Flávio apresenta plano de segurança e defende redução da maioridade penal para 14 anos em crimes hediondos
Proposta chamada “Brasil sem Medo” reúne 12 medidas voltadas ao combate ao crime organizado, mudanças na legislação penal e ampliação da atuação das forças de segurança


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, apresentou nesta quinta-feira (18) um plano de segurança pública que pretende colocar em prática caso seja eleito. O pacote, chamado de “Brasil sem Medo”, reúne 12 propostas com foco no endurecimento das leis penais, combate ao crime organizado e fortalecimento das forças policiais.

Entre as principais medidas anunciadas está a redução da maioridade penal para 16 anos em casos gerais e para 14 anos quando houver envolvimento em crimes hediondos. Segundo Flávio, a proposta busca responsabilizar adolescentes envolvidos em crimes considerados de alta gravidade.

“Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei”, afirmou o senador durante a apresentação do plano.

O pacote também prevê que facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e milícias sejam classificadas como organizações narcoterroristas. A medida, segundo Flávio, teria como objetivo ampliar a cooperação internacional no combate ao crime e aumentar o bloqueio financeiro dessas organizações.

Presídios de segurança máxima

Entre as propostas está a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima, inspirados no modelo adotado por El Salvador. As unidades fariam parte de um complexo chamado “Trevas”, destinado ao isolamento de líderes de facções criminosas.

O plano prevê restrições como ausência de celulares, fim das visitas íntimas e monitoramento de encontros com advogados. A proposta também estabelece a criação de 500 mil novas vagas no sistema prisional em quatro anos.

Durante o lançamento, Flávio afirmou que o sistema penitenciário deve ter como prioridade a punição de criminosos de alta periculosidade.

Combate ao crime e atuação policial

Outro ponto apresentado prevê que criminosos armados com fuzis que entrarem em confronto com agentes de segurança possam ser mortos durante operações policiais.

“Bandido armado com fuzil vai ser abatido pelas nossas forças de segurança”, declarou o senador.

O plano também propõe a criação do Sistema Nacional de Fronteiras, com integração entre Forças Armadas, polícias federais, estaduais e guardas municipais para reforçar o combate ao tráfico de armas e drogas.

Outras medidas previstas

Entre as demais propostas estão:

– Criação da “Muralha Brasileira”, um sistema de reconhecimento facial com inteligência artificial integrado a bancos de dados criminais;
– Uso de tropas especiais da Marinha para monitoramento de grandes portos, como Santos e Paranaguá;
– Dobrar investimentos federais em segurança pública, com foco em tecnologia, armamentos e drones;
– Implantação de castração química para condenados por abusos contra mulheres e crianças como condição para saída da prisão;
– Monitoramento eletrônico de agressores de mulheres com integração ao celular das vítimas;
– Fim da progressão de regime para condenados por crimes hediondos;
– Alteração das regras para início do cumprimento de penas em regime fechado;
– Aumento da punição para furtos e receptação de celulares.

Flávio Bolsonaro afirmou que as medidas fazem parte de uma mudança na política de segurança pública e defendeu uma atuação mais rigorosa do Estado contra criminosos.

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Patrimônio dos presidenciáveis surpreende: um deles declarou quase R$ 130 milhões. Confira!
Levantamento mostra patrimônio declarado por pré-candidatos à Presidência da República; Zema lidera lista com R$ 129,8 milhões


Um levantamento com base em dados declarados à Justiça Eleitoral mostra uma grande diferença patrimonial entre os nomes cotados para disputar a Presidência da República nas eleições de 2026.

Os valores consideram as últimas declarações de bens apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos possíveis pré-candidatos em eleições anteriores e revelam patrimônios que variam de R$ 0 a quase R$ 130 milhões.

Na liderança aparece o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que declarou patrimônio de R$ 129,8 milhões. Empresário antes de ingressar na política, Zema possui o maior volume de bens entre os nomes atualmente cotados para a corrida presidencial.

Na segunda posição está o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com patrimônio declarado de R$ 24,8 milhões.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em seguida com R$ 7,4 milhões em bens declarados. Parte significativa do patrimônio do petista está concentrada em investimentos de previdência privada.

Entre outros nomes citados como possíveis candidatos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou patrimônio de R$ 1,74 milhão. Já o ex-deputado federal Cabo Daciolo informou não possuir bens em sua última declaração apresentada à Justiça Eleitoral.

Confira os valores declarados:

• Romeu Zema (Novo) — R$ 129,8 milhões

• Ronaldo Caiado (PSD) — R$ 24,8 milhões

• Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — R$ 7,4 milhões

• Flávio Bolsonaro (PL) — R$ 1,74 milhão

• Cabo Daciolo (Mobiliza) — R$ 0

Entre outros nomes que aparecem em cenários eleitorais para 2026, Ciro Gomes (PDT) declarou aproximadamente R$ 3 milhões em sua última prestação de contas eleitoral. Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível até 2030 por decisão da Justiça Eleitoral, declarou cerca de R$ 2,3 milhões em bens em sua última candidatura presidencial.

Especialistas destacam que os números não permitem uma comparação totalmente precisa entre todos os pré-candidatos, já que as declarações foram apresentadas em anos diferentes e refletem momentos distintos da vida financeira de cada político.

A comparação oficial dos patrimônios somente ocorrerá após o registro das candidaturas para as eleições de 2026, quando todos os postulantes deverão apresentar novas declarações de bens ao Tribunal Superior Eleitoral.Os valores foram compilados a partir de dados públicos do TSE e de levantamentos realizados por plataformas de monitoramento político.

🗞️ Redação do papo informativo

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Polícia do Senado solicita investigação sobre suposta ameaça de atentado atribuída a Deolane contra Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro e Deolane Bezerra: Polícia Legislativa pede apuração de falas do funkeiro MC Misa

A influenciadora Deolane Bezerra, que está presa preventivamente sob suspeita de ligação com o PCC, poderá ser alvo de investigação após denúncias sobre um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As acusações vieram à tona durante entrevista concedida pelo funkeiro MC Misa, o mesmo que anteriormente atribuiu à influenciadora participação na morte do cantor MC Kevin.

Segundo o relato do artista, o suposto plano envolveria Deolane, o líder do PCC conhecido como Marcola — que já negou qualquer vínculo com a influenciadora — além de supostos articuladores ligados à esquerda política. Até o momento, não há confirmação oficial sobre as acusações, que deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

“Se o Flávio correr risco de ganhar [as eleições], é um desafeto danado, tanto para a esquerda quanto para pessoas que ela [Deolane] carrega junto com ela, entendeu?”, disse em entrevista ao canal Frank Clips.

“O atentado agora que o filho do Bolsonaro vai sofrer, que foi articulado com Marcelinho e com a Deolane, é uma situação que a gente, o mundo do funk, sabe tudo”, acrescentou. Vale lembrar que, em 2024, o cantor foi processado pela investigada após acusá-la de envolvimento na morte de MC Kevin.

No mesmo dia em que surgiram acusações envolvendo um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atribuído à influenciadora Deolane Bezerra, o governo dos Estados Unidos anunciou a inclusão de duas facções criminosas brasileiras — o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — em listas ligadas a organizações terroristas.

A medida amplia a pressão internacional sobre grupos do crime organizado no Brasil e ocorre em meio à repercussão de denúncias que passaram a envolver nomes conhecidos nas redes sociais e no cenário político.

Segundo o governo dos Estados Unidos, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e representam uma ameaça com potencial de impacto direto à segurança norte-americana.

Presa preventivamente desde o dia 21 de maio, a influenciadora Deolane Bezerra é investigada por suposta participação em esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao PCC. As apurações também apontam uma possível proximidade da influenciadora com familiares de Marcola, apontado pelas autoridades como uma das principais lideranças da facção criminosa.

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Flávio Bolsonaro esteve com Daniel Vorcaro após prisão do ex-banqueiro em 2025

O senador Flávio Bolsonaro confirmou ter se encontrado com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro em 2025, após a primeira prisão do empresário no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo o extinto Banco Master. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Metrópoles e posteriormente confirmada pela CNN Brasil.

Após a repercussão do encontro, Flávio Bolsonaro afirmou que a reunião teve como objetivo encerrar negociações relacionadas ao possível patrocínio de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o senador, o contato ocorreu após Vorcaro passar a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. “Foi a virada de chave. Entendemos que a situação era mais grave”, declarou Flávio após reunião com lideranças do PL.

A declaração ocorreu depois que o portal Intercept Brasil divulgou mensagens trocadas entre o parlamentar e Daniel Vorcaro, nas quais Flávio solicitava apoio financeiro para a produção cinematográfica sobre Jair Bolsonaro.

O senador explicou que decidiu procurar o ex-banqueiro pessoalmente para encerrar qualquer tratativa relacionada ao projeto. Segundo ele, caso tivesse sido informado anteriormente sobre a gravidade das investigações, teria buscado outros apoiadores para financiar o filme.

Na última sexta-feira (15), em entrevista à CNN Brasil, Flávio Bolsonaro já havia admitido encontros presenciais com Vorcaro. O parlamentar afirmou que eventuais novos vazamentos de mensagens, vídeos ou registros de reuniões estariam ligados exclusivamente às negociações envolvendo o longa-metragem. Questionado sobre quantas vezes esteve com o empresário, respondeu apenas que foram “poucas vezes”.

Prisão de Vorcaro


Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez no dia 17 de novembro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, durante uma das fases da Operação Compliance Zero. Pouco mais de dez dias depois, em 29 de novembro, ele foi colocado em liberdade mediante uso de tornozeleira eletrônica e cumprimento de medidas restritivas.

Entre as determinações judiciais impostas ao ex-banqueiro estavam a proibição de manter contato com outros investigados, a impossibilidade de deixar o município onde reside e a retenção do passaporte enquanto as investigações seguiam em andamento.

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Após caso Dark Horse, pesquisa AtlasIntel mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro no 1º e 2º turnos


Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (19), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro na corrida presidencial de 2026 após a repercussão do chamado “caso Dark Horse”.

Segundo o levantamento, no cenário de primeiro turno, Lula aparece com 47,8% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 35,1%, abrindo uma diferença de 12,7 pontos percentuais entre os dois candidatos.

Já em um eventual segundo turno, o atual presidente registra 48,9%, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro, mantendo vantagem de 7,1 pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada após a divulgação de conversas envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”, episódio que ganhou forte repercussão política e nas redes sociais nos últimos dias.

Analistas avaliam que o desgaste provocado pelo caso impactou diretamente a imagem do senador junto ao eleitorado moderado. O levantamento é apontado como o primeiro grande retrato eleitoral após a divulgação dos áudios e mensagens envolvendo Flávio e Vorcaro.

Apesar do cenário favorável ao petista neste momento, especialistas destacam que a disputa presidencial de 2026 ainda está em fase inicial e pode sofrer mudanças conforme o avanço das alianças partidárias, da economia e dos desdobramentos políticos nacionais.

🗞️ Redação

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“Nada anormal”, afirma Cabo Gilberto, após Flávio Bolsonaro pedir dinheiro do patrocínio a Daniel Vorcaro
Cabo Gilberto defende Flávio Bolsonaro em pedido de patrocínio ao Master: “nada de imoral”

O deputado federal da Paraíba e líder da oposição, Cabo Gilberto saiu em defesa do senador Flávio Bolsonaro após a repercussão envolvendo o pedido de patrocínio ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, para a produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quinta-feira (14), Cabo Gilberto afirmou que conversou diretamente com Flávio Bolsonaro sobre o caso e disse confiar na versão apresentada pelo senador. Segundo ele, o parlamentar teria informado que, à época das conversas para captação de recursos, não existiam informações públicas envolvendo o Banco Master em suspeitas investigadas atualmente.

“Representamos mais de 100 parlamentares da oposição na Câmara e confiamos integralmente na posição dele. Perguntei se existiam outras conversas e ele garantiu que não. Naquele momento, segundo Flávio, não havia conhecimento sobre qualquer envolvimento do Master com investigações”, declarou o deputado.

O parlamentar ressaltou ainda que a negociação para financiar o longa teria começado no fim de 2024, período em que os produtores buscavam investidores para viabilizar o projeto cinematográfico, estimado em mais de R$ 100 milhões. Cabo Gilberto defendeu que o caso seja analisado dentro do devido processo legal e afirmou que, até o momento, não vê irregularidades comprovadas.

O filme “Dark Horse” promete retratar a trajetória política de Jair Bolsonaro, desde sua ascensão nacional até a campanha presidencial. A produção conta com o ator Jim Caviezel no elenco e roteiro assinado por Mário Frias. A estreia está prevista para setembro de 2026.

A polêmica ganhou força após reportagens apontarem que cerca de R$ 61 milhões teriam sido destinados ao projeto por Daniel Vorcaro, empresário investigado por supostos desvios milionários no sistema financeiro nacional. Caso o orçamento total de R$ 134 milhões seja confirmado, o longa poderá se tornar a produção cinematográfica mais cara da história do Brasil.

Apesar da repercussão, Cabo Gilberto reforçou que, na avaliação dele, não há elementos que comprovem irregularidades envolvendo Flávio Bolsonaro. “Se houvesse conhecimento prévio de qualquer problema, aí sim seria algo grave. Mas, até agora, não existe nada concreto que identifique ilegalidade”, concluiu.

🗞️ Redação do papo informativo

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Vorcaro destinou R$ 61 milhões para filme ligado a Bolsonaro após pressão de Flávio Bolsonaro

O empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, teria destinado cerca de R$ 61 milhões para a produção do filme biográfico Dark Horse, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações foram divulgadas pelo Intercept Brasil, que aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como responsável por solicitar os recursos.

De acordo com a reportagem, conversas entre Flávio e Vorcaro mostram tratativas sobre o financiamento do longa-metragem. Um dos diálogos teria ocorrido em 15 de novembro de 2025, um dia antes da primeira prisão de Vorcaro na Operação Compliance Zero e dois dias antes da liquidação do Banco Master.

Segundo o Intercept, os pagamentos ocorreram entre fevereiro e maio de 2025, divididos em seis operações que somariam aproximadamente R$ 61 milhões. O valor total negociado para o projeto, no entanto, poderia chegar a R$ 134 milhões, embora não existam provas de que todo o montante tenha sido efetivamente transferido.

Parte dos recursos teria sido enviada por meio da empresa Entre Investimentos e Participações para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos. Ainda conforme a reportagem, o fundo seria ligado a aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Em um áudio divulgado pelo site, atribuído a setembro de 2025, Flávio Bolsonaro demonstra preocupação com atrasos nos pagamentos da produção cinematográfica. Na gravação, o senador afirma temer impactos negativos no projeto e cita possíveis prejuízos à imagem do filme diante de nomes conhecidos do cinema internacional envolvidos na produção.

A publicação também afirma que o deputado federal Mário Frias, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, teria participado das negociações como intermediário. Além dele, os empresários Thiago Miranda e Fabiano Zettel — apontado pela Polícia Federal como operador de Vorcaro — também aparecem mencionados nas tratativas.

Segundo as mensagens obtidas pelo Intercept, Vorcaro teria tratado o projeto como prioridade e autorizado novos repasses financeiros após relatos de dificuldades nas operações de câmbio.

Até o momento da publicação da reportagem, Flávio Bolsonaro e sua assessoria não haviam se manifestado sobre o caso.

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