Lucas Ribeiro cria conselho político com representantes de 14 partidos para definir estratégias da campanha de 2026

Colegiado reunirá lideranças da base aliada para participar das decisões sobre o projeto eleitoral, incluindo a definição da chapa majoritária.

O governador da Paraíba e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), anunciou a criação de um Conselho Político formado por representantes dos 14 partidos que compõem sua base aliada. O grupo terá a missão de discutir e deliberar sobre as principais estratégias da campanha para as eleições de 2026.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (14), durante entrevista ao programa Correio Verdade. Segundo Lucas Ribeiro, o conselho foi criado para garantir a participação das legendas nas decisões relacionadas ao projeto político do grupo.

“Criamos esse conselho, representado por um membro de cada partido, que vai opinar em todas as decisões, sejam elas eleitorais, de planejamento ou de outras questões que passaremos a discutir a partir de agora”, afirmou.

Entre os temas que deverão ser debatidos pelo colegiado está a definição do candidato a vice-governador na chapa governista, uma das decisões mais aguardadas no processo de articulação política para o pleito de 2026.

O Conselho Político reúne dirigentes e lideranças partidárias responsáveis por alinhar estratégias e fortalecer a unidade da base aliada. Integram o grupo representantes da Federação União Progressista (União Brasil e Progressistas), PSB, Republicanos, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PDT, Rede, PRD, Agir, Mobiliza, Democracia Cristã (DC), Solidariedade e Cidadania.

A expectativa é que o colegiado atue de forma permanente na construção do projeto político governista até as eleições marcadas para outubro de 2026.

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Defesa de Flávio Bolsonaro critica decisão de Moraes que suspende visitas a Jair Bolsonaro por 90 dias

Advogados afirmam que a medida viola direitos constitucionais, restringe o contato entre familiares e impede a comunicação entre advogado e cliente.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a suspensão, por 90 dias, das visitas do parlamentar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em nota divulgada nesta segunda-feira (13), os advogados classificaram a medida como ilegal e inconstitucional.

Segundo a defesa, a decisão desrespeita direitos previstos na Constituição, na Lei de Execução Penal e no Estatuto da Advocacia. Os advogados argumentam que Flávio Bolsonaro não é apenas filho do ex-presidente, mas também integra sua equipe de defesa, o que garantiria o direito de comunicação com o cliente.

A restrição foi determinada após Alexandre de Moraes entender que Flávio descumpriu uma decisão anterior ao ler, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro. Para o ministro, a divulgação do conteúdo representou uma forma indireta de utilização das redes sociais pelo ex-presidente, conduta vedada pelas medidas cautelares impostas a ele.



Com a decisão, Flávio Bolsonaro ficará impedido de visitar o pai até meados de outubro, período que inclui o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o dia 4 de outubro.

Além da suspensão das visitas, Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro apresente esclarecimentos ao STF, no prazo de 48 horas, sobre a elaboração e a divulgação da carta. O ministro busca apurar se o ex-presidente tinha conhecimento de que o texto seria lido e compartilhado durante a transmissão.

Na decisão, Alexandre de Moraes também afirmou que o conteúdo divulgado poderá ser analisado pelo Ministério Público Eleitoral para verificar a existência de eventual propaganda eleitoral antecipada.

Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro sustenta que a medida retira direitos assegurados pela legislação brasileira, entre eles o de receber visitas de familiares e o de manter comunicação com o mundo exterior. Os advogados afirmam ainda que adotarão as medidas judiciais cabíveis para tentar reverter a decisão.

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Hugo Motta defende vice do Republicanos na chapa de Lucas Ribeiro e prevê definição até 5 de agosto

Presidente da Câmara afirma que partido possui nomes preparados para compor a chapa governista e diz que escolha será feita durante as articulações para as convenções partidárias.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou que defende a indicação de um nome do Republicanos para ocupar a vaga de vice-governador na chapa encabeçada por Lucas Ribeiro (PP) nas eleições estaduais da Paraíba. A declaração foi dada no último sábado (11), durante entrevista à imprensa.

Segundo Motta, a definição do candidato a vice deverá ocorrer até o dia 5 de agosto, prazo previsto para a realização das convenções partidárias e oficialização das candidaturas.



O parlamentar destacou que o Republicanos possui quadros com experiência e capacidade para integrar a chapa majoritária.

“Será um nome que agregue à chapa, agregue politicamente, agregue com experiência, com técnica e com força política. O Republicanos tem, sim, nomes que reúnem essas condições para estar ao lado do nosso governador Lucas Ribeiro na disputa eleitoral”, afirmou.

Embora reconheça a importância dos partidos que integram a base governista, Hugo Motta defendeu que a vaga de vice permaneça com o Republicanos, ressaltando que o escolhido deverá estar alinhado ao projeto político do grupo.

De acordo com o presidente da Câmara, a decisão será construída por meio de diálogo entre os partidos aliados, levando em consideração fatores como pesquisas eleitorais e a estratégia para fortalecer a chapa.

“O nosso prazo legal é até a convenção, que será no dia 5 de agosto. Até lá, os partidos vão se reunir, os nomes que estão sendo colocados estarão à mesa e faremos um debate imparcial, levando em consideração pesquisas e defendendo aquilo que é melhor para que a chapa como um todo seja vitoriosa”, declarou.

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Lucas Ribeiro freia especulações e adia escolha do vice para depois do São João
Governador afirma que a discussão sobre a composição da chapa majoritária será intensificada após o São João e reforça que os nomes cotados para a vaga de vice ainda não passam de especulações.


O governador Lucas Ribeiro voltou a comentar nesta segunda-feira (15) sobre a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa para as Eleições 2026. Durante entrevista à imprensa, ele afirmou que a discussão será aprofundada apenas após o período junino.

“Agora já entramos na semana de São João. Depois desse momento, vamos aprofundar esse diálogo”, declarou.

Questionado sobre nomes que vêm sendo cotados nos bastidores, como Raniery Paulino, Rosália Lucas e Adriano Galdino, Lucas reconheceu que todos fazem parte das especulações, mas destacou que nenhuma decisão foi tomada até o momento.

“Como a gente ainda não sentou à mesa para fazer essa discussão, o que a gente tem hoje são apenas especulações”, ressaltou o governador.

Segundo Lucas Ribeiro, a definição do nome que completará a chapa majoritária deverá ocorrer após o mês de junho, em um processo que envolverá partidos aliados e lideranças políticas da base governista.

“A gente vai ter a participação de todos os partidos e de todos os agentes políticos nessa construção”, afirmou.

🗞️ Redação do papo informativo

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Editorial: Quem tem medo dos números? A ofensiva contra as pesquisas eleitorais na Paraíba


A decisão do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, de recorrer à Justiça para contestar pesquisas eleitorais, levanta um debate legítimo no ambiente político: qual o impacto dessa estratégia sobre a transparência e o direito da população à informação?

Naturalmente, qualquer candidato possui o direito de questionar levantamentos quando entende que existem falhas metodológicas ou irregularidades. Esse é um instrumento previsto na legislação eleitoral e faz parte das garantias democráticas.

Mas a repetição dessas contestações também abre espaço para questionamentos políticos. Se as pesquisas refletem apenas um retrato momentâneo da opinião pública, não seria mais eficaz responder aos resultados por meio do debate público, da apresentação de propostas e da busca por apoio popular?

O eleitor tem o direito de conhecer todas as informações disponíveis sobre o cenário eleitoral, incluindo pesquisas registradas e divulgadas dentro das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Quando levantamentos passam a ser alvo frequente de disputas judiciais, parte da sociedade pode interpretar essa postura como uma tentativa de enfraquecer a credibilidade de números considerados desfavoráveis.

Não cabe à imprensa afirmar intenções sem provas. Porém, cabe questionar os efeitos políticos das decisões tomadas por figuras públicas que pretendem ocupar os mais altos cargos do estado.

A democracia se fortalece com mais informação, mais transparência e mais debate. Os paraibanos precisam conhecer propostas, comparar projetos e acompanhar todos os indicadores disponíveis para formar suas próprias convicções.

Em vez de concentrar a discussão nas pesquisas, talvez o foco principal devesse estar naquilo que realmente interessa ao eleitor: quais são os planos dos pré-candidatos para o futuro da Paraíba?

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Mal-estar aumenta no grupo de Cícero após André Gadelha compartilhar vídeo contendo fortes críticas contra Mersinho

O pré-candidato a senador André Gadelha ampliou o clima de mal-estar dentro do grupo político do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, ao compartilhar um vídeo com fortes críticas ao deputado federal Mersinho Lucena. O gesto repercutiu nos bastidores e reforçou a percepção de desunião entre aliados que integram o projeto oposicionista.

No vídeo repostado, o comunicador Robson Tenente acusa Mersinho de abrir um “balcão de negócios” ao discutir apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, para a disputa ao Senado. As declarações atingiram diretamente o núcleo político ligado a Cícero  e provocaram desconforto entre lideranças da base.

A disputa pelo segundo voto ao Senado dentro do grupo político de Cícero Lucena já vinha provocando desconforto e ruídos nos bastidores. Em entrevista recente, Mersinho Lucena revelou manter conversas com o deputado federal Hugo Motta sobre articulações que envolvem um possível apoio ao nome de Nabor Wanderley para a disputa senatorial. Além disso, o parlamentar evitou declarar apoio definitivo ao pré-candidato André Gadelha, atitude que ampliou as especulações sobre divisões internas e aumentou o clima de tensão dentro da base de Cícero.

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Pesquisa Real Time: João Azevêdo e Veneziano lideram disputa pelo Senado na Paraíba

O ex-governador João Azevêdo e o senador Veneziano Vital do Rêgo aparecem como os principais nomes na disputa pelo Senado Federal na Paraíba, segundo levantamento divulgado pela Real Time Big Data nesta terça-feira (27).

A pesquisa, repercutidw por diversos veículos de comunicação, apresentou os cenários da corrida eleitoral no estado e apontou liderança de João Azevêdo, seguido por Veneziano.

Confira os números da pesquisa estimulada:

João Azevêdo (PSB) – 32%

Veneziano Vital do Rêgo (MDB) – 25%

Marcelo Queiroga (PL) – 13%

Nabor Wanderley (Republicanos) – 9%

Major Fábio (Novo) – 3%

André Gadelha (MDB) – 2%

Avenzoar Arruda (PSOL) – 1%

Rinaldo Júnior (DC) – 1%

Nulos e brancos – 5%


O calendário eleitoral prevê que as convenções partidárias ocorram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, período em que os partidos oficializam os candidatos que disputarão as eleições.

Após as convenções, as siglas terão até o dia 15 de agosto para registrar os nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral. Já o início oficial da propaganda eleitoral está autorizado a partir de 16 de agosto.

De acordo com a Real Time Big Data, o levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio com 1.600 entrevistados em diferentes regiões da Paraíba. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03562/2026.

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Lucas Ribeiro afirma que escolha do vice passará por perfil técnico e político
Segundo o governador, a definição passará pela capacidade de gestão, articulação política e alinhamento com o projeto defendido pelo grupo para as eleições de 2026.

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (Progressistas), afirmou nesta segunda-feira (25) que a escolha do candidato a vice-governador para a chapa governista nas eleições de outubro será baseada em critérios técnicos, políticos e de alinhamento com a atual gestão estadual.

Segundo o governador, o nome escolhido deverá contribuir não apenas durante a campanha eleitoral, mas também na condução administrativa do Estado.

“Uma pessoa que venha a somar, agregar, assumir uma missão não só na campanha, mas no governo, ajudando a fortalecer a gestão e acreditando no momento que a Paraíba vive”, declarou.

Durante a entrevista, Lucas Ribeiro também comentou sobre o nome do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), apontado nos bastidores como possível integrante da chapa majoritária.

O governador elogiou a atuação política de Adriano, destacou a parceria institucional com o governo, mas evitou confirmar qualquer definição sobre a composição.

“Adriano é um grande nome, parceiro e aliado do governo, além de representar e defender a gestão da qual fazemos parte”, afirmou.

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Bomba em Brasília: Supremo Tribunal Federal pode mudar a Lei da Ficha Limpa e decisão ameaça virar o jogo das eleições de 20266
Debate no STF reacende discussão sobre inelegibilidade e pode alterar regras para candidatos já nas próximas eleições presidenciais


O Supremo Tribunal Federal voltou ao centro do debate político nacional após avançar na análise de ações que discutem pontos da Lei da Ficha Limpa. A discussão ocorre a poucos meses do início do calendário eleitoral de 2026 e já provoca forte repercussão nos bastidores de Brasília.

A Lei da Ficha Limpa, criada em 2010 após ampla mobilização popular, estabelece critérios de inelegibilidade para políticos condenados por órgãos colegiados da Justiça. A norma passou a ser considerada um dos principais instrumentos de combate à corrupção e de restrição à candidatura de políticos envolvidos em escândalos.

Agora, ministros do STF analisam questionamentos relacionados principalmente ao período de inelegibilidade e à aplicação de punições em determinados casos específicos. Dependendo da decisão da Corte, políticos atualmente impedidos de disputar eleições poderão voltar ao cenário eleitoral.

O tema divide opiniões dentro do meio jurídico e político. Defensores de mudanças afirmam que alguns trechos da legislação geram punições excessivas ou antecipadas, especialmente antes do trânsito em julgado definitivo. Já apoiadores da lei argumentam que qualquer flexibilização pode enfraquecer o combate à corrupção no país.

Nos bastidores políticos, a expectativa é enorme porque uma eventual alteração pode influenciar diretamente alianças partidárias, estratégias eleitorais e possíveis candidaturas para 2026.

A discussão também reacende o embate entre garantias constitucionais e mecanismos de proteção da moralidade pública nas eleições. Desde sua criação, a Lei da Ficha Limpa já barrou centenas de candidaturas em todo o Brasil, incluindo nomes de grande peso político.

Especialistas avaliam que qualquer decisão do STF sobre o tema deverá provocar impacto imediato no ambiente eleitoral e poderá abrir espaço para novos questionamentos judiciais nos próximos meses.

Enquanto o julgamento segue em análise, partidos políticos acompanham cada movimentação da Corte com atenção, já prevendo possíveis mudanças no tabuleiro eleitoral brasileiro.

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Ricardo Coutinho endurece discurso, rejeita apoio a Lucas Ribeiro e impõe condição ao governo: “Nem se o PT mandar”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato a deputado federal Ricardo Coutinho elevou o tom das críticas ao atual grupo governista e afirmou que não apoiará uma eventual candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba em 2026, mesmo que haja orientação do PT nesse sentido.


Durante entrevista, Ricardo declarou que não pretende caminhar politicamente com um governo que, segundo ele, utiliza estruturas de comunicação para disseminar ataques e informações falsas.

O ex-governador citou diretamente o secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, ao acusar a existência de um suposto “gabinete do ódio” dentro da gestão estadual.

“Eu não posso votar por um governo que trabalha com gabinete do ódio. A Paraíba tem um gabinete do ódio instalado dentro da Secom, distribuindo matérias falsas e tentando ganhar debate através de fake news. Esse gabinete do ódio é comandado por Nonato Bandeira”, afirmou Ricardo.

O ex-governador também condicionou qualquer possibilidade de reaproximação política a uma mudança de postura do atual governo em relação ao secretário.

“Se ele não reprime Nonato Bandeira, dá a entender que concorda com isso que está sendo feito”, declarou.

As declarações acontecem em meio à repercussão envolvendo o leilão da PPP do saneamento da Cagepa, realizado recentemente pelo Governo da Paraíba. Ricardo Coutinho voltou a criticar o modelo adotado pelo Estado e classificou a operação como “suspeita”, além de afirmar que a medida poderá trazer prejuízos financeiros para a Paraíba.

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