PT da Paraíba confirma apoio à candidatura de Lucas Ribeiro ao Governo do Estado nas eleições de 2026

Convenção estadual também homologou os candidatos do partido à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados.

O Partido dos Trabalhadores (PT) da Paraíba oficializou, durante convenção estadual realizada na noite desta quinta-feira (30), o apoio à candidatura à reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). O encontro ocorreu em João Pessoa e reuniu lideranças políticas de partidos que integram a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Entre as autoridades presentes estavam o ex-governador João Azevêdo (PSB), que disputará uma vaga no Senado Federal, o ex-prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), também pré-candidato ao Senado, além do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), aliado do governo federal.
Ao discursar durante a convenção, Lucas Ribeiro destacou a importância do respaldo do PT para sua campanha e ressaltou a parceria política com o presidente Lula.

Segundo o governador, a aliança fortalece o projeto político para a Paraíba e reforça o compromisso com ações voltadas ao desenvolvimento do estado e da região Nordeste.


Além de definir o apoio à chapa majoritária, a convenção homologou os nomes que representarão o PT na disputa proporcional. Para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o partido confirmou candidaturas como as de Cida Ramos e Flávio Brasileiro, entre outros. Já para a Câmara dos Deputados, foram oficializados nomes como Ricardo Coutinho, Luiz Couto, Gabi Benvenutty e demais integrantes da chapa federal.


Com a decisão, o PT consolida seu posicionamento para as eleições de 2026 e amplia a composição da aliança que dará sustentação à campanha de reeleição de Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Pesquisa Atlas/Bloomberg aponta Lula à frente em todos os cenários de segundo turno para 2026

Levantamento realizado com mais de 5 mil eleitores mostra o presidente liderando disputas contra cinco possíveis adversários; pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança em todos os cenários simulados de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, de acordo com a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (29).

No confronto contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula registra 49,2% das intenções de voto, enquanto o parlamentar soma 42,9%. Os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos representam 7,9% do total.

Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente alcança 48,2%, contra 38,9% do adversário. Nesse cenário, 12,9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não souberam responder.



A pesquisa também simulou um segundo turno entre Lula e Romeu Zema (Novo). O presidente aparece com 48,6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais registra 39,6%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,8%.

Já em um cenário contra Renan Santos (Missão), Lula teria 47,6% da preferência do eleitorado, diante de 30,2% do adversário. Nesse caso, o percentual de eleitores que não escolheram nenhum dos candidatos ou não responderam chega a 22,2%.

Na simulação contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula também mantém vantagem, com 48,8% das intenções de voto, ante 42,5% da possível candidata. Os votos brancos, nulos e os indecisos correspondem a 8,8%.

Metodologia

O levantamento foi realizado pelo instituto Atlas/Bloomberg entre os dias 22 e 27 de julho, ouvindo 5.021 eleitores em todas as regiões do país. A pesquisa apresenta margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

O estudo foi financiado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08602/2026.

Fonte: CNN Brasil.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Lula pode não cumprir agenda de campanha na Paraíba durante o primeiro turno das eleições

Coordenador da campanha do presidente no estado afirma que a definição dependerá da estratégia nacional e do número limitado de visitas durante o período eleitoral.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode não realizar agenda de campanha na Paraíba durante o primeiro turno das eleições de 2026. A informação foi divulgada pelo coordenador da campanha do presidente no estado, Charliton Machado, durante entrevista ao programa Correio Debate, da Rede Correio SAT.

Segundo Charliton, o curto período de campanha obrigará a coordenação nacional a definir prioridades entre os estados que serão visitados pelo presidente, o que faz com que uma passagem pela Paraíba ainda não esteja confirmada.


“O presidente Lula vai fazer algumas escolhas e isso implica que um estado é mais importante do que outro. Vamos reivindicar a presença de Lula. Tivemos uma votação muito consagrada em 2022, Lula ultrapassou a casa dos 66% dos votos no estado, e os números internos mostram um crescimento desse número”, afirmou.

Apesar da incerteza sobre a agenda presidencial, Charliton destacou o desempenho de Lula na Paraíba nas eleições de 2022 e disse que a expectativa é de ampliar esse resultado no pleito de 2026.



A definição sobre os estados que receberão visitas do presidente durante a campanha deverá ocorrer conforme o planejamento da coordenação nacional e o calendário eleitoral.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Pesquisa Genial/Quaest mostra Lula com vantagem ampliada sobre Flávio Bolsonaro para 2026

Levantamento aponta crescimento do presidente nas intenções de voto e vantagem de oito pontos em eventual segundo turno contra o senador


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). O levantamento indica avanço de Lula nas intenções de voto e uma queda no desempenho do principal nome da oposição no cenário testado pelo instituto.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula aparece com 26% das intenções de voto, um crescimento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Flávio Bolsonaro registra 14%, mantendo o mesmo índice obtido em maio.

No cenário estimulado, Lula alcança 40% das intenções de voto, um ponto percentual acima da pesquisa anterior. Já Flávio Bolsonaro soma 28%, após recuar cinco pontos no mesmo período.



Entre os demais nomes avaliados, Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4% das intenções de voto, enquanto Renan Santos (Missão) registra 3%. Outros candidatos somam 4%, os indecisos representam 11% e 8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou ainda não sabem em quem votar.

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Na disputa contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 37%, abrindo uma vantagem de oito pontos percentuais. No levantamento anterior, a diferença entre os dois era de apenas um ponto.

Nos demais confrontos testados, o presidente também aparece à frente. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula tem 45% das intenções de voto, ante 36% do adversário. Em um eventual segundo turno contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista registra 45%, enquanto Zema alcança 35%.

Já em uma simulação contra Renan Santos, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 33%.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores em 120 municípios brasileiros entre os dias 10 e 13 de julho. O levantamento possui nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-7181/2026.

🗞️ Redação do papo informativo

Governo Lula acusa Flávio Bolsonaro de “traição à pátria” após audiência nos Estados Unidos sobre tarifas ao Brasil

Secom afirma que senador atuou contra os interesses nacionais ao defender pressão externa sobre o país durante reunião com autoridades norte-americanas.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) acusou o senador Flávio Bolsonaro de cometer “traição à pátria” após sua participação em uma audiência realizada nos Estados Unidos para discutir as tarifas aplicadas a produtos brasileiros.

Em nota divulgada nesta terça-feira (7), o governo federal afirmou que o parlamentar ultrapassou os limites da oposição ao criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF) diante de autoridades norte-americanas. Segundo a Secom, a atitude representou um posicionamento contrário aos interesses do Brasil.

Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, destacou a nota oficial.

Flávio Bolsonaro participou da audiência promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, órgão responsável pelas negociações comerciais do governo norte-americano. Durante o encontro, o senador fez um discurso em inglês, no qual criticou decisões do STF e também direcionou ataques às administrações do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores (PT).

O parlamentar afirmou ainda que a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros ocorreria em um momento desfavorável para o país e avaliou que a medida poderia favorecer politicamente o presidente Lula em um ano eleitoral.

De acordo com a Presidência da República, o governo brasileiro mantém negociações com autoridades dos Estados Unidos desde julho de 2025 para tentar reverter as tarifas comerciais. A Secom ressaltou que, enquanto Flávio participava da audiência, representantes de ministérios e do Palácio do Planalto realizavam reuniões técnicas em busca de uma solução para o impasse.

Na nota, o governo também criticou o conteúdo do discurso do senador, afirmando que ele não contestou os argumentos apresentados pelos Estados Unidos para justificar as tarifas. Segundo a Secom, essa postura contribuiu para fortalecer medidas consideradas prejudiciais aos empresários e trabalhadores brasileiros.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Trump mira o Brasil? Ex-presidente compartilha texto sobre eleição de 2026 e gera repercussão
Episódio ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil se tornou “perigoso politicamente”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23) um artigo que aponta a eleição presidencial brasileira como um dos próximos desafios políticos em sua agenda. A publicação ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil estaria se tornando “politicamente perigoso”.

O texto divulgado por Trump em sua rede social, a Truth Social, reproduz uma análise do site americano Newsmax, que afirma que as atenções agora se voltam para o Brasil, descrito como uma “potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima eleição brasileira pode se tornar uma das disputas mais importantes do hemisfério.

A publicação afirma que Trump ainda teria quatro grandes desafios pela frente e cita Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. Sobre o país, o texto diz que a eleição brasileira já provoca debates sobre a integridade do sistema eleitoral e sobre se a disputa será conduzida de forma considerada livre e justa por todos os lados.

“Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente”, diz o artigo compartilhado pelo republicano. O texto também afirma que, caso o Brasil siga uma tendência de aproximação com a direita, o cenário político da América Latina poderá passar por grandes mudanças.

Em entrevista ao site americano Axios, Trump afirmou que tem observado a situação brasileira e declarou que não é “fã” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não sou fã dele, nem desgosto. Realmente não penso nele. Não estou nem aí. Mas agora ele é um tipo de pessoa diferente. Muito volátil. Eu vi como ele fez um discurso. Foi muito volátil, e tudo bem”, afirmou.

A declaração ocorreu após Trump dizer que o Brasil teria se tornado “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”. O presidente americano também afirmou que passou bastante tempo com Lula durante a cúpula do G7, realizada em Evian, na França, mas não informou quais assuntos foram discutidos entre os dois.

O republicano foi questionado se havia tratado com Lula de temas como tarifas comerciais e a possibilidade de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, assunto que provocou tensão diplomática entre os governos.

Durante as declarações, Trump também fez uma referência equivocada ao mencionar a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. A fala aparentou ser uma referência a Eduardo Bolsonaro, mas o presidente americano confundiu o deputado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

As falas de Trump provocaram reação de Lula. Durante uma entrevista coletiva em Genebra, o presidente brasileiro afirmou que o americano “não conhece o Brasil” e criticou possíveis manifestações sobre a política interna brasileira.

“Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, declarou Lula.

O presidente brasileiro também defendeu o sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam aprender com o modelo brasileiro.

“Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, disse.

Lula ainda afirmou que, se Trump conhece o Brasil apenas pela relação com a família Bolsonaro, ele teria uma visão limitada do país. “Não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Ministro de Lula sinaliza aliança ampla na Paraíba e abre portas para disputa ao Senado em 2026
Durante agenda no estado, o ministro defendeu a construção de um palanque amplo para as eleições e afirmou que o grupo político está de “braços abertos” para dialogar com diferentes forças na corrida pelo Senado

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, admitiu nesta segunda-feira (15), durante agenda em João Pessoa, a possibilidade de um palanque amplo da base do presidente Lula na disputa pelo Senado Federal na Paraíba nas Eleições 2026.

Coordenador da pré-campanha de reeleição de Lula na Região Nordeste, Wellington foi questionado sobre o cenário paraibano, onde pelo menos três pré-candidatos ao Senado têm demonstrado alinhamento com o governo federal: João Azevêdo, Veneziano Vital do Rêgo e Nabor Wanderley.

Ao comentar a pré-candidatura do ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, o ministro afirmou que lideranças políticas que apoiam o projeto do presidente Lula são bem-vindas na construção da aliança para 2026.

“É claro que a gente sabe a condição de apoiadores que estão em diferentes palanques. Cito aqui o ex-governador João Azevêdo, hoje pré-candidato a senador, cito o exemplo do senador Veneziano, que tem sido correto, e essa aproximação que a gente teve, que foi importante para o Brasil, como o nosso querido Hugo Motta”, declarou.

A fala de Wellington Dias reforça a estratégia do PT de manter diálogo aberto com diferentes grupos políticos aliados no estado, ampliando a base de apoio para a disputa eleitoral do próximo ano.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Patrimônio dos presidenciáveis surpreende: um deles declarou quase R$ 130 milhões. Confira!
Levantamento mostra patrimônio declarado por pré-candidatos à Presidência da República; Zema lidera lista com R$ 129,8 milhões


Um levantamento com base em dados declarados à Justiça Eleitoral mostra uma grande diferença patrimonial entre os nomes cotados para disputar a Presidência da República nas eleições de 2026.

Os valores consideram as últimas declarações de bens apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos possíveis pré-candidatos em eleições anteriores e revelam patrimônios que variam de R$ 0 a quase R$ 130 milhões.

Na liderança aparece o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que declarou patrimônio de R$ 129,8 milhões. Empresário antes de ingressar na política, Zema possui o maior volume de bens entre os nomes atualmente cotados para a corrida presidencial.

Na segunda posição está o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com patrimônio declarado de R$ 24,8 milhões.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em seguida com R$ 7,4 milhões em bens declarados. Parte significativa do patrimônio do petista está concentrada em investimentos de previdência privada.

Entre outros nomes citados como possíveis candidatos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou patrimônio de R$ 1,74 milhão. Já o ex-deputado federal Cabo Daciolo informou não possuir bens em sua última declaração apresentada à Justiça Eleitoral.

Confira os valores declarados:

• Romeu Zema (Novo) — R$ 129,8 milhões

• Ronaldo Caiado (PSD) — R$ 24,8 milhões

• Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — R$ 7,4 milhões

• Flávio Bolsonaro (PL) — R$ 1,74 milhão

• Cabo Daciolo (Mobiliza) — R$ 0

Entre outros nomes que aparecem em cenários eleitorais para 2026, Ciro Gomes (PDT) declarou aproximadamente R$ 3 milhões em sua última prestação de contas eleitoral. Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível até 2030 por decisão da Justiça Eleitoral, declarou cerca de R$ 2,3 milhões em bens em sua última candidatura presidencial.

Especialistas destacam que os números não permitem uma comparação totalmente precisa entre todos os pré-candidatos, já que as declarações foram apresentadas em anos diferentes e refletem momentos distintos da vida financeira de cada político.

A comparação oficial dos patrimônios somente ocorrerá após o registro das candidaturas para as eleições de 2026, quando todos os postulantes deverão apresentar novas declarações de bens ao Tribunal Superior Eleitoral.Os valores foram compilados a partir de dados públicos do TSE e de levantamentos realizados por plataformas de monitoramento político.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

“Fiquei triste”, diz Lula sobre associação de criminosos brasileiros ao terrorismo
Lula critica fala de autoridade dos EUA sobre facções brasileiras e defende soberania nacional


Durante agenda da Petrobras em Sergipe, nesta sexta-feira (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou declarações de autoridades dos Estados Unidos sobre a possibilidade de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. O petista também rejeitou qualquer hipótese de intervenção estrangeira em território nacional e defendeu a soberania do Brasil.

Em seu primeiro pronunciamento público sobre o tema, Lula afirmou ter recebido com preocupação as declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

“Hoje eu estou muito triste. Fiquei triste com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos, um tal de Marco Rubio, disse que nossos criminosos são terroristas e que os americanos poderiam fazer intervenção”, declarou.

O presidente destacou que o Brasil tem adotado medidas para fortalecer o combate ao crime organizado e citou iniciativas legislativas voltadas ao enfrentamento das facções criminosas. Segundo ele, grupos como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) representam uma ameaça à população brasileira, especialmente nas comunidades mais vulneráveis.

“Comando Vermelho e PCC são terroristas para as comunidades brasileiras, para as famílias e para quem vive nas periferias. São organizações que aterrorizam bairros, cidades e cidadãos. Vamos combatê-los aqui dentro”, afirmou.

Lula ressaltou, porém, que as facções brasileiras não se enquadram no mesmo perfil de organizações terroristas internacionalmente combatidas pelos Estados Unidos. O presidente também mencionou o tráfico ilegal de armas e afirmou que parte significativa do armamento utilizado pelo crime organizado no Brasil tem origem em território norte-americano.

Ao comentar a possibilidade de qualquer interferência externa, Lula reforçou que o país não aceitará ameaças à sua autonomia.

“Não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta. O Brasil é um país soberano e merece respeito”, disse.

O presidente ainda manifestou preocupação com possíveis interesses estrangeiros nas riquezas naturais brasileiras, citando minerais estratégicos, terras raras, ouro, diamantes, a Amazônia e as reservas de água doce do país.

“Temos muitos recursos valiosos. Daqui a pouco vão dizer que a Amazônia é deles. Não é. A Amazônia pertence ao Brasil”, declarou.

Lula também relembrou conversa mantida com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que as relações entre os países devem ser pautadas pelo respeito mútuo, pela defesa da democracia e pela preservação da integridade territorial das nações.

“Eu trato um país pequeno com o mesmo respeito que trato a China, a Rússia e os Estados Unidos. Quero ser respeitado para também respeitar. Não brinquem com a soberania do Brasil nem com a nossa democracia”, concluiu.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Após encontro com Lula, Hugo Motta afirma que PEC do fim da escala 6×1 propõe jornada de 40 horas sem redução salarial e transição gradual de um ano

Presidente da Câmara afirmou que pontos são ‘inegociáveis’. Motta adiantou que proposta prevê, após 60 dias da promulgação da PEC, redução imediata de duas horas de trabalho e, após 12 meses, de mais duas horas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta segunda-feira (25) que a proposta de extinção da escala 6×1 deverá prever a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem diminuição de salários e com um período de transição de um ano.

A declaração foi dada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Motta, a PEC deve estabelecer uma implementação gradual da nova carga horária, com corte inicial de duas horas após 60 dias da promulgação e redução de mais duas horas ao fim de 12 meses.

Em entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara, o parlamentar afirmou que já existe consenso em torno dos principais pontos da proposta e destacou que três pilares são considerados “inegociáveis” nas discussões.

“Começamos essa discussão com questões que são inegociáveis e chegamos ao final desse trabalho com esses pilares bastante consolidados e mantidos”, disse.

Segundo ele, o texto do relator deve prever a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.

“O primeiro ponto, tratando da redução da jornada de trabalho. Estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.

Motta também disse que o fim da escala 6×1 está assegurado.

“Também, para nós, é inegociável a questão do fim da escala 6×1. Estamos aqui garantindo que os trabalhadores brasileiros passarão a ter, com a aprovação dessa PEC, a redução da escala. Nós acabaremos com a escala 6×1 e garantiremos dois dias de folga para os trabalhadores.”

Ele acrescentou que as mudanças não terão impacto nos salários.

“Aquilo que também para nós é inegociável é fazer tanto a redução da escala quanto da jornada sem ter redução salarial. Esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo.”

Transição de um ano

Apesar do alinhamento em torno dos principais pontos da proposta, Hugo Motta afirmou que o texto deverá incluir um período de adaptação para a redução da jornada de trabalho.

De acordo com o presidente da Câmara, a mudança será aplicada de forma gradual, com implementação escalonada ao longo de um ano.

“O relator trará o texto logo mais já fazendo, após 60 dias da promulgação da PEC, já faremos a redução de 2 horas imediatamente. Após 12 meses, mais 2 horas. A transição se dará em um ano.”

A proposta, no entanto, diverge do entendimento defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem se posicionado contra um período prolongado de transição.

Na última sexta-feira (22), Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho deveria entrar em vigor de forma imediata, sem implementação gradual.

“Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 (horas) para 40 (horas) e fim de papo, sem reduzir salário. Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução”, afirmou.

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO