Especialistas avaliam que reajuste do Bolsa Família pode preservar votos de Lula, mas terá efeito limitado
Aumento de 15,04% no benefício, anunciado às vésperas do primeiro turno, é visto como uma medida com potencial maior de fortalecer a base petista do que conquistar novos eleitores

O reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ter impacto eleitoral restrito, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. A avaliação é de que a medida pode contribuir para manter o apoio entre beneficiários que já se identificam com o petista, mas dificilmente provocará uma mudança expressiva na preferência do eleitorado.

A atualização foi anunciada na quinta-feira (18), a 17 dias do primeiro turno. Com o aumento de 15,04%, o valor mínimo do programa passará de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio será elevado de R$ 675 para R$ 777. Os pagamentos com os novos valores estão previstos para começar em 19 de outubro, seis dias antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

De acordo com o governo, a correção busca recompor a inflação acumulada desde a reformulação do programa, em 2023. O decreto também prevê mudanças nos benefícios adicionais. O Ministério do Planejamento estima impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22,7 bilhões em 2027.



Ao anunciar a medida, Lula afirmou que o governo está “cuidando de quem precisa” e relacionou o reajuste às ações de combate à fome e à pobreza.

Avaliação aponta fortalecimento da base petista

Para Maurício Moura, fundador do Instituto Ideia, o alcance eleitoral do reajuste tende a ser pequeno porque o Bolsa Família já atende um público que, em sua maioria, demonstra preferência por Lula.

Na avaliação do especialista, a medida pode ajudar a preservar o apoio ao presidente, mas não representa uma estratégia de ampliação significativa do eleitorado petista.

Moura também estabeleceu uma comparação com 2022, quando o então presidente Jair Bolsonaro ampliou o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600. Segundo ele, naquele momento havia uma tentativa de conquistar eleitores menos alinhados ao grupo político de Bolsonaro. O cenário atual seria diferente, já que o Bolsa Família concentra beneficiários com maior identificação com Lula e o PT.

O especialista destacou ainda que, no Nordeste, região onde o presidente possui uma base eleitoral consolidada, a redução da abstenção pode ser mais importante para o resultado da disputa do que a conquista de novos votos por meio do reajuste.

Economista vê possibilidade de impacto em disputa acirrada

O economista Maurício Canêdo Pinheiro, professor associado da FCE/Uerj e autor de estudo sobre os efeitos eleitorais do Bolsa Família, considera que o aumento poderá ser percebido pelos beneficiários como uma melhora relevante na renda.

Para ele, uma elevação de 15% no benefício pode produzir uma percepção positiva entre os eleitores, especialmente em um cenário de inflação mais moderada.

O economista avalia que a medida pode ajudar Lula a reduzir eventuais perdas de apoio entre eleitores de baixa renda e nordestinos, mas não necessariamente provocar uma transferência ampla de votos para o presidente.

Canêdo Pinheiro ressalta que, em uma eleição equilibrada, mesmo uma alteração pequena na preferência do eleitorado pode ter consequências importantes. No entanto, o especialista afirma que não é possível determinar antecipadamente se o reajuste será decisivo para o resultado.

Candidatos criticam anúncio antes da eleição

O reajuste também provocou reação entre adversários de Lula.

Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, classificou o aumento como uma “merreca” e acusou o governo de tentar “comprar o voto do pobre”. Apesar das críticas, o senador declarou que, se eleito, pretende manter o Bolsa Família e o reajuste anunciado.

Flávio também procurou se diferenciar da iniciativa do deputado Zé Trovão (PL-SC), que apresentou uma representação contra o aumento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação foi extinta no mesmo dia pelo ministro André Mendonça.

Renan Santos, candidato pelo partido Missão, também questionou o momento do reajuste e ingressou com uma ação no TSE, classificando a medida como eleitoreira.

Pesquisas mostram vantagem de Lula entre beneficiários

Levantamentos divulgados antes do anúncio do reajuste mostram que Lula ainda apresenta vantagem entre eleitores de baixa renda e beneficiários do programa social, embora a distância para Flávio tenha apresentado alterações.

Na pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (14), Lula registrou 51% das intenções de voto entre eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos nas três rodadas do levantamento. Flávio Bolsonaro passou de 29%, em 2 de setembro, para 32%.

Entre os eleitores nordestinos, Lula oscilou de 62% para 60%, enquanto Flávio permaneceu com 28%.

Já o Datafolha, em pesquisa divulgada na quinta-feira (17), apontou que Lula tinha 60% das intenções de voto entre beneficiários do Bolsa Família em um eventual segundo turno, contra 33% de Flávio. A maior parte das entrevistas, porém, foi realizada antes do anúncio do reajuste.

Sinalização política pode pesar mais que o ganho financeiro

O professor de Ciência Política da USP Sérgio Simoni Jr., que estudou os efeitos eleitorais do Bolsa Família em sua pesquisa de doutorado, interpreta o anúncio como uma possível mudança de estratégia do governo diante do cenário eleitoral.

Segundo o pesquisador, a administração federal vinha priorizando uma agenda de ajuste fiscal, mas passou a adotar uma postura de maior atenção ao eleitorado de baixa renda após pesquisas apontarem redução da vantagem de Lula sobre Flávio.

Simoni explica que programas de transferência de renda podem influenciar o comportamento eleitoral por dois caminhos: a melhora efetiva na situação financeira dos beneficiários e a percepção de que o governo demonstra compromisso com esse grupo.

Como os novos valores serão pagos próximos ao segundo turno, o efeito econômico direto será observado em um período curto. Nesse contexto, o professor avalia que a mensagem política transmitida pelo reajuste pode ter papel relevante, inclusive alcançando familiares e pessoas próximas dos beneficiários.

Ainda assim, os especialistas ouvidos pelo Valor não apontam o reajuste como garantia de mudança no cenário eleitoral. O efeito concreto da medida dependerá, entre outros fatores, da percepção dos eleitores e da evolução da disputa até a votação.

🗞️ Redação do papo informativo com informações do Valor econômico

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Lula lidera no primeiro turno, mas sofre virada de Flávio Bolsonaro no segundo, aponta pesquisa



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, mas aparece atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma simulação de segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14).

Na primeira etapa da disputa, Lula registra 36% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 31%. O resultado mantém o presidente na liderança da corrida eleitoral.

Entretanto, quando os eleitores são questionados sobre um eventual confronto direto entre os dois candidatos, o cenário muda.

Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula no segundo turno

Na simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, contra 40% de Lula.

Apesar da vantagem de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro da pesquisa.

O resultado chama atenção por mostrar uma possível mudança no cenário eleitoral: Lula lidera a primeira etapa, mas Flávio Bolsonaro consegue superar o presidente na disputa direta.



Disputa presidencial segue acirrada

A pesquisa indica que a eleição de 2026 permanece aberta, com uma diferença entre o desempenho dos candidatos no primeiro e no segundo turno.

Enquanto Lula mantém a liderança entre os nomes apresentados na primeira fase, Flávio Bolsonaro demonstra força em um eventual confronto direto, ampliando a disputa pelo eleitorado.

O levantamento foi realizado presencialmente com 2.004 eleitores de todo o país, entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Fonte: Pesquisa Quaest.

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Janja intervém durante abraço de eleitora em Lula durante evento no Ceará. Confira o vídeo!

Primeira-dama se aproximou do presidente após ele ser abraçado por uma mulher durante agenda em Juazeiro do Norte

A primeira-dama Rosângela Janja da Silva chamou atenção durante uma agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta sexta-feira (4), em Juazeiro do Norte, no Ceará.

Durante o evento, uma eleitora se aproximou do presidente e o abraçou por alguns instantes. O contato, que durou mais que um cumprimento convencional, foi interrompido após Janja se aproximar dos dois.

A primeira-dama ajudou a encerrar o abraço e, na sequência, Lula continuou a interação com o público presente no local.

O momento foi registrado em vídeo e passou a circular nas redes sociais, gerando repercussão entre internautas.

A cena ocorreu durante a passagem de Lula por Juazeiro do Norte, onde o presidente cumpriu agenda pública nesta sexta-feira.

Vídeo repercute nas redes sociais

As imagens mostram a aproximação da eleitora, o abraço prolongado com Lula e, posteriormente, a intervenção de Janja.

O episódio rapidamente ganhou espaço nas redes sociais, principalmente pela atitude da primeira-dama durante o contato entre o presidente e a mulher.

Até o momento, não há informação de que tenha ocorrido qualquer outro incidente relacionado ao episódio.

Confira o vídeo:

Pesquisa vira cenário e coloca Flávio Bolsonaro à frente de Lula em disputa pelo 2º turno

Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (3) aponta empate técnico na corrida pela Presidência e mostra disputa acirrada entre os principais candidatos.


Senador aparece com 45% contra 44% do presidente na nova pesquisa PoderData; resultado representa uma inversão em relação ao levantamento anterior e mantém a disputa pela Presidência totalmente aberta.

A corrida presidencial ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (3). A mais recente pesquisa PoderData/Aya mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno, mas a diferença é tão pequena que os dois permanecem tecnicamente empatados.

O senador do PL aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente registra 44%. Como a margem de erro é de 1,8 ponto percentual, a vantagem de um ponto não permite apontar um líder isolado na disputa.



O resultado chama atenção principalmente pela inversão em relação ao levantamento anterior. No fim de agosto, Lula tinha 45%, contra 44% de Flávio Bolsonaro. Agora, os números se inverteram.

A pesquisa também testou outros possíveis confrontos de segundo turno. Lula aparece com 44% contra 42% de Romeu Zema e repete os mesmos números diante de Ronaldo Caiado. Já contra Renan Santos, o presidente registra 44%, ante 39%.

Os dados indicam, portanto, uma eleição marcada por disputas apertadas e cenários ainda abertos, especialmente no confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Como foi feita a pesquisa

O levantamento PoderData/Aya ouviu 3.000 pessoas em 716 municípios das 27 unidades da Federação, entre 30 de agosto e 2 de setembro.

A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE sob o número BR-07561/2026.

Fonte: CNN.

🗞️ Redação do papo informativo

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Após negar conhecer Roberta Luchsinger, Lula é confrontado com foto ao lado de lobista

Durante a sabatina realizada pelo Jornal Nacional nesta quinta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não conhece a lobista Roberta Luchsinger e declarou que jamais teria mantido qualquer conversa com ela.


A declaração provocou reação imediata nas redes sociais. Adversários políticos do presidente recuperaram imagens antigas nas quais Roberta aparece ao lado de Lula, colocando novamente os registros em evidência.

Ao comentar as acusações, Lula classificou como absurda a possibilidade de ter mantido qualquer relação próxima com a lobista. O presidente também ironizou informações que, segundo ele, estariam sendo atribuídas a Roberta.

“Só faltou ela dizer que eu ofereci a ela o Ministério da Defesa, o comando da Marinha, o Itamaraty. É de uma imbecilidade. Eu não conheço essa moça, eu nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça, ela nunca esteve próxima de mim”, declarou Lula.

Entre os registros que voltaram a circular está uma fotografia de 2022 em que Roberta aparece ao lado do presidente e da primeira-dama, Janja Lula da Silva.

A própria lobista havia divulgado a imagem em suas redes sociais naquele período.
Outro registro foi publicado por Roberta em 27 de outubro de 2023. Na ocasião, ela compartilhou uma fotografia ao lado de Lula para marcar o aniversário de 78 anos do presidente.


A fala de Lula também passou a ser utilizada politicamente por adversários que pretendem disputar a Presidência da República. Nomes como Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) já haviam feito críticas ao presidente em razão das investigações que envolvem Roberta Luchsinger e pessoas ligadas ao círculo político de Lula.


O episódio ganhou repercussão justamente pela divergência entre a declaração dada pelo presidente durante a entrevista e os registros fotográficos que passaram a ser compartilhados novamente nas redes sociais.

🗞️ Redação do papo informativo

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Irmãos Galdino Inauguram a ‘Casa Lula’ em Campina Grande

Em pleno período eleitoral, o deputado federal Murilo Galdino e o deputado estadual Adriano Galdino abrem comitê estratégico no centro da cidade para mobilizar a militância e fortalecer o palanque presidencial.

Campina Grande, 20 de agosto de 2026 – A articulação política em torno da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou um novo ponto de mobilização em Campina Grande. Nesta quinta-feira (20), os irmãos Murilo Galdino, deputado federal, e Adriano Galdino, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, inauguraram oficialmente a Casa Lula Paraíba, no Centro da cidade.

Instalado na Rua João da Mata, o espaço foi criado para concentrar ações de articulação, diálogo e mobilização de apoiadores do presidente Lula na região. A proposta é transformar o local em uma base permanente para reuniões, encontros com lideranças e atividades de campanha durante o processo eleitoral de 2026.

Espaço busca fortalecer palanque de Lula

A abertura da Casa Lula Paraíba ocorre em um momento de intensificação das articulações políticas para as eleições deste ano. A iniciativa dos irmãos Galdino busca ampliar a presença das forças que apoiam Lula em Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral da Paraíba.

Durante a inauguração, Murilo e Adriano Galdino receberam lideranças políticas, apoiadores e militantes. O espaço deverá ser utilizado para organizar ações de rua, distribuir materiais de campanha e promover reuniões com representantes de comunidades e segmentos da sociedade.

A estratégia também é aproximar a militância das ações e propostas do governo federal, além de fortalecer a defesa da candidatura de Lula à reeleição no estado.

Funcionamento durante a campanha

Localizada nas proximidades do cartório Dr. Evandro Cunha Lima, a Casa Lula Paraíba terá funcionamento diário ao longo da campanha eleitoral.

A programação prevista inclui debates, reuniões políticas, atividades de mobilização e distribuição de material informativo. A expectativa dos organizadores é que o espaço se torne um dos principais pontos de articulação da campanha de Lula em Campina Grande e na região.

A inauguração reforça o movimento de organização das forças políticas aliadas ao presidente na Paraíba e marca uma nova etapa na estratégia de mobilização para as eleições de 2026.

🗞️ Redação do papo informativo

Lula ainda não tem agenda na Paraíba, mas coordenador prevê possível visita no 2º turno

Coordenador da campanha de Lula na Paraíba, Charliton Machado afirma que uma proposta de agenda já foi apresentada ao presidente em São Paulo.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição em 2026, ainda não tem uma data confirmada para cumprir agenda de campanha na Paraíba. Nesta quinta-feira (20), o petista estará em Natal, no Rio Grande do Norte, mas a programação não prevê uma extensão da viagem até a Paraíba.

Segundo Charliton Machado, coordenador da campanha de Lula no estado, a passagem pelo Rio Grande do Norte será rápida e terá uma programação específica. “Será uma agenda exclusiva e rápida no Rio Grande do Norte”, afirmou.

Apesar da ausência de uma data definida para a visita à Paraíba, Charliton avalia que o presidente ainda poderá participar de atividades eleitorais no estado. Caso a agenda não seja viabilizada durante o primeiro turno, o coordenador acredita que Lula poderá estar na Paraíba durante a segunda etapa da disputa.



O coordenador revelou ainda que a direção da campanha paraibana já encaminhou uma sugestão de agenda. “Nós apresentamos em São Paulo uma proposta de agenda de Lula, ou para o primeiro turno ou para o segundo turno. Essa agenda está em análise”, explicou.

Estratégia da campanha

De acordo com Charliton Machado, a organização das viagens de Lula seguirá inicialmente uma estratégia voltada para estados administrados pelo PT. Entre os locais citados estão Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará e Bahia.

Na sequência, segundo o coordenador, a campanha deverá estruturar uma agenda mais ampla pelo Nordeste e por outras regiões do país. Também estão previstas visitas consideradas estratégicas eleitoralmente, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Apoios de Lula na Paraíba

Na Paraíba, diferentes candidaturas ao Governo do Estado já anunciaram alinhamento com a reeleição de Lula. Recentemente, o presidente gravou vídeos manifestando apoio à candidatura de Lucas Ribeiro (PP) ao Governo da Paraíba.

Também foram divulgadas manifestações de Lula em favor das candidaturas de João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ao Senado.

Outros presidenciáveis na Paraíba

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, esteve na Paraíba no dia 2 de agosto para participar da convenção estadual do partido, que oficializou Efraim Filho como candidato ao Governo da Paraíba.

Outro presidenciável, Renan Santos (Missão), tem agenda prevista no estado nesta quarta-feira (19), com compromissos durante a tarde e a noite. A programação inclui um encontro com apoiadores no SESC Centro, em João Pessoa.

Romeu Zema (Novo) também esteve na Paraíba em 2026. A visita ocorreu em 21 de junho, durante o período dos festejos juninos.

Até o momento, não foram confirmadas novas agendas de outros candidatos à Presidência da República no estado.

🗞️ Redação do papo informativo

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Disputa apertada! Quaest mostra Lula e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados no 2º turno

Presidente tem 43% das intenções de voto contra 40% do senador do PL; margem de erro da pesquisa mantém cenário indefinido para 2026

Uma nova pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um possível segundo turno da eleição presidencial de 2026. Lula registra 43% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 40%.


Mesmo com a vantagem numérica de Lula, o cenário é considerado de empate técnico, já que a diferença entre os candidatos está dentro da margem de erro da pesquisa.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e ouviu 2.004 eleitores de forma presencial entre os dias 10 e 13 de agosto. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06773/2026.


Primeiro turno


No cenário de primeiro turno com estímulo — quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados —, Lula também lidera, com 38% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 31%.


Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) empatam com 4% cada. Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) registram 2%, e Samara Martins (UP) marca 1%.

Segundo turno


A pesquisa Quaest também simulou outros possíveis confrontos de segundo turno. Diante de Ronaldo Caiado, Lula aparece com 44% das intenções de voto, contra 37% do governador de Goiás. Já em um eventual duelo com Renan Santos, o presidente teria 44%, contra 36% do representante da Missão.


No confronto com Romeu Zema, Lula registra o melhor desempenho entre os cenários testados: 45% contra 34% do governador de Minas Gerais.


Em todos os quatro cenários de segundo turno avaliados pela Quaest, Lula aparece numericamente à frente. Ainda assim, é a disputa contra Flávio Bolsonaro que apresenta o resultado mais apertado, dentro da margem de erro da pesquisa.

🗞️ Redação do papo informativo

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Hugo Motta confirma apoio à reeleição de Lula para a Presidência em 2026

Na Paraíba, Hugo Motta afirmou que a neutralidade do Republicanos no cenário nacional permite que os diretórios estaduais definam livremente seus apoios nas eleições de 2026.

O presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição para deputado federal, Hugo Motta (Republicanos), declarou nesta segunda-feira (10) apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição nas eleições de 2026.


A manifestação ocorreu durante a posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), realizada na Paraíba.


Segundo Motta, a decisão de tornar público o apoio estava sendo aguardada até que o Republicanos definisse sua posição em relação à disputa presidencial. Como a legenda optou pela neutralidade em âmbito nacional, os integrantes do partido ficaram liberados para apoiar os candidatos de sua preferência.

“Eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição. E a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, afirmou Hugo Motta.

O deputado também justificou a escolha ao dizer que considera Lula o candidato que mais se aproxima daquilo que ele entende como o melhor caminho para o país.

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país”, declarou.

Republicanos opta por neutralidade
A decisão nacional do Republicanos foi anunciada no último dia 4 de agosto, quando a legenda definiu que não apoiará oficialmente nenhum candidato na disputa pela Presidência da República em 2026.


A posição foi formalizada durante uma convenção do partido em Brasília. De acordo com a direção nacional, a decisão levou em consideração as diferentes alianças políticas construídas pelo partido nos estados e as particularidades de cada região.


Com a neutralidade, os diretórios estaduais e integrantes da legenda ficaram livres para manifestar apoio a diferentes candidaturas na corrida presidencial.
Hugo Motta afirmou que aguardou justamente essa definição para anunciar publicamente seu posicionamento em favor de Lula.

Decisão acompanha posição da federação

A neutralidade adotada pelo Republicanos também segue uma decisão semelhante tomada pela federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas.

Em manifestação divulgada após a decisão, o Republicanos destacou que o posicionamento foi construído de forma coletiva pela direção partidária e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes composições políticas estabelecidas regionalmente.


Com a decisão nacional do partido, Hugo Motta passa a integrar publicamente o grupo de lideranças do Republicanos que declarou apoio à candidatura de Lula à Presidência da República.

🗞️ Redação do papo informativo

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Lula tem candidatura à reeleição oficializada pelo PT e buscará quarto mandato presidencial em 2026

Convenção nacional realizada em São Paulo também confirmou Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente e definiu as principais propostas da chapa para as eleições de 2026.

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou, neste domingo (2), a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição durante convenção nacional realizada em São Paulo. Com a homologação, Lula entra oficialmente na disputa pelas eleições de 2026 em busca de um quarto mandato à frente da Presidência da República.

O encontro também confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como companheiro de chapa, repetindo a composição que venceu as eleições presidenciais de 2022.

Caso seja reeleito, Lula ampliará sua trajetória como presidente do Brasil, após ter conquistado vitórias nas eleições de 2002, 2006 e 2022.

A candidatura conta com o apoio dos partidos que integram a Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — além de PSOL, Rede, PSB e PDT, que anunciaram participação na aliança.



Durante o discurso na convenção, Lula apresentou as prioridades para um eventual novo mandato. Entre elas estão o fortalecimento da educação, a criação de políticas públicas voltadas à população idosa, o incentivo à indústria de defesa, a preservação das riquezas minerais estratégicas, como as terras raras, e a ampliação de ações voltadas à transição energética.

O calendário eleitoral prevê a realização do primeiro turno das eleições em 4 de outubro de 2026. Se necessário, o segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro.

🗞️ Redação do papo informativo

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