Rombo dos Correios dispara e ultrapassa R$ 3 bilhões nos primeiros meses do ano
Estatal registra prejuízo de R$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, pressionada pelo aumento de despesas operacionais e pelos desafios do mercado de logística e entregas no país.


Os Correios registraram um prejuízo de R$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pela estatal. O resultado representa um agravamento da situação financeira da empresa e acende um alerta sobre a sustentabilidade das operações diante dos desafios enfrentados pelo setor postal.

De acordo com o balanço, o aumento das despesas operacionais, a queda de receitas em alguns segmentos e os custos relacionados à manutenção da estrutura da empresa contribuíram para o resultado negativo. O déficit é um dos maiores já registrados pela estatal para o período.

A direção dos Correios afirma que tem adotado medidas para reduzir gastos, ampliar a eficiência operacional e buscar novas fontes de receita. Entre as estratégias estão investimentos em logística, modernização de processos e ampliação de serviços voltados ao comércio eletrônico.

Especialistas apontam que a empresa enfrenta uma concorrência cada vez maior no mercado de entregas, além de mudanças no comportamento dos consumidores e desafios relacionados à universalização dos serviços postais em todo o país.

O desempenho financeiro dos Correios tem sido acompanhado de perto pelo governo federal, que busca alternativas para equilibrar as contas da estatal sem comprometer a prestação dos serviços à população.

Os próximos resultados financeiros serão determinantes para avaliar se as medidas adotadas pela empresa serão suficientes para conter o avanço dos prejuízos e recuperar a capacidade de investimento da estatal.

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Após encontro com Lula, Hugo Motta afirma que PEC do fim da escala 6×1 propõe jornada de 40 horas sem redução salarial e transição gradual de um ano

Presidente da Câmara afirmou que pontos são ‘inegociáveis’. Motta adiantou que proposta prevê, após 60 dias da promulgação da PEC, redução imediata de duas horas de trabalho e, após 12 meses, de mais duas horas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta segunda-feira (25) que a proposta de extinção da escala 6×1 deverá prever a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem diminuição de salários e com um período de transição de um ano.

A declaração foi dada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Motta, a PEC deve estabelecer uma implementação gradual da nova carga horária, com corte inicial de duas horas após 60 dias da promulgação e redução de mais duas horas ao fim de 12 meses.

Em entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara, o parlamentar afirmou que já existe consenso em torno dos principais pontos da proposta e destacou que três pilares são considerados “inegociáveis” nas discussões.

“Começamos essa discussão com questões que são inegociáveis e chegamos ao final desse trabalho com esses pilares bastante consolidados e mantidos”, disse.

Segundo ele, o texto do relator deve prever a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.

“O primeiro ponto, tratando da redução da jornada de trabalho. Estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.

Motta também disse que o fim da escala 6×1 está assegurado.

“Também, para nós, é inegociável a questão do fim da escala 6×1. Estamos aqui garantindo que os trabalhadores brasileiros passarão a ter, com a aprovação dessa PEC, a redução da escala. Nós acabaremos com a escala 6×1 e garantiremos dois dias de folga para os trabalhadores.”

Ele acrescentou que as mudanças não terão impacto nos salários.

“Aquilo que também para nós é inegociável é fazer tanto a redução da escala quanto da jornada sem ter redução salarial. Esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo.”

Transição de um ano

Apesar do alinhamento em torno dos principais pontos da proposta, Hugo Motta afirmou que o texto deverá incluir um período de adaptação para a redução da jornada de trabalho.

De acordo com o presidente da Câmara, a mudança será aplicada de forma gradual, com implementação escalonada ao longo de um ano.

“O relator trará o texto logo mais já fazendo, após 60 dias da promulgação da PEC, já faremos a redução de 2 horas imediatamente. Após 12 meses, mais 2 horas. A transição se dará em um ano.”

A proposta, no entanto, diverge do entendimento defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem se posicionado contra um período prolongado de transição.

Na última sexta-feira (22), Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho deveria entrar em vigor de forma imediata, sem implementação gradual.

“Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 (horas) para 40 (horas) e fim de papo, sem reduzir salário. Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução”, afirmou.

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Reviravolta internacional: Justiça italiana barra extradição de Carla Zambelli e impõe derrota ao Brasil
Ex-deputada está detida em Roma desde julho, após ter sido alvo de um mandado de prisão internacional expedido a pedido do STF

A Justiça da Itália decidiu reverter a extradição da deputada federal Carla Zambelli ao Brasil, anulando a decisão que previa o envio da parlamentar às autoridades brasileiras. A medida representa uma reviravolta no caso e abre um novo capítulo na disputa jurídica envolvendo a congressista no exterior.

A defesa de Zambelli comemorou a decisão e afirmou que a Corte italiana reconheceu inconsistências no pedido apresentado pelo Brasil. Os advogados sustentam que a parlamentar sofre perseguição política e que seus direitos fundamentais não estariam sendo plenamente garantidos em território brasileiro.

Com a anulação da extradição, Carla Zambelli permanece na Itália enquanto o processo segue em análise pelas autoridades locais. O caso ganhou repercussão internacional e deve provocar novos embates políticos e jurídicos nos próximos dias.

Até o momento, autoridades brasileiras ainda podem recorrer da decisão ou apresentar novos elementos à Justiça italiana. O desdobramento é acompanhado de perto por aliados e opositores da deputada.

DC rompe com Aldo Rebelo e lança Joaquim Barbosa como aposta para disputa presidencial de 2026


O partido Democracia Cristã decidiu abrir um processo disciplinar para expulsar Aldo Rebelo da legenda após uma crise interna envolvendo a pré-candidatura à Presidência da República em 2026. A sigla agora aposta no ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como novo nome para a corrida ao Palácio do Planalto.

A crise começou depois que o DC anunciou a substituição de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa como principal aposta do partido para a eleição presidencial. Rebelo, que havia sido lançado oficialmente pela legenda no início do ano, reagiu publicamente contra a decisão e acusou a direção partidária de agir sem transparência.

Em nota oficial, o partido afirmou que as declarações do ex-ministro “não condizem com os valores democratas-cristãos” e acusou Aldo de promover ataques contra a direção nacional da sigla. O presidente do partido, João Caldas, determinou a abertura imediata do procedimento disciplinar, que deve resultar na expulsão do político e na comunicação formal à Justiça Eleitoral.

Mesmo diante da decisão, Aldo Rebelo afirmou que continuará defendendo sua pré-candidatura até a convenção nacional do partido. Ele também ameaçou judicializar o caso caso seja impedido de disputar internamente a indicação presidencial.

“A candidatura anunciada em um balão de ensaio de Joaquim Barbosa é uma afronta às decisões democráticas”, declarou Aldo em nota divulgada à imprensa.

A entrada de Joaquim Barbosa no partido provocou forte repercussão nos bastidores políticos. O ex-presidente do STF ganhou notoriedade nacional durante o julgamento do Mensalão e vinha sendo tratado pelo DC como um nome capaz de ampliar a visibilidade da legenda para 2026. Apesar disso, Barbosa ainda não confirmou oficialmente se aceitará disputar a Presidência.

Aldo Rebelo, por sua vez, possui longa trajetória política. Ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, ele passou por partidos como PCdoB, PSB, Solidariedade, PDT e MDB antes de se filiar ao Democracia Cristã no fim de 2025.

A crise interna expôs uma divisão no partido e abriu um novo capítulo na corrida presidencial de 2026, que já começa a movimentar os bastidores da política nacional.

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Congresso derruba veto de Lula e libera aumento de doações: decisão provoca reação e amplia disputa política
Decisão do Congresso amplia crise entre Planalto e Senado e expõe novo desgaste político do governo Lula em Brasília.


O Congresso Nacional derrubou nesta semana o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionado às regras de doações, reacendendo o debate político em Brasília e gerando forte repercussão entre governistas e oposição.

Com a decisão dos parlamentares, passa a valer o trecho anteriormente barrado pelo Palácio do Planalto, permitindo a ampliação das possibilidades de doações dentro das novas regras aprovadas pelo Legislativo. A medida foi defendida por deputados e senadores sob o argumento de que fortalece iniciativas e garante maior participação de setores da sociedade em projetos e campanhas autorizadas por lei.

A derrubada do veto representa mais uma derrota política do governo no Congresso e evidencia o clima de tensão entre o Executivo e parte da base parlamentar. Líderes aliados de Lula criticaram a decisão e afirmaram que o veto tinha como objetivo evitar brechas que poderiam gerar distorções e favorecer grupos com maior poder econômico.

Já parlamentares da oposição comemoraram o resultado, classificando a votação como uma “vitória do Congresso” e um recado direto ao governo federal. Nos bastidores de Brasília, a movimentação também é interpretada como um sinal de desgaste na articulação política do Planalto.

A sessão que analisou os vetos presidenciais contou com intensa mobilização de deputados e senadores, além de negociações entre lideranças partidárias. O tema rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e deve continuar no centro do debate político nos próximos dias.

Especialistas avaliam que a decisão pode impactar diretamente futuras campanhas e movimentações políticas no país, especialmente às vésperas do cenário eleitoral que começa a se desenhar para 2026.

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Lula aconselhou Daniel Vorcaro a manter o Banco Master e evitar venda imediata
Lula e Vorcaro: encontro fora da agenda, do tipo sigiloso, em dezembro de 2024.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria aconselhado o banqueiro Daniel Vorcaro a não vender o Banco Master ao BTG Pactual durante uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em dezembro de 2024. A informação foi divulgada pelo portal Poder360 neste domingo (17).

Segundo a publicação, Vorcaro relatou a Lula que o banco de investimento controlado por André Esteves teria interesse em adquirir o Banco Master por um valor simbólico. O empresário teria questionado o presidente sobre a possibilidade de deixar o mercado financeiro ou continuar à frente da instituição.

Ainda de acordo com a reportagem, Lula criticou o então presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de fazer comentários sobre André Esteves. O encontro também contou com a presença de Gabriel Galípolo, que na época se preparava para assumir oficialmente a presidência do Banco Central.

O Poder360 afirma que o principal conselho dado por Lula foi para que Vorcaro seguisse no comando do Banco Master. A presença de Galípolo na reunião também teria sido interpretada pelo banqueiro como um sinal de apoio à continuidade das operações da instituição financeira.

Já uma reportagem publicada pelo UOL revelou que Daniel Vorcaro chegou a estudar uma negociação envolvendo os ativos do Banco Master e o BTG Pactual no início de 2025. O plano previa que o BTG assumisse a gestão do banco por um “valor simbólico”, em uma operação que envolveria o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Apesar das conversas iniciais entre as duas instituições, a proposta acabou sendo descartada por Vorcaro, que posteriormente decidiu abrir negociações com o Banco de Brasília (BRB).

Os advogados de Daniel Vorcaro informaram que não irão comentar o caso. Até o momento, o Palácio do Planalto e o Banco Central do Brasil também não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto.

A reunião realizada no dia 4 de dezembro contou com a presença do então ministro da Casa Civil, Rui Costa; do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; do banqueiro Daniel Vorcaro; e de Augusto Lima, que na época ocupava o cargo de CEO do Banco Master.

O próprio Palácio do Planalto já havia confirmado anteriormente a realização do encontro, assim como a lista de participantes presentes na reunião.

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Joaquim Barbosa se filia ao DC e deverá disputar a presidência da república
Joaquim Barbosa volta ao cenário político e pode disputar a Presidência da República em 2026



O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, voltou ao centro das discussões políticas nacionais após se filiar ao partido Democracia Cristã (DC), legenda que já articula oficialmente sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026.

A movimentação recoloca Joaquim Barbosa no cenário eleitoral depois de anos afastado da política partidária. Em 2018, o ex-presidente do STF chegou a ser apontado como possível candidato pelo PSB, mas desistiu da disputa antes do início oficial da campanha.

Agora, o DC aposta no nome de Barbosa como uma alternativa ligada ao discurso de combate à corrupção, defesa da ética na política e renovação do sistema político brasileiro. O ex-ministro ganhou notoriedade nacional durante o julgamento do Mensalão, no STF, tornando-se uma das figuras mais conhecidas do Judiciário brasileiro.

Nos bastidores, dirigentes do partido acreditam que Joaquim Barbosa pode atrair eleitores insatisfeitos tanto com a esquerda quanto com a direita tradicional, ocupando um espaço de terceira via no cenário nacional.

Apesar da articulação, a possível candidatura ainda enfrenta obstáculos importantes. O Democracia Cristã possui estrutura reduzida em comparação aos grandes partidos, além de pouco tempo de televisão e baixa representação no Congresso Nacional.

Além disso, já existem divergências internas dentro da própria legenda sobre o lançamento do nome de Barbosa. Alguns setores do partido demonstram resistência à candidatura e questionam a viabilidade eleitoral do ex-ministro.

Mesmo assim, aliados afirmam que Joaquim Barbosa demonstra disposição para voltar ao debate público e participar ativamente das discussões sobre o futuro político do país.

A entrada do ex-ministro no tabuleiro eleitoral pode movimentar ainda mais a corrida presidencial de 2026, que já começa a ganhar força nos bastidores da política brasileira.

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Lula assina MP que zera a “taxa das blusinhas” meses antes das eleições
Governo Lula zera imposto sobre compras internacionais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (12) uma medida provisória que extingue a chamada “taxa das blusinhas”, imposto de importação de 20% aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50 em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

O anúncio foi realizado no Palácio do Planalto. A cobrança fazia parte do programa Remessa Conforme, em vigor desde agosto de 2024 após aprovação do Congresso Nacional.

De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, a revogação da taxa passa a valer já nesta quarta-feira (13).

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CBF inclui Neymar e atletas paraibanos em pré-lista para a Copa de 2026; veja os principais nomes
CBF envia pré-lista para a Copa 2026 com Neymar e paraibanos; Confira os destaques

A preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, entrou em uma fase decisiva nesta segunda-feira (11). A Confederação Brasileira de Futebol encaminhou à FIFA a pré-lista de atletas aptos a defender o Brasil no torneio.

O principal assunto em torno da relação é a presença de Neymar. O atacante do Santos aparece entre os nomes enviados, mas ainda não há confirmação sobre sua inclusão na convocação definitiva da Seleção.

Entre os atletas lembrados na pré-lista estão dois jogadores paraibanos que vêm ganhando espaço nas últimas convocações: o atacante Matheus Cunha e o lateral-esquerdo Douglas Santos. Ambos seguem na expectativa de garantir presença no Mundial.

A lista final com os 26 convocados será anunciada pelo técnico Carlo Ancelotti na próxima segunda-feira (18), em evento marcado para o Museu do Amanhã, às 17h.

Além dos nomes já consolidados, a relação também conta com jovens promessas. A situação física de Neymar segue sendo monitorada pela comissão técnica, enquanto jogadores importantes como Rodrygo e Éder Militão estão fora devido a lesões. Já Estêvão ainda é dúvida por questões físicas.

Mesmo mantida em sigilo, parte da pré-lista já circula nos bastidores da Granja Comary. No gol, nomes como Alisson Becker e Ederson seguem como referências, enquanto Hugo Souza e Carlos Miguel aparecem como opções.

Na defesa, Marquinhos e Gabriel Magalhães lideram o setor, acompanhado por atletas em ascensão, como Beraldo e Vitinho.

No meio-campo, Casemiro e Bruno Guimarães aparecem ao lado de Lucas Paquetá e da surpresa Gabriel Sara.

Já no ataque, Vinícius Júnior desponta como principal referência ofensiva da equipe. A disputa por vagas segue intensa, especialmente diante das baixas por lesão, que podem abrir espaço para jogadores como Andrey Santos e Endrick ganharem protagonismo no grupo comandado por Ancelotti.

A pré-lista enviada à FIFA atende exigências burocráticas da entidade, mas o treinador ainda poderá escolher qualquer atleta incluído entre os 55 nomes para formar a relação definitiva da Copa do Mundo.

Pré-lista da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026

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Ciro Gomes rejeita convite do PSDB e descarta disputa presidencial em 2026
Político vai disputar eleições de 2026, mas para o governo do Ceará. Anúncio oficial será no sábado (16/5)

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República em 2026. Em vez disso, o político deve concentrar esforços em uma nova candidatura ao governo cearense. A oficialização da decisão está prevista para o próximo sábado (16).

O convite para retornar ao cenário nacional partiu do presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, durante reunião realizada em março deste ano.

Ao voltar a dialogar com os tucanos, Ciro afirmou que chegou a avaliar a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto, motivado pela preocupação com o atual cenário político e econômico do país.

A articulação liderada por Aécio buscava construir uma candidatura alternativa à polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, apontado como possível nome do PL para a corrida presidencial.

Ao longo da carreira, Ciro já concorreu quatro vezes à Presidência da República. Em 2022, quando disputou o cargo pelo PDT, teve o pior desempenho de sua trajetória eleitoral, encerrando a votação na quarta colocação, com cerca de 3% dos votos válidos.

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