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Investigação cita troca de mensagens entre o senador e o empresário Augusto Lima envolvendo pedido de interlocução com Margareth Menezes.
A Polícia Federal identificou, no âmbito de uma investigação, mensagens que indicam um pedido de intermediação feito pelo empresário Augusto Lima ao senador Jaques Wagner (PT-BA). Segundo a apuração, Lima buscava estabelecer contato com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, para tratar de assuntos relacionados ao Instituto Terra Firme.
De acordo com a PF, Augusto Lima, que foi sócio do banqueiro Daniel Vorcaro no Banco Master, teria solicitado ao parlamentar que conversasse com a ministra sobre a instituição, fundada pelo empresário e atualmente presidida por sua esposa, a ex-ministra Flávia Peres.
As mensagens analisadas pelos investigadores mostram que, em 31 de outubro de 2023, Jaques Wagner tentou ligar para Augusto Lima. Como a chamada não foi atendida, o empresário enviou, cerca de dez minutos depois, uma mensagem mencionando o nome de Margareth Menezes.
No dia seguinte, o senador entrou novamente em contato com Lima para solicitar o telefone do piloto de uma aeronave utilizada pelo empresário, com o objetivo de organizar uma viagem ao Rio de Janeiro. Após fornecer a informação, Lima aproveitou a conversa para perguntar se Wagner havia conseguido falar com a ministra sobre o Instituto Terra Firme.
O conteúdo das conversas integra o material reunido pela Polícia Federal durante a investigação. Até o momento, a divulgação das mensagens não representa conclusão sobre eventual prática de irregularidades, e o caso segue sob apuração pelas autoridades competentes.
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Conselho Pleno referendou medida que apura o uso de comandos ocultos em petições para influenciar sistemas de IA utilizados pelo Tribunal de Justiça da Paraíba
O Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB) decidiu manter a suspensão cautelar do exercício profissional de dois advogados investigados por suposta utilização de comandos ocultos em petições judiciais com o objetivo de interferir em sistemas de inteligência artificial empregados como ferramenta de apoio pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
A decisão foi tomada durante sessão realizada nesta quinta-feira (30) e confirmou a medida cautelar determinada no início de julho pelo presidente da OAB-PB, Harrison Targino. A suspensão está fundamentada no artigo 49 do Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94), que autoriza a adoção de providências excepcionais para resguardar a dignidade da profissão, o interesse público e a regularidade dos processos disciplinares.
Segundo a Ordem, a medida possui caráter preventivo e não representa julgamento definitivo dos fatos, garantindo aos profissionais investigados o direito ao contraditório e à ampla defesa durante a apuração.
Um dos casos teve origem em representação encaminhada pela juíza Juliana Duarte Maroja, responsável pelo Núcleo de Justiça 4.0 de Saúde Suplementar do TJPB. O procedimento tramita sob segredo de justiça e envolve o cumprimento de sentença relacionado ao custeio de tratamento multidisciplinar para uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
De acordo com a magistrada, foram encontrados comandos ocultos inseridos em petições protocoladas no processo. As instruções estariam escritas em fonte branca, com tamanho reduzido e fragmentação de palavras, tornando-se praticamente invisíveis para a leitura convencional, mas passíveis de serem interpretadas pelo sistema MinutaIA, ferramenta utilizada pelo Judiciário para auxiliar na elaboração de minutas de decisões.
A documentação enviada à OAB informa que a suposta irregularidade foi identificada em duas petições eletrônicas protocoladas em fevereiro de 2026. A análise técnica foi acompanhada de parecer elaborado pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DITEC) do Tribunal de Justiça da Paraíba.
Ao justificar a suspensão cautelar, Harrison Targino afirmou que a atuação da Ordem busca preservar a credibilidade da advocacia e assegurar que os fatos sejam apurados de forma adequada. Segundo ele, sempre que houver indícios de condutas capazes de comprometer a ética profissional, a boa-fé processual e a confiança da sociedade na atuação dos advogados, a instituição deve agir dentro dos instrumentos previstos em lei.
O segundo procedimento disciplinar foi encaminhado pela 5ª Vara Mista da Comarca de Sousa. Nesse caso, um magistrado identificou a existência de comandos ocultos distribuídos ao longo de sete páginas de embargos de declaração apresentados por um advogado.
Conforme registrado nos autos, o texto oculto continha instruções direcionadas a ferramentas de inteligência artificial para que desconsiderassem critérios de imparcialidade, tratassem os argumentos apresentados pela parte como incontestáveis e sugerissem o provimento do recurso. O conteúdo ainda indicava que a inserção serviria como um teste para verificar se decisões judiciais estariam sendo produzidas exclusivamente por inteligência artificial.
Na defesa apresentada à OAB-PB, um dos advogados admitiu ter assinado e protocolado as petições, mas negou ter inserido deliberadamente os comandos. Ele sustentou que o problema poderia ter ocorrido em razão do reaproveitamento de modelos de documentos, da conversão de arquivos ou de alguma integração involuntária no fluxo de trabalho do escritório. Também informou ter adotado medidas internas para revisar procedimentos e comunicado o episódio à Ouvidoria da OAB-PB.
As justificativas, entretanto, não afastaram os indícios apontados na fase inicial da apuração, razão pela qual a suspensão cautelar foi mantida até o prosseguimento do processo ético-disciplinar.
O que é prompt injection?
Conhecida como “prompt injection”, a técnica consiste na inserção de comandos ocultos em documentos para tentar influenciar o comportamento de sistemas de inteligência artificial. Em vez de serem visualizados pelo leitor humano, esses comandos são direcionados aos modelos de IA, buscando alterar a forma como o conteúdo é interpretado ou processado.
O caso é considerado um dos primeiros no país envolvendo a investigação do uso desse tipo de técnica em peças processuais e levanta discussões sobre os limites éticos do emprego da inteligência artificial na atividade jurídica.
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Crescimento do endividamento é impulsionado por gastos do governo e pelo peso dos juros, enquanto especialistas alertam para riscos nas contas públicas.
A dívida pública brasileira voltou a registrar forte crescimento e chegou ao patamar de R$ 9,27 trilhões em junho, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Em apenas um mês, o estoque da dívida aumentou mais de R$ 200 bilhões, o equivalente a uma média próxima de R$ 8 bilhões por dia.
A dívida pública representa o total de recursos que o governo deve a investidores e instituições financeiras. Quando a arrecadação de impostos não é suficiente para cobrir as despesas da administração pública, o governo emite títulos do Tesouro Nacional para captar recursos e financiar compromissos como pagamento de servidores, benefícios previdenciários, programas sociais e outras despesas obrigatórias.
Os números mostram que o endividamento da União continua em trajetória de alta. Em maio, a dívida estava em R$ 9,03 trilhões, e a expectativa do Tesouro Nacional é que esse montante continue aumentando, podendo alcançar R$ 10,3 trilhões até o encerramento do ano.
Especialistas apontam que o crescimento da dívida não está relacionado apenas à realização de novas despesas. De acordo com o pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rafael Barbosa, uma parcela significativa da alta registrada em junho foi provocada pelo pagamento dos juros incidentes sobre a própria dívida pública.
Já o professor de Economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Ecio de Farias Costa, avalia que a dificuldade em controlar o avanço dos gastos públicos pode elevar a percepção de risco do Brasil no mercado financeiro. Segundo ele, esse cenário leva investidores a exigir remunerações maiores para continuar financiando o governo, pressionando ainda mais as taxas de juros.
Além do aumento da dívida, as contas públicas seguem no vermelho. O governo federal encerrou o primeiro semestre do ano com déficit de R$ 92 bilhões, resultado considerado o segundo pior da série histórica iniciada em 1997. Somente em junho, o saldo negativo foi de R$ 48 bilhões.
O déficit ocorre quando o volume de despesas supera a arrecadação de receitas, ampliando a necessidade de financiamento por meio da emissão de novos títulos da dívida pública.
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Decisão do ministro André Mendonça atende a pedido da Polícia Federal, que apura suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo contratos na área de cannabis medicinal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A medida atende a um pedido da Polícia Federal, que busca apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção relacionadas a negociações envolvendo o Ministério da Saúde.
A investigação foi distribuída ao gabinete de Mendonça por sorteio. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que Lulinha teria atuado para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em tratativas voltadas à comercialização de medicamentos à base de cannabis medicinal para o governo federal.
Antônio Carlos Camilo Antunes é investigado na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. Conforme a PF, ele também buscava expandir negócios na área da saúde por meio da empresa World Cannabis.
As apurações indicam que o lobista tentou viabilizar contratos com o Ministério da Saúde durante os anos de 2024 e 2025 para o fornecimento de medicamentos à base de canabidiol. No entanto, segundo as investigações, nenhuma contratação foi efetivada.
Outro ponto analisado pela Polícia Federal é a suspeita de que Lulinha tenha intermediado contatos para que o empresário fosse recebido por integrantes do Ministério da Saúde. Entre os encontros investigados está uma reunião com Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, que à época ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta. Posteriormente, Berger assumiu uma função no Gabinete Pessoal da Presidência da República.
A investigação também menciona a participação da empresária Roberta Luchsinger, apontada como responsável por prospectar oportunidades de negócios para a World Cannabis junto ao governo federal. A defesa dela afirma que sua atuação foi regular e nega qualquer repasse de recursos a Lulinha.
Em nota, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Fábio Luís Lula da Silva, afirmou que o novo inquérito representa uma tentativa de ampliar as investigações após a Polícia Federal não encontrar elementos que ligassem seu cliente às fraudes apuradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo ele, não há qualquer relação de Lulinha com os fatos investigados.
Também por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que nunca firmou contratos com a World Cannabis nem com empresas ou acionistas citados na investigação. A pasta acrescentou que, por essa razão, não houve repasse de recursos públicos às pessoas ou empresas mencionadas.
Com a autorização do STF, a Polícia Federal dará continuidade às diligências para esclarecer se houve utilização de influência política em benefício de interesses privados nas negociações envolvendo o Ministério da Saúde.
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Prefeito de João Pessoa afirma que conversa com diferentes partidos e diz que definirá seu futuro político após concluir as articulações em andamento.
O cenário político na Paraíba pode ganhar um novo capítulo nos próximos dias com a possível mudança partidária do prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra.
Durante entrevista concedida nesta quinta-feira (30), o gestor confirmou que vem sendo procurado por diferentes legendas e reconheceu que o PSDB está entre as siglas interessadas em sua filiação.
Segundo Leo, o convite para ingressar no partido foi feito pelo presidente nacional da legenda, Aécio Neves. Apesar disso, ele afirmou que as conversas não se restringem aos tucanos e que outras agremiações também abriram diálogo visando uma eventual filiação.
A possibilidade de mudança ganhou ainda mais repercussão após mudanças na condução da Federação PSDB/Cidadania na Paraíba, que passou a contar com um aliado do prefeito em posição estratégica, fato que ampliou as especulações sobre uma aproximação entre Leo Bezerra e o partido.
Sem antecipar qual será sua decisão, o prefeito reconheceu que o momento exige cautela e afirmou que ainda analisa o cenário político antes de definir qual caminho seguirá.
“Não só de Aécio, mas de diversos outros partidos. Estamos dialogando e conversando. Todos sabem dos momentos que estou vivendo dentro do PSB”, afirmou.
Caso a mudança se confirme, a saída de Leo Bezerra do PSB poderá provocar reflexos nas articulações políticas para as eleições de 2026, especialmente na formação de alianças e na reorganização das forças partidárias na Paraíba.
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Ataque ocorreu durante a madrugada, após o encerramento da Festa de João Pedro, em Vieirópolis; suspeitos foram localizados pouco tempo depois e levados à delegacia.
Dois homens foram presos na madrugada desta quinta-feira (30) suspeitos de incendiarem uma viatura da Polícia Militar em Vieirópolis, município localizado no Sertão da Paraíba. A ação ocorreu poucas horas após o término da tradicional Festa de João Pedro e mobilizou equipes das forças de segurança da região.
Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos, de 49 e 31 anos, ambos moradores da cidade, teriam atacado o veículo oficial que estava estacionado em frente ao Destacamento da Polícia Militar. Antes de incendiar a viatura, eles também teriam arremessado pedras contra o automóvel.
Após a ação, a dupla deixou o local em uma motocicleta. No entanto, policiais militares iniciaram diligências e conseguiram localizar os suspeitos pouco tempo depois. Eles foram detidos e conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Sousa, onde o caso foi registrado.
Conforme as investigações iniciais, os dois homens não possuem antecedentes criminais e, de acordo com a Polícia Civil, também não apresentam histórico de transtornos mentais.
Após os procedimentos legais, os suspeitos permaneceram à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias e a motivação do ataque à viatura da Polícia Militar.
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Auditoria aponta ausência de documentos que comprovem a execução dos serviços contratados para recuperação de royalties de petróleo e gás natural.
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) determinou que a ex-prefeita de Bayeux, Luciene Andrade Gomes Martinho, apresente esclarecimentos, no prazo de 20 dias, sobre supostas irregularidades envolvendo a contratação de um escritório de advocacia para atuar na recuperação de royalties de petróleo e gás natural.
A decisão também alcança o escritório Palmeira & Melo Advogados Associados, que deverá prestar informações ao órgão de controle sobre a execução dos serviços previstos no contrato firmado com o município.
De acordo com relatório de Inspeção Especial de Licitações e Contratos, elaborado pelo conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, a auditoria identificou que, embora existam registros como notas de empenho, transferências bancárias e notas fiscais, não foram apresentados documentos que comprovem a efetiva prestação dos serviços advocatícios contratados.
A apuração envolve a Inexigibilidade de Licitação nº 002/2021 e o Contrato nº 047/2021, firmados para viabilizar a recuperação de recursos provenientes de royalties administrados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo os dados da auditoria, as despesas vinculadas ao contrato alcançaram R$ 11.226.742,93 em 2021. No ano seguinte, foram registradas novas despesas no valor de R$ 864.920,90, elevando o total empenhado para R$ 12.091.663,83 no período de 2021 a 2022.

Os pagamentos efetuados pelo município somaram R$ 10.553.298,91 em 2021 e mais R$ 864.920,90 em 2022, totalizando R$ 11.418.219,81.
Apesar da documentação financeira apresentada pela gestão, os auditores concluíram que ainda não há elementos suficientes para comprovar que os serviços contratados foram efetivamente executados. Por esse motivo, o TCE-PB determinou a citação da ex-prefeita e do escritório de advocacia para que apresentem justificativas e a documentação considerada necessária para o esclarecimento dos fatos.
Os royalties de petróleo e gás natural são uma compensação financeira paga pelas empresas que exploram esses recursos no país. Os valores são destinados à União, estados e municípios beneficiários, conforme critérios definidos pela legislação federal e administrados pela ANP. O cálculo considera a alíquota aplicada ao campo produtor, o volume produzido e o preço de referência do petróleo e do gás natural em cada período.
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Vereadora de Campina Grande passa a integrar a chapa do MDB para as eleições de 2026 e destaca fortalecimento do grupo político e da participação feminina.
A vereadora de Campina Grande Ivonete Ludgério (PSD) aceitou o convite para integrar a chapa do deputado estadual André Gadelha (MDB) como primeira suplente na disputa por uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. A definição reforça a presença política do grupo em Campina Grande, município que concentra o segundo maior colégio eleitoral da Paraíba.
Em seu terceiro mandato na Câmara Municipal, Ivonete passa a fazer parte da composição majoritária liderada por André Gadelha, ampliando a participação do PSD na aliança para o pleito do próximo ano.
A parlamentar é esposa do ex-deputado estadual Manoel Ludgério (PV), que disputará uma cadeira na Assembleia Legislativa da Paraíba. Na campanha de 2026, Manoel deverá apoiar a pré-candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo do Estado e as candidaturas de André Gadelha (MDB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ao Senado Federal, já que estarão em disputa duas vagas para a Casa.
Ao comentar a decisão, Ivonete afirmou que aceitou o convite por entender que poderá contribuir para o fortalecimento do projeto político e ressaltou a importância da presença feminina na chapa.
“Sou do PSD e fizemos essa composição aceitando o convite de André para ser primeira suplente de senadora nessa chapa. Faço isso para fortalecer o grupo. Como mulher, acredito que vou fortalecer, porque o gênero está aí mostrando que a gente tem capacidade, coragem e determinação”, declarou.
Ivonete Ludgério integra atualmente a base de apoio do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), e sua indicação como primeira suplente representa mais um movimento nas articulações políticas para as eleições de 2026.
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Durante o programa Paraíba Agora, jornalista afirmou que o senador tem adotado uma postura mais ríspida com a imprensa, criticou a atuação de assessores e atribuiu o comportamento ao cenário político pré-eleitoral.
Durante o programa Paraíba Agora, o jornalista Gutemberg Cardoso fez duras críticas à postura adotada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo diante do atual cenário político e eleitoral. Na análise, o comunicador afirmou que o parlamentar tem demonstrado um comportamento diferente daquele que marcou sua trajetória política.
Segundo Cardoso, Veneziano estaria apresentando sinais de nervosismo durante suas aparições públicas, especialmente quando é questionado por jornalistas. O comunicador afirmou que o senador tem reagido de forma ríspida, classificando sua postura como “mal-educada” e “grosseira” em determinados momentos.
Outro ponto destacado foi a atuação de assessores que acompanham o parlamentar. De acordo com o jornalista, integrantes da equipe estariam adotando uma postura intimidatória contra profissionais da imprensa, chegando, segundo seu relato, a dificultar o trabalho dos repórteres quando perguntas consideradas desconfortáveis são feitas.
Na avaliação de Gutemberg Cardoso, o senador também estaria sendo mal orientado por pessoas próximas, que, em vez de contribuir para sua estratégia política, acabam prejudicando sua imagem perante a opinião pública.
O jornalista ainda associou esse comportamento ao atual ambiente pré-eleitoral, afirmando que a instabilidade demonstrada por Veneziano pode refletir preocupação com o cenário político e com a disputa envolvendo Rui Galdino. Como conclusão, Cardoso aconselhou o senador a adotar uma postura mais equilibrada, concentrando esforços no fortalecimento de sua base política e de sua coligação, em vez de transmitir sinais de tensão diante dos adversários.
As declarações representam a análise e a opinião do jornalista durante o programa e refletem sua interpretação sobre o momento político vivido pelo senador.
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Levantamento realizado com mais de 5 mil eleitores mostra o presidente liderando disputas contra cinco possíveis adversários; pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança em todos os cenários simulados de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, de acordo com a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (29).
No confronto contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), Lula registra 49,2% das intenções de voto, enquanto o parlamentar soma 42,9%. Os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos representam 7,9% do total.
Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente alcança 48,2%, contra 38,9% do adversário. Nesse cenário, 12,9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não souberam responder.
A pesquisa também simulou um segundo turno entre Lula e Romeu Zema (Novo). O presidente aparece com 48,6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais registra 39,6%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,8%.
Já em um cenário contra Renan Santos (Missão), Lula teria 47,6% da preferência do eleitorado, diante de 30,2% do adversário. Nesse caso, o percentual de eleitores que não escolheram nenhum dos candidatos ou não responderam chega a 22,2%.
Na simulação contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Lula também mantém vantagem, com 48,8% das intenções de voto, ante 42,5% da possível candidata. Os votos brancos, nulos e os indecisos correspondem a 8,8%.
Metodologia
O levantamento foi realizado pelo instituto Atlas/Bloomberg entre os dias 22 e 27 de julho, ouvindo 5.021 eleitores em todas as regiões do país. A pesquisa apresenta margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O estudo foi financiado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08602/2026.
Fonte: CNN Brasil.
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