Erros nas pesquisas eleitorais aumentam desconfiança dos brasileiros; veja quais institutos mais se aproximaram das urnas em 2026


Levantamentos de Datafolha, Quaest e outros institutos divergiram do resultado do primeiro turno presidencial. Comparação mostra que algumas pesquisas conseguiram identificar a liderança de Flávio Bolsonaro, enquanto outras apontavam Lula numericamente à frente.

A confiança do eleitor brasileiro nas pesquisas eleitorais voltou ao centro do debate após o primeiro turno das eleições de 2026. A diferença entre as intenções de voto divulgadas por alguns institutos e o resultado das urnas levantou questionamentos sobre a capacidade desses levantamentos de antecipar o comportamento do eleitorado.

A discussão ganhou força porque, durante a campanha presidencial, diferentes pesquisas indicaram cenários distintos para a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Na reta final, parte dos levantamentos ainda mostrava Lula numericamente à frente, mas a votação terminou com o candidato do PL na primeira colocação.

O resultado oficial confirmou Flávio Bolsonaro com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A diferença foi de aproximadamente 1,87 ponto percentual, garantindo aos dois candidatos uma vaga no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Datafolha e Quaest: Lula aparecia numericamente à frente

Entre os levantamentos que mais chamaram a atenção estão os do Datafolha e da Quaest, dois dos institutos mais conhecidos do país.

Na pesquisa Quaest divulgada em 3 de outubro, véspera da votação, Lula aparecia com 46% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 45%. O cenário era de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O resultado das urnas, porém, apresentou uma inversão: Flávio terminou o primeiro turno com 47,03%, e Lula, com 45,16%.

O Datafolha também apontava Lula numericamente à frente no levantamento divulgado na véspera da eleição. O instituto estimava 45% dos votos válidos para o petista e 42% para Flávio Bolsonaro.

Na apuração oficial, o candidato do PL ficou à frente, enquanto Lula terminou na segunda posição. A divergência alimentou críticas aos levantamentos, especialmente nas redes sociais.

É importante destacar que a margem de erro não funciona como garantia de que o resultado ficará dentro de determinada faixa. Ela expressa uma estimativa de incerteza amostral, considerando as condições estatísticas do levantamento. Além disso, pesquisas medem intenções de voto no período em que as entrevistas são realizadas, e não necessariamente a decisão final de todos os eleitores.



Quais institutos mais se aproximaram do resultado?

Um levantamento comparativo publicado pelo Placar das Pesquisas analisou as últimas pesquisas presidenciais divulgadas na janela de até dez dias antes da votação e comparou os números com o resultado oficial.

Entre os 17 institutos considerados nessa análise, os resultados apontaram diferenças relevantes de desempenho.

– Veritá: ficou na primeira posição do comparativo, com erro de 0,1 ponto percentual na diferença entre os dois primeiros colocados.
– Gerp: apareceu na segunda posição, com erro de 0,3 ponto percentual.
– Futura: ocupou a terceira colocação, também com erro de 0,3 ponto percentual.
– Palver: ficou na quinta posição, com erro de 2,2 pontos percentuais.
– Datafolha: apareceu na oitava posição, com erro de 4 pontos percentuais.
– Quaest: ficou na décima posição, com erro de 4,2 pontos percentuais.

O indicador utilizado nesse ranking mede a diferença entre a vantagem de um candidato sobre o outro na pesquisa e a vantagem registrada nas urnas. Portanto, ele não representa necessariamente o erro médio de todos os percentuais divulgados pelo instituto.

O resultado também evidencia que popularidade e tradição não são suficientes para garantir maior precisão em uma eleição específica. Institutos menos conhecidos podem obter resultados mais próximos em determinadas disputas, enquanto organizações consolidadas também estão sujeitas a divergências.

AtlasIntel, Paraná Pesquisas e Real Time Big Data

Outros nomes conhecidos do mercado também tiveram seus resultados comparados com as urnas.

A AtlasIntel, que utiliza entrevistas pela internet em sua metodologia, ficou atrás dos três primeiros colocados no levantamento do Placar das Pesquisas. Já a Paraná Pesquisas e a Real Time Big Data aparecem entre os institutos avaliados em análises mais amplas sobre a precisão dos levantamentos eleitorais.

Em um painel comparativo mais abrangente, que reúne disputas presidenciais, estaduais e para o Senado, Datafolha, Quaest, AtlasIntel, Real Time Big Data e Paraná Pesquisas aparecem entre os institutos com cobertura suficiente para integrar o ranking geral.

Esses resultados, entretanto, não devem ser confundidos com uma classificação exclusiva da eleição presidencial. O desempenho de um instituto pode variar conforme o estado, o cargo disputado, o tamanho da amostra, o período das entrevistas e a metodologia utilizada.

Por que as pesquisas podem divergir das urnas?

Não existe uma única explicação para todas as diferenças observadas em 2026. Entre os fatores que podem influenciar os resultados estão:

1. Mudanças de última hora: eleitores podem decidir o voto nos últimos dias da campanha, depois da realização das entrevistas.

2. Participação eleitoral: nem todos os entrevistados necessariamente comparecem às urnas. Estimar quem efetivamente votará é um dos desafios das pesquisas.

3. Metodologia: institutos podem utilizar entrevistas presenciais, telefônicas ou pela internet, além de diferentes critérios para selecionar e ponderar os entrevistados.

4. Distribuição do eleitorado: diferenças na composição da amostra e nos ajustes estatísticos podem afetar as estimativas.

5. Indecisos e votos em outros candidatos: a distribuição desses eleitores pode alterar a comparação entre os dois principais concorrentes.

Esses fatores ajudam a compreender possíveis divergências, mas não justificam automaticamente qualquer resultado. Para avaliar a qualidade de uma pesquisa, é necessário examinar sua metodologia, o registro eleitoral, o período de coleta, a amostra e o desempenho comparado com as urnas.

A desconfiança deve aumentar?

A diferença entre pesquisas e resultados oficiais pode abalar a credibilidade dos institutos, principalmente quando os números são apresentados ao público como se fossem previsões definitivas.

Por outro lado, uma pesquisa eleitoral é uma fotografia estatística de determinado momento. Ela não é uma contagem antecipada dos votos e não deve ser tratada como resultado garantido.

O caminho para recuperar a confiança passa pela transparência dos métodos, pela divulgação dos dados técnicos e pela comparação sistemática dos resultados com as urnas. Também é importante que o eleitor diferencie empate técnico, liderança numérica e vantagem estatisticamente significativa.

O primeiro turno de 2026 deixou uma lição importante: acompanhar apenas um instituto pode oferecer uma visão incompleta da disputa. Comparar diferentes levantamentos e observar a evolução dos números ao longo da campanha é uma maneira mais responsável de avaliar o cenário eleitoral.

Com o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a atenção volta-se agora para os novos levantamentos. Resta observar se as pesquisas conseguirão acompanhar as mudanças de intenção de voto até o dia 25 de outubro e se os resultados finais estarão mais próximos das estimativas divulgadas.

Papo Informativo — informação, política e os principais acontecimentos do Brasil e da Paraíba.

Senado deve votar PEC da Segurança Pública nesta quinta-feira


Proposta prevê maior integração entre forças policiais, mudanças no combate ao crime organizado e novas regras para a atuação dos municípios na segurança pública.

O Senado Federal deve analisar nesta quinta-feira (15) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, identificada como PEC 18/2025. A votação está prevista para a sessão plenária da tarde, a partir das 14h, em Brasília.

A matéria teve sua tramitação concluída na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira (14) e foi incluída na pauta do plenário após os senadores aprovarem um calendário especial para acelerar a análise. A proposta poderá ser votada em dois turnos no mesmo dia.



O que prevê a proposta?

Entre os principais pontos da PEC está a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição Federal, com o objetivo de fortalecer a cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.

O texto também prevê medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias, ampliação das atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), regras para a criação de polícias municipais e mecanismos de financiamento das políticas de segurança pública.

Outro aspecto previsto é o reforço da proteção às vítimas de crimes e às pessoas que denunciam organizações criminosas, incluindo seus familiares.

Votação exige apoio mínimo de 49 senadores

Por se tratar de uma proposta de alteração da Constituição, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.

A iniciativa é uma das principais propostas do governo federal para a área da segurança pública. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também condicionou a criação de um Ministério da Segurança Pública à aprovação da medida.

Caso o texto seja aprovado sem alterações em relação à versão já votada pela Câmara dos Deputados, poderá seguir para promulgação.

Papo Informativo — informação, política e os principais acontecimentos do Brasil e da Paraíba.

Paraíba lança novo Refis com perdão de juros e multas para contribuintes com dívidas de ICMS



Programa permite quitar débitos fiscais com descontos nos encargos; adesão começa em novembro e pagamento deverá ser feito à vista

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, assinou uma medida provisória que cria uma nova edição do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) no estado. A iniciativa busca facilitar a regularização de dívidas relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), oferecendo descontos em juros e multas.

A medida foi assinada na quarta-feira (14) e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (15). O benefício contempla débitos vencidos até 30 de junho de 2026, estejam eles inscritos ou não na dívida ativa, inclusive aqueles que já são objeto de cobrança judicial.

Quais são os descontos oferecidos?

De acordo com as regras estabelecidas na Medida Provisória nº 367, os contribuintes que aderirem ao programa poderão obter os seguintes benefícios:

– 100% de desconto nas multas punitivas relacionadas ao descumprimento de obrigações tributárias principais;
– 95% de redução nas multas punitivas decorrentes do descumprimento de obrigações acessórias;
– 100% de desconto nos juros de mora e nas multas por atraso no pagamento.

Para ter acesso às condições especiais, o contribuinte deverá quitar o débito integralmente, em parcela única. O valor será atualizado até a data da adesão.



Quando será possível aderir ao Refis?

O período para solicitar a inclusão no programa começará em 3 de novembro e seguirá até 18 de dezembro de 2026. Já o pagamento dos débitos deverá ser realizado até 23 de dezembro.

A adesão também pode envolver dívidas que já tenham sido parceladas anteriormente ou que estejam em parcelamento, respeitando as condições previstas na legislação.

Governo destaca incentivo à atividade econômica

Segundo o governador Lucas Ribeiro, a iniciativa pretende ampliar as oportunidades para que contribuintes regularizem suas pendências fiscais, reduzindo o peso dos encargos financeiros.

A expectativa do governo estadual é que a medida contribua para a continuidade das atividades empresariais, a preservação de empregos e o fortalecimento da economia paraibana.

Os interessados devem consultar as regras oficiais do programa antes de solicitar a adesão, especialmente em relação aos débitos contemplados e às exigências para obtenção dos descontos.

Fonte: Governo da Paraíba e Medida Provisória nº 367, de 14 de outubro de 2026.

Papo informativo – notícias com responsabilidade e credibilidade

Cerca de 92 profissionais cobram pagamentos por serviços prestados nas campanhas de Cícero Lucena e Mersinho


Grupo afirma que valores referentes à reta final da disputa eleitoral ainda não foram quitados; débito estimado se aproxima de R$ 900 mil

Cerca de 92 profissionais que trabalharam nas campanhas eleitorais de Cícero Lucena, candidato ao Governo da Paraíba pelo MDB, e de Mersinho Lucena, candidato a deputado federal pelo PSD, denunciam a falta de pagamento pelos serviços realizados durante a disputa eleitoral de 2026.

Segundo informações divulgadas pelo portal Araruna Online, o grupo afirma que os valores acordados, especialmente referentes à etapa final das campanhas, continuam pendentes. A dívida total estimada estaria próxima de R$ 900 mil.

Entre os profissionais envolvidos estão integrantes das equipes de produção, direção, edição, maquiagem e suporte técnico. Eles relatam que participaram das atividades desde a pré-campanha e que, mesmo após tentativas de cobrança amigável, não teriam recebido os valores que consideram devidos.

Uma das profissionais ouvidas pela publicação afirmou que a equipe busca uma solução para o impasse e avalia tomar outras medidas para garantir o recebimento pelos serviços prestados.



Impasse envolve responsabilidade pelos pagamentos

De acordo com a reportagem, os profissionais recebiam diretamente da campanha, enquanto a produtora responsável pela estrutura de comunicação teria optado por não assumir os pagamentos pendentes.

A situação, conforme o relato dos trabalhadores, provoca prejuízos financeiros para quem dedicou longas jornadas às atividades eleitorais, incluindo finais de semana e feriados.

O caso também levanta questionamentos sobre a responsabilidade pela quitação dos valores contratados e sobre quais medidas poderão ser adotadas para resolver a situação.

Derrotas eleitorais aumentam pressão política

As cobranças surgem após os resultados das eleições de 2026. Cícero Lucena terminou a disputa pelo Governo da Paraíba na terceira colocação, enquanto Mersinho Lucena não conseguiu garantir a reeleição para a Câmara dos Deputados.

Até o momento, as informações divulgadas têm como base os relatos dos profissionais ouvidos pela publicação original. Para esclarecer o caso, também é importante ouvir os posicionamentos de Cícero Lucena, Mersinho Lucena e dos responsáveis pela produtora citada, além de verificar eventuais documentos relacionados aos contratos e aos valores cobrados.

Papo informativo – notícias com responsabilidade e credibilidade

Senado aprova fim da escala 6×1 com apoio de governistas e oposicionistas



PEC prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte salarial, e estabelece dois dias de descanso remunerado por semana

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador exerce suas atividades durante seis dias e tem apenas um dia de folga. A proposta recebeu apoio de parlamentares do governo e da oposição.

A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, nos dois turnos. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Com a aprovação do texto sem alterações em relação à versão que passou pela Câmara dos Deputados, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional.



O que muda com o fim da escala 6×1?

A PEC estabelece a redução gradual da jornada máxima semanal de trabalho, atualmente de 44 horas, para 40 horas, sem diminuição dos salários. A mudança também prevê dois dias de descanso remunerado por semana, com um deles preferencialmente aos domingos.

A implementação ocorrerá em duas etapas. Dois meses após a promulgação da emenda, a jornada máxima será reduzida para 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, o limite passará a ser de 40 horas.

Com isso, a proposta busca substituir o modelo 6×1 por uma jornada de cinco dias de trabalho e dois dias de descanso, respeitando as regras previstas no texto aprovado.

Governo e oposição votaram a favor

A votação reuniu parlamentares de diferentes correntes políticas. Entre os votos favoráveis esteve o do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que havia feito críticas à proposta durante a campanha eleitoral, mas anunciou que apoiaria o texto.

Apesar do amplo apoio no plenário, representantes da oposição também levantaram questionamentos sobre possíveis efeitos econômicos da redução da jornada, especialmente em relação aos custos das empresas e à necessidade de medidas para amenizar esses impactos.

A aprovação representa um avanço na tramitação da proposta, mas a aplicação das novas regras dependerá da promulgação da emenda constitucional e do cumprimento do cronograma de transição previsto.

Papo Informativo — informação e notícia para você ficar por dentro dos principais acontecimentos do Brasil e da Paraíba.

Flávio Bolsonaro muda de posição e confirma participação em debate da Band com Lula. 



Senador havia declarado que não compareceria ao encontro, mas anunciou a decisão após o presidente confirmar presença. Debate será realizado neste domingo (18), às 20h.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, confirmou nesta quarta-feira (14) que participará do debate promovido pela TV Bandeirantes, marcado para o próximo domingo (18). A decisão foi anunciada após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também confirmar presença no confronto.

Na terça-feira (13), Flávio havia afirmado que não pretendia participar do encontro. No entanto, em um vídeo publicado nas redes sociais, o senador explicou que sua declaração anterior tinha como objetivo levar Lula a confirmar que compareceria ao evento.

Na gravação, Flávio se dirigiu diretamente ao presidente e afirmou que estará presente para confrontá-lo durante o debate.



Primeiro confronto direto no segundo turno

O encontro está marcado para as 20h deste domingo e deverá ser o primeiro debate televisivo entre os dois candidatos durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

Após a declaração inicial de Flávio, a Band informou que manteria a programação mesmo que um dos candidatos não comparecesse, deixando vazio o espaço reservado ao ausente.

Com a confirmação de ambos, a expectativa é que os presidenciáveis apresentem suas propostas e debatam temas de interesse nacional antes da votação do segundo turno, marcada para 25 de outubro.

Onde assistir ao debate?

A transmissão será realizada pela Band TV, BandNews TV, rádios Bandeirantes e BandNews FM, além do canal Band Jornalismo no YouTube, do portal Band.com.br e da plataforma Bandplay.

O debate também contará com a participação de outros veículos de comunicação parceiros.

Papo Informativo — informação e política para você acompanhar os principais acontecimentos do Brasil.

Fonte: Band e Reuters.

MDB anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, mas diretórios do Norte e Nordeste defendem Lula



O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) declarou, nesta terça-feira (13), apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026. O anúncio ocorreu em São Paulo, durante um evento que reuniu representantes da legenda e o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ao agradecer a adesão, Flávio destacou sua relação com lideranças do MDB, como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o prefeito de Duque de Caxias (RJ), Netinho Reis. O senador também elogiou ações desenvolvidas pelas administrações municipais, sobretudo no enfrentamento à criminalidade.

Entre as propostas apresentadas, Flávio defendeu a instalação de 2 milhões de câmeras de monitoramento com reconhecimento facial e inteligência artificial em um eventual governo. Segundo ele, os equipamentos seriam conectados aos sistemas de segurança de estados e municípios, além de bases de dados nacionais com informações sobre mandados de prisão e veículos roubados.

O candidato também ressaltou a importância da participação das prefeituras nas estratégias de segurança pública e afirmou que pretende levar experiências municipais para a gestão federal.



MDB dividido entre Flávio e Lula

Apesar do anúncio, o apoio a Flávio Bolsonaro não representa uma posição unânime dentro do MDB. Dez diretórios estaduais, todos das regiões Norte e Nordeste, manifestaram apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O grupo reúne as representações do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.

Em manifestação divulgada nesta terça-feira (13), os diretórios defenderam valores como democracia, liberdade e soberania popular. Também destacaram pautas relacionadas à geração de emprego e renda e ao combate às desigualdades sociais.

Dessa forma, o MDB chega à reta decisiva da disputa presidencial sem uma posição uniforme em todo o país, com lideranças estaduais divididas entre os dois candidatos.

Fonte: Estadão Conteúdo

Vídeo: SBT News/Reprodução

Adriano Galdino compara posicionamento de Lula aos ensinamentos de Jesus Cristo.Veja o vídeo!


O deputado estadual Adriano Galdino afirmou, nesta terça-feira (13), em Campina Grande, que o presidente Lula estaria mais alinhado aos ensinamentos de Jesus Cristo por priorizar, segundo ele, a defesa da população mais pobre.

A declaração foi feita durante um encontro de lideranças políticas em apoio ao presidente. Na ocasião, Galdino fez referência ao Sermão da Montanha e questionou qual dos candidatos demonstra maior compromisso com os mais necessitados. Para o parlamentar, Lula se aproxima mais desse princípio.



Galdino também contestou a ideia de que a identidade evangélica deva estar necessariamente associada ao apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Em outro momento do discurso, o deputado criticou eleitores de baixa renda que apoiam propostas que, em sua avaliação, podem comprometer direitos sociais e favorecer setores mais ricos da sociedade.

🎥 Confira o vídeo:



Governo amplia incentivos para combustíveis a 16 dias do segundo turno das eleições


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta sexta-feira (9), novas medidas para ampliar os benefícios fiscais e os subsídios destinados à gasolina, ao etanol e ao diesel. As ações terão duração inicial de 30 dias e foram justificadas pelo Executivo como uma forma de reduzir os impactos da alta do petróleo no mercado internacional.

O anúncio ocorre a pouco mais de duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

Gasolina terá redução maior nos tributos federais

Para a gasolina, o benefício foi ampliado de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro. Com a medida, os tributos federais PIS/Pasep, Cofins e Cide incidentes sobre o combustível serão zerados durante o período de vigência da iniciativa.

Governo amplia apoio ao setor de etanol

No caso do etanol hidratado, o governo decidiu manter a desoneração tributária de R$ 0,19 por litro e aumentar o incentivo financeiro destinado a produtores e cooperativas. O valor da subvenção passará de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro.

A medida busca preservar a competitividade do biocombustível diante da gasolina.



Diesel importado também receberá incentivo adicional

Para o diesel, foi anunciada uma nova subvenção de R$ 1,40 por litro destinada ao produto importado. O benefício será acrescentado ao incentivo de R$ 2,12 por litro que já estava em vigor, elevando o valor total da subvenção para R$ 3,52 por litro para os importadores contemplados.

Medidas têm impacto bilionário

De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, o conjunto das iniciativas deverá gerar impacto fiscal estimado em R$ 5,2 bilhões. O governo afirma que pretende compensar os custos com receitas extraordinárias provenientes do petróleo da União.

A justificativa apresentada pelo Executivo é amenizar os efeitos da valorização do petróleo no exterior e contribuir para a manutenção do abastecimento de combustíveis no país.

Apesar da redução de tributos e da ampliação dos incentivos, o efeito das medidas sobre os preços cobrados diretamente nos postos dependerá de como os benefícios serão repassados ao longo da cadeia de distribuição.

Fonte: informações da Reuters, Folha de S.Paulo e Exame.

Papo Informativo — Informação com credibilidade.

Aguinaldo Ribeiro articula centro oncológico em Conceição para atender o Sertão paraibano

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro trabalha para viabilizar a construção do Centro Oncológico do Hospital Napoleão Laureano em Conceição. A iniciativa busca aproximar o tratamento contra o câncer de cerca de 18 municípios do Vale do Piancó, região com mais de 200 mil habitantes.

A articulação reúne a senadora Daniella Ribeiro, o governador Lucas Ribeiro, as lideranças Jourdana Diniz e Fábio Arruda e a Fundação Napoleão Laureano, representada por seu presidente, Marcelo Lucena Filho.



Com a unidade, a expectativa é reduzir deslocamentos que hoje chegam a 500 quilômetros para trajetos de até 92 quilômetros. Para os pacientes, isso poderá significar menos desgaste e mais proximidade com a família durante o tratamento.

Aguinaldo mantém uma parceria histórica com o hospital, com atuação na destinação de recursos para ressonância magnética e na articulação de R$ 5,1 milhões para aquisição do primeiro PET-SCAN, em 2019. Em 2026, também trabalhou pela liberação de R$ 1,1 milhão para equipamentos. O centro em Conceição representa um novo passo para ampliar o atendimento no interior da Paraíba.

🗞️ Redação do papo informativo