Homem morre após ser atropelado por ônibus em João Pessoa

Um homem de 46 anos morreu após ser atropelado por um ônibus, na tarde desta quarta-feira (6), em frente ao Mercado Público de Mangabeira, na Zona Sul de João Pessoa.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima, identificada como Fábio Alves da Silva, foi encontrada desacordada. As equipes tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Em nota, a Sintur-JP informou que o ônibus havia acabado de retomar a operação após o embarque e desembarque de passageiros em um ponto e seguia pela faixa exclusiva no momento do atropelamento.

Também destacaram que o motorista permaneceu no local e acompanhou os procedimentos realizados pela Semob e pelas demais autoridades.

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A Polícia Civil e a perícia estiveram no local para iniciar as investigações.

Correio notícias 🗞️

Falta de sessões de hemodiálise é alvo de denúncias em hospital de Campina Grande

Pacientes que realizam tratamento de hemodiálise pelo SUS no Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, relataram nesta quarta-feira (6) problemas e atrasos no atendimento. O procedimento é essencial para pessoas com insuficiência renal e precisa ser realizado, em média, três vezes por semana.

Entre os pacientes afetados está o filho de Dona Juraci, que contou à TV Paraíba que a última sessão dele ocorreu no último sábado (2). Desde então, segundo ela, o estado de saúde do paciente vem se agravando.

“Ele está passando mal, sem dormir direito e com muita falta de ar. Disseram para a gente vir hoje, mas quando chegamos aqui não tinha atendimento. Como é que faz? Leva para casa para morrer? É muito triste depender de uma máquina para continuar vivendo”, lamentou.

O Hospital Antônio Targino é uma unidade privada, porém os atendimentos de hemodiálise são feitos por meio de parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS). A direção do hospital informou que os serviços foram afetados devido à falta de insumos que deveriam ser fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande.

A reportagem da TV Paraíba entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, mas até o fechamento da matéria não houve retorno.

Outra paciente, Lourdes Gomes, também demonstrou preocupação com a situação e alertou para os riscos causados pela interrupção do tratamento.

“Sem a hemodiálise, o paciente corre risco de morte, principalmente se passar mais de duas sessões sem fazer o procedimento. Estamos aqui porque nossas vidas estão em perigo”, afirmou.

🗞️ Redação do papo informativo com informações do jornal da Paraíba