Governador de Minas Gerais minimiza ausência de alianças com pré-candidatos ao Governo da Paraíba e aposta em diálogo direto com a população.
O pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, esteve em Campina Grande, na Paraíba, neste domingo (21), onde afirmou que a prioridade de sua campanha é construir uma relação direta com a população, mesmo diante da ausência de apoios de nomes que devem disputar o Governo do Estado.
Durante visita à Vila do Artesão, o governador de Minas Gerais minimizou a falta de alianças políticas no cenário paraibano e destacou sua trajetória eleitoral como exemplo de que é possível vencer sem uma grande estrutura partidária.
“Eu posso dizer, por experiência própria, que eu quero chegar ao eleitor. Em 2018, eu saí do zero em Minas Gerais. Nunca tinha sido vereador, deputado estadual, federal nem prefeito, e fui mostrando para o mineiro que havia um candidato diferente. Todo apoio é bem-vindo, mas quero muito estar próximo do eleitor. Ele precisa saber que a política no Brasil pode ser diferente”, afirmou Zema em entrevista à Rede Paraíba de Comunicação.
A agenda contou com a presença do ex-deputado federal Major Fábio, pré-candidato ao Senado pelo Novo na Paraíba.
A declaração ocorre em um momento de articulação para as eleições de 2026 e com Zema buscando ampliar sua projeção nacional. Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (20) apontou o governador mineiro com 2% das intenções de voto no primeiro turno. O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro.
Relação entre Novo e PL na Paraíba
Questionado sobre a relação entre o Novo e o Partido Liberal (PL) no estado, Zema afirmou que alianças políticas dependem das realidades locais e que as conversas ainda estão em andamento.
Na Paraíba, o PL tem o senador Efraim Filho como pré-candidato ao Governo e Marcelo Queiroga como pré-candidato ao Senado, sem a inclusão do Novo na chapa majoritária até o momento.
“O Novo e o PL já fizeram coligações em diversos estados. Isso depende da situação de cada um, varia. Em Minas Gerais foi feito, assim como em estados do Sul. As negociações estão em andamento, e divergências existem até entre irmãos, entre cônjuges. O que dizer, então, dentro de um partido?”, declarou.
Material foi recolhido por falta de documentação e irregularidades; apreensão ocorreu durante ação da Polícia Militar na cidade
Na sexta-feira (19), uma operação integrada envolvendo a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) resultou na apreensão de uma grande quantidade de fogos de artifício comercializados de forma irregular em Campina Grande.
A ação teve como objetivo fiscalizar o cumprimento das normas de segurança, armazenamento e venda desses produtos, garantindo que a comercialização ocorra dentro das exigências legais.
Durante a fiscalização, as equipes identificaram fogos de artifício com estampido sendo vendidos em desacordo com a legislação vigente. Diante das irregularidades, foram aplicados autos de infração que somaram 150 UFR-PB, totalizando R$ 22.062,00 em multas, além do recolhimento de todo o material irregular.
Segundo os órgãos envolvidos, a operação reforça o trabalho de fiscalização preventiva e busca evitar riscos à população, principalmente durante o período em que aumenta a procura por fogos de artifício devido às festividades juninas.
Droga avaliada em cerca de R$ 500 mil foi apreendida durante ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes; suspeito tinha antecedentes por roubo a banco
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), prendeu um homem com mandado de prisão em aberto e apreendeu uma grande quantidade de skunk, na noite da última quarta-feira (17), no bairro da Glória, em Campina Grande.
Segundo a DRE, o suspeito possui uma extensa ficha criminal e era procurado por envolvimento em roubo a banco. Durante a ação, os policiais realizaram um acompanhamento tático e abordaram o veículo utilizado pelo investigado, onde encontraram a droga.
Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 50 quilos de skunk, uma variedade de maconha com alto teor de THC e elevado potencial entorpecente. O veículo utilizado pelo suspeito também foi apreendido.
De acordo com o delegado Afrânio Brito, em entrevista ao repórter Marcos, a droga apreendida está avaliada em aproximadamente R$ 500 mil.
A ação faz parte da Operação Nacional NARKE, iniciativa voltada ao combate às organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas em todo o país.Subtítulo para legenda da imagem da apreensão: Polícia Civil apreendeu cerca de 50 kg de skunk durante ação que resultou na prisão de suspeito em Campina Grande; droga foi avaliada em meio milhão de reais.
Presidente da ALPB classificou como “piada de mau gosto” o convite feito ao prefeito de Campina Grande para debater gestão pública, alegando que a administração municipal deixa a desejar em diversas áreas.
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, criticou nesta terça-feira (17) a participação do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, em um evento voltado para debates sobre gestão pública e cidades inteligentes.
Durante declaração à imprensa, Galdino afirmou ter recebido com surpresa a informação de que o gestor campinense foi convidado para palestrar no movimento Smart City, que reúne discussões sobre inovação, eficiência administrativa e desenvolvimento urbano.
Segundo o parlamentar, o convite não reflete a realidade da administração municipal de Campina Grande. Galdino classificou a escolha como inadequada e fez duras críticas à gestão do prefeito.
“Fui surpreendido ao saber que o prefeito de Campina Grande participaria de uma palestra sobre gestão pública. Sinceramente, considero isso uma piada de mau gosto”, afirmou.
O presidente da ALPB também questionou a decisão dos organizadores do evento, argumentando que a população da cidade convive diariamente com problemas que, na sua avaliação, demonstram falhas na administração municipal.
Ainda durante a entrevista, Adriano Galdino declarou que a iniciativa de incluir Bruno Cunha Lima entre os debatedores foge do que classificou como critérios de racionalidade e equilíbrio, reforçando suas críticas à condução da Prefeitura de Campina Grande.
Até o momento, o prefeito Bruno Cunha Lima não havia se pronunciado sobre as declarações do presidente da Assembleia Legislativa.
Fiscalização identificou alimentos vencidos, falhas no armazenamento e indícios de vetores em estabelecimentos que atuam durante os festejos juninos.
Um restaurante foi interditado e outros quatro estabelecimentos foram notificados por irregularidades sanitárias durante uma operação de fiscalização realizada na última segunda-feira (15), no São João de Campina Grande.
Segundo a Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa-PB), as equipes encontraram problemas relacionados ao armazenamento inadequado de alimentos, produtos com prazo de validade vencido e indícios da presença de vetores, situações que comprometiam as condições higiênico-sanitárias do estabelecimento interditado.
Além da interdição, foram emitidos autos de infração e notificações, com prazo de até 30 dias para que os responsáveis realizem as adequações exigidas pela legislação sanitária.
A operação também resultou na lavratura de três Autos de Infração pelo MP-Procon e pela Vigilância Sanitária de Campina Grande (Gevisa-CG). De acordo com os órgãos fiscalizadores, as irregularidades constatadas nesses casos não representavam risco iminente à saúde pública, mas exigem correções por parte dos estabelecimentos.
O diretor-geral do MP-Procon, promotor Francisco Bergson Formiga, ressaltou que a Operação São João tem caráter preventivo e educativo, buscando garantir a saúde e a segurança dos consumidores, especialmente em locais que recebem grande fluxo de pessoas durante os festejos juninos.
Já o diretor regional do MP-Procon, promotor Osvaldo Lopes Barbosa, destacou que o aumento do movimento turístico neste período reforça a necessidade das ações de fiscalização. Segundo ele, o trabalho dos órgãos de controle visa assegurar a qualidade dos produtos comercializados e o cumprimento das normas sanitárias, protegendo os direitos dos consumidores e preservando a saúde pública.
O MP-Procon informou que seguirá realizando fiscalizações durante todo o período do São João, adotando as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir que as atividades econômicas ocorram em conformidade com a legislação e em respeito aos consumidores.
Criminosos utilizaram um carro para derrubar a porta de uma loja de roupas no bairro Tambor, furtaram mercadorias e causaram prejuízo estimado em quase R$ 20 mil; ninguém foi preso.
Após um longo período sem registros desse tipo de crime em Campina Grande, a chamada “gangue da marcha à ré” voltou a agir na madrugada desta terça-feira (16).
Uma loja de roupas localizada na Avenida Assis Chateaubriand, no bairro Tambor, foi alvo dos criminosos, que utilizaram um veículo Fiat para derrubar a porta do estabelecimento e invadir o local.
Segundo informações, os suspeitos furtaram diversas peças de roupa e outros produtos. A loja funciona no endereço há apenas quatro meses.
Nem mesmo uma espécie de barricada instalada em frente ao estabelecimento foi suficiente para impedir a ação. Os criminosos aproveitaram um espaço lateral para acessar a entrada e executar o arrombamento.
O prejuízo estimado é de quase R$ 20 mil.
Até o momento, ninguém foi preso. O caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais.
Apresentação de quadrilhas juninas na pirâmide do parque do povo
Por décadas, Campina Grande vem escrevendo uma das mais importantes histórias culturais do Brasil. O Maior São João do Mundo, que hoje atrai milhões de visitantes e movimenta a economia paraibana, não surgiu da noite para o dia. A festa é resultado de uma construção coletiva que atravessa diferentes administrações municipais, começando ainda no final da década de 1970.
A contribuição de Enivaldo Ribeiro: o nascimento da estrutura
Antes de se tornar um evento de projeção nacional, os festejos juninos eram realizados principalmente nos bairros da cidade, com arraiais comunitários e quadrilhas improvisadas.
Entre 1979 e 1982, durante a gestão de Enivaldo Ribeiro, a prefeitura iniciou um processo de organização dos festejos. O prefeito criou o chamado “Palhoção”, uma grande estrutura montada no local onde hoje funciona o Parque do Povo, centralizando as comemorações e dando os primeiros passos para a profissionalização do evento. Pesquisadores apontam essa iniciativa como um marco fundamental para a transformação do São João campinense.
O próprio Enivaldo Ribeiro afirma ter sido o criador da base do evento, enquanto reconhece que outras gestões contribuíram para sua expansão.
Ronaldo Cunha Lima e a criação do “Maior São João do Mundo”
Em 1983, o então prefeito Ronaldo Cunha Lima deu um passo decisivo ao transformar a festa em uma estratégia de desenvolvimento turístico e cultural.
Foi nessa gestão que nasceu oficialmente a marca “O Maior São João do Mundo”. A primeira edição ocorreu em 4 de junho de 1983, em uma grande palhoça montada na área que mais tarde se transformaria no Parque do Povo.
Pirâmide do Paque do Povo foi construída em 1986 e na verdade seria para representar uma fogueira — Foto: Cléa Cordeiro/Memorial do Maior São João do Mundo/Arquivo Pessoal
Três anos depois, em 1986, foi inaugurado o Parque do Povo, equipamento que se tornou o coração da festa e símbolo da identidade cultural de Campina Grande. A famosa Pirâmide também surgiu nesse período.
Parque do povo em 1986
Félix Araújo e a modernização do espaço
Na década de 1990, a gestão de Félix Araújo Filho promoveu avanços estruturais importantes.
O Trem do forró surgiu em 1991
Entre as ações destacadas estão a padronização das barracas, melhorias na iluminação do Parque do Povo e a criação da Cidade Cenográfica, espaço que se tornou um dos cartões-postais da festa.
A Cidade Cenográfica ajudou a fortalecer o caráter histórico e cultural do evento, recriando cenários que remetem à memória de Campina Grande.
A partir de 1999 estrutura do São João no Parque do Povo passou a ter cidade cenográfica — Foto: Cléa Cordeiro/Memorial do Maior São João do Mundo/Arquivo Pessoal
Cássio, Cozete e Veneziano: consolidação ecrescimento
Entre 2000 e 2014 o palco principal do São João de Campina Grande era montado na parte de baixo do Parque do Povo — Foto: Taiguara Rangel/G1/Arquivo
As administrações de Cássio Cunha Lima, Cozete Barbosa e Veneziano Vital do Rêgo deram continuidade à expansão da festa.
Nesse período, houve fortalecimento da programação cultural, ampliação da divulgação turística e crescimento da infraestrutura para receber visitantes de diversas partes do Brasil. A marca do Maior São João do Mundo ganhou projeção nacional e passou a figurar definitivamente entre os maiores eventos populares do país.
Romero Rodrigues e a profissionalização
Durante a gestão de Romero Rodrigues, a festa passou por um novo processo de modernização.
A partir de 2017, o modelo de parceria público-privada fortaleceu a estrutura do evento, ampliando investimentos, atrações e capacidade de organização. O São João passou a alcançar números cada vez maiores de público e impacto econômico.
Bruno Cunha Lima e a era da expansão
Na administração de Bruno Cunha Lima, o Parque do Povo passou por uma ampla requalificação e integração com o Parque Evaldo Cruz.
As mudanças ampliaram significativamente a área da festa, permitindo mais conforto ao público e aumentando a capacidade de receber turistas. A edição de 2023 marcou os 40 anos do evento e consolidou Campina Grande como referência nacional em turismo junino.
Uma obra construída por várias mãos
Ao longo de mais de quatro décadas, o Maior São João do Mundo foi sendo moldado por diferentes administrações. Do Palhoção de Enivaldo Ribeiro à criação da marca por Ronaldo Cunha Lima, passando pelas melhorias estruturais de Félix Araújo e pela expansão promovida por prefeitos posteriores, cada gestão deixou sua contribuição.
Hoje, a festa é mais do que um evento cultural: representa a identidade de Campina Grande, movimenta bilhões na economia regional e mantém viva uma das tradições mais fortes do Nordeste brasileiro.
Confira um pouco do nosso arcevo digital do podcast papo informativo sobre o Maior São João do mundo
Entrevista com o ex-prefeito de Campina Grande Enivaldo Ribeiro
Entrevista com Temi Cabral ex-organizador do maior São João do mundo
O Procon Estadual da Paraíba notificou a empresa responsável pela realização dos eventos no Parque do Povo para prestar esclarecimentos sobre a cobrança de R$ 50 por baldes de gelo comercializados durante a festa.
A medida foi adotada após reclamações de consumidores. A empresa terá 48 horas para apresentar documentos que justifiquem o valor cobrado, incluindo notas fiscais e a composição dos custos do produto. O órgão também informou que irá analisar os preços de outros itens vendidos no local.
Segundo o superintendente do Procon-PB, Félix Araújo Neto, a investigação busca verificar se houve prática abusiva contra os consumidores. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é considerada irregular a elevação de preços sem justificativa plausível.
Caso sejam constatadas irregularidades, a empresa poderá ser responsabilizada conforme prevê a legislação de defesa do consumidor. :::
Inquérito aponta falhas no atendimento de uma gravidez de alto risco e responsabiliza quatro médicos e duas enfermeiras por crime de aborto provocado por terceiro na forma majorada; caso será analisado pela Justiça e pelo Ministério Público.
A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito que investigava o caso da morte de um bebê e, posteriormente, de sua mãe, após atendimento no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), em Campina Grande. A investigação resultou no indiciamento de seis profissionais de saúde, sendo quatro médicos obstetras e duas enfermeiras.
O caso ocorreu em março de 2025 e ganhou grande repercussão após denúncias de supostas falhas no atendimento prestado à gestante Maria Danielle Cristina Morais, que apresentava uma gravidez considerada de alto risco. O bebê morreu ainda durante a gestação e, dias depois, Maria Danielle também faleceu em decorrência de complicações de saúde.
Segundo a Polícia Civil, os profissionais foram indiciados pelo crime de aborto provocado por terceiro na forma majorada, previsto no Código Penal. Os nomes dos investigados não foram divulgados.
Jorge Elô é marido dulher que morreu após perder filho e útero em maternidade de Campina Grande — Foto: Reprodução
De acordo com a investigação, houve falhas na condução do parto, incluindo demora na adoção de medidas médicas consideradas necessárias, ausência de intervenções adequadas e utilização inadequada de procedimentos durante o atendimento. O inquérito também aponta indícios de violência verbal e psicológica contra a paciente durante sua internação.
A conclusão da polícia foi baseada em depoimentos de familiares, testemunhas e profissionais envolvidos, além da análise de prontuários médicos, documentos do pré-natal e laudos periciais.
Os exames periciais indicaram que o bebê morreu ainda no útero em decorrência de uma rotura uterina associada à condução do parto. Conforme os laudos, uma intervenção cirúrgica realizada em tempo oportuno poderia ter evitado a morte fetal.
Em relação à morte de Maria Danielle, ocorrida 25 dias após os fatos, a investigação apontou que ela estava relacionada a complicações de uma condição genética preexistente, agravada pelos acontecimentos registrados durante o atendimento. A Polícia Civil informou ainda que não encontrou indícios de crime na atuação da equipe responsável pela cirurgia de emergência realizada posteriormente.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande informou que adotou medidas administrativas desde que tomou conhecimento da denúncia, incluindo a abertura de sindicância e o afastamento cautelar dos profissionais diretamente envolvidos. A pasta também destacou que dois dos profissionais citados na investigação não fazem mais parte do quadro da unidade.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público da Paraíba e ao Poder Judiciário, que irão analisar as conclusões da investigação e decidir sobre os próximos desdobramentos do caso.
A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta terça-feira (9), a Operação Identidade Oculta, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ilícito.
A ação foi realizada simultaneamente nos municípios de Esperança, Pocinhos e Campina Grande, resultando na prisão de oito pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso.
De acordo com as investigações, os suspeitos utilizavam documentos falsificados e até mesmo identidades de parentes já falecidos para adquirir bens e movimentar recursos financeiros, numa tentativa de esconder a origem ilícita do patrimônio acumulado pela organização.
Durante a operação, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 33 milhões em contas bancárias ligadas aos investigados, além do sequestro de diversos bens considerados fruto das atividades criminosas.
Equipes da Polícia Civil também cumpriram mandados de busca e apreensão, recolhendo documentos, aparelhos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.
Segundo a corporação, a operação representa um importante golpe contra a estrutura financeira da organização criminosa, atingindo diretamente os recursos utilizados para manutenção das atividades ilegais.
As investigações seguem em andamento e a Polícia Civil não descarta a identificação de novos envolvidos e a realização de novas fases da operação.