Candidato do MBL, Renan Santos propõe acabar com as favelas do Brasil em até dez anos

A medida tem por finalidade acabar com as favelas do Brasil em até dez anos

O candidato do Movimento Brasil Livre (MBL) à Presidência da República, Renan Santos, afirmou que, se eleito, pretende acabar com as favelas no Brasil em um prazo de até dez anos. A proposta faz parte de seu plano de governo voltado para habitação e urbanização.


Segundo Renan, o objetivo não é remover moradores das comunidades, mas substituir as áreas irregulares por bairros planejados, com infraestrutura adequada, saneamento básico, pavimentação, serviços públicos e regularização fundiária.


Em declarações divulgadas nas redes sociais, o candidato defendeu que a existência de favelas representa um problema histórico do país e afirmou que o Estado deve garantir moradia digna para a população que vive nessas localidades.
A proposta, no entanto, gerou repercussão e dividiu opiniões. Enquanto apoiadores avaliam que a iniciativa busca ampliar a qualidade de vida das famílias e enfrentar o déficit habitacional, críticos questionam a viabilidade financeira do projeto e a complexidade de transformar milhares de comunidades espalhadas pelo país em um período de dez anos.


Até o momento, Renan Santos não detalhou todos os mecanismos de financiamento nem apresentou um cronograma completo de execução da proposta. O tema deve integrar o debate sobre políticas públicas de habitação durante a campanha eleitoral.

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Novo oficializa Romeu Zema como candidato à Presidência; vice ainda será definido

Convenção nacional em Brasília confirmou o ex-governador de Minas Gerais como candidato; partido segue em busca de um nome para compor a chapa.

O Partido Novo oficializou, nesta segunda-feira (27), a candidatura do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Presidência da República. A decisão foi anunciada durante a convenção nacional da legenda, realizada em Brasília, com a presença do presidente do partido, Eduardo Ribeiro.

Zema governou Minas Gerais entre 2019 e março de 2026, quando renunciou ao cargo para disputar o Palácio do Planalto. Natural de Araxá (MG), o empresário tem 61 anos e é formado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Apesar da candidatura já estar confirmada, o Novo ainda não definiu quem ocupará a vaga de vice-presidente na chapa.

Nos últimos anos, Zema manteve proximidade política com o ex-presidente Jair Bolsonaro e declarou apoio à sua candidatura no segundo turno das eleições de 2022. Mais recentemente, porém, passou a criticar o senador Flávio Bolsonaro (PL), também candidato à Presidência, por supostas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, investigado por uma fraude bilionária. Zema também descartou integrar uma eventual chapa como vice de Flávio Bolsonaro.



Na busca por um companheiro de chapa, o ex-governador chegou a negociar com o empresário Geraldo Rufino, filiado ao Podemos. No entanto, Rufino decidiu disputar uma vaga ao Senado por São Paulo.

No último sábado (25), Zema afirmou que pretende conversar com o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, apontado por ele como um possível nome para a vice-presidência.

Durante a pré-campanha, Zema também intensificou as críticas ao Supremo Tribunal Federal após a divulgação de informações sobre supostas conexões entre ministros da Corte e o banqueiro Daniel Vorcaro. Em vídeo publicado nas redes sociais, utilizou fantoches para ironizar o caso e voltou a defender mudanças no Judiciário.

Ao comentar a possibilidade de Joaquim Barbosa integrar sua chapa, Zema afirmou que o ex-ministro representa uma postura diferente da adotada por integrantes da atual composição do STF.

🗞️ Redação do papo informativo

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Lucas Ribeiro cria conselho político com representantes de 14 partidos para definir estratégias da campanha de 2026

Colegiado reunirá lideranças da base aliada para participar das decisões sobre o projeto eleitoral, incluindo a definição da chapa majoritária.

O governador da Paraíba e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), anunciou a criação de um Conselho Político formado por representantes dos 14 partidos que compõem sua base aliada. O grupo terá a missão de discutir e deliberar sobre as principais estratégias da campanha para as eleições de 2026.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (14), durante entrevista ao programa Correio Verdade. Segundo Lucas Ribeiro, o conselho foi criado para garantir a participação das legendas nas decisões relacionadas ao projeto político do grupo.

“Criamos esse conselho, representado por um membro de cada partido, que vai opinar em todas as decisões, sejam elas eleitorais, de planejamento ou de outras questões que passaremos a discutir a partir de agora”, afirmou.

Entre os temas que deverão ser debatidos pelo colegiado está a definição do candidato a vice-governador na chapa governista, uma das decisões mais aguardadas no processo de articulação política para o pleito de 2026.

O Conselho Político reúne dirigentes e lideranças partidárias responsáveis por alinhar estratégias e fortalecer a unidade da base aliada. Integram o grupo representantes da Federação União Progressista (União Brasil e Progressistas), PSB, Republicanos, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PDT, Rede, PRD, Agir, Mobiliza, Democracia Cristã (DC), Solidariedade e Cidadania.

A expectativa é que o colegiado atue de forma permanente na construção do projeto político governista até as eleições marcadas para outubro de 2026.

🗞️ Redação do papo informativo

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Defesa de Flávio Bolsonaro critica decisão de Moraes que suspende visitas a Jair Bolsonaro por 90 dias

Advogados afirmam que a medida viola direitos constitucionais, restringe o contato entre familiares e impede a comunicação entre advogado e cliente.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a suspensão, por 90 dias, das visitas do parlamentar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em nota divulgada nesta segunda-feira (13), os advogados classificaram a medida como ilegal e inconstitucional.

Segundo a defesa, a decisão desrespeita direitos previstos na Constituição, na Lei de Execução Penal e no Estatuto da Advocacia. Os advogados argumentam que Flávio Bolsonaro não é apenas filho do ex-presidente, mas também integra sua equipe de defesa, o que garantiria o direito de comunicação com o cliente.

A restrição foi determinada após Alexandre de Moraes entender que Flávio descumpriu uma decisão anterior ao ler, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro. Para o ministro, a divulgação do conteúdo representou uma forma indireta de utilização das redes sociais pelo ex-presidente, conduta vedada pelas medidas cautelares impostas a ele.



Com a decisão, Flávio Bolsonaro ficará impedido de visitar o pai até meados de outubro, período que inclui o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o dia 4 de outubro.

Além da suspensão das visitas, Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro apresente esclarecimentos ao STF, no prazo de 48 horas, sobre a elaboração e a divulgação da carta. O ministro busca apurar se o ex-presidente tinha conhecimento de que o texto seria lido e compartilhado durante a transmissão.

Na decisão, Alexandre de Moraes também afirmou que o conteúdo divulgado poderá ser analisado pelo Ministério Público Eleitoral para verificar a existência de eventual propaganda eleitoral antecipada.

Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro sustenta que a medida retira direitos assegurados pela legislação brasileira, entre eles o de receber visitas de familiares e o de manter comunicação com o mundo exterior. Os advogados afirmam ainda que adotarão as medidas judiciais cabíveis para tentar reverter a decisão.

🗞️ Redação do papo informativo

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Hugo Motta defende vice do Republicanos na chapa de Lucas Ribeiro e prevê definição até 5 de agosto

Presidente da Câmara afirma que partido possui nomes preparados para compor a chapa governista e diz que escolha será feita durante as articulações para as convenções partidárias.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou que defende a indicação de um nome do Republicanos para ocupar a vaga de vice-governador na chapa encabeçada por Lucas Ribeiro (PP) nas eleições estaduais da Paraíba. A declaração foi dada no último sábado (11), durante entrevista à imprensa.

Segundo Motta, a definição do candidato a vice deverá ocorrer até o dia 5 de agosto, prazo previsto para a realização das convenções partidárias e oficialização das candidaturas.



O parlamentar destacou que o Republicanos possui quadros com experiência e capacidade para integrar a chapa majoritária.

“Será um nome que agregue à chapa, agregue politicamente, agregue com experiência, com técnica e com força política. O Republicanos tem, sim, nomes que reúnem essas condições para estar ao lado do nosso governador Lucas Ribeiro na disputa eleitoral”, afirmou.

Embora reconheça a importância dos partidos que integram a base governista, Hugo Motta defendeu que a vaga de vice permaneça com o Republicanos, ressaltando que o escolhido deverá estar alinhado ao projeto político do grupo.

De acordo com o presidente da Câmara, a decisão será construída por meio de diálogo entre os partidos aliados, levando em consideração fatores como pesquisas eleitorais e a estratégia para fortalecer a chapa.

“O nosso prazo legal é até a convenção, que será no dia 5 de agosto. Até lá, os partidos vão se reunir, os nomes que estão sendo colocados estarão à mesa e faremos um debate imparcial, levando em consideração pesquisas e defendendo aquilo que é melhor para que a chapa como um todo seja vitoriosa”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

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Lucas Ribeiro freia especulações e adia escolha do vice para depois do São João
Governador afirma que a discussão sobre a composição da chapa majoritária será intensificada após o São João e reforça que os nomes cotados para a vaga de vice ainda não passam de especulações.


O governador Lucas Ribeiro voltou a comentar nesta segunda-feira (15) sobre a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa para as Eleições 2026. Durante entrevista à imprensa, ele afirmou que a discussão será aprofundada apenas após o período junino.

“Agora já entramos na semana de São João. Depois desse momento, vamos aprofundar esse diálogo”, declarou.

Questionado sobre nomes que vêm sendo cotados nos bastidores, como Raniery Paulino, Rosália Lucas e Adriano Galdino, Lucas reconheceu que todos fazem parte das especulações, mas destacou que nenhuma decisão foi tomada até o momento.

“Como a gente ainda não sentou à mesa para fazer essa discussão, o que a gente tem hoje são apenas especulações”, ressaltou o governador.

Segundo Lucas Ribeiro, a definição do nome que completará a chapa majoritária deverá ocorrer após o mês de junho, em um processo que envolverá partidos aliados e lideranças políticas da base governista.

“A gente vai ter a participação de todos os partidos e de todos os agentes políticos nessa construção”, afirmou.

🗞️ Redação do papo informativo

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Editorial: Quem tem medo dos números? A ofensiva contra as pesquisas eleitorais na Paraíba


A decisão do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, de recorrer à Justiça para contestar pesquisas eleitorais, levanta um debate legítimo no ambiente político: qual o impacto dessa estratégia sobre a transparência e o direito da população à informação?

Naturalmente, qualquer candidato possui o direito de questionar levantamentos quando entende que existem falhas metodológicas ou irregularidades. Esse é um instrumento previsto na legislação eleitoral e faz parte das garantias democráticas.

Mas a repetição dessas contestações também abre espaço para questionamentos políticos. Se as pesquisas refletem apenas um retrato momentâneo da opinião pública, não seria mais eficaz responder aos resultados por meio do debate público, da apresentação de propostas e da busca por apoio popular?

O eleitor tem o direito de conhecer todas as informações disponíveis sobre o cenário eleitoral, incluindo pesquisas registradas e divulgadas dentro das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Quando levantamentos passam a ser alvo frequente de disputas judiciais, parte da sociedade pode interpretar essa postura como uma tentativa de enfraquecer a credibilidade de números considerados desfavoráveis.

Não cabe à imprensa afirmar intenções sem provas. Porém, cabe questionar os efeitos políticos das decisões tomadas por figuras públicas que pretendem ocupar os mais altos cargos do estado.

A democracia se fortalece com mais informação, mais transparência e mais debate. Os paraibanos precisam conhecer propostas, comparar projetos e acompanhar todos os indicadores disponíveis para formar suas próprias convicções.

Em vez de concentrar a discussão nas pesquisas, talvez o foco principal devesse estar naquilo que realmente interessa ao eleitor: quais são os planos dos pré-candidatos para o futuro da Paraíba?

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Mal-estar aumenta no grupo de Cícero após André Gadelha compartilhar vídeo contendo fortes críticas contra Mersinho

O pré-candidato a senador André Gadelha ampliou o clima de mal-estar dentro do grupo político do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, ao compartilhar um vídeo com fortes críticas ao deputado federal Mersinho Lucena. O gesto repercutiu nos bastidores e reforçou a percepção de desunião entre aliados que integram o projeto oposicionista.

No vídeo repostado, o comunicador Robson Tenente acusa Mersinho de abrir um “balcão de negócios” ao discutir apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, para a disputa ao Senado. As declarações atingiram diretamente o núcleo político ligado a Cícero  e provocaram desconforto entre lideranças da base.

A disputa pelo segundo voto ao Senado dentro do grupo político de Cícero Lucena já vinha provocando desconforto e ruídos nos bastidores. Em entrevista recente, Mersinho Lucena revelou manter conversas com o deputado federal Hugo Motta sobre articulações que envolvem um possível apoio ao nome de Nabor Wanderley para a disputa senatorial. Além disso, o parlamentar evitou declarar apoio definitivo ao pré-candidato André Gadelha, atitude que ampliou as especulações sobre divisões internas e aumentou o clima de tensão dentro da base de Cícero.

🗞️ Redação do papo informativo

Pesquisa Real Time: João Azevêdo e Veneziano lideram disputa pelo Senado na Paraíba

O ex-governador João Azevêdo e o senador Veneziano Vital do Rêgo aparecem como os principais nomes na disputa pelo Senado Federal na Paraíba, segundo levantamento divulgado pela Real Time Big Data nesta terça-feira (27).

A pesquisa, repercutidw por diversos veículos de comunicação, apresentou os cenários da corrida eleitoral no estado e apontou liderança de João Azevêdo, seguido por Veneziano.

Confira os números da pesquisa estimulada:

João Azevêdo (PSB) – 32%

Veneziano Vital do Rêgo (MDB) – 25%

Marcelo Queiroga (PL) – 13%

Nabor Wanderley (Republicanos) – 9%

Major Fábio (Novo) – 3%

André Gadelha (MDB) – 2%

Avenzoar Arruda (PSOL) – 1%

Rinaldo Júnior (DC) – 1%

Nulos e brancos – 5%


O calendário eleitoral prevê que as convenções partidárias ocorram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, período em que os partidos oficializam os candidatos que disputarão as eleições.

Após as convenções, as siglas terão até o dia 15 de agosto para registrar os nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral. Já o início oficial da propaganda eleitoral está autorizado a partir de 16 de agosto.

De acordo com a Real Time Big Data, o levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio com 1.600 entrevistados em diferentes regiões da Paraíba. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03562/2026.

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Lucas Ribeiro afirma que escolha do vice passará por perfil técnico e político
Segundo o governador, a definição passará pela capacidade de gestão, articulação política e alinhamento com o projeto defendido pelo grupo para as eleições de 2026.

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (Progressistas), afirmou nesta segunda-feira (25) que a escolha do candidato a vice-governador para a chapa governista nas eleições de outubro será baseada em critérios técnicos, políticos e de alinhamento com a atual gestão estadual.

Segundo o governador, o nome escolhido deverá contribuir não apenas durante a campanha eleitoral, mas também na condução administrativa do Estado.

“Uma pessoa que venha a somar, agregar, assumir uma missão não só na campanha, mas no governo, ajudando a fortalecer a gestão e acreditando no momento que a Paraíba vive”, declarou.

Durante a entrevista, Lucas Ribeiro também comentou sobre o nome do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), apontado nos bastidores como possível integrante da chapa majoritária.

O governador elogiou a atuação política de Adriano, destacou a parceria institucional com o governo, mas evitou confirmar qualquer definição sobre a composição.

“Adriano é um grande nome, parceiro e aliado do governo, além de representar e defender a gestão da qual fazemos parte”, afirmou.

Redação do papo informativo

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