Eleições: convenções partidárias começam nesta segunda; veja o que muda

Legenda têm até 5 de agosto para definir candidatos, formalizar coligações e registrar as chapas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O período de convenções partidárias para as eleições de 2026 começa nesta segunda-feira (20). A etapa é considerada uma das mais importantes do calendário eleitoral, pois é nesse momento que os partidos oficializam os candidatos que disputarão os cargos em eleição.

As convenções poderão ser realizadas até o dia 5 de agosto. Após a definição dos nomes, os partidos devem encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o registro das candidaturas e os respectivos números por meio do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), disponível pela internet.

Durante as convenções, além da escolha dos candidatos, também são definidas as coligações partidárias e confirmados os números de urna. As legendas podem manter o número utilizado na eleição anterior, e os candidatos que concorrerem ao mesmo cargo também têm o direito de permanecer com o número já utilizado anteriormente.



Nas eleições de 2026, os brasileiros escolherão presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, dois senadores por estado, deputados federais e deputados estaduais — ou distritais, no caso do Distrito Federal.

As convenções estaduais serão responsáveis pela escolha dos candidatos aos governos estaduais, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas. Já as convenções nacionais definirão as candidaturas à Presidência da República e eventuais coligações em âmbito nacional.

Partidos que já anunciaram datas para as convenções nacionais

PDT – 20 de julho

PL – 25 de julho

PSD – 26 de julho

MDB – 27 de julho

Novo – 27 de julho

PCdoB – 30 de julho

PSTU – 31 de julho

PV – 31 de julho

Missão – 1º de agosto

PCO – 1º de agosto

PSB – 2 de agosto

PT – 2 de agosto

🗞️ Redação do papo informativo

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Pesquisa Genial/Quaest mostra Lula com vantagem ampliada sobre Flávio Bolsonaro para 2026

Levantamento aponta crescimento do presidente nas intenções de voto e vantagem de oito pontos em eventual segundo turno contra o senador


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). O levantamento indica avanço de Lula nas intenções de voto e uma queda no desempenho do principal nome da oposição no cenário testado pelo instituto.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula aparece com 26% das intenções de voto, um crescimento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Flávio Bolsonaro registra 14%, mantendo o mesmo índice obtido em maio.

No cenário estimulado, Lula alcança 40% das intenções de voto, um ponto percentual acima da pesquisa anterior. Já Flávio Bolsonaro soma 28%, após recuar cinco pontos no mesmo período.



Entre os demais nomes avaliados, Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4% das intenções de voto, enquanto Renan Santos (Missão) registra 3%. Outros candidatos somam 4%, os indecisos representam 11% e 8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou ainda não sabem em quem votar.

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Na disputa contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 37%, abrindo uma vantagem de oito pontos percentuais. No levantamento anterior, a diferença entre os dois era de apenas um ponto.

Nos demais confrontos testados, o presidente também aparece à frente. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula tem 45% das intenções de voto, ante 36% do adversário. Em um eventual segundo turno contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista registra 45%, enquanto Zema alcança 35%.

Já em uma simulação contra Renan Santos, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 33%.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores em 120 municípios brasileiros entre os dias 10 e 13 de julho. O levantamento possui nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-7181/2026.

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Senado aprova projeto que estabelece novas regras para concessão da Justiça gratuita

Proposta busca tornar mais rigorosos os critérios para a concessão da Justiça gratuita, direcionando o benefício a pessoas que comprovem não ter condições de arcar com os custos do processo.

O Plenário do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) nº 2.239/2022, que altera o Código de Processo Civil (CPC) para estabelecer critérios mais objetivos na concessão da gratuidade da Justiça. A proposta exige a comprovação da condição de vulnerabilidade econômica para a obtenção do benefício.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Como sofreu alterações em relação à versão aprovada pela Câmara dos Deputados, o projeto retorna para nova análise dos deputados antes de seguir para eventual sanção presidencial.

O que é a gratuidade da Justiça?

A gratuidade da Justiça é um benefício previsto na legislação brasileira que isenta pessoas sem condições financeiras do pagamento de despesas relacionadas ao processo judicial, como custas, taxas, honorários periciais e outros custos necessários para o acesso ao Poder Judiciário.

O que muda com o projeto?

Atualmente, o Código de Processo Civil estabelece que a declaração de insuficiência de recursos apresentada pelo interessado possui presunção de veracidade, salvo quando houver contestação ou indícios de que a pessoa possui capacidade financeira.

Com a proposta aprovada pelo Senado, a concessão do benefício passará a depender do cumprimento de critérios objetivos previstos em lei. A intenção, segundo os defensores da medida, é reduzir fraudes e garantir que a gratuidade seja destinada apenas a quem realmente necessita.

Quais serão os critérios?

Se o projeto for aprovado definitivamente, o interessado deverá comprovar que atende a pelo menos um dos requisitos previstos na legislação. Entre eles estão:

– renda líquida mensal de até dois salários mínimos, calculada pela média dos últimos três meses;
– inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
– assistência jurídica prestada pela Defensoria Pública;
– isenção da apresentação da Declaração Anual do Imposto de Renda.

Na prática, a simples declaração de hipossuficiência deixará de ser suficiente, sendo necessária a apresentação de documentos que comprovem a situação econômica do requerente.

Grupos terão direito garantido

O projeto também mantém proteção especial para grupos considerados mais vulneráveis. Nesses casos, a gratuidade da Justiça será assegurada desde que a condição esteja devidamente caracterizada.



Estão entre os beneficiários:

– mulheres vítimas de violência doméstica;
– familiares de vítimas de crimes que resultaram em morte, em ações de reparação civil;
– integrantes de comunidades indígenas;
– integrantes de comunidades quilombolas;
– pessoas assistidas pela Defensoria Pública.

Objetivo é combater fraudes

De acordo com a justificativa da proposta, o objetivo é tornar a concessão da gratuidade da Justiça mais eficiente, direcionando o benefício às pessoas que realmente não possuem condições de arcar com as despesas processuais.

Os parlamentares favoráveis ao projeto argumentam que a definição de critérios objetivos pode reduzir pedidos considerados indevidos e contribuir para o melhor funcionamento do sistema de Justiça.

Projeto ainda não entrou em vigor

Apesar da aprovação pelo Senado, as novas regras ainda não têm validade.

Como o texto foi modificado durante a tramitação, ele precisa ser novamente apreciado pela Câmara dos Deputados. Somente após aprovação pelas duas Casas do Congresso Nacional e eventual sanção presidencial é que as mudanças poderão entrar em vigor.

Até lá, continuam valendo as regras atuais do Código de Processo Civil, segundo as quais a declaração de insuficiência de recursos permanece como base para a concessão da gratuidade da Justiça, podendo ser contestada quando houver elementos que indiquem capacidade financeira do solicitante.

🗞️ Redação do papo informativo

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Caminhoneiros promovem paralisações em rodovias e portos para pressionar Senado a votar a MP do Frete

Manifestações ocorreram em Santos, Itajaí, Suape e na BR-040; categoria cobra votação da medida provisória que prevê mudanças no piso mínimo do frete e pode perder a validade nesta semana.

Caminhoneiros realizaram, nesta segunda-feira (13), paralisações em diferentes regiões do país para pressionar o Senado Federal a votar a Medida Provisória (MP) nº 1.343, conhecida como MP do Frete. Os principais atos ocorreram no Porto de Santos (SP), em Itajaí (SC), no Porto de Suape (PE) e na BR-040, no município de Luziânia (GO).

A mobilização foi motivada pela demora na análise da proposta, que pode perder a validade caso não seja votada pelo Senado até esta quinta-feira (16). A categoria cobra a apreciação da medida, considerada importante para o transporte rodoviário de cargas.

No Porto de Santos, maior complexo portuário do Hemisfério Sul, houve um bloqueio parcial em um dos acessos à margem direita. Segundo a Autoridade Portuária de Santos (APS), a interrupção durou menos de uma hora e os manifestantes permitiam a passagem de veículos quando solicitados.



Em nota, a APS informou que as operações portuárias transcorreram normalmente e que não houve impactos significativos no trânsito interno do porto, com as vias sendo totalmente liberadas após o protesto.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que acompanha as manifestações em rodovias federais, mas afirmou que não registrou interdições provocadas pelos caminhoneiros.

A MP nº 1.343 propõe alterações na Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, criando mecanismos de fiscalização do frete e estabelecendo um piso salarial nacional de R$ 5 mil para trabalhadores celetistas do setor. Caso a medida não seja votada dentro do prazo, ela perderá a validade no Congresso Nacional.

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Governo Lula acusa Flávio Bolsonaro de “traição à pátria” após audiência nos Estados Unidos sobre tarifas ao Brasil

Secom afirma que senador atuou contra os interesses nacionais ao defender pressão externa sobre o país durante reunião com autoridades norte-americanas.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) acusou o senador Flávio Bolsonaro de cometer “traição à pátria” após sua participação em uma audiência realizada nos Estados Unidos para discutir as tarifas aplicadas a produtos brasileiros.

Em nota divulgada nesta terça-feira (7), o governo federal afirmou que o parlamentar ultrapassou os limites da oposição ao criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF) diante de autoridades norte-americanas. Segundo a Secom, a atitude representou um posicionamento contrário aos interesses do Brasil.

Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, destacou a nota oficial.

Flávio Bolsonaro participou da audiência promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, órgão responsável pelas negociações comerciais do governo norte-americano. Durante o encontro, o senador fez um discurso em inglês, no qual criticou decisões do STF e também direcionou ataques às administrações do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores (PT).

O parlamentar afirmou ainda que a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros ocorreria em um momento desfavorável para o país e avaliou que a medida poderia favorecer politicamente o presidente Lula em um ano eleitoral.

De acordo com a Presidência da República, o governo brasileiro mantém negociações com autoridades dos Estados Unidos desde julho de 2025 para tentar reverter as tarifas comerciais. A Secom ressaltou que, enquanto Flávio participava da audiência, representantes de ministérios e do Palácio do Planalto realizavam reuniões técnicas em busca de uma solução para o impasse.

Na nota, o governo também criticou o conteúdo do discurso do senador, afirmando que ele não contestou os argumentos apresentados pelos Estados Unidos para justificar as tarifas. Segundo a Secom, essa postura contribuiu para fortalecer medidas consideradas prejudiciais aos empresários e trabalhadores brasileiros.

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Hugo Motta instala comissão especial para analisar PEC que reduz maioridade penal para 16 anos

Proposta volta a avançar na Câmara dos Deputados e passará por debates, audiências públicas e votação antes de seguir para o plenário.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, determinou a criação da comissão especial que ficará responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves.

Com a medida, a proposta avança mais uma etapa no Congresso Nacional, após ter sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no mês de junho.



A comissão especial terá a missão de aprofundar a discussão sobre o tema, promovendo audiências públicas, ouvindo especialistas e debatendo possíveis alterações no texto da proposta. Ao final dos trabalhos, os integrantes do colegiado deverão votar um parecer recomendando a aprovação ou a rejeição da PEC.

A proposta altera o artigo 228 da Constituição Federal, estabelecendo que jovens de 16 e 17 anos poderão responder criminalmente como adultos em casos de crimes considerados graves. Atualmente, menores de 18 anos são considerados inimputáveis perante a legislação penal e respondem conforme as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Agora, os partidos deverão indicar os deputados que irão compor a comissão. O colegiado terá um prazo inicial de 10 sessões do plenário para receber emendas ao texto e poderá funcionar por até 40 sessões antes da conclusão do parecer. Após essa etapa, a PEC poderá ser encaminhada para votação no plenário da Câmara dos Deputados.

🗞️ Redação do papo informativo

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Fim do sonho do hexa: Brasil é eliminado da Copa do Mundo de 2026 pela Noruega

Haaland decide, Neymar descontou de pênalti, e pentacampeão cai nas oitavas em Nova Jersey


A Seleção Brasileira se despediu do Mundial de 2026 neste domingo (5), derrotada por 2 a 1 pela Noruega, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nas oitavas de final. Erling Haaland marcou os dois gols da partida, aos 34 e 44 minutos do segundo tempo, enquanto Neymar descontou nos acréscimos, batendo pênalti.

Como foi o jogo

No primeiro tempo, Matheus Cunha foi derrubado na área e, após revisão do VAR, o árbitro marcou pênalti para o Brasil, mas Bruno Guimarães bateu na esquerda do goleiro Nyland, que defendeu. O goleiro norueguês teve atuação decisiva ao longo de toda a partida.

No segundo tempo, o técnico Carlo Ancelotti mexeu no time, colocando Endrick na vaga de Matheus Cunha. Mesmo com o Brasil crescendo no jogo, Haaland abriu o placar ao ganhar no jogo aéreo de Bruno Guimarães, cabeceando forte após cruzamento de Schjelderup.

Já nos acréscimos, o atacante norueguês ampliou ao receber na entrada da área e finalizar rasteiro e cruzado, sem chances para Alisson.  Neymar ainda descontou de pênalti, mas não foi suficiente.

Consequências para o Brasil
– Esta é a pior campanha brasileira desde 1990, quando o Brasil caiu nas oitavas para a Argentina.
– A Seleção chega ao maior período sem títulos de sua história: em 2030 completará 28 anos sem ser campeã.
– A Noruega nunca perdeu para o Brasil em Copas do Mundo — agora são cinco confrontos, com três derrotas e dois empates para os brasileiros.

E a Noruega?
A Noruega segue viva na competição e vai enfrentar o vencedor de México x Inglaterra, com a partida pelas quartas de final marcada para sábado (11), em Miami.

🗞️ Redação do papo informativo

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Flávio Bolsonaro visita Jair após crise familiar envolvendo vídeo de Michelle
Senador esteve com o pai em Brasília após publicação de vídeo da ex-primeira-dama que expôs divergências sobre articulações políticas

O senador Flávio Bolsonaro visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (26), na residência em Brasília onde ele cumpre prisão domiciliar. O encontro aconteceu dois dias após Michelle Bolsonaro publicar um vídeo em que revelou desentendimentos com o filho do ex-presidente, aumentando a tensão dentro do grupo político ligado ao PL.

Segundo informações divulgadas pela jornalista Débora Bergamasco, Flávio, mesmo com compromissos previstos para o dia, conseguiu reservar um momento para conversar com Jair Bolsonaro. O acesso foi permitido porque o senador está registrado como advogado entre os profissionais autorizados a visitar o ex-presidente durante o cumprimento da prisão domiciliar.



Durante a conversa, os dois teriam tratado do episódio envolvendo o vídeo publicado por Michelle e dos próximos passos diante da repercussão do caso.

“Eles estiveram juntos, conversaram para passar a limpo o que aconteceu, o que foi esse vídeo e pegar a orientação de Jair Bolsonaro sobre como continuar conduzindo essa história”, afirmou Bergamasco durante o programa CNN 360º.

A divulgação do vídeo teria surpreendido Flávio Bolsonaro e sua equipe de pré-campanha. Conforme a apuração, ele não teria sido informado previamente sobre a publicação e também não ficou confirmado se Jair Bolsonaro tinha conhecimento antecipado do conteúdo divulgado pela ex-primeira-dama.

No vídeo publicado na quarta-feira (26), Michelle Bolsonaro relatou um conflito com Flávio envolvendo divergências sobre apoios políticos no Ceará. Segundo ela, a discussão começou após uma ligação entre os dois e teria se intensificado durante a conversa.

A ex-primeira-dama afirmou ainda que teria sido tratada de forma desrespeitosa e relatou que Flávio teria questionado sua participação em decisões políticas. O episódio gerou repercussão entre aliados e integrantes do partido.

🗞️ Redação do papo informativo com informações da CNN Brasil

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Trump mira o Brasil? Ex-presidente compartilha texto sobre eleição de 2026 e gera repercussão
Episódio ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil se tornou “perigoso politicamente”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23) um artigo que aponta a eleição presidencial brasileira como um dos próximos desafios políticos em sua agenda. A publicação ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil estaria se tornando “politicamente perigoso”.

O texto divulgado por Trump em sua rede social, a Truth Social, reproduz uma análise do site americano Newsmax, que afirma que as atenções agora se voltam para o Brasil, descrito como uma “potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima eleição brasileira pode se tornar uma das disputas mais importantes do hemisfério.

A publicação afirma que Trump ainda teria quatro grandes desafios pela frente e cita Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. Sobre o país, o texto diz que a eleição brasileira já provoca debates sobre a integridade do sistema eleitoral e sobre se a disputa será conduzida de forma considerada livre e justa por todos os lados.

“Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente”, diz o artigo compartilhado pelo republicano. O texto também afirma que, caso o Brasil siga uma tendência de aproximação com a direita, o cenário político da América Latina poderá passar por grandes mudanças.

Em entrevista ao site americano Axios, Trump afirmou que tem observado a situação brasileira e declarou que não é “fã” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não sou fã dele, nem desgosto. Realmente não penso nele. Não estou nem aí. Mas agora ele é um tipo de pessoa diferente. Muito volátil. Eu vi como ele fez um discurso. Foi muito volátil, e tudo bem”, afirmou.

A declaração ocorreu após Trump dizer que o Brasil teria se tornado “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”. O presidente americano também afirmou que passou bastante tempo com Lula durante a cúpula do G7, realizada em Evian, na França, mas não informou quais assuntos foram discutidos entre os dois.

O republicano foi questionado se havia tratado com Lula de temas como tarifas comerciais e a possibilidade de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, assunto que provocou tensão diplomática entre os governos.

Durante as declarações, Trump também fez uma referência equivocada ao mencionar a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. A fala aparentou ser uma referência a Eduardo Bolsonaro, mas o presidente americano confundiu o deputado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

As falas de Trump provocaram reação de Lula. Durante uma entrevista coletiva em Genebra, o presidente brasileiro afirmou que o americano “não conhece o Brasil” e criticou possíveis manifestações sobre a política interna brasileira.

“Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, declarou Lula.

O presidente brasileiro também defendeu o sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam aprender com o modelo brasileiro.

“Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, disse.

Lula ainda afirmou que, se Trump conhece o Brasil apenas pela relação com a família Bolsonaro, ele teria uma visão limitada do país. “Não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

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Da Copa de 1954 a 2026: conheça os paraibanos que já disputaram a Copa do Mundo

Da Copa de 1954 a 2026: conheça os paraibanos que já disputaram a Copa do Mundo

A convocação de dois jogadores nascidos na Paraíba para a Copa do Mundo de 2026 colocou o estado novamente em evidência no cenário do futebol mundial. Pela primeira vez na história, dois paraibanos disputarão a mesma edição do Mundial defendendo a Seleção Brasileira: o lateral-esquerdo Douglas Santos e o atacante Matheus Cunha.

Com a presença da dupla, a Paraíba passa a somar sete atletas que já participaram da principal competição do futebol mundial ao longo da história. Entre eles estão campeões do mundo, ídolos da Seleção Brasileira e até um jogador que representou Portugal.

Os paraibanos que já disputaram Copas do Mundo

Índio

Natural da Paraíba, foi o primeiro atleta do estado a disputar uma Copa do Mundo. O atacante integrou a Seleção Brasileira no Mundial de 1954, realizado na Suíça.

Júnior

Considerado um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro, disputou as Copas de 1982 e 1986. Foi um dos principais nomes da lendária geração comandada por Telê Santana.

Mazinho

Nascido em Santa Rita, fez parte da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. Seu nome está eternamente ligado ao tetracampeonato brasileiro.

Hulk

Natural de Campina Grande, tornou-se um dos maiores jogadores da história da Paraíba. O atacante defendeu a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, disputada em solo brasileiro.

Otávio

Nascido em João Pessoa, atuou pela Seleção de Portugal na Copa do Mundo do Catar. Foi o primeiro paraibano a disputar um Mundial por uma seleção estrangeira.

Douglas Santos

O lateral-esquerdo nascido em João Pessoa foi convocado para defender o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Campeão olímpico em 2016, chega ao Mundial após consolidar carreira no futebol europeu.

Matheus Cunha

Também natural de João Pessoa, o atacante vive o melhor momento da carreira e conquistou vaga na Seleção Brasileira para o Mundial de 2026. Será sua primeira participação em Copas do Mundo.

Feito histórico para a Paraíba

A convocação de Douglas Santos e Matheus Cunha marcou um capítulo inédito para o futebol paraibano. Nunca antes dois jogadores nascidos no estado haviam disputado a mesma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira. O feito reforça a importância da Paraíba na formação de talentos e coloca o estado em destaque no maior evento esportivo do planeta.

Mais de sete décadas após a participação de Índio em 1954, a história continua sendo escrita por uma nova geração de atletas paraibanos que sonha em colocar o nome do estado no topo do futebol mundial.

🗞️ Redação do papo informativo

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