
NOTÍCIAS DO MOMENTO!












O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou às 12h20 (horário de Brasília) à Casa Branca para sua reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro estava marcado para as 12h (Brasília).
Os dois têm uma reunião a portas fechadas e na sequência almoçarão juntos. Depois, o presidente Lula retornará para a Embaixada do Brasil em Washington onde falará com a imprensa.
O governo Lula pediu para que a imprensa não fosse autorizada a acompanhar a reunião e para que os chefes de Estado só se encontrem com os jornalistas após a conversa. No momento, a imprensa aguarda do lado de fora do Salão Oval.
A expectativa é que Lula e Trump conversem sobre segurança pública, o Pix, tarifas comerciais, minerais críticos e sobre tensões internacionais.
O encontro entre os dois mandatários estava previsto para acontecer em março, mas foi reagendado para agora devido à guerra do Irã. Na última sexta-feira (1), eles conversaram brevemente por telefone.
Os dois já se reuniram em outras ocasiões e tiveram conversas consideradas bem sucedidas, diferente do que aconteceu em encontros de Trump com outros chefes de Estado, como o sul-africano Cyril Ramaphosa e o ucraniano Volodymyr Zelenskyi.
Esta é a quinta vez que Lula vai aos Estados Unidos. Em seus outros mandatos, o brasileiro também já foi recebido por George W. Bush e por Barack Obama.


A Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (07/05), colocou entre os investigados o senador Ciro Nogueira. A nova etapa da investigação busca aprofundar apurações sobre suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e irregularidades envolvendo o Sistema Financeiro Nacional.
A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Entre as medidas cautelares determinadas, o senador está impedido de manter contato com testemunhas e outros investigados ligados ao caso.
Ao todo, a operação cumpre dez mandados de busca e apreensão, além de um mandado de prisão temporária nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais e também no Distrito Federal.
De acordo com relatório encaminhado pela Polícia Federal ao STF, Ciro Nogueira teria recebido benefícios considerados indevidos do empresário Daniel Vorcaro, antigo proprietário do Banco Master.
Segundo os investigadores, o parlamentar teria apresentado uma proposta de emenda visando aumentar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A PF suspeita que integrantes ligados ao Banco Master participaram da elaboração da medida.
As investigações também apontam indícios de vantagens patrimoniais supostamente recebidas pelo senador, incluindo pagamentos frequentes, aquisição de participação societária com desconto considerado expressivo, pagamento de despesas pessoais, utilização de bens de alto valor e possível recebimento de dinheiro em espécie.
Por meio de nota, a defesa de Ciro Nogueira contestou a operação e afirmou que o senador não participou de qualquer atividade ilegal relacionada aos fatos investigados. Os advogados também disseram que o parlamentar permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Redação do papo informativo 🗞️


Informações obtidas pela redação do Papo Informativo apontam que o Partido dos Trabalhadores já teria referendado o nome do vereador Marcos Henrique para compor a vaga de vice na possível chapa de reeleição do governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba.
Ontem (06/05), Marcos Henrique participou de uma reunião na Granja Santana com o governador Lucas Ribeiro, a deputada estadual e presidente do PT na Paraíba, Cida Ramos, além do presidente nacional do partido, Edinho Silva.
Durante o encontro, o nome do vereador teria sido apresentado como um quadro competitivo para integrar a chapa majoritária governista. A avaliação de lideranças petistas é de que Marcos Henrique pode agregar eleitoralmente ao projeto de Lucas Ribeiro, principalmente junto ao eleitorado de João Pessoa, onde exerce mandato e possui atuação política consolidada.
Nos bastidores, a movimentação é vista como mais um passo nas articulações entre o PT e a base governista visando as eleições estaduais.
Redação do papo informativo 🗞️


O ex-diretor do Hospital de Trauma de Campina Grande, Pedro Segundo, foi nomeado para o cargo de diretor executivo do Hospital das Clínicas de Campina Grande. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (07/05).
Pedro Segundo já esteve à frente da direção do Hospital de Trauma de Campina Grande e agora passa a assumir uma nova função na área da saúde pública estadual. Ele é esposo da vereadora Kallyna Dias e aliado político do deputado federal Aguinaldo Ribeiro.
🗞️ Redação do papo informativo


Nesta quarta-feira (06/05), o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), esteve reunido com o presidente nacional do PT, Edinho Silva. O principal tema do encontro foi a composição da chapa governista para as próximas eleições, especialmente a vaga de vice-governador, espaço que o PT deseja ocupar de forma mais protagonista.
A presidente estadual do partido, Cida Ramos, avaliou a reunião como positiva e confirmou à imprensa paraibana que a legenda seguirá alinhada politicamente com Lucas Ribeiro.
Na saída da Granja Santana, Cida Ramos conversou com o jornalista Rubens Júnior e descartou qualquer possibilidade de disputar a vaga de vice na chapa governista. Segundo a deputada, seu foco permanece na disputa pela reeleição para a Assembleia Legislativa da Paraíba.
Redação do papo informativo


Um homem de 46 anos morreu após ser atropelado por um ônibus, na tarde desta quarta-feira (6), em frente ao Mercado Público de Mangabeira, na Zona Sul de João Pessoa.
De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima, identificada como Fábio Alves da Silva, foi encontrada desacordada. As equipes tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
Em nota, a Sintur-JP informou que o ônibus havia acabado de retomar a operação após o embarque e desembarque de passageiros em um ponto e seguia pela faixa exclusiva no momento do atropelamento.
Também destacaram que o motorista permaneceu no local e acompanhou os procedimentos realizados pela Semob e pelas demais autoridades.
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. A Polícia Civil e a perícia estiveram no local para iniciar as investigações.
Correio notícias 🗞️


Pacientes que realizam tratamento de hemodiálise pelo SUS no Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, relataram nesta quarta-feira (6) problemas e atrasos no atendimento. O procedimento é essencial para pessoas com insuficiência renal e precisa ser realizado, em média, três vezes por semana.
Entre os pacientes afetados está o filho de Dona Juraci, que contou à TV Paraíba que a última sessão dele ocorreu no último sábado (2). Desde então, segundo ela, o estado de saúde do paciente vem se agravando.
“Ele está passando mal, sem dormir direito e com muita falta de ar. Disseram para a gente vir hoje, mas quando chegamos aqui não tinha atendimento. Como é que faz? Leva para casa para morrer? É muito triste depender de uma máquina para continuar vivendo”, lamentou.
O Hospital Antônio Targino é uma unidade privada, porém os atendimentos de hemodiálise são feitos por meio de parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS). A direção do hospital informou que os serviços foram afetados devido à falta de insumos que deveriam ser fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande.
A reportagem da TV Paraíba entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, mas até o fechamento da matéria não houve retorno.
Outra paciente, Lourdes Gomes, também demonstrou preocupação com a situação e alertou para os riscos causados pela interrupção do tratamento.
“Sem a hemodiálise, o paciente corre risco de morte, principalmente se passar mais de duas sessões sem fazer o procedimento. Estamos aqui porque nossas vidas estão em perigo”, afirmou.
🗞️ Redação do papo informativo com informações do jornal da Paraíba


O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, declarou que a decisão de apoiar a candidatura de João Azevêdo ao Senado não está mais restrita à sua vontade individual, mas dependerá do posicionamento do grupo político que integra a atual gestão municipal. A fala ocorreu nesta quarta-feira (6), durante entrevista ao programa Correio Debate, da rádio Correio 98FM.
Apesar de ser um dos principais representantes do PSB na Paraíba — mesma legenda de João Azevêdo —, o cenário político passou por mudanças recentes, especialmente após o rompimento entre o ex-governador e o ex-prefeito da capital, Cícero Lucena, que deve disputar o Governo do Estado.
Durante a entrevista, Leo ressaltou o reconhecimento e a gratidão que tem por João Azevêdo, deixando claro que nunca escondeu sua posição de apoio. No entanto, destacou que, à frente da Prefeitura de João Pessoa, não pode tomar decisões de forma isolada e precisa considerar a opinião de todo o seu grupo político.
Segundo ele, a definição será construída em conjunto, ouvindo deputados, vereadores e demais aliados, além do próprio Cícero Lucena. O gestor também mencionou a necessidade de dialogar com lideranças que, segundo ele, perderam espaço no governo estadual e que hoje fazem parte de sua base política.
🗞️ Redação do papo informativo


A Procuradoria-Geral da República (PGR) sustenta que permanecem os elementos que justificaram as prisões preventivas e, por isso, entende que não há fundamento para revogar as medidas. Em manifestação assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, o órgão afirma que os investigados teriam atuado para favorecer um esquema de descontos ilegais em aposentadorias de associados ligados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer), entidade que está no centro das investigações.
A defesa de Alessandro Stefanutto apresentou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) negando qualquer recebimento de vantagens indevidas relacionadas ao suposto esquema no INSS e alegando ausência de motivos para a continuidade da prisão. Os advogados de Virgílio e André Paulo Félix Fidélis também defenderam, junto à Corte, que as detenções não possuem mais justificativa legal. A decisão sobre os pedidos caberá ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF.
Segundo a PGR, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, na condição de procurador-chefe do INSS, teria dado respaldo jurídico aos interesses da Conafer e, em troca, recebido benefícios financeiros do grupo investigado, liderado por Carlos Roberto Ferreira Lopes. Já André Paulo Félix Fidélis, então diretor de Benefícios do instituto, é apontado como responsável por permitir a continuidade das fraudes em benefício da entidade, também mediante pagamentos ilícitos.
No caso de Alessandro Stefanutto, a Procuradoria afirma haver indícios consistentes de sua participação no esquema. O órgão destaca que ele ocupou cargos estratégicos dentro do INSS — inicialmente como procurador-chefe e posteriormente como presidente da autarquia — e teria exercido papel central no chamado núcleo institucional da organização, garantindo a manutenção do sistema de descontos indevidos que beneficiava a entidade investigada.
A PGR argumenta que o quadro para decretar as prisões permanece o mesmo e, por isso, não há motivos para a revogação. Na manifestação, assinada pelo vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand, a Procuradoria diz que eles favoreceram desvios envolvendo descontos ilegais de aposentadorias dos filiados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer), uma das entidades sob investigação.
A defesa de Stefanutto negou, em petição apresentada ao STF, que ele tenha recebido pagamentos de propina do esquema do INSS e argumentou que não há motivos para a manutenção da sua prisão. As defesas de Virgílio e Fidelis também afirmaram ao STF que as prisões não se justificam. Caberá agora ao ministro do STF André Mendonça, relator do caso, decidir sobre os pedidos de revogação das prisões preventivas.
“Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, valendo-se do cargo de ProcuradorChefe do INSS, foi quem legitimou, do ponto de vista jurídico, os interesses ilícitos da CONAFER. E obteve, por isso, os favores financeiros do grupo liderado por Carlos Roberto Ferreira Lopes. Também integrante da estrutura da autarquia, André Paulo Félix Fidélis foi Diretor de Benefícios e, no exercício dessa função, viabilizou a perpetuação das fraudes em favor da CONAFER, recebendo reiterados pagamentos da organização criminosa. Os indícios são igualmente consistentes para Alessandro Antônio Stefanutto, inicialmente Procurador-Chefe e, depois, Presidente do Órgão, além de figura essencial do núcleo institucional da organização que, em posição de liderança, recebia pagamentos ilícitos para garantir a manutenção da engrenagem dos descontos indevido que beneficiaram aquela entidade associativa”, escreveu a PGR.
– Redação do papo informativo.


O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou quase no fim da noite desta terça-feira, após mais de nove horas de reunião, com momentos tumultuados, a suspensão, por 60 dias, dos mandatos de três parlamentares Marcos Pollon e Zé Trovão, do PL, e Marcel van Hattem, do partido Novo.
A punição foi motivada pelo motim após a ocupação da Mesa Diretora da Casa por 30 horas em agosto do ano passado.Na ocasião, os parlamentares impediram fisicamente o presidente da Câmara, Hugo Motta, de sentar na cadeira da presidência. O ato foi um protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e uma forma de pressionar pela aprovação da anistia ao condenados pela tentativa de golpe.
O afastamento não é imediato. Os três parlamentares ainda podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça. A decisão final sobre a suspensão caberá ao plenário da Câmara.
Se a suspensão for mantida, os três deputados ficarão proibidos de votar em matérias ou exercer qualquer atividade legislativa, e vão ficar sem receber salários, verba de gabinete e emendas parlamentares.
Fonte: CBN