Parlamentar estava sem pulseira de acesso e só entrou no espaço após a intervenção de pessoas ligadas à organização do evento.
O senador Efraim Filho passou por um momento de constrangimento durante os festejos de São Pedro realizados no município de Belém, no Brejo paraibano, na noite do último sábado (4).
Ao chegar à área dos camarotes, o parlamentar foi impedido de entrar por um dos seguranças que fazia o controle de acesso. Segundo relatos, Efraim não portava a pulseira exigida para a entrada no local, e o profissional manteve o procedimento adotado para todos os participantes.
Após o episódio, pessoas ligadas à organização e à administração municipal foram acionadas e autorizaram a entrada do senador no espaço reservado.
O caso repercutiu nas redes sociais e voltou a chamar atenção para situações envolvendo a participação de Efraim Filho em eventos públicos. Em janeiro deste ano, durante a Festa da Luz, em Guarabira, imagens do senador circulando com um grupo reduzido de apoiadores também repercutiram no meio político paraibano.
Até o momento, o senador Efraim Filho não se pronunciou publicamente sobre o episódio ocorrido em Belém.
Presidente dos Estados Unidos afirmou que expulsão de Folarin Balogun foi injusta, questionou a atuação do árbitro brasileiro e disse ter conversado com Gianni Infantino sobre o caso.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente o árbitro brasileiro Raphael Claus ao comentar a expulsão do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (6), no Salão Oval da Casa Branca, Trump classificou a atuação do árbitro como “horrível”, questionou sua decisão e revelou que pediu à Fifa uma revisão do caso.
Durante a entrevista, Trump afirmou que Claus tomou uma decisão equivocada ao aplicar o cartão vermelho e chegou a insinuar que o histórico do árbitro deveria ser analisado.
“Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o histórico dele… Não quero criar polêmicas, mas é muito suspeito”, declarou.
O presidente norte-americano também criticou o uso do VAR em lances revisados em câmera lenta. Segundo ele, esse tipo de análise pode distorcer a percepção do contato entre os jogadores.
“Eles dizem que não se deve revisar esse tipo de lance em câmera lenta porque tudo parece muito diferente. Em velocidade normal, eram apenas dois jogadores correndo e se chocando”, afirmou.
Trump voltou a defender que a expulsão foi injusta e disse que, na sua avaliação, o lance sequer deveria ter sido marcado como falta.
“Eu vi a jogada. Aquilo não foi falta. Nem sequer foi uma infração. Eram dois jogadores correndo em velocidade máxima que simplesmente colidiram”, declarou.
Raphael Claus expulsou Balogun na vitória dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo. Após recomendação do árbitro de vídeo (VAR), o brasileiro revisou o lance e aplicou o cartão vermelho direto ao atacante por atingir o tornozelo do zagueiro Tarik Muharemovic com as travas da chuteira.
Pelas regras da Fifa, Balogun deveria cumprir suspensão automática na partida seguinte, contra a Bélgica, pelas oitavas de final. No entanto, a entidade decidiu suspender a punição por um período probatório de um ano, permitindo que o atacante permanecesse à disposição da seleção norte-americana.
Trump confirmou que conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para solicitar uma revisão do caso, mas negou ter interferido na decisão da entidade.
“Eu apenas pedi uma revisão porque não achei que foi falta”, afirmou o presidente dos Estados Unidos.
Justiça Eleitoral entendeu que não havia elementos que caracterizassem propaganda antecipada e manteve a agenda política do senador prevista para esta sexta-feira (3)
A carreata que marcará a passagem do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), por Campina Grande está mantida. O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) negou o pedido apresentado pela Federação PSOL-Rede, que buscava impedir a realização do ato político previsto para a próxima sexta-feira (3).
A decisão foi assinada pelo juiz auxiliar da Propaganda Eleitoral, Bianor Arruda, que avaliou não existirem elementos concretos que justificassem a proibição antecipada da mobilização.
Segundo o magistrado, até o momento não foram identificadas práticas como pedido explícito de votos, distribuição de material de campanha, realização de comício ou outras ações que configurem propaganda eleitoral irregular.
A Federação PSOL-Rede alegou que a carreata poderia caracterizar propaganda eleitoral antecipada e solicitou a intervenção da Justiça Eleitoral. No entanto, o juiz destacou que impedir previamente a realização de uma manifestação política poderia representar censura e contrariar o entendimento adotado pela jurisprudência eleitoral.
O TRE-PB reforçou que a legislação eleitoral continua proibindo atos de campanha antecipada, e que eventuais irregularidades durante a agenda do senador em Campina Grande poderão resultar na adoção das medidas previstas em lei.
A visita de Flávio Bolsonaro deve reunir lideranças do PL, representantes da oposição e apoiadores na cidade.
Ex-primeira-dama comunicou saída da presidência do segmento feminino do PL e afirmou que irá se dedicar à família; decisão ocorre após reunião com Valdemar Costa Neto.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deixou a presidência nacional do PL Mulher, braço feminino do Partido Liberal (Brasil). A decisão foi comunicada nesta terça-feira (30) após uma reunião com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e divulgada pelo partido.
Em nota, Michelle afirmou que decidiu deixar o comando do segmento para se dedicar integralmente aos cuidados com a família. Segundo relatos publicados pela imprensa, ela declarou que a decisão foi tomada após reflexão conjunta com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A saída acontece em um momento de tensão política envolvendo a família Bolsonaro. Reportagens apontaram que o afastamento ocorreu após atritos entre Michelle e o senador Flávio Bolsonaro, que é apontado como nome do PL para a disputa presidencial de 2026.
Apesar do contexto, a justificativa oficial apresentada por Michelle foi de caráter pessoal e familiar. Ela também agradeceu a confiança de Valdemar Costa Neto e fez um balanço da atuação à frente do PL Mulher.
Michelle assumiu a presidência nacional do PL Mulher em março de 2023 e, desde então, passou a atuar como uma das principais figuras públicas da legenda, participando de eventos partidários pelo país e buscando ampliar a participação feminina dentro do partido.
A saída também aumenta as dúvidas sobre os próximos passos políticos da ex-primeira-dama, incluindo possíveis planos eleitorais, embora as informações publicadas até o momento indiquem que não há confirmação oficial sobre uma candidatura.
Adesão do gestor municipal também conta com apoio do vice-prefeito e vereadores; movimento amplia base de Lucas Ribeiro no município e gera divergência dentro do MDB
O prefeito de Sobrado, Léo Martins (MDB), anunciou apoio ao projeto de reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). A decisão também foi acompanhada pelo vice-prefeito Jeimeson (PDT) e por vereadores do município, fortalecendo a articulação política do grupo governista na região.
Léo Martins fazia parte da base ligada ao ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), que é pré-candidato ao Governo da Paraíba, mas decidiu mudar de posicionamento e seguir com Lucas Ribeiro, criando uma divergência interna dentro da legenda.
Com a adesão do prefeito, Lucas Ribeiro passa a contar com o apoio tanto do grupo de situação quanto da oposição em Sobrado, liderada pelo ex-prefeito George Coelho, ampliando sua presença política no município.
Ao receber o apoio, Lucas Ribeiro destacou a importância da união com gestores municipais, vice-prefeitos, vereadores e lideranças locais para fortalecer ações do governo estadual.
“É somando forças com quem conhece de perto a realidade das cidades que a gente consegue fazer mais, acelerar investimentos e garantir que o crescimento da Paraíba chegue cada vez mais na vida das pessoas, em Sobrado, e em todo o estado”, afirmou o governador.
Encontro no Parque do Povo reuniu lideranças paraibanas e movimentou os bastidores da política estadual em meio às articulações para 2026
O São João de Campina Grande foi palco de mais um encontro que chamou atenção do cenário político paraibano. O pré-candidato ao Senado Federal, Nabor Wanderley (Republicanos), esteve no Parque do Povo na noite desta sexta-feira (26), onde foi recebido pelo prefeito Bruno Cunha Lima e pela primeira-dama Juliana Cunha Lima.
A presença de lideranças de diferentes grupos políticos no mesmo espaço aumentou as especulações sobre possíveis aproximações para as eleições de 2026. Ao lado de Nabor, também participou da agenda o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, além de outros representantes da política paraibana. Durante a passagem pelo Maior São João do Mundo, Nabor conversou com vereadores, lideranças locais e representantes de diversas regiões do estado. Entre os nomes presentes estavam os vereadores Tertuliano Maracajá, Rafafá, Valéria Aragão e Severino da Prestação.
O encontro também contou com a presença da senadora Daniela Ribeiro, reforçando a reunião de diferentes forças políticas em uma das maiores celebrações culturais da Paraíba.
Nas redes sociais e nos bastidores, a agenda foi interpretada como um gesto de aproximação entre grupos que, até pouco tempo, estavam em campos políticos diferentes. Apesar das especulações, não houve anúncio oficial de acordo ou aliança.
Nabor destacou que o período junino representa uma oportunidade de diálogo com a população e de aproximação com lideranças.
“Os festejos juninos fazem parte da identidade do nosso povo e também criam oportunidades para reencontrar amigos, conversar com lideranças e ouvir de perto as pessoas. É um momento de celebração da nossa cultura, mas também de aproximação e diálogo”, afirmou.
A visita aconteceu em uma das noites mais movimentadas do São João de Campina Grande, que recebeu shows de Xand Avião e Nattan no palco principal do Parque do Povo. A festa, que chega à sua 43ª edição e celebra os 40 anos do Parque do Povo, tem expectativa de reunir milhões de visitantes e movimentar a economia local.
Processo envolvia falas da senadora sobre suposta exploração política do nome do ministro do Tribunal de Contas da União
A juíza Geilza Fátima Cavalcanti Diniz, da 3ª Vara Cível de Brasília, rejeitou a ação movida pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) contra a senadora Daniella Ribeiro (PP) por declarações feitas em entrevista no início deste ano.
O processo envolvia uma fala de Daniella em que ela afirmou que Veneziano estaria utilizando politicamente o fato de seu irmão, Vital do Rêgo, ser ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
A defesa da senadora argumentou que as declarações estavam inseridas no contexto de debate político. A magistrada acolheu os argumentos e rejeitou o pedido de indenização apresentado por Veneziano, além de determinar a suspensão da ação.
Segundo a decisão, não houve acusação direta de prática criminosa contra o senador, mas uma manifestação relacionada à percepção da senadora sobre uma situação política e eleitoral. à senadora no processo, conforme informado sobre o julgamento da ação.
“Trata-se, portanto, de manifestação inserida no debate público, o que, em tese, atrai proteção constitucional da liberdade de expressão e imunidade parlamentar material, prevista no artigo 53 da Constituição Federal”, diz trecho da decisão.
A declaração que motivou o processo foi dada por Daniella Ribeiro durante entrevista à Rádio POP FM. Na ocasião, a senadora afirmou que “Veneziano utiliza o irmão por estar sentado em um lugar em que pode fazer, em tese, né, algum mal ao Governo”.
A informação sobre a decisão foi divulgada pelo Blog do Luís Tôrres.
Senador esteve com o pai em Brasília após publicação de vídeo da ex-primeira-dama que expôs divergências sobre articulações políticas
O senador Flávio Bolsonaro visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (26), na residência em Brasília onde ele cumpre prisão domiciliar. O encontro aconteceu dois dias após Michelle Bolsonaro publicar um vídeo em que revelou desentendimentos com o filho do ex-presidente, aumentando a tensão dentro do grupo político ligado ao PL.
Segundo informações divulgadas pela jornalista Débora Bergamasco, Flávio, mesmo com compromissos previstos para o dia, conseguiu reservar um momento para conversar com Jair Bolsonaro. O acesso foi permitido porque o senador está registrado como advogado entre os profissionais autorizados a visitar o ex-presidente durante o cumprimento da prisão domiciliar.
Durante a conversa, os dois teriam tratado do episódio envolvendo o vídeo publicado por Michelle e dos próximos passos diante da repercussão do caso.
“Eles estiveram juntos, conversaram para passar a limpo o que aconteceu, o que foi esse vídeo e pegar a orientação de Jair Bolsonaro sobre como continuar conduzindo essa história”, afirmou Bergamasco durante o programa CNN 360º.
A divulgação do vídeo teria surpreendido Flávio Bolsonaro e sua equipe de pré-campanha. Conforme a apuração, ele não teria sido informado previamente sobre a publicação e também não ficou confirmado se Jair Bolsonaro tinha conhecimento antecipado do conteúdo divulgado pela ex-primeira-dama.
No vídeo publicado na quarta-feira (26), Michelle Bolsonaro relatou um conflito com Flávio envolvendo divergências sobre apoios políticos no Ceará. Segundo ela, a discussão começou após uma ligação entre os dois e teria se intensificado durante a conversa.
A ex-primeira-dama afirmou ainda que teria sido tratada de forma desrespeitosa e relatou que Flávio teria questionado sua participação em decisões políticas. O episódio gerou repercussão entre aliados e integrantes do partido.
🗞️ Redação do papo informativo com informações da CNN Brasil
Ao lado de Caiado em agenda na Paraíba, Mersinho Lucena (PSD) diz ter liberdade para escolher seu voto e não descarta apoio ao pré-candidato.
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), esteve na Paraíba nesta semana para cumprir uma série de compromissos e afirmou que a ausência do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), em sua agenda no estado não representa preocupação.
Caiado chegou à Paraíba na terça-feira (23) e, no mesmo dia, visitou o Hospital Napoleão Laureano. O governador de Goiás esteve acompanhado de lideranças nacionais e estaduais, entre elas Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, e Diogo Cunha Lima, pré-candidato a vice-governador pelo partido.
Apesar da presença de aliados, Caiado não recebeu declarações públicas de apoio dos principais nomes cotados para a disputa pelo Governo da Paraíba. Cícero Lucena, que também é apontado como possível candidato ao governo estadual, não participou da agenda.
“Não falei com ele. E esse assunto não me preocupa nesse viés. Eu sou acostumado a fazer política, não é meu primeiro mandato. Vou entender a peculiaridade de cada região. A região e o cidadão vão ter que analisar aquilo que é o candidato”, declarou.
Durante a mesma agenda, o deputado federal Mersinho Lucena (PSD) afirmou que possui liberdade para decidir seu posicionamento na eleição presidencial e disse que o partido não impôs apoio a Caiado.
“Eu não tenho, na verdade, nenhuma obrigatoriedade de votar em Caiado. O partido já me deixou bem à vontade, mas, obviamente, é um grande quadro, um grande nome. Vamos fazer as análises no decorrer do processo eleitoral e teremos nossa definição no futuro”, afirmou.
Ronaldo Caiado foi o segundo pré-candidato à Presidência da República a visitar a Paraíba em junho. Antes dele, Romeu Zema (Novo) esteve no estado no último domingo (21), cumprindo agenda política.
Episódio ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil se tornou “perigoso politicamente”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23) um artigo que aponta a eleição presidencial brasileira como um dos próximos desafios políticos em sua agenda. A publicação ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil estaria se tornando “politicamente perigoso”.
O texto divulgado por Trump em sua rede social, a Truth Social, reproduz uma análise do site americano Newsmax, que afirma que as atenções agora se voltam para o Brasil, descrito como uma “potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima eleição brasileira pode se tornar uma das disputas mais importantes do hemisfério.
A publicação afirma que Trump ainda teria quatro grandes desafios pela frente e cita Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. Sobre o país, o texto diz que a eleição brasileira já provoca debates sobre a integridade do sistema eleitoral e sobre se a disputa será conduzida de forma considerada livre e justa por todos os lados.
“Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente”, diz o artigo compartilhado pelo republicano. O texto também afirma que, caso o Brasil siga uma tendência de aproximação com a direita, o cenário político da América Latina poderá passar por grandes mudanças.
Em entrevista ao site americano Axios, Trump afirmou que tem observado a situação brasileira e declarou que não é “fã” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Não sou fã dele, nem desgosto. Realmente não penso nele. Não estou nem aí. Mas agora ele é um tipo de pessoa diferente. Muito volátil. Eu vi como ele fez um discurso. Foi muito volátil, e tudo bem”, afirmou.
A declaração ocorreu após Trump dizer que o Brasil teria se tornado “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”. O presidente americano também afirmou que passou bastante tempo com Lula durante a cúpula do G7, realizada em Evian, na França, mas não informou quais assuntos foram discutidos entre os dois.
O republicano foi questionado se havia tratado com Lula de temas como tarifas comerciais e a possibilidade de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, assunto que provocou tensão diplomática entre os governos.
Durante as declarações, Trump também fez uma referência equivocada ao mencionar a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. A fala aparentou ser uma referência a Eduardo Bolsonaro, mas o presidente americano confundiu o deputado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
As falas de Trump provocaram reação de Lula. Durante uma entrevista coletiva em Genebra, o presidente brasileiro afirmou que o americano “não conhece o Brasil” e criticou possíveis manifestações sobre a política interna brasileira.
“Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, declarou Lula.
O presidente brasileiro também defendeu o sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam aprender com o modelo brasileiro.
“Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, disse.
Lula ainda afirmou que, se Trump conhece o Brasil apenas pela relação com a família Bolsonaro, ele teria uma visão limitada do país. “Não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, declarou.