cícero Lucena: 12,2% João Azevêdo: 0,3% Indecisos: 17,8% Branco/Nulo: 5,3%
Veja os números da pesquisa estimulada
Lucas Ribeiro (PP): 55,4% Efraim Filho (PL): 16,0% Cícero Lucena (MDB): 14,2% Camilo Duarte: 0,1% Pedro Coutinho: 0,1% Yuri Ezequiel: 0,1% Branco/Nulo: 5,8% Indecisos: 8,3%
Maioria afirma que voto já está definido
A pesquisa também perguntou aos eleitores se a escolha para governador já estava definida ou se poderia mudar até o dia da eleição.
A maioria, 84,8%, afirmou que o voto é definitivo. Outros 9,3% disseram que ainda podem mudar de opção, enquanto 5,9% não souberam ou não quiseram responder.
Dados da pesquisa
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Anova entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2026 e registrada sob os protocolos PB-08605/2026, no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), e BR-01892/2026, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 70 municípios paraibanos, abrangendo as regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão.
A pesquisa apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
A residência do ex-prefeito Jacó Maciel foi invadida por homens encapuzados na noite desta quinta-feira. Segundo as informações iniciais, os suspeitos entraram no imóvel e realizaram um assalto, provocando momentos de tensão entre familiares e moradores da região.
Ainda não foram divulgados detalhes oficiais sobre o que teria sido levado durante a ação criminosa. Também não há, até o momento, informações sobre a identidade dos suspeitos.
O caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais, que devem apurar as circunstâncias da invasão e buscar identificar os responsáveis pelo crime.
O Papo Informativo acompanha o caso e trará novas informações assim que houver atualização oficial.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) reagiu ao cancelamento do debate que seria realizado pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). Em manifestação nas redes sociais, o senador classificou as mudanças nas regras do programa como “censura” e “interferência judicial”.
O debate foi suspenso pela emissora depois que Flávio anunciou que não participaria do encontro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia informado anteriormente que não compareceria.
O cancelamento também ocorreu após decisões judiciais que modificaram aspectos da organização do programa. Entre as determinações, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a Globo de manter no cenário um púlpito destinado a representar a ausência de Lula. Além disso, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a participação do candidato Renan Santos (Missão).
Ao justificar sua decisão, Flávio afirmou que não concordava com o que chamou de interferência do Judiciário no debate. O candidato também declarou que a situação prejudicaria o processo democrático.
Após o cancelamento do programa, Flávio anunciou uma transmissão ao vivo para o mesmo horário em que o debate estava previsto. Segundo ele, a live seria utilizada para explicar os acontecimentos e apresentar suas propostas aos eleitores.
Governador acompanhará Nabor em Patos antes de seguir para Campina Grande; depois, grupo estará em João Pessoa para a votação de João Azevêdo
O governador Lucas Ribeiro votará em Campina Grande no próximo domingo (4), durante as Eleições 2026. O candidato estará acompanhado do ex-governador João Azevêdo e de Nabor Wanderley, que também integram a chapa majoritária.
A agenda dos três prevê uma programação conjunta durante a manhã. O primeiro compromisso será em Patos, onde Nabor Wanderley votará às 8h11, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Manoel Vieira, localizada na Praça Edvaldo Mota, no Centro da cidade.
Lucas Ribeiro e João Azevêdo acompanharão Nabor no momento da votação. Na sequência, o grupo seguirá para Campina Grande.
Em Campina, Lucas Ribeiro deverá votar às 10h11, na Faculdade de Direito da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situada na Rua Coronel Silvino Figueiredo, nº 172, no Centro.
Após a votação do governador, os três seguirão para João Pessoa, onde acompanharão o voto de João Azevêdo. O ex-governador votará na seção 0173 da 76ª Zona Eleitoral, no ISO Colégio e Curso, localizado na Avenida Governador Argemiro de Figueiredo, nº 477, no bairro Jardim Oceania.
Lígia Feliciano
A candidata a vice-governadora da chapa, Lígia Feliciano, também votará em Campina Grande. A votação está prevista para as 10h30, no Colégio Imaculada Conceição (Colégio das Damas), na Praça da Bandeira, no Centro.
Depois de exercer o direito ao voto, Lígia seguirá para João Pessoa. A previsão é de que ela acompanhe a apuração e a divulgação do resultado das eleições em casa, ao lado do marido, o deputado federal Damião Feliciano, e de familiares.