Mal-estar aumenta no grupo de Cícero após André Gadelha compartilhar vídeo contendo fortes críticas contra Mersinho

O pré-candidato a senador André Gadelha ampliou o clima de mal-estar dentro do grupo político do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, ao compartilhar um vídeo com fortes críticas ao deputado federal Mersinho Lucena. O gesto repercutiu nos bastidores e reforçou a percepção de desunião entre aliados que integram o projeto oposicionista.

No vídeo repostado, o comunicador Robson Tenente acusa Mersinho de abrir um “balcão de negócios” ao discutir apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, para a disputa ao Senado. As declarações atingiram diretamente o núcleo político ligado a Cícero  e provocaram desconforto entre lideranças da base.

A disputa pelo segundo voto ao Senado dentro do grupo político de Cícero Lucena já vinha provocando desconforto e ruídos nos bastidores. Em entrevista recente, Mersinho Lucena revelou manter conversas com o deputado federal Hugo Motta sobre articulações que envolvem um possível apoio ao nome de Nabor Wanderley para a disputa senatorial. Além disso, o parlamentar evitou declarar apoio definitivo ao pré-candidato André Gadelha, atitude que ampliou as especulações sobre divisões internas e aumentou o clima de tensão dentro da base de Cícero.

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Pesquisa Real Time: João Azevêdo e Veneziano lideram disputa pelo Senado na Paraíba

O ex-governador João Azevêdo e o senador Veneziano Vital do Rêgo aparecem como os principais nomes na disputa pelo Senado Federal na Paraíba, segundo levantamento divulgado pela Real Time Big Data nesta terça-feira (27).

A pesquisa, repercutidw por diversos veículos de comunicação, apresentou os cenários da corrida eleitoral no estado e apontou liderança de João Azevêdo, seguido por Veneziano.

Confira os números da pesquisa estimulada:

João Azevêdo (PSB) – 32%

Veneziano Vital do Rêgo (MDB) – 25%

Marcelo Queiroga (PL) – 13%

Nabor Wanderley (Republicanos) – 9%

Major Fábio (Novo) – 3%

André Gadelha (MDB) – 2%

Avenzoar Arruda (PSOL) – 1%

Rinaldo Júnior (DC) – 1%

Nulos e brancos – 5%


O calendário eleitoral prevê que as convenções partidárias ocorram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, período em que os partidos oficializam os candidatos que disputarão as eleições.

Após as convenções, as siglas terão até o dia 15 de agosto para registrar os nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral. Já o início oficial da propaganda eleitoral está autorizado a partir de 16 de agosto.

De acordo com a Real Time Big Data, o levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio com 1.600 entrevistados em diferentes regiões da Paraíba. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03562/2026.

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Davi Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria após prazo de sanção presidencial e medida pode favorecer Jair Bolsonaro

Imagem reprodução

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a chamada Lei da Dosimetria, após o encerramento do prazo legal para manifestação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova legislação deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União e passa a ter validade em todo o país.

Pela Constituição, quando o presidente da República não promulga uma lei dentro do prazo previsto após comunicação oficial do Congresso Nacional, a responsabilidade é transferida ao presidente do Senado. Lula estava em viagem oficial aos Estados Unidos quando o período se encerrou, na última quarta-feira (6).

A nova lei altera regras relacionadas à dosimetria das penas e à progressão de regime em crimes contra o Estado Democrático de Direito. O texto pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de aliados e investigados ligados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

O projeto havia sido vetado integralmente por Lula, mas o veto foi derrubado em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado. Durante a votação, Alcolumbre articulou uma mudança parcial no texto para evitar que a proposta acabasse alcançando condenados por crimes hediondos.

A aprovação da medida ampliou o embate entre governistas e parlamentares da oposição no Congresso Nacional. Integrantes da base do governo avaliam recorrer ao Supremo Tribunal Federal para questionar a constitucionalidade da nova legislação, possibilidade que pode ocorrer agora com a entrada oficial da lei em vigor.

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