Lucas Ribeiro articula ato em Campina Grande para fortalecer campanha de Lula no segundo turno



Governador reeleito convoca prefeitos, parlamentares e lideranças políticas para mobilização em defesa da reeleição do presidente; encontro está marcado para terça-feira (13).

O governador reeleito da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), está organizando uma mobilização política em Campina Grande para ampliar o apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

A agenda está prevista para a próxima terça-feira (13), às 10h, no Garden Hotel, em Campina Grande. A expectativa é reunir prefeitos, deputados, representantes de partidos, lideranças políticas e apoiadores que defendem a continuidade do atual governo federal.

A iniciativa faz parte da estratégia de articulação da base política de Lucas Ribeiro no estado. O governador anunciou o encontro após uma reunião com dirigentes de partidos aliados, realizada em João Pessoa, na qual foram discutidas ações para organizar e fortalecer a campanha de Lula na Paraíba.



Lucas assume articulação política no estado

A mobilização ocorre em meio às movimentações nacionais para o segundo turno. Embora a federação União Progressistas tenha declarado apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), Lucas Ribeiro mantém seu posicionamento favorável à reeleição de Lula.

O governador tem defendido a continuidade da parceria com o governo federal, destacando a importância de investimentos e programas federais para o desenvolvimento da Paraíba.

Além do ato em Campina Grande, novas atividades de campanha deverão ser organizadas durante o segundo turno, com o objetivo de ampliar a mobilização de aliados e apoiadores em diferentes regiões paraibanas.

A votação que definirá a disputa presidencial está marcada para o dia 25 de outubro.

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Governo amplia incentivos para combustíveis a 16 dias do segundo turno das eleições


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta sexta-feira (9), novas medidas para ampliar os benefícios fiscais e os subsídios destinados à gasolina, ao etanol e ao diesel. As ações terão duração inicial de 30 dias e foram justificadas pelo Executivo como uma forma de reduzir os impactos da alta do petróleo no mercado internacional.

O anúncio ocorre a pouco mais de duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

Gasolina terá redução maior nos tributos federais

Para a gasolina, o benefício foi ampliado de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro. Com a medida, os tributos federais PIS/Pasep, Cofins e Cide incidentes sobre o combustível serão zerados durante o período de vigência da iniciativa.

Governo amplia apoio ao setor de etanol

No caso do etanol hidratado, o governo decidiu manter a desoneração tributária de R$ 0,19 por litro e aumentar o incentivo financeiro destinado a produtores e cooperativas. O valor da subvenção passará de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro.

A medida busca preservar a competitividade do biocombustível diante da gasolina.



Diesel importado também receberá incentivo adicional

Para o diesel, foi anunciada uma nova subvenção de R$ 1,40 por litro destinada ao produto importado. O benefício será acrescentado ao incentivo de R$ 2,12 por litro que já estava em vigor, elevando o valor total da subvenção para R$ 3,52 por litro para os importadores contemplados.

Medidas têm impacto bilionário

De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, o conjunto das iniciativas deverá gerar impacto fiscal estimado em R$ 5,2 bilhões. O governo afirma que pretende compensar os custos com receitas extraordinárias provenientes do petróleo da União.

A justificativa apresentada pelo Executivo é amenizar os efeitos da valorização do petróleo no exterior e contribuir para a manutenção do abastecimento de combustíveis no país.

Apesar da redução de tributos e da ampliação dos incentivos, o efeito das medidas sobre os preços cobrados diretamente nos postos dependerá de como os benefícios serão repassados ao longo da cadeia de distribuição.

Fonte: informações da Reuters, Folha de S.Paulo e Exame.

Papo Informativo — Informação com credibilidade.

PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro abre seis pontos de vantagem sobre Lula no segundo turno



Primeira pesquisa após o primeiro turno aponta senador com 53% dos votos válidos, contra 47% do presidente

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 realizada após a votação do primeiro turno.

De acordo com levantamento PoderData/Aya divulgado nesta quinta-feira (8), Flávio registra 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparece com 47%. A diferença é de seis pontos percentuais.

Quando considerados os votos totais, incluindo brancos, nulos e eleitores que ainda não definiram o voto, Flávio aparece com 49%, contra 44% de Lula.

Diferença aumentou após o primeiro turno

O resultado ocorre poucos dias depois do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro terminou a votação com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. A vantagem registrada nas urnas foi de 1,87 ponto percentual.

A nova sondagem, portanto, mostra uma ampliação da distância entre os dois candidatos no cenário de segundo turno.



Pesquisa foi realizada antes das novas alianças

O levantamento ouviu 3 mil eleitores em todo o país entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos.

A pesquisa foi divulgada em meio às primeiras articulações políticas para o segundo turno. Nesta semana, partidos e lideranças começaram a anunciar apoio aos candidatos que permanecem na disputa.

A eleição presidencial será decidida em 25 de outubro, quando os eleitores escolherão entre Flávio Bolsonaro e Lula.

Importante: pesquisa eleitoral retrata a intenção de voto no período em que foi realizada e não representa previsão do resultado final da eleição.

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Lucas Ribeiro se encontra com Lula em Brasília e destaca parceria para manter investimentos na Paraíba



O governador reeleito da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), esteve em Brasília nesta segunda-feira (5), on

de participou de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após garantir a reeleição no primeiro turno, Lucas reafirmou o apoio à candidatura de Lula e destacou a importância da continuidade da parceria entre os governos estadual e federal.

Durante a agenda, o governador ressaltou projetos que estão sendo executados na Paraíba com participação do Governo Federal. Entre as iniciativas citadas estão a construção de três novos hospitais, sendo dois deles realizados em parceria com a União: o Hospital de Trauma do Sertão, em Patos, e o Hospital da Mulher do Sertão, em Sousa.

Lucas também mencionou investimentos relacionados à transposição do Rio São Francisco e a expansão da rede de Institutos Federais no estado.

Segundo o governador, a manutenção da articulação entre Paraíba e Governo Federal é importante para garantir a continuidade de projetos e políticas públicas em diferentes áreas.



“Estou aqui em Brasília com o presidente Lula para firmar nosso compromisso com a sua reeleição porque representa a continuidade de obras e projetos importantes para o nosso estado e para o nosso país”, afirmou Lucas em vídeo divulgado nas redes sociais.

A reunião ocorreu um dia depois da eleição estadual, na qual Lucas Ribeiro foi reeleito governador da Paraíba com 64,30% dos votos válidos, totalizando 1.470.252 votos.

Além de Lucas, participaram da articulação em Brasília o senador eleito João Azevêdo (PSB) e outras lideranças políticas que apoiam Lula no segundo turno da eleição presidencial.

Com a agenda, Lucas reforçou sua posição no segundo turno da disputa presidencial e destacou que pretende manter a cooperação institucional com o Governo Federal para dar continuidade aos investimentos e obras em andamento na Paraíba.

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Lula vota em São Bernardo do Campo acompanhado de Alckmin e aliados


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, compareceu às urnas na manhã deste domingo (4), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A votação ocorreu às 9h14, na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, localizada no bairro Assunção.

Lula chegou ao local acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Também estiveram presentes integrantes de sua base política, entre eles Luiz Marinho (PT), Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede).



Desde as primeiras horas da manhã, o entorno da escola registrava forte movimentação. Apoiadores do presidente, eleitores e equipes de imprensa se reuniram nas proximidades para acompanhar a chegada e o momento da votação.

Antes de seguir para a escola, o helicóptero utilizado por Lula pousou no heliponto da Volkswagen, também em São Bernardo do Campo.

O acesso ao local de votação contou com um esquema reforçado de segurança. Jornalistas credenciados passaram por revista e foram submetidos a detectores de metais.

A movimentação começou ainda por volta das 7h30, antes da abertura oficial das urnas, marcada para as 8h. O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo e a votação segue até as 17h, no horário de Brasília.

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Lula informa à campanha que não deve participar de debate da Globo
Presidente teria comunicado à coordenação da campanha a decisão de não comparecer ao encontro marcado para quinta-feira (1º), segundo o jornalista Ricardo Amaral


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou à coordenação de sua campanha que não pretende participar do debate entre candidatos à Presidência da República promovido pela TV Globo, marcado para quinta-feira (1º de outubro).

A informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Amaral, do Brasil 247. Segundo a publicação, a campanha de Lula ainda não havia comunicado oficialmente a decisão à emissora.

O debate está previsto para ocorrer às 21h de quinta-feira e reúne inicialmente quatro candidatos convidados pela Globo: Lula, Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD).



Globo pode chamar outro candidato

Caso a ausência de Lula seja confirmada, a emissora poderá avaliar a convocação de outro candidato para participar do debate. Entre os nomes que ficaram fora da lista inicial está Renan Santos (Missão).

A Globo havia restringido o convite a quatro candidatos, seguindo os critérios definidos para o encontro. A emissora informou anteriormente que poderia chamar um substituto em caso de ausência de algum dos convidados.

A participação de Lula vinha sendo discutida pela campanha, especialmente diante do formato do debate e da possibilidade de confronto direto com os demais candidatos. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, também afirmou nesta segunda-feira que a tendência seria Lula não comparecer ao encontro.

Até o momento, portanto, a ausência de Lula deve ser tratada como uma decisão comunicada internamente à campanha, mas ainda dependente da confirmação oficial junto à TV Globo.

🗞️ Redação do papo informativo

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União Histórica: Clubes deixam rivalidade de lado e peitam o governo contra proibição de casas de apostas
Quatorze clubes da Série A do Campeonato Brasileiro estão se mobilizando e demonstrando forte apreensão contra a Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Lula, que proíbe o funcionamento e a publicidade das casas de apostas no país.

O cenário político e econômico do futebol brasileiro atingiu seu ponto de máxima fervura nas últimas semanas. A assinatura da Medida Provisória (MP) pelo governo federal, que proíbe o funcionamento e a publicidade das casas de apostas no país, desencadeou uma onda de revolta e pânico financeiro nos bastidores de 14 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. Liderados pelas maiores potências financeiras do país, os clubes iniciaram uma forte mobilização política e jurídica contra o que classificam como um “colapso anunciado” do esporte nacional.
O impacto estimado é avassalador: o mercado de apostas esportivas projetava injetar cerca de R$ 1,1 bilhão no futebol brasileiro na atual temporada. Sem esses recursos, as diretorias de gigantes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo alertam para a incapacidade imediata de honrar compromissos básicos e folhas salariais bilionárias já nos próximos meses.

O Rombo Bilionário: Os Contratos em Risco


A dependência do futebol nacional em relação às “bets” é profunda. Quase a totalidade dos clubes da elite estampa marcas de apostas no espaço mais nobre de suas camisas. Veja os valores anuais estimados que estão sob risco iminente de congelamento ou rescisão:

Flamengo (Betano): R$ 268,5 milhões. A diretoria rubro-negra informou internamente que não possui um “plano B” imediato capaz de suprir a perda do maior contrato de patrocínio do país.
Corinthians (Esportes da Sorte): R$ 150 milhões. O clube vive clima de forte apreensão nos bastidores sobre o pagamento de suas obrigações financeiras e parcelas de contratações recentes.
Palmeiras (Sportingbet): R$ 100 milhões fixos. O contrato assinado recentemente para o biênio 2025/2026 foi diretamente atingido pela MP.
São Paulo (Superbet): R$ 80 a R$ 90 milhões. O clube do Morumbi também não enxerga alternativas no mercado tradicional para substituir os valores acordados a curto prazo.
Fluminense (Superbet): R$ 58 a R$ 86 milhões. A diretoria tricolor já recebeu notificações da empresa parceira sobre a possibilidade de rompimento contratual.

Nota: Botafogo (VBet), Cruzeiro (Betnacional), Vasco (Sportingbet), Atlético-MG (H2Bet), Santos (Novibet), Vitória (Bet7k), Grêmio (Pitaco), Remo (Vai de Bet) e Chapecoense (ZeroUm Bet) completam a lista de times com patrocínios máster diretamente asfixiados pela medida.



A Estratégia de Contra-Ataque dos Clubes


Diante do prejuízo histórico, os clubes e as federações estaduais decidiram deixar as rivalidades de lado para adotar uma estratégia de defesa coordenada em três frentes:

Processos contra a União por “Violência Jurídica”: Advogados especializados em direito esportivo já preparam ações judiciais coletivas e individuais contra o governo federal. Os clubes alegam que a MP fere o princípio da segurança jurídica ao quebrar contratos privados legítimos de forma abrupta, sem prever qualquer tipo de transição ou compensação financeira.

O Manifesto das “Dez Perguntas para Lula”: Sob a articulação de lideranças políticas do esporte, os clubes redigiram um documento técnico direcionado ao presidente da República. O texto questiona diretamente o impacto da medida na arrecadação de impostos federais, a perda de empregos no setor e a falta de diálogo prévio com a indústria do esporte.

Pressão por Regulamentação Estrita em vez de Banimento: O argumento central do futebol brasileiro é que a proibição total empurrará o mercado de apostas de volta para a ilegalidade e para o exterior, deixando de arrecadar tributos. Os clubes defendem que a fiscalização e punição a fraudes sejam endurecidas, mas que a atividade econômica legítima seja preservada.

Governo Recua e Sinaliza Abertura para Diálogo


A forte e uníssona reação do mundo do futebol surtiu o primeiro efeito político. Diante do risco real de paralisação de campeonatos e do fechamento de postos de trabalho, o governo federal sinalizou um recuo estratégico na rigidez da medida.


Nos próximos dias, uma reunião de emergência deve ser convocada em Brasília entre ministros de Estado, presidentes de federações e mandatários dos principais clubes. O objetivo do Palácio do Planalto é abrir um canal de negociação para mensurar a crise e tentar desenhar um modelo de transição que evite a falência técnica do esporte mais popular do país.

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Bets terão operações encerradas a partir de 6 de outubro; veja como será a devolução do dinheiro



Uma Medida Provisória publicada nesta sexta-feira (25) estabelece novas regras para o mercado

de apostas de quota fixa no Brasil. A determinação interrompe a exploração, oferta, intermediação e publicidade das chamadas bets, abrangendo tanto as apostas esportivas quanto os jogos online.

A medida alcança plataformas que funcionam pela internet e também operações realizadas em estabelecimentos físicos. Empresas que possuem autorização ou concessão concedida por governos estaduais ou pelo Distrito Federal também estão incluídas nas novas regras.

As modalidades de loteria que já possuem previsão e autorização na legislação brasileira não entram na proibição.

Com a entrada em vigor da MP, as plataformas ficam impedidas de aceitar novos depósitos ou aportes dos usuários. A divulgação de publicidade, campanhas promocionais e patrocínios relacionados às apostas também passa a ser proibida.

As empresas terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para retirar anúncios e materiais de patrocínio instalados em espaços físicos ou veiculados por meio de publicidade exterior.

Quando os sites e aplicativos serão bloqueados?

A Medida Provisória estabeleceu um calendário para o encerramento das atividades e a devolução dos valores que ainda estiverem nas contas dos apostadores.

– 25 de setembro: publicação da MP e início da proibição de novos aportes nas plataformas.
– Até 5 de outubro, às 23h59: usuários poderão solicitar voluntariamente o saque dos valores disponíveis em suas contas.
– A partir de 6 de outubro: sites e aplicativos de apostas deverão ser retirados do ar.
– 7 e 8 de outubro: as empresas deverão encaminhar às instituições financeiras os valores remanescentes, vinculados aos respectivos CPFs.
– De 9 a 14 de outubro: os bancos deverão processar a devolução dos recursos aos apostadores.
– A partir de 14 de outubro: valores cujo pagamento não possa ser concluído pelas instituições financeiras serão transferidos para a Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pelo ressarcimento.



Como será feita a fiscalização?

A MP também cria mecanismos para identificar e interromper o funcionamento de plataformas consideradas irregulares.

O Ministério da Fazenda e o Ministério da Justiça participarão das ações de bloqueio. A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, poderá utilizar um laboratório virtual para localizar serviços que estejam operando de forma irregular.

Depois da identificação, a SPA poderá comunicar a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que ficará responsável pelo bloqueio dos respectivos domínios.

As medidas de combate também poderão envolver a retirada de aplicativos das plataformas digitais e a interrupção dos meios de pagamento utilizados pelas empresas que estiverem atuando ilegalmente.

A MP ainda institui o Comitê Institucional de Fiscalização e Combate à Exploração Ilegal de Apostas, sob coordenação da Casa Civil. O objetivo será integrar órgãos públicos em ações de prevenção, fiscalização e repressão à exploração, oferta e publicidade irregular de apostas.

Multas podem chegar a R$ 2 bilhões

O descumprimento das novas determinações poderá resultar em penalidades para pessoas físicas e empresas. Entre as punições previstas estão advertências e multas que podem alcançar R$ 2 bilhões.

Para as empresas, também poderão ser aplicadas medidas como a suspensão parcial ou integral das atividades.

Governo propõe novos crimes relacionados às bets

Além da MP, o governo federal apresentou um Projeto de Lei com propostas para definir crimes relacionados às apostas de quota fixa.

Diferentemente da Medida Provisória, o projeto ainda precisa passar pela análise e aprovação do Congresso Nacional para que as novas regras penais possam entrar em vigor.

Entre as condutas previstas estão:

– Explorar apostas de quota fixa, mesmo quando houver autorização concedida por autoridade estrangeira: pena de reclusão de 4 a 6 anos.
– Divulgar apostas ou captar apostadores: reclusão de 2 a 4 anos, além de multa.
– Utilizar dados pessoais para atrair apostadores: reclusão de 2 a 4 anos e multa, com possibilidade de aumento da pena em situações específicas.
– Facilitar financeiramente a exploração de apostas: reclusão de 2 a 4 anos e multa.
– Fornecer aplicações de internet destinadas às apostas: reclusão de 2 a 4 anos e multa, com agravamento em situações envolvendo mecanismos para burlar controles de idade ou localização ou quando houver direcionamento a crianças e adolescentes.

Empresas não terão direito a indenização

A MP também determina a extinção das autorizações concedidas para a exploração das apostas de quota fixa.

Segundo o texto, a medida é fundamentada no interesse público e não gera direito a indenização por investimentos realizados, lucros que deixariam de ser obtidos ou expectativa de continuidade das operações.

Também não está prevista a restituição, integral ou parcial, dos valores pagos pelas empresas pelas respectivas outorgas.

Até o momento, 85 autorizações foram concedidas para a exploração de apostas de quota fixa no Brasil. Cada autorização teve custo de R$ 30 milhões, totalizando aproximadamente R$ 2,55 bilhões pagos pelas empresas.

As novas regras estabelecem, portanto, um cronograma para o encerramento das operações, a retirada de publicidade e a devolução dos recursos ainda existentes nas contas dos usuários.

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Quaest na Paraíba: Lula tem 54% e Flávio Bolsonaro aparece com 23%; Cury chega a 6%
Levantamento realizado com 804 eleitores mostra Lula na liderança da disputa presidencial entre os paraibanos. Flávio Bolsonaro aparece em segundo, enquanto Augusto Cury registra crescimento em relação à pesquisa anterior.

A nova pesquisa do Instituto Quaest sobre a disputa pela Presidência da República na Paraíba mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 54% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 23%.

O levantamento, divulgado nesta terça-feira (22), é o segundo realizado pelo instituto no estado e aponta mudanças em relação à rodada anterior, divulgada em agosto. Lula passou de 50% para 54%, enquanto Flávio Bolsonaro avançou de 21% para 23%.

Entre os demais candidatos, o destaque foi Augusto Cury (Avante). O escritor passou de 1% para 6%, crescimento de cinco pontos percentuais desde o levantamento anterior.

Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 2%, e Renan Santos (Missão), com 1%. Os dois resultados estão dentro da margem de erro da pesquisa.

Veja os números da Quaest na Paraíba

– Lula (PT): 54% — tinha 50% em agosto;
– Flávio Bolsonaro (PL): 23% — tinha 21%;
– Augusto Cury (Avante): 6% — tinha 1%;
– Ronaldo Caiado (PSD): 2% — tinha 3%;
– Renan Santos (Missão): 1% — tinha 2%;
– Romeu Zema (Novo): 0% — tinha 1%;
– Samara Martins (UP): 0% — tinha 1%;
– Leonardo Avalanche (PRTB): 0%;
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%;
– Wilson Grassi (Democrata): 0%;
– Edmilson Costa (PCB): 0%;
– Clariana Barão (DC): 0%;
– Hertz Dias (PSTU): 0%;
– Branco, nulo ou não vai votar: 7% — eram 13%;
– Indecisos: 7% — eram 8%.

Cury cresce cinco pontos

O maior movimento entre os candidatos que aparecem depois dos dois primeiros colocados foi registrado por Augusto Cury. O candidato do Avante saiu de 1% para 6% entre as duas rodadas realizadas pela Quaest na Paraíba.

Já Ronaldo Caiado recuou de 3% para 2%, enquanto Renan Santos passou de 2% para 1%. Romeu Zema e Samara Martins, que haviam registrado 1% no levantamento anterior, aparecem agora com 0%.

Caiado, Cury e Renan Santos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de três pontos percentuais.

Margem de erro

A pesquisa aponta que Lula aparece entre 51% e 57% quando considerada a margem de erro. No caso de Flávio Bolsonaro, o intervalo fica entre 20% e 26%.

O levantamento também mostra uma redução no percentual de eleitores que declararam voto branco, nulo ou que não pretendem votar, de 13% para 7%. O grupo de indecisos passou de 8% para 7%.

Outro dado apresentado pela pesquisa é que 89% dos entrevistados afirmam que a escolha do candidato é definitiva, enquanto 11% admitem que ainda podem mudar de opinião até a eleição.



Como foi feita a pesquisa

A Quaest entrevistou 804 eleitores com 16 anos ou mais na Paraíba, entre os dias 18 e 21 de setembro de 2026.

A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelas TVs Cabo Branco e Paraíba e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PB-01325/2026 e BR-09990/2026.

Os dados divulgados nesta matéria referem-se ao cenário de primeiro turno e refletem as intenções de voto dos entrevistados no período em que a pesquisa foi realizada.

🗞️ Redação do papo informativo

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Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados tecnicamente em nova pesquisa Quaest a menos de duas semanas da eleição

A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (21), aponta um cenário de forte equilíbrio entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 41%. A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos para mais ou para menos, caracterizando empate técnico.

O resultado representa uma mudança em relação à rodada anterior da Quaest. No levantamento divulgado em 14 de setembro, Flávio aparecia com 42%, contra 40% de Lula. Agora, o senador manteve o mesmo percentual, enquanto o presidente oscilou positivamente um ponto.

Primeiro turno também mostra disputa acirrada

A pesquisa também aponta uma diferença reduzida entre os dois principais nomes no primeiro turno. Lula aparece com 37%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 33%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos também ficam tecnicamente empatados no limite da margem.

Na sequência aparecem Augusto Cury, com 6%; Ronaldo Caiado, com 4%; Renan Santos, com 3%; e Romeu Zema, com 1%. Samara Martins também registra 1%. Outros candidatos não pontuaram na pesquisa estimulada.



Pesquisa ouviu 2 mil eleitores

O levantamento foi realizado presencialmente entre os dias 17 e 20 de setembro, com 2.004 eleitores. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, possui nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06004/2026.

Os números retratam o cenário encontrado no período em que as entrevistas foram realizadas e não representam uma previsão do resultado eleitoral.

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