PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro abre seis pontos de vantagem sobre Lula no segundo turno



Primeira pesquisa após o primeiro turno aponta senador com 53% dos votos válidos, contra 47% do presidente

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 realizada após a votação do primeiro turno.

De acordo com levantamento PoderData/Aya divulgado nesta quinta-feira (8), Flávio registra 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece com 47%. A diferença é de seis pontos percentuais.

Quando considerados os votos totais, incluindo brancos, nulos e eleitores que ainda não definiram o voto, Flávio aparece com 49%, contra 44% de Lula.

Diferença aumentou após o primeiro turno

O resultado ocorre poucos dias depois do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro terminou a votação com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. A vantagem registrada nas urnas foi de 1,87 ponto percentual.

A nova sondagem, portanto, mostra uma ampliação da distância entre os dois candidatos no cenário de segundo turno.



Pesquisa foi realizada antes das novas alianças

O levantamento ouviu 3 mil eleitores em todo o país entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos.

A pesquisa foi divulgada em meio às primeiras articulações políticas para o segundo turno. Nesta semana, partidos e lideranças começaram a anunciar apoio aos candidatos que permanecem na disputa.

A eleição presidencial será decidida em 25 de outubro, quando os eleitores escolherão entre Flávio Bolsonaro e Lula.

Importante: pesquisa eleitoral retrata a intenção de voto no período em que foi realizada e não representa previsão do resultado final da eleição.

🗞️ Redação do papo informativo

Republicanos anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno


Decisão muda posição adotada pela legenda no primeiro turno e fortalece candidatura do senador do PL na disputa contra Lula

O Republicanos anunciou, nesta quarta-feira (7), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial de 2026. A decisão foi comunicada pelo presidente nacional da legenda, deputado Marcos Pereira, durante encontro realizado em Brasília.

No primeiro turno, o partido havia optado pela neutralidade. Agora, a direção nacional decidiu declarar apoio ao candidato do PL, ampliando a base política de Flávio na disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A articulação para a aproximação contou principalmente com a participação do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), uma das principais lideranças nacionais da legenda. Ele participou do anúncio ao lado de outras figuras do partido, como o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo.

Apesar da decisão nacional, o Republicanos não fechou questão sobre o apoio. Na prática, integrantes e diretórios que possuem posicionamentos diferentes poderão manter suas próprias alianças.



Paraíba e Pernambuco terão autonomia

O presidente nacional do Republicanos afirmou que serão respeitadas as particularidades políticas de estados como Paraíba e Pernambuco. As estruturas locais poderão manter suas posições no segundo turno, mesmo com a orientação nacional favorável a Flávio Bolsonaro.

A medida é especialmente relevante no Nordeste, onde setores do partido mantêm proximidade com o presidente Lula.

Com o apoio do Republicanos, Flávio Bolsonaro amplia o grupo de partidos e lideranças que já declararam adesão à sua candidatura. União Brasil, PP e Novo também anunciaram apoio ao senador para a segunda etapa da eleição.

O segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula está marcado para 25 de outubro.

🗞️ Redação do papo informativo

Mal termina eleição e Republicanos já articula sucessão de Adriano Galdino na ALPB

As articulações para a próxima legislatura da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

A legenda reuniu sua bancada eleita para discutir a composição da futura Mesa Diretora. Entre os nomes cotados para disputar a presidência da Casa no primeiro biênio, 2027-2028, está o de Wilson Santiago Filho, deputado estadual eleito pelo partido.

As articulações, no entanto, não param no primeiro biênio. O atual presidente da Assembleia, Adriano Galdino, também do Republicanos, estaria de olho na presidência da Casa no segundo biênio, 2029-2030, buscando permanecer no comando do Legislativo paraibano.

A movimentação acontece menos de uma semana após o encerramento do primeiro turno e em meio ao início do segundo turno para a Presidência da República. O que chama atenção é a rapidez com que o Republicanos começou a discutir a composição da próxima Mesa Diretora, antes mesmo da posse dos novos deputados.



Na prática, o partido já trabalha para manter o controle da Assembleia Legislativa da Paraíba na próxima legislatura, articulando nomes para os dois períodos da Mesa Diretora.

As conversas ainda estão em fase inicial e a composição definitiva dependerá das negociações entre os partidos e da formação da maioria necessária para eleger a Mesa. Entretanto, a movimentação mostra que a disputa pelo comando da ALPB já começou nos bastidores, poucos dias depois de os paraibanos definirem a nova composição da Casa.

🗞️ Redação do papo informativo

Estudantes realizam ato contra Flávio Bolsonaro na UEPB, em Campina Grande



Estudantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, realizaram nesta quarta-feira (7) uma manifestação contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

A mobilização ocorre durante o segundo turno das eleições e busca ampliar o apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).



O ato faz parte de uma série de mobilizações estudantis que vêm sendo realizadas em universidades brasileiras após o primeiro turno da eleição presidencial.

🗞️ Redação do papo informativo

A derrota de Romero Rodrigues e a lição que as urnas deixaram para 2026



Por Ricardo Meneses

A derrota de Romero Rodrigues nas eleições do último domingo ainda repercute nas rodas de conversa da política paraibana. E, naturalmente, o resultado ganha uma dimensão ainda maior quando analisado a partir de Campina Grande, principal reduto eleitoral do ex-prefeito e deputado federal.

Os números ajudam a entender o tamanho do recuo.

Em 2022, Romero recebeu 69.292 votos em Campina Grande, o equivalente a 32,42% dos votos válidos para deputado federal no município. Quatro anos depois, em 2026, sua votação caiu para 51.973 votos, correspondentes a 22,78%.

Na prática, foram 17.319 votos a menos na cidade.

Mas o que explica essa queda?

O desgaste provocado pela indefinição de 2024

Um dos fatores que precisam ser considerados é o desgaste político provocado pela indefinição em torno da eleição municipal de 2024.

Naquele período, havia uma expectativa considerável em setores da oposição de que Romero Rodrigues disputasse novamente a Prefeitura de Campina Grande. Isso, porém, não aconteceu.

O espaço político da oposição acabou sendo ocupado por Jhony Bezerra, que se tornou o principal adversário do prefeito Bruno Cunha Lima na disputa municipal.

Mesmo sem vencer a eleição, Jhony saiu de 2024 fortalecido politicamente. A candidatura à Prefeitura lhe proporcionou visibilidade, estrutura política e uma base eleitoral própria.

Esse capital político foi levado para a eleição de 2026, quando Jhony disputou uma vaga para deputado federal e obteve aproximadamente 15 mil votos em Campina Grande.

Ou seja, a eleição municipal de 2024 produziu novos atores e novas forças políticas dentro da cidade. E, dois anos depois, esse cenário também passou a influenciar a disputa proporcional.

Parte dos apoios e votos que poderiam estar no campo de Romero passou a ser disputada por outras lideranças.



O chamado “fogo amigo”

Outro elemento importante está dentro do próprio grupo político de Romero.

Na eleição deste ano, alguns aliados também disputaram vagas para deputado federal, concorrendo diretamente pelo mesmo eleitorado de Romero em Campina Grande.

Entre eles estavam:

Carol Gomes: 7.037 votos
Alexandre do Sindicato: 4.185 votos
Nelson Gomes: 3.874 votos
Gerana Gouveia: 3.173 votos

Juntos, eles somaram 18.269 votos em Campina Grande.

É evidente que não se pode afirmar que todos esses votos seriam necessariamente destinados a Romero. Eleições proporcionais possuem dinâmicas próprias, e cada candidato constrói sua votação com base em relações políticas, grupos, segmentos e estratégias diferentes.

Ainda assim, o fenômeno revela algo importante: a base eleitoral que antes poderia estar mais concentrada em torno de Romero passou a ser disputada por outros nomes do seu próprio campo político.

É o chamado “fogo amigo” da política: aliados que, ao fortalecerem seus próprios projetos eleitorais, também acabam disputando espaço dentro da mesma base.

Ruy Carneiro e a expansão da disputa para o entorno de Campina

Outro episódio que merece atenção é a atuação do deputado estadual Fábio Ramalho, que levou Ruy Carneiro para dentro da região metropolitana de Campina Grande, estabelecendo alianças e dobradinhas em municípios vizinhos.

A estratégia merece ser observada porque mostra que a disputa pelo eleitorado campinense não ficou restrita aos limites territoriais da cidade.

Ruy Carneiro terminou a eleição com 102.885 votos, enquanto Romero Rodrigues alcançou 96.445.

A diferença foi de 6.440 votos favoráveis a Ruy.

O resultado demonstra que Romero, apesar de ainda possuir uma força eleitoral significativa, deixou de ter uma posição confortável diante de adversários que passaram a ocupar espaços tradicionalmente associados ao seu grupo.

A principal lição para Romero

Talvez a maior lição deixada pelas urnas para Romero Rodrigues seja justamente a necessidade de desconcentrar sua força eleitoral.

Durante anos, Campina Grande foi uma espécie de fortaleza política de Romero. E continua sendo. Mesmo com a queda, ele permanece como uma das principais lideranças eleitorais da cidade.

O problema é que, em uma eleição proporcional, depender excessivamente de um único reduto pode se transformar em vulnerabilidade.

Quanto mais concentrado está o voto, mais fácil é para os adversários identificarem onde está a força de determinado candidato — e, consequentemente, trabalharem para retirar parte desse eleitorado.

Foi o que a eleição deste ano demonstrou.

Romero ainda possui capital político, mas esse capital precisa ser ampliado territorialmente.

A partir de agora, o caminho mais estratégico talvez seja buscar uma presença mais forte em outras regiões da Paraíba, ampliar alianças, construir novas bases e reduzir a dependência do eleitorado campinense.

Recalcular a rota

A política também exige capacidade de interpretar derrotas.

Romero Rodrigues não saiu das urnas sem votos. Pelo contrário. Foram 96.445 votos em toda a Paraíba. O resultado, porém, acende um sinal de alerta para uma liderança que durante muito tempo teve Campina Grande como seu principal motor eleitoral.

A derrota pode representar menos um fim de ciclo e mais uma oportunidade de recalcular a rota.

O cenário de 2026 deixa uma mensagem clara: Campina Grande continua sendo fundamental para Romero, mas já não pode ser sua única grande aposta.

A concorrência aumentou, novos atores surgiram, antigos aliados passaram a disputar espaço e adversários perceberam que é possível avançar sobre territórios que antes pareciam consolidados.

Agora, caberá a Romero decidir o que fazer com essa mensagem das urnas.

Na política, quem não interpreta os sinais corre o risco de repetir os mesmos erros.

E a eleição de 2026 talvez tenha dado a Romero Rodrigues exatamente aquilo que todo político precisa de tempos em tempos: um motivo para parar, olhar para o mapa eleitoral e recalcular a rota.

🗞️ Redação do papo informativo

Vitória de Jô Oliveira garante retorno de Napoleão Maracajá a câmara municipal de Campina Grande: “serei fiscal do povo”


Saída de Jô Oliveira para a Assembleia Legislativa abrirá espaço para o petista reassumir mandato na Casa de Félix Araújo

A eleição de Jô Oliveira (PCdoB) para a Assembleia Legislativa da Paraíba terá um efeito direto na política de Campina Grande: Napoleão Maracajá (PT) voltará a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal.

Napoleão é suplente da federação formada por PT, PCdoB e PV e assumirá a vaga deixada por Jô após a saída da vereadora para exercer o mandato de deputada estadual.

O retorno marca a volta de um político que já teve atuação na Casa de Félix Araújo e que, nas eleições municipais de 2024, recebeu 3.667 votos na disputa por uma vaga no Legislativo campinense.

“Serei fiscal do povo”

Em declaração ao Papo Informativo, Napoleão afirmou que retorna ao Legislativo com “muita alegria, serenidade e experiência”. O petista também deixou claro que pretende adotar uma postura de fiscalização da administração municipal.

“Não faço oposição por fazer, mas sou alguém que vai passar a ser, a partir do próximo ano, fiscal do povo”, afirmou.

Segundo Napoleão, acompanhar a qualidade dos serviços públicos e a aplicação dos recursos municipais estará entre suas principais prioridades. Ele também pretende apresentar projetos de lei e retomar pautas que marcaram suas passagens anteriores pela Câmara.



Críticas à situação dos servidores

Ao falar sobre o cenário de Campina Grande, Napoleão fez críticas à situação dos servidores públicos municipais e afirmou que a cidade atravessa um período de crise.

“Lamento a crise que Campina Grande está passando. Os servidores públicos vivem possivelmente a pior crise da história”, declarou.

O futuro vereador afirmou estar “muito disposto” para a nova etapa e agradeceu aos eleitores campinenses pela oportunidade de retornar ao Legislativo.

A chegada de Napoleão deve acrescentar uma nova voz ao debate político da Câmara de Campina Grande, especialmente nas discussões envolvendo fiscalização da gestão, serviços públicos e direitos dos servidores municipais.

🗞️ Redação do papo informativo

União Progressista abandona neutralidade e fecha apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno



União Brasil e PP passam a orientar suas bancadas a trabalhar pela eleição do candidato do PL contra Lula

A Federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP), decidiu apoiar oficialmente Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial de 2026.

A definição foi anunciada nesta terça-feira (6), após uma reunião das executivas e das bancadas das duas legendas em Brasília. A decisão ocorreu por unanimidade, com o grupo estabelecendo o chamado “fechamento de questão” em torno da candidatura do senador.

Com a medida, as duas siglas deixam para trás a posição de neutralidade adotada durante o primeiro turno. Naquela fase da eleição, União Brasil e PP permitiram que seus integrantes apoiassem diferentes candidaturas conforme os acordos firmados em cada estado.

Agora, a orientação nacional da federação é pela eleição de Flávio Bolsonaro no confronto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Decisão reúne principais lideranças

O anúncio foi feito após a reunião que contou com dirigentes e parlamentares dos dois partidos. Entre os nomes envolvidos na decisão estão os presidentes nacionais Antonio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi uma das responsáveis por comunicar publicamente a decisão e destacou que o apoio foi aprovado de forma unânime.

O posicionamento também determina que a federação trabalhe de maneira coordenada pela candidatura do PL. O fechamento de questão pode resultar em punições internas para integrantes que desrespeitarem a orientação definida pela cúpula partidária.



Mudança acontece após o resultado do primeiro turno

A decisão ocorre dois dias depois do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro terminou a apuração à frente de Lula e garantiu sua presença na segunda etapa da disputa.

A nova adesão fortalece a busca do candidato do PL por uma base mais ampla entre os partidos do chamado Centrão.

Além do União Brasil e do PP, a campanha de Flávio tenta atrair outras legendas. Republicanos e Podemos estão entre os partidos que mantêm conversas sobre uma possível adesão.

Nos últimos dias, o candidato também recebeu manifestações de apoio de nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Michel Temer, ampliando o movimento de alianças em torno da candidatura.

Apoio muda cenário político do segundo turno

A entrada formal da União Progressista na campanha representa um reforço importante para Flávio Bolsonaro na reta inicial do segundo turno.

A federação possui uma bancada expressiva no Congresso e reúne duas das principais forças partidárias do centro político brasileiro.

A eleição presidencial será decidida em 25 de outubro, quando Flávio Bolsonaro e Lula voltarão às urnas para disputar a Presidência da República.

🗞️ Redação do papo informativo

Campina Grande celebra 162 anos com show de Geraldo Azevedo e homenagem de cantoras campinenses



Programação gratuita acontece no dia 12 de outubro, no Espaço Cultural Shaolin, e também terá apresentação da Camerata Parahyba e do projeto PRIMA

Campina Grande vai comemorar seus 162 anos de emancipação política com uma programação especial voltada à música e à cultura paraibana. As atividades acontecem na segunda-feira (12), no Espaço Cultural Shaolin, no Centro de Convenções Antônio Vital do Rêgo, no bairro de Nova Brasília.

A programação começa às 19h com o concerto “PRIMA – Elas Cantam Campina”, que reunirá dez cantoras naturais de Campina Grande em uma apresentação dedicada à história e à identidade cultural da cidade.

Participam do espetáculo Kátia Virgínia, Elóide Lima, Calliandra Andrade, Daniela Trovão, Adília Uchôa, Eloisa Olinto, Mayana Neiva, Kaline Bertino, Savana Aires e Gitana Pimentel.

O repertório foi preparado especialmente para a celebração e inclui músicas que fazem referência a Campina Grande e à Paraíba, como “Hino de Campina Grande”, “Campina Grande”, “Tropeiros da Borborema”, “Bodocongó”, “No Meu Cariri”, “Saudade de Campina Grande” e “Paraíba Joia Rara”.

Ao final do concerto, as dez artistas se juntam no palco para interpretar “Paraíba Joia Rara”.

A apresentação terá a participação de músicos do Programa de Inclusão Social Através da Música e das Artes (PRIMA), além de professores, alunos, ex-alunos e convidados. A regência será do maestro Rainere Travassos.



Geraldo Azevedo se apresenta às 20h30

Após o concerto, o público poderá acompanhar, a partir das 20h30, o show do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que se apresenta ao lado da Camerata Parahyba.

A presença do artista pernambucano é um dos principais destaques da programação preparada para marcar o aniversário da Rainha da Borborema.

A noite também terá uma formação musical diversificada, reunindo instrumentos de cordas, como violinos, violas, violoncelos e contrabaixo, além de instrumentos de sopro, percussão e sanfona.

Entrada é gratuita

O evento será realizado pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, e terá entrada gratuita.

Para participar, o público deverá retirar os ingressos disponibilizados pela organização por meio da plataforma Sympla.

Serviço

Evento: Aniversário de 162 anos de Campina Grande
Data: 12 de outubro
Local: Espaço Cultural Shaolin – Centro de Convenções Antônio Vital do Rêgo, Nova Brasília
Entrada: gratuita, mediante ingresso
19h: PRIMA – Elas Cantam Campina
20h30: Geraldo Azevedo e Camerata Parahyba

🗞️ Redação do papo informativo

Caiado declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

O anúncio oficial do apoio será realizado nesta terça-feira (6), em Goiânia. Flávio Bolsonaro deverá participar do ato ao lado de Caiado e do governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB).

Caiado terminou o primeiro turno na quinta colocação, com aproximadamente 2,6 milhões de votos, equivalentes a 2,18% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro, por sua vez, foi o candidato mais votado no primeiro turno, com 47,03%, e disputará o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que obteve 45,16%.

Antes de definir seu posicionamento, Caiado afirmou que aguardaria a definição do cenário eleitoral e conversaria com a direção do PSD. O partido, entretanto, decidiu manter neutralidade nacional, liberando diretórios estaduais, parlamentares e filiados para definirem individualmente seus apoios no segundo turno.

Em conversa com o SBT News, Caiado afirmou que apresentará a Flávio Bolsonaro um documento com propostas consideradas convergentes entre os dois projetos, citando áreas como segurança pública, saúde e inteligência artificial.

O apoio ocorre após Caiado ter feito críticas a Flávio durante a campanha do primeiro turno. Em julho, por exemplo, o então candidato do PSD afirmou que, caso Flávio chegasse ao segundo turno, Lula seria reeleito.

Além de Caiado, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) também declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o primeiro turno.

Com a definição de Caiado, Flávio passa a contar formalmente com o apoio de mais um dos candidatos que disputaram o primeiro turno. A eleição presidencial será decidida no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

🗞️ Redação do papo informativo

Flávio Bolsonaro amplia votação no Nordeste e supera desempenho de Jair Bolsonaro em 2022

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ampliou a votação do grupo político bolsonarista no Nordeste nas eleições de 2026, superando em mais de 1,6 milhão de votos o resultado obtido por seu pai, Jair Bolsonaro (PL), no primeiro turno de 2022.

Levantamento com base nos resultados da votação mostra que Flávio recebeu 10.398.973 votos nos nove estados nordestinos, o equivalente a 30,85% dos votos válidos na região. Em 2022, Jair Bolsonaro havia obtido 8.787.394 votos, correspondentes a 26,97% dos válidos.

Na comparação direta entre os dois resultados, Flávio conquistou 1.611.579 votos a mais, um crescimento de aproximadamente 18,3% em relação à votação de Jair Bolsonaro no primeiro turno de 2022. A participação entre os votos válidos também aumentou em 3,88 pontos percentuais.

Crescimento ocorreu nos nove estados

O avanço não ficou concentrado em um único estado. Flávio Bolsonaro registrou votação superior à de Jair Bolsonaro em todos os nove estados do Nordeste.

Os maiores ganhos absolutos ocorreram na Bahia, onde Flávio recebeu cerca de 395 mil votos a mais que Jair em 2022, e no Ceará, com aproximadamente 379 mil votos adicionais.

O Maranhão também apresentou crescimento expressivo, com mais de 255 mil votos de diferença em relação ao resultado de Jair Bolsonaro.

Na Paraíba, Flávio Bolsonaro obteve 831.377 votos, superando os 717.416 votos registrados por Jair Bolsonaro em 2022. O acréscimo foi de 113.961 votos, equivalente a aproximadamente 15,9%.



Ceará e Piauí tiveram os maiores crescimentos proporcionais

Quando o critério utilizado é o crescimento percentual, os maiores avanços ocorreram no Ceará e no Piauí.

No Ceará, a votação de Flávio foi cerca de 27,5% maior que a obtida por Jair Bolsonaro em 2022. No Piauí, o crescimento ficou em aproximadamente 27,1%.

O Maranhão também apresentou alta significativa, de aproximadamente 25,9%.

Já Pernambuco teve o menor crescimento proporcional entre os estados nordestinos, com aproximadamente 6,6%, ainda assim registrando mais de 107 mil votos adicionais em relação ao resultado de Jair Bolsonaro em 2022.

Nordeste continua sendo território de maioria de Lula

Apesar do crescimento da votação de Flávio Bolsonaro, os números não significam que o candidato tenha ultrapassado Lula (PT) na região.

Lula terminou o primeiro turno de 2026 com 21.494.584 votos no Nordeste, equivalentes a 63,77% dos votos válidos. Flávio ficou com 10.398.973 votos, ou 30,85%.

A diferença entre os dois candidatos foi de 11.095.611 votos favoráveis a Lula. Com isso, o Nordeste foi a única região do país em que Lula terminou o primeiro turno à frente de Flávio.

Ainda assim, a distância entre os dois diminuiu em relação a 2022. Naquele ano, Lula terminou o primeiro turno com uma vantagem de aproximadamente 12,9 milhões de votos sobre Jair Bolsonaro no Nordeste. Em 2026, a diferença entre Lula e Flávio caiu para cerca de 11,1 milhões.

O que os números mostram

Os resultados apontam para um crescimento da votação de Flávio Bolsonaro no Nordeste em comparação com o desempenho de Jair Bolsonaro quatro anos antes.

O avanço, porém, não pode ser atribuído exclusivamente à transferência direta de votos de Lula. A análise dos resultados indica que houve também aumento do número de votos válidos na região e redução do espaço ocupado pelos demais candidatos à Presidência.

Outro fator apontado nas análises eleitorais foi a ausência de Ciro Gomes na disputa presidencial de 2026. No Ceará, por exemplo, Ciro havia obtido cerca de 6% dos votos em 2022, parcela que deixou de estar disponível para sua candidatura neste ano.

O crescimento também foi particularmente perceptível na área do Matopiba, região que reúne partes do Maranhão, Piauí e Bahia, além do Tocantins. A região é considerada uma das principais fronteiras de expansão do agronegócio brasileiro.

Números do Nordeste

Jair Bolsonaro – 2022: 8.787.394 votos
Flávio Bolsonaro – 2026: 10.398.973 votos

Aumento: 1.611.579 votos
Crescimento: 18,3%
Participação nos votos válidos: de 26,97% para 30,85%

Os dados mostram, portanto, que Flávio Bolsonaro ampliou de forma significativa a votação obtida por Jair Bolsonaro no Nordeste em 2022. O crescimento ocorreu nos nove estados da região, embora Lula tenha permanecido como o candidato mais votado em todos eles no primeiro turno de 2026.

🗞️ Redação do papo informativo