O revés de Vitor Ribeiro e a conta política para Bruno Cunha Lima



O candidato apoiado pelo prefeito Bruno Cunha Lima, Vitor Ribeiro, sofreu um revés eleitoral que já repercute nas rodas de conversa política de Campina Grande. A derrota do jovem candidato, apesar da intensa participação do prefeito em sua campanha, acabou atingindo diretamente o grupo político comandado por Bruno.

Durante a campanha, Bruno Cunha Lima assumiu pessoalmente a missão de impulsionar a candidatura de Vitor Ribeiro. Onde Vitor estava, o prefeito também aparecia. Bruno percorreu bairros da cidade ao lado do candidato, participou de visitas e chegou a bater de porta em porta, pedindo votos para aquele que era apresentado como seu principal nome para a Assembleia Legislativa da Paraíba.

Todo esse empenho, porém, não foi suficiente para garantir a eleição de Vitor.

Em Campina Grande, Vitor Ribeiro obteve 10.705 votos, ficando como o quinto candidato a deputado estadual mais votado na cidade. No total da Paraíba, alcançou 12.574 votos. Apesar de uma votação expressiva, o desempenho não foi suficiente para assegurar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Um dos efeitos mais comentados dessa votação foi o impacto sobre Tovar Correia Lima, que também não conseguiu a reeleição. A força eleitoral de Vitor em Campina Grande acabou disputando espaço diretamente com outros nomes ligados ao mesmo campo político, evidenciando uma divisão de votos que, ao final, não foi suficiente para garantir a eleição de nenhum dos dois.

Mas o resultado de Vitor Ribeiro pode ser lido para além da derrota individual do candidato. Politicamente, a votação acende um sinal de alerta para Bruno Cunha Lima.

O prefeito colocou seu capital político à disposição da candidatura de Vitor. Por isso, o resultado inevitavelmente passa a ser interpretado como um teste à força eleitoral de Bruno na principal cidade do interior paraibano. A pergunta que fica é simples: se o prefeito ainda estivesse vivendo um momento de grande força política em Campina Grande, seria necessário tanto esforço para garantir a eleição de seu candidato?

A eleição de 2026 também deixou uma conta mais ampla para a família Cunha Lima.

O grupo entrou dividido em diferentes projetos na eleição majoritária e terminou o pleito acumulando derrotas importantes. Romero Rodrigues não conseguiu retornar ao cenário que pretendia, Tovar Correia Lima perdeu a reeleição e o candidato escolhido por Bruno Cunha Lima para a Assembleia Legislativa também ficou pelo caminho.

Até mesmo a votação de Cícero Lucena em Campina Grande merece atenção. O prefeito de João Pessoa contou com uma composição que tinha Diogo Cunha Lima, filho de Cássio Cunha Lima, em sua chapa, mas isso não se transformou em uma votação expressiva na cidade.

No caso de Efraim Filho, seu desempenho em Campina Grande também precisa ser analisado com cautela. A força do bolsonarismo na cidade parece ter exercido papel relevante em sua votação, assim como ajudou a impulsionar o deputado estadual Sargento Neto, que ampliou significativamente seu desempenho em comparação com a eleição anterior.

Isso mostra que parte do eleitorado de Campina Grande parece ter se movimentado muito mais por forças ideológicas e nacionais do que necessariamente seguindo as orientações das lideranças políticas locais.



A lição das urnas

A eleição de 2026 deixa, portanto, uma mensagem incômoda para Bruno Cunha Lima e para o grupo Cunha Lima: a máquina política, a presença do prefeito e o peso de uma família tradicional já não são, por si só, garantia de vitória eleitoral em Campina Grande.

O resultado não significa que Bruno tenha perdido completamente sua força política. Mas revela que essa força precisa ser novamente testada, reconstruída e, principalmente, convertida em votos.

Vitor Ribeiro não conseguiu chegar à Assembleia, apesar de ter recebido o apoio direto do prefeito. Tovar perdeu a reeleição. Romero sofreu uma derrota importante. E o grupo, que durante décadas teve enorme influência sobre o eleitorado campinense, terminou a eleição diante de um cenário que exige reflexão.

Mais do que uma derrota de candidatos, 2026 pode ter representado um ponto de inflexão para o grupo Cunha Lima em Campina Grande.

As urnas não decretaram o fim de uma liderança, mas deixaram um recado claro: o eleitor campinense está mais disputado, mais fragmentado e menos previsível. E, daqui para frente, Bruno Cunha Lima terá que provar novamente que consegue transformar sua liderança política em votos — não apenas para seus aliados, mas para o próprio projeto político da família Cunha Lima.

🗞️ Redação do papo informativo

Inácio Falcão e Tovar Correia Lima ficam fora da Assembleia Legislativa da Paraíba

Os deputados estaduais de Campina Grande, Inácio Falcão (PCdoB) e Tovar Correia Lima (MDB), não conseguiram lograr êxito na eleição deste ano para a Assembleia Legislativa da Paraíba.

Inácio Falcão, com forte atuação no município de Campina Grande, estava tentando o quarto mandato consecutivo. Na eleição passada, há quatro anos, Inácio Falcão foi eleito com 24.266 votos e, em Campina Grande, recebeu 13.516 votos.

Por sua vez, neste ano, Inácio perdeu cerca de 2 mil votos, obtendo 22.078 em todo o estado. Em Campina Grande, sua votação não foi tão afetada, pois obteve 12.381 votos, registrando uma leve queda. Inácio ficou na segunda suplência, enquanto o primeiro suplente foi Dr. Romualdo, que obteve 22.222 votos.



Tovar Correia Lima foi outro campinense derrotado nas urnas neste ano. Em 2022, Tovar obteve 23.577 votos, sendo 10.785 somente em Campina Grande.

Na eleição deste ano, Tovar, assim como Inácio, registrou uma pequena queda em sua votação. Obteve 23.152 votos em todo o estado. Em Campina Grande, perdeu cerca de 2 mil votos, alcançando pouco mais de 8 mil eleitores. Com o resultado, ficou na primeira suplência do MDB.

O recorte que chama atenção nesta eleição foi o crescimento dos concorrentes em Campina Grande. Inácio viu a vereadora Jô Oliveira ser eleita com uma expressiva votação na Rainha da Borborema, além do crescimento de outros candidatos do grupo do governador. Tovar Correia Lima, por sua vez, viu a ascensão de Vitor Ribeiro avançar sobre suas bases eleitorais e, mesmo assim, não conseguiu se eleger. A divisão dos votos contribuiu para fragilizar sua pretensão de permanecer na Assembleia Legislativa.

Campina Grande viu Romero, Tovar e Inácio Falcão perderem espaço no cenário eleitoral. Outro nome de peso que também não conseguiu lograr êxito foi Manoel Ludgério, que já contabiliza duas derrotas consecutivas nas disputas por uma vaga na Assembleia Legislativa. Diante desse cenário, fica a pergunta: o que está acontecendo com os políticos tradicionais de Campina Grande?

Jô Oliveira e Sargento Neto lograram êxito e serão os representantes da Rainha da Borborema na Assembleia Legislativa da Paraíba. Na Câmara Federal, permanecem Damião Feliciano e Aguinaldo Ribeiro, ambos políticos de Campina Grande, enquanto que Romero vai precisar recalcular a sua rota para um dia voltar a câmara federal. Já falam até em Romero disputar a prefeitura de Campina Grande, será?

🗞️ Redação do papo informativo

O que explica o revés de Romero Rodrigues, Mersinho Lucena e Luiz Couto na eleição para a Câmara


A eleição para a Câmara dos Deputados provocou mudanças importantes na representação da Paraíba em Brasília. Entre os nomes que não conseguiram renovar o mandato estão Romero Rodrigues (Podemos), Mersinho Lucena (PSD) e Luiz Couto (PT).

Apesar de terem trajetórias e bases eleitorais diferentes, os três casos têm algo em comum: a eleição mostrou que, em uma disputa proporcional cada vez mais acirrada, força política, mandato e reconhecimento do eleitorado não são suficientes por si só.

Romero Rodrigues: votação expressiva, mas sem a cadeira

O caso de Romero Rodrigues chama atenção pelo contraste entre sua votação e o resultado final.

O ex-prefeito de Campina Grande obteve uma votação próxima dos 100 mil votos. Na apuração, apareceu com 96.407 votos, desempenho que o colocou entre os candidatos mais votados do estado. Ainda assim, o resultado não foi suficiente para garantir uma das 12 vagas.

O fator decisivo foi o desempenho do Podemos, que conquistou apenas uma cadeira, ocupada por Ruy Carneiro.

Romero acabou, portanto, vítima de uma característica do sistema proporcional: uma boa votação individual não necessariamente se transforma em mandato quando a legenda não alcança força suficiente para ampliar sua representação.

Para Campina Grande, o resultado tem peso político. Romero construiu uma trajetória de protagonismo na cidade, foi prefeito e deputado federal e permaneceu como uma das principais lideranças do município.

A nova configuração da bancada, entretanto, reduz sua presença direta em Brasília e abre espaço para uma reacomodação das forças políticas campinenses.

Mersinho Lucena: o desafio de manter espaço

A situação de Mersinho Lucena passa por outro cenário.

Integrante da atual bancada federal, o parlamentar tentou renovar seu mandato, mas não conseguiu alcançar votação suficiente dentro da composição do PSD.

Mersinho terminou a disputa com pouco mais de 57 mil votos, enquanto Wellington Roberto garantiu a cadeira do partido.

O resultado representa um revés para o grupo político ligado à família Lucena e, particularmente, para a estratégia de manutenção de uma representação forte de João Pessoa na Câmara.

A eleição também demonstrou que a disputa pela bancada federal ficou mais pulverizada. Novas candidaturas conseguiram ocupar espaços que antes estavam nas mãos de parlamentares com mandato.



Luiz Couto: a volta de Ricardo Coutinho muda o cenário

O caso de Luiz Couto tem uma particularidade evidente: a volta de Ricardo Coutinho ao cenário eleitoral.

Candidato pelo PT, o ex-governador conquistou uma das maiores votações da eleição, ultrapassando 160 mil votos e garantindo o retorno à Câmara dos Deputados.

Com a presença de Ricardo na disputa, o espaço eleitoral do PT paraibano passou a ser ocupado por uma candidatura de enorme densidade política.

Luiz Couto, que acumulou uma longa trajetória no Congresso Nacional, acabou não conseguindo acompanhar esse desempenho.

Mais do que uma simples mudança de nomes, o resultado representa uma reorganização interna do campo petista na Paraíba. Ricardo retorna a Brasília com uma votação expressiva, enquanto Couto deixa de integrar a bancada federal.

O que os três resultados revelam

Os três casos ajudam a explicar a dinâmica da eleição de 2026.

Romero Rodrigues mostrou que votação individual elevada pode não ser suficiente quando a legenda conquista poucas cadeiras.

Mersinho Lucena enfrentou uma disputa mais apertada dentro do PSD e não conseguiu alcançar o desempenho necessário para permanecer na Câmara.

Já Luiz Couto teve pela frente uma concorrência de peso dentro do próprio campo político, com o retorno de Ricardo Coutinho.

São situações diferentes, mas que apontam para uma mesma conclusão: a renovação da bancada paraibana foi resultado tanto do surgimento de novas candidaturas quanto da reorganização das forças partidárias tradicionais.

A nova correlação de forças

A próxima bancada federal terá 12 representantes, sendo nove reeleitos e três novos parlamentares: Ricardo Coutinho, George Morais e Pollyanna Werton.

A mudança não representa uma ruptura completa, mas altera o equilíbrio entre os grupos políticos.

O retorno de Ricardo Coutinho recoloca uma liderança histórica do PT no Congresso. George Morais amplia a presença do grupo ligado aos Morais, enquanto Pollyanna Werton chega à Câmara como uma nova representante feminina da Paraíba.

Ao mesmo tempo, a ausência de Romero Rodrigues, Mersinho Lucena e Luiz Couto deixa três espaços políticos que certamente serão disputados nos próximos anos.

Um novo mapa político para 2027

Mais do que apontar vencedores e perdedores, o resultado das urnas desenha um novo mapa de forças na política paraibana.

Em Campina Grande, a saída de Romero da bancada federal abre uma discussão sobre quem ocupará o espaço de liderança deixado pelo ex-prefeito.

Em João Pessoa, o resultado de Mersinho exige uma reorganização do grupo político dos Lucena.

No campo progressista, a chegada de Ricardo Coutinho modifica novamente o equilíbrio interno do PT e de seus aliados.

A eleição de 2026, portanto, não terminou apenas com a definição dos 12 deputados federais. Ela também abriu uma nova disputa pelo protagonismo político da Paraíba.

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Paraíba elege 12 deputados federais; veja os mais votados, votação e suplentes


A Paraíba definiu, neste domingo (4), os 12 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027.

A nova bancada paraibana terá três novidades em relação à atual composição: Ricardo Coutinho (PT), George Morais (PL) e Pollyanna Werton (PP). Os outros nove parlamentares conquistaram a reeleição.

O grande destaque da disputa foi Cabo Gilberto Silva (PL), que terminou como o deputado federal mais votado da Paraíba.

Confira os 12 eleitos e a votação

1. Cabo Gilberto Silva (PL) — 265.152 votos
2. Aguinaldo Ribeiro (PP) — 179.898 votos
3. Ricardo Coutinho (PT) — 161.806 votos
4. Murilo Galdino (Republicanos) — 146.953 votos
5. Hugo Motta (Republicanos) — 123.438 votos
6. Wilson Santiago (Republicanos) — 110.219 votos
7. Ruy Carneiro (Podemos) — 101.409 votos
8. Gervásio Maia (PCdoB) — 96.141 votos
9. Wellington Roberto (PSD) — 82.897 votos
10. Damião Feliciano (União Brasil) — 72.736 votos
11. George Morais (PL) — 57.232 votos
12. Pollyanna Werton (PP) — 50.669 votos

Os números acima são os dados mais recentes encontrados na apuração publicada neste domingo.

Cabo Gilberto lidera com mais de 265 mil votos

O deputado Cabo Gilberto Silva (PL) foi o grande campeão de votos da disputa para a Câmara Federal na Paraíba.

Com 265.152 votos, ele abriu uma vantagem superior a 85 mil votos sobre o segundo colocado, Aguinaldo Ribeiro.

O desempenho coloca Cabo Gilberto novamente como um dos principais nomes da bancada paraibana em Brasília.

Aguinaldo Ribeiro fica em segundo

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) conquistou a segunda maior votação, com 179.898 votos.

Aguinaldo garantiu mais um mandato na Câmara e continuará representando a Paraíba no Congresso Nacional a partir de 2027.

Ricardo Coutinho é eleito à Câmara

Em terceiro lugar aparece o ex-governador Ricardo Coutinho (PT), com 161.806 votos.

A eleição marca o retorno a política para uma nova missão, agora no  Legislativo federal. Ele já havia exercido mandato de deputado estadual e também governado a Paraíba por dois mandatos.

Republicanos garante três cadeiras

O Republicanos conseguiu eleger três deputados federais:

– Murilo Galdino — 146.953 votos;
– Hugo Motta — 123.438 votos;
– Wilson Santiago — 110.219 votos.

Hugo Motta, atual presidente da Câmara dos Deputados, foi reeleito para mais um mandato.

Ruy Carneiro e Gervásio Maia também são reeleitos

O deputado Ruy Carneiro (Podemos) conquistou 101.409 votos e garantiu a permanência na Câmara.

Já Gervásio Maia (PCdoB) recebeu 96.141 votos e também foi reeleito.

Wellington Roberto garante novo mandato

Pelo PSD, Wellington Roberto obteve 82.897 votos e continuará integrando a bancada paraibana na Câmara dos Deputados.

Damião Feliciano é eleito pelo União Brasil

Damião Feliciano (União Brasil) recebeu 72.736 votos e garantiu uma das 12 cadeiras destinadas à Paraíba.

George Morais e Pollyanna são novidades

Dois dos novos nomes da bancada são George Morais (PL), que obteve 57.232 votos, e Pollyanna Werton (PP), que recebeu 50.669 votos.

Pollyanna amplia a representação feminina da Paraíba na Câmara dos Deputados e chega ao Congresso para a próxima legislatura.

Como ficou a bancada da Paraíba

A distribuição das 12 cadeiras ficou da seguinte maneira:

Republicanos — 3 cadeiras

– Murilo Galdino
– Hugo Motta
– Wilson Santiago

PL — 2 cadeiras

– Cabo Gilberto Silva
– George Morais

PP — 2 cadeiras

– Aguinaldo Ribeiro
– Pollyanna Werton

PT — 1 cadeira

– Ricardo Coutinho

PCdoB — 1 cadeira

– Gervásio Maia

Podemos — 1 cadeira

– Ruy Carneiro

PSD — 1 cadeira

– Wellington Roberto

União Brasil — 1 cadeira

– Damião Feliciano

A composição considera o sistema proporcional, no qual não basta apenas ser um dos candidatos mais votados individualmente. A distribuição das cadeiras também depende do desempenho dos partidos e federações.



E os suplentes?

Na eleição proporcional, não existe um suplente específico vinculado individualmente a cada deputado federal. Os suplentes são definidos dentro da mesma legenda ou federação, seguindo a ordem de votação entre os candidatos que não conseguiram uma cadeira.

Isso significa que, caso um deputado eleito deixe temporariamente ou definitivamente o mandato, a substituição ocorre pelo suplente correspondente à sua legenda ou federação, conforme as regras eleitorais.

A definição oficial da ordem de suplência depende da totalização e proclamação dos resultados pela Justiça Eleitoral.

Renovação de 25% da bancada

Dos 12 deputados federais eleitos, nove foram reeleitos e três chegam como novidades.

Os novos nomes são:

– Ricardo Coutinho;
– George Morais;
– Pollyanna Werton.

Com isso, a bancada paraibana terá 25% de renovação para a legislatura que começa em fevereiro de 2027.

Os deputados federais eleitos terão mandato de quatro anos e representarão os interesses da Paraíba na Câmara dos Deputados, participando da elaboração de leis, fiscalização do Governo Federal e definição do Orçamento da União.

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Paraíba define os 36 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa; confira a lista


A Paraíba definiu, neste domingo (4), os 36 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) na próxima legislatura.

A nova composição da Casa de Epitácio Pessoa reúne nomes que já possuem experiência no Legislativo estadual e novos parlamentares que chegam à Assembleia a partir do resultado das urnas.

Entre os eleitos, Nilvan Ferreira (PL) foi o candidato mais votado para deputado estadual, seguido por Adriano Galdino (Republicanos) e Olívia Motta (Republicanos).

Confira os 36 deputados estaduais eleitos

PL

1. Nilvan Ferreira
2. Mané Buchada
3. Sargento Neto
4. Fábio Lopes
5. Segundo Domiciano
6. Wallber Virgolino

Republicanos


7. Adriano Galdino
8. Olívia Motta
9. Wilson Filho
10. Dr. Jarques
11. Felipe Coutinho
12. Danielle do Vale
13. Branco Mendes
14. Jutay Meneses

MDB


15. Felipe Leitão
16. Fábio Ramalho
17. Hervázio Bezerra
18. Camila Toscano

PSB


19. Tibério Limeira
20. Nil Mendes
21. Nelinho Costa

Federação União Brasil/Progressistas


22. Maria Porto
23. Eduardo Carneiro
24. João Paulo Segundo
25. Ana Lorena
26. João Gonçalves
27. Michel Henrique
28. Tanilson Soares
29. Júnior Araújo
30. Gilbertinho
31. Diego Tavares

Federação PT/PV/PCdoB


32. Cida Ramos
33. Jô Oliveira
34. Anderson Monteiro
35. Chió
36. Flávio Brasileiro

A Federação União Brasil/Progressistas foi a que conquistou o maior número de cadeiras, com 10 deputados eleitos. Republicanos ficou com oito vagas e o PL com seis. A Federação PT/PV/PCdoB elegeu cinco parlamentares, enquanto o MDB ficou com quatro e o PSB com três.



Renovação

A nova composição da Assembleia Legislativa terá 15 novos deputados, o que representa uma renovação de aproximadamente 41,7% das 36 cadeiras da Casa.

Os eleitos terão mandato de quatro anos e serão responsáveis pela elaboração e votação de leis estaduais, fiscalização das ações do Governo do Estado e apreciação do orçamento estadual.

A composição definitiva considera o sistema proporcional, no qual a distribuição das cadeiras leva em conta o desempenho dos partidos e federações, além da votação individual dos candidatos.

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Lucas Ribeiro é reeleito governador da Paraíba no primeiro turno



Governador supera 64% dos votos válidos e garante novo mandato à frente do Governo da Paraíba

Lucas Ribeiro (PP) foi reeleito governador da Paraíba neste domingo (4), no primeiro turno das Eleições 2026. O resultado foi confirmado matematicamente durante a apuração das urnas, garantindo ao candidato mais quatro anos à frente do Governo do Estado.

Com mais de 85% das urnas apuradas, Lucas Ribeiro registrava cerca de 64,4% dos votos válidos, enquanto o senador Efraim Filho (PL) aparecia em segundo lugar, com aproximadamente 24,4%. O ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) ocupava a terceira colocação, com cerca de 10,7%.

A votação superior à metade dos votos válidos tornou a vitória de Lucas irreversível e eliminou a necessidade de um segundo turno para a disputa pelo Governo da Paraíba.

De vice a governador reeleito

Lucas Ribeiro assumiu o comando do Estado em abril deste ano, após a renúncia de João Azevêdo (PSB), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal.

Antes de chegar ao Palácio da Redenção, Lucas foi vereador, secretário municipal e vice-prefeito de Campina Grande. Em 2022, foi eleito vice-governador na chapa encabeçada por João Azevêdo.

Natural de Campina Grande, o governador tem 37 anos e é filho da senadora Daniella Ribeiro e sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro.



Vitória encerra disputa no primeiro turno

A eleição deste domingo reuniu Lucas Ribeiro, Efraim Filho, Cícero Lucena e os demais candidatos ao Governo da Paraíba.

Com a vitória de Lucas, a Paraíba não terá segundo turno para governador. O novo mandato terá início em janeiro de 2027.

A campanha de Lucas contou com o apoio de uma ampla aliança política e teve como principais bandeiras a continuidade de ações da atual gestão e novos investimentos em áreas como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e geração de emprego e renda.

Lucas Ribeiro, portanto, permanece no comando do Governo da Paraíba pelos próximos quatro anos.

🗞️ Redação do papo informativo

Efraim Filho vota em João Pessoa e defende segundo turno na disputa pelo Governo da Paraíba

O candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (PL), votou na manhã deste domingo (4), em João Pessoa. Ele chegou à seção eleitoral por volta das 9h, acompanhado de familiares e do candidato ao Senado Marcelo Queiroga (PL).

Após votar, Efraim avaliou a campanha e comentou sobre a possibilidade de a eleição estadual ser decidida em um segundo turno.

O candidato afirmou estar confiante no resultado das urnas e destacou pautas que, segundo ele, nortearam sua campanha, como defesa da família, da liberdade e da vida.

Efraim também defendeu que a disputa avance para uma segunda etapa, argumentando que isso permitiria aos eleitores analisar com mais atenção as propostas e os projetos apresentados pelos candidatos.

“Tenho muita confiança no que virá das urnas e na participação dos eleitores. Um segundo turno daria à Paraíba a oportunidade de colocar os candidatos frente a frente e comparar melhor o que cada um apresenta para o futuro do estado”, afirmou.

🗞️ Redação do papo informativo

Cícero Lucena vota em João Pessoa ao lado do filho e destaca trajetória na campanha


O candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena (MDB), compareceu às urnas na manhã deste domingo (4), em João Pessoa. A votação ocorreu por volta das 10h15, em uma escola particular localizada no bairro Jardim Oceania.

Cícero esteve acompanhado do filho, Mercinho Lucena (PSD), que disputa a reeleição para deputado federal.

Após registrar o voto, o candidato avaliou a campanha e comentou sobre o cenário eleitoral na Paraíba, incluindo a possibilidade de a disputa pelo Governo do Estado avançar para um segundo turno.

Durante conversa com a imprensa, Cícero afirmou estar satisfeito com o trabalho realizado ao longo da campanha e destacou as viagens feitas por diferentes regiões do estado.



Segundo o candidato, sua campanha buscou apresentar uma proposta voltada para os problemas que, na avaliação dele, fazem parte da realidade da Paraíba. Cícero também afirmou que sua experiência política seria um diferencial para administrar o estado.

O emedebista ainda mencionou ter enfrentado situações que classificou como “injustiças” durante o processo eleitoral. Para ele, episódios dessa natureza serviram como estímulo para continuar na disputa.

“Essas injustiças, na minha vida toda, sempre me fortalecem e me dão mais energia para trabalhar”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

Lucas Ribeiro vota em Campina Grande ao lado da família e aliados: “plantamos o bem e vamos colher”



O candidato ao Governo da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), votou na manhã deste domingo (4), em Campina Grande. Ele chegou ao local de votação por volta das 11h acompanhado da esposa, dos filhos e da mãe, Daniella Ribeiro (PP), além de aliados políticos.

Também acompanharam o candidato o senador e ex-governador João Azevêdo (PSB), candidato ao Senado, e Nabor Wanderley (Republicanos), que também disputa uma vaga no Senado.



Após votar, Lucas afirmou estar confiante no resultado das urnas e destacou a trajetória construída durante a campanha. Questionado sobre a possibilidade de uma vitória ainda no primeiro turno, disse acreditar que o trabalho realizado ao longo do período eleitoral dará frutos.

“Plantamos o bem e será isso que iremos colher hoje”, afirmou o candidato.

Lucas também relatou parte da agenda deste domingo. Segundo ele, o dia começou em Patos, onde acompanhou o senador Nabor Wanderley e votou com a família. Em seguida, o candidato informou que seguiria para João Pessoa para acompanhar a votação de João Azevêdo e, posteriormente, a apuração dos votos.

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Lula vota em São Bernardo do Campo acompanhado de Alckmin e aliados


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, compareceu às urnas na manhã deste domingo (4), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A votação ocorreu às 9h14, na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, localizada no bairro Assunção.

Lula chegou ao local acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Também estiveram presentes integrantes de sua base política, entre eles Luiz Marinho (PT), Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede).



Desde as primeiras horas da manhã, o entorno da escola registrava forte movimentação. Apoiadores do presidente, eleitores e equipes de imprensa se reuniram nas proximidades para acompanhar a chegada e o momento da votação.

Antes de seguir para a escola, o helicóptero utilizado por Lula pousou no heliponto da Volkswagen, também em São Bernardo do Campo.

O acesso ao local de votação contou com um esquema reforçado de segurança. Jornalistas credenciados passaram por revista e foram submetidos a detectores de metais.

A movimentação começou ainda por volta das 7h30, antes da abertura oficial das urnas, marcada para as 8h. O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo e a votação segue até as 17h, no horário de Brasília.

🗞️ Redação do papo informativo