
NOTÍCIAS DO MOMENTO!












A proibição da exploração e da publicidade das apostas de quota fixa no Brasil deve provocar um impacto significativo no mercado de comunicação, especialmente nas emissoras de televisão. A Medida Provisória nº 1.394, publicada nesta sexta-feira (25), proibiu a publicidade, propaganda, marketing e patrocínio relacionados às bets em meios físicos e digitais.
Pela medida, os materiais publicitários e sinais de patrocínio existentes deverão ser retirados em até dez dias. A proibição também alcança apostas esportivas e jogos online.
O tamanho do mercado atingido ajuda a dimensionar o impacto. Levantamento da Tunad aponta que as empresas de apostas investiram R$ 1,44 bilhão em publicidade em TV aberta, TV paga e rádio durante 2025. A televisão aberta concentrou aproximadamente 85% desse volume.
Isso significa que, considerando apenas o investimento destinado à televisão aberta, o setor movimentou algo próximo de R$ 1,22 bilhão em publicidade ao longo de 2025.
O valor, entretanto, não deve ser interpretado como uma perda direta de R$ 1,22 bilhão para as emissoras. O levantamento mede o investimento publicitário das bets nos diferentes meios, e não necessariamente a receita líquida recebida por cada empresa de comunicação. Além disso, parte desse dinheiro era destinada a rádio, TV paga e outras plataformas.
Bets estavam entre os maiores anunciantes
A força financeira das casas de apostas transformou o setor em uma das principais categorias de anunciantes da televisão brasileira.
Dados da Tunad mostram que o mercado de TV linear — considerando televisão aberta e paga — movimentou R$ 24,5 bilhões em publicidade em 2025. As bets responderam por cerca de R$ 1,4 bilhão, colocando o segmento entre os principais investidores publicitários do país.
O investimento também apresentou forte relação com o calendário esportivo. Em junho de 2025, por exemplo, as bets desembolsaram aproximadamente R$ 164,5 milhões em mídia, o maior volume mensal do ano. Em janeiro, foram R$ 66,7 milhões.
Impacto vai além dos comerciais
A mudança também afeta contratos de patrocínio e ações comerciais vinculadas ao esporte. A MP determina que ficam proibidas as ações de comunicação, publicidade, marketing e patrocínio das empresas de apostas, independentemente do meio utilizado.
Na prática, emissoras, clubes, campeonatos, programas esportivos, eventos e outros segmentos que mantinham contratos comerciais com casas de apostas terão de se adaptar às novas regras.
O efeito econômico, portanto, não se limita aos intervalos comerciais. O mercado de apostas havia construído uma ampla presença no futebol e em outros conteúdos esportivos, tornando-se uma fonte relevante de recursos para diferentes setores da indústria de comunicação e entretenimento.
Um novo desafio para as emissoras
Com a saída das bets do mercado publicitário, as emissoras terão de buscar novos anunciantes para ocupar o espaço deixado pelas empresas de apostas.
Ainda não é possível calcular quanto cada emissora perderá individualmente. Também não há, neste momento, um levantamento consolidado que permita afirmar qual será a redução efetiva de receita de empresas como Globo, Record, SBT, Band e RedeTV!.
O que os números disponíveis mostram é que um mercado publicitário superior a R$ 1,4 bilhão por ano, considerando TV aberta, TV paga e rádio, deixa de existir para as bets dentro do modelo que estava em vigor até a publicação da medida.
Para a televisão aberta, que concentrava cerca de 85% desses investimentos, o impacto potencial é particularmente relevante.
Fonte: Tunad, Medida Provisória nº 1.394/2026 e dados de mercado.
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O cenário político e econômico do futebol brasileiro atingiu seu ponto de máxima fervura nas últimas semanas. A assinatura da Medida Provisória (MP) pelo governo federal, que proíbe o funcionamento e a publicidade das casas de apostas no país, desencadeou uma onda de revolta e pânico financeiro nos bastidores de 14 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. Liderados pelas maiores potências financeiras do país, os clubes iniciaram uma forte mobilização política e jurídica contra o que classificam como um “colapso anunciado” do esporte nacional.
O impacto estimado é avassalador: o mercado de apostas esportivas projetava injetar cerca de R$ 1,1 bilhão no futebol brasileiro na atual temporada. Sem esses recursos, as diretorias de gigantes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo alertam para a incapacidade imediata de honrar compromissos básicos e folhas salariais bilionárias já nos próximos meses.
O Rombo Bilionário: Os Contratos em Risco
A dependência do futebol nacional em relação às “bets” é profunda. Quase a totalidade dos clubes da elite estampa marcas de apostas no espaço mais nobre de suas camisas. Veja os valores anuais estimados que estão sob risco iminente de congelamento ou rescisão:
Flamengo (Betano): R$ 268,5 milhões. A diretoria rubro-negra informou internamente que não possui um “plano B” imediato capaz de suprir a perda do maior contrato de patrocínio do país.
Corinthians (Esportes da Sorte): R$ 150 milhões. O clube vive clima de forte apreensão nos bastidores sobre o pagamento de suas obrigações financeiras e parcelas de contratações recentes.
Palmeiras (Sportingbet): R$ 100 milhões fixos. O contrato assinado recentemente para o biênio 2025/2026 foi diretamente atingido pela MP.
São Paulo (Superbet): R$ 80 a R$ 90 milhões. O clube do Morumbi também não enxerga alternativas no mercado tradicional para substituir os valores acordados a curto prazo.
Fluminense (Superbet): R$ 58 a R$ 86 milhões. A diretoria tricolor já recebeu notificações da empresa parceira sobre a possibilidade de rompimento contratual.
Nota: Botafogo (VBet), Cruzeiro (Betnacional), Vasco (Sportingbet), Atlético-MG (H2Bet), Santos (Novibet), Vitória (Bet7k), Grêmio (Pitaco), Remo (Vai de Bet) e Chapecoense (ZeroUm Bet) completam a lista de times com patrocínios máster diretamente asfixiados pela medida.
A Estratégia de Contra-Ataque dos Clubes
Diante do prejuízo histórico, os clubes e as federações estaduais decidiram deixar as rivalidades de lado para adotar uma estratégia de defesa coordenada em três frentes:
Processos contra a União por “Violência Jurídica”: Advogados especializados em direito esportivo já preparam ações judiciais coletivas e individuais contra o governo federal. Os clubes alegam que a MP fere o princípio da segurança jurídica ao quebrar contratos privados legítimos de forma abrupta, sem prever qualquer tipo de transição ou compensação financeira.
O Manifesto das “Dez Perguntas para Lula”: Sob a articulação de lideranças políticas do esporte, os clubes redigiram um documento técnico direcionado ao presidente da República. O texto questiona diretamente o impacto da medida na arrecadação de impostos federais, a perda de empregos no setor e a falta de diálogo prévio com a indústria do esporte.
Pressão por Regulamentação Estrita em vez de Banimento: O argumento central do futebol brasileiro é que a proibição total empurrará o mercado de apostas de volta para a ilegalidade e para o exterior, deixando de arrecadar tributos. Os clubes defendem que a fiscalização e punição a fraudes sejam endurecidas, mas que a atividade econômica legítima seja preservada.
Governo Recua e Sinaliza Abertura para Diálogo
A forte e uníssona reação do mundo do futebol surtiu o primeiro efeito político. Diante do risco real de paralisação de campeonatos e do fechamento de postos de trabalho, o governo federal sinalizou um recuo estratégico na rigidez da medida.
Nos próximos dias, uma reunião de emergência deve ser convocada em Brasília entre ministros de Estado, presidentes de federações e mandatários dos principais clubes. O objetivo do Palácio do Planalto é abrir um canal de negociação para mensurar a crise e tentar desenhar um modelo de transição que evite a falência técnica do esporte mais popular do país.
🗞️ Redação do papo informativo
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O ex-prefeito de Cabedelo Vitor Hugo (MDB) declarou, neste sábado (26), apoio à candidatura do deputado estadual Hervázio Bezerra (MDB), que busca a reeleição para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
A decisão foi anunciada um dia após o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) manter o indeferimento do registro de candidatura de Vitor Hugo, que pretendia disputar uma vaga nas eleições deste ano.
Por meio das redes sociais, o ex-prefeito informou que levou cerca de 30 lideranças de João Pessoa para aderirem ao projeto político de Hervázio. Segundo Vitor Hugo, o grupo deverá atuar em apoio à campanha do deputado.
“Hoje pela manhã, levamos 30 lideranças de João Pessoa para o projeto do deputado estadual Hervázio”, afirmou. Ele também agradeceu aos apoiadores pela permanência no grupo e destacou a união em torno da candidatura.
Vitor Hugo ainda declarou que pretende participar da caminhada eleitoral ao lado de Hervázio e estabeleceu como meta a conquista de 50 mil votos para o deputado.
O anúncio ocorre após o ex-prefeito comunicar, na sexta-feira (25), que faria uma pausa em sua campanha. Na ocasião, Vitor Hugo afirmou que precisava se afastar temporariamente diante dos acontecimentos recentes e disse que confiava no tempo para esclarecer a situação.
Com o impedimento de sua candidatura, Vitor Hugo passa a concentrar sua atuação política no apoio a outros nomes do grupo durante o período eleitoral.
🗞️ Redação do papo informativo
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O prefeito de Fagundes, Júnior Maranhão, contestou a informação de que o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) teria destinado cerca de R$ 12 milhões em recursos para o município.
A manifestação ocorreu após a divulgação de informações atribuindo ao senador o envio do montante para Fagundes. Segundo o prefeito, embora reconheça que Veneziano tenha destinado recursos à cidade durante o período em que esteve à frente da Prefeitura, o valor apresentado não corresponde à realidade.
Júnior Maranhão afirmou que os recursos efetivamente destinados pelo senador não alcançam os R$ 12 milhões divulgados.
Prefeito cita equipamentos que não teriam chegado
Além de questionar o valor total apresentado, o prefeito afirmou que parte dos recursos e equipamentos anunciados ou prometidos para Fagundes não chegou à administração municipal.
Entre os itens mencionados por Júnior Maranhão estão coletores de lixo e equipamentos que seriam utilizados na manutenção e melhoria das estradas vicinais do município.
De acordo com o gestor, esses exemplos reforçam a divergência entre o que foi anunciado publicamente e aquilo que, segundo ele, efetivamente chegou à Prefeitura.
A declaração de Júnior Maranhão estabelece uma divergência pública em relação aos números divulgados sobre os recursos destinados por Veneziano a Fagundes.
O prefeito não negou a atuação do senador em relação ao envio de recursos para o município, mas questionou especificamente o montante de aproximadamente R$ 12 milhões apresentado na divulgação.
Até o momento, a discussão apresentada pelo gestor está concentrada na diferença entre os valores anunciados e os recursos que, segundo ele, foram efetivamente destinados e recebidos pelo município.
Confira o vídeo:
🗞️ Redação do papo informativo
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A abertura do Imagineland On The Road 2026, nesta sexta-feira (25), em Campina Grande, foi marcada também pelo reconhecimento à atuação de Rosália Lucas na articulação que levou o festival de cultura pop para a Paraíba e, posteriormente, para o interior do estado.
Durante o evento realizado no Centro de Convenções de Campina Grande, Rosália foi citada pelo governador e candidato Lucas Ribeiro e pelo fundador e CEO do Imagineland, João Paulo Sette, como uma das principais responsáveis pela identificação da oportunidade e pela articulação para trazer o festival à Paraíba.
A trajetória do evento está diretamente ligada ao período em que Rosália esteve à frente da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba. Segundo ela, a estratégia começou a ser construída ainda em 2022, com a perspectiva de ampliar a agenda de grandes eventos no estado.
“Desde sempre eu acreditei que a Paraíba tinha capacidade de realizar o Imagineland e oferecer toda a estrutura necessária para um evento dessa dimensão. Primeiro, experimentamos o evento em João Pessoa e foi um sucesso de público. Mas nós queríamos ir além. A nossa estratégia também era interiorizar o festival internacional, descentralizar oportunidades e mostrar que Campina Grande tinha estrutura, público e vocação para receber grandes experiências”, afirmou Rosália.

Da Capital para Campina Grande
O Imagineland estreou na Paraíba em João Pessoa e, nas duas primeiras edições, reuniu mais de 27 mil pessoas, segundo dados mencionados pela organização.
A partir de 2025, o festival passou a ser realizado também em Campina Grande. Naquele ano, mais de 30 mil pessoas participaram do evento no Centro de Convenções, conforme números divulgados pelos organizadores.
Para Rosália, a mudança representou a concretização de uma estratégia de interiorização que buscava levar para outras regiões do estado eventos capazes de movimentar o turismo, a economia e o setor de serviços.
“Eu costumo dizer que o Imagineland é um projeto que carrego com muito carinho, porque acompanhei desde o começo. Em 2022, quando começamos a discutir e construir estratégias para trazer grandes eventos para a Paraíba, enxergamos no Imagineland uma oportunidade extraordinária. Corremos atrás, fizemos as articulações, acreditamos que a Paraíba poderia receber um evento desse porte e trabalhamos para que esse sonho se transformasse em realidade”, declarou.
A parlamentar também destacou a importância de Campina Grande ter estrutura para receber eventos de grande porte e afirmou que a chegada do Imagineland ao município demonstra o potencial da cidade para integrar o calendário de grandes atrações nacionais e internacionais.
“É muito gratificante perceber que aquele trabalho se transformou em um evento que hoje faz parte do calendário da Paraíba”, acrescentou.
Evento reúne atrações internacionais
Em 2026, o Imagineland reúne atrações relacionadas ao cinema, televisão, games, quadrinhos, cosplay, anime, música e cultura pop.
Entre os nomes anunciados estão Corbin Bleu, Monique Coleman e Lucas Grabeel, de High School Musical; Zach Roerig, de The Vampire Diaries; Walter Jones, de Power Rangers; Lera Abova, de One Piece; e o cantor e ator sul-coreano Lee Jin Hyuk.
Ao longo das edições realizadas na Paraíba, o festival também recebeu nomes como Frank Miller, criador de 300 e Sin City; Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica; Seth Gilliam, de The Walking Dead e Teen Wolf; e Edgar Vivar, conhecido pelo personagem Senhor Barriga, de Chaves.
Cultura, inclusão e economia criativa
A programação de 2026 também começou com uma ação voltada aos estudantes da rede pública. O primeiro dia do evento foi destinado exclusivamente a alunos de escolas públicas da Paraíba, com o objetivo de ampliar o acesso dos jovens ao universo geek, à tecnologia e às novas formas de produção de conteúdo digital.
O setor de games produzido no estado também ganhou espaço. Com apoio do Governo da Paraíba, a APGames (Associação Paraibana de Desenvolvedores de Jogos) participa do festival apresentando projetos de desenvolvedores e estúdios independentes paraibanos.
Para Rosália Lucas, a experiência com o Imagineland representa parte de uma estratégia mais ampla desenvolvida durante sua passagem pela Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico: utilizar grandes eventos como instrumentos de movimentação da economia, fortalecimento do turismo e geração de novas oportunidades.
Agora, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba em 2026, Rosália apresenta essa trajetória na gestão pública como parte de sua atuação política e de sua defesa pela continuidade de projetos voltados ao turismo, à economia criativa e à atração de grandes eventos para o estado.
🗞️ Redação do papo informativo


As obras de expansão do Parque Tecnológico da Paraíba, em Campina Grande, estão avançando e a previsão é de que a nova estrutura seja inaugurada até o fim de 2026. A informação foi destacada pela senadora Daniella Ribeiro (PP) durante uma entrevista a uma emissora de rádio de Campina Grande, onde destacou que destinou R$ 7,5 milhões em recursos para a expansão do equipamento.
Durante uma fala sobre o projeto, a senadora ressaltou a importância de ampliar a estrutura para transformar Campina Grande em um ambiente ainda mais atrativo para empresas de tecnologia, startups e empreendimentos ligados à inovação.
Segundo Daniella, o objetivo é criar condições para que empresas se instalem na cidade e contribuam para a geração de empregos, circulação de recursos e permanência de profissionais qualificados na economia local.
“O parque, como eu disse, é o primeiro, então faz muitos, muitos anos, e a gente precisava dessa expansão”, afirmou a senadora.
O Parque Tecnológico da Paraíba foi criado em 1984 e a própria instituição o classifica entre os três primeiros parques tecnológicos criados no país. A expansão da estrutura vem sendo planejada há anos e ganhou uma etapa importante com a destinação de recursos federais.
Daniella cita atraso na implantação da expansão
Durante a fala, Daniella Ribeiro também fez um contraponto político ao abordar a demora para a disponibilização do terreno inicialmente previsto para a expansão.
A senadora afirmou que o terreno havia sido solicitado durante a gestão do ex-prefeito Romero Rodrigues e que, posteriormente, segundo ela, o processo teria ficado parado durante a administração de Bruno Cunha Lima.
“Infelizmente engavetou o terreno para que a gente pudesse construir a expansão. O meu recurso já tinha sido dado, parte minha, cinco milhões de reais, e parte de Aguinaldo, deputado, dois milhões e meio, já sendo para a execução da obra”, declarou.
Daniella afirmou ainda que, na avaliação dela, a situação provocou um atraso de aproximadamente dois anos na entrega do projeto.
Projeto foi lançado com recursos federais
A expansão do Parque Tecnológico também recebeu recursos do Governo Federal. Em novembro de 2023, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação anunciou R$ 13 milhões, por meio de edital da Finep, para a ampliação do empreendimento em Campina Grande.
Na ocasião, foi lançada a pedra fundamental da expansão, com a previsão de que a nova estrutura pudesse abrigar mais empresas de base tecnológica e outros integrantes do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação.
A própria Fundação Parque Tecnológico registrou, em relatório referente a 2023, que a primeira fase da expansão correspondia à construção da sede administrativa do parque. O documento informa que a ordem de serviço havia sido expedida e que as atividades da obra estavam em andamento.
Atração de empresas é uma das prioridades
Para Daniella Ribeiro, a expansão deve servir não apenas para ampliar a estrutura física do parque, mas também para criar um ambiente capaz de atrair empresas e manter na cidade parte da riqueza produzida por profissionais e empreendedores locais.
“Quando a gente atrai empresas, a gente tem que ter um ambiente de ecossistema que seja favorável para essas empresas desejarem vir”, afirmou.
A senadora defendeu ainda a instalação de startups e empresas de diferentes portes no espaço.
“É um prédio que tá ficando lindo, vocês precisam ir lá conhecer, para que a gente possa atrair essas empresas e os nossos jovens, não só jovens, mas todos aqueles que, seja startups, seja empresas, venham para cá para Campina Grande e o nosso PIB fica aqui”, declarou.
A Fundação Parque Tecnológico tem ampliado, paralelamente, a atuação em projetos de ciência, tecnologia e inovação. Em 2026, por exemplo, a instituição abriu processos relacionados à implantação da Fábrica Solar e à instalação de infraestrutura para um supercomputador na UFCG.
A expectativa é que a nova estrutura amplie a capacidade de Campina Grande de receber empresas, projetos de pesquisa e iniciativas de inovação, fortalecendo a conexão entre universidades, setor produtivo, governo e empreendedores.
🗞️ Redação do papo informativo
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Uma Medida Provisória publicada nesta sexta-feira (25) estabelece novas regras para o mercado
de apostas de quota fixa no Brasil. A determinação interrompe a exploração, oferta, intermediação e publicidade das chamadas bets, abrangendo tanto as apostas esportivas quanto os jogos online.
A medida alcança plataformas que funcionam pela internet e também operações realizadas em estabelecimentos físicos. Empresas que possuem autorização ou concessão concedida por governos estaduais ou pelo Distrito Federal também estão incluídas nas novas regras.
As modalidades de loteria que já possuem previsão e autorização na legislação brasileira não entram na proibição.
Com a entrada em vigor da MP, as plataformas ficam impedidas de aceitar novos depósitos ou aportes dos usuários. A divulgação de publicidade, campanhas promocionais e patrocínios relacionados às apostas também passa a ser proibida.
As empresas terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para retirar anúncios e materiais de patrocínio instalados em espaços físicos ou veiculados por meio de publicidade exterior.
Quando os sites e aplicativos serão bloqueados?
A Medida Provisória estabeleceu um calendário para o encerramento das atividades e a devolução dos valores que ainda estiverem nas contas dos apostadores.
– 25 de setembro: publicação da MP e início da proibição de novos aportes nas plataformas.
– Até 5 de outubro, às 23h59: usuários poderão solicitar voluntariamente o saque dos valores disponíveis em suas contas.
– A partir de 6 de outubro: sites e aplicativos de apostas deverão ser retirados do ar.
– 7 e 8 de outubro: as empresas deverão encaminhar às instituições financeiras os valores remanescentes, vinculados aos respectivos CPFs.
– De 9 a 14 de outubro: os bancos deverão processar a devolução dos recursos aos apostadores.
– A partir de 14 de outubro: valores cujo pagamento não possa ser concluído pelas instituições financeiras serão transferidos para a Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pelo ressarcimento.
Como será feita a fiscalização?
A MP também cria mecanismos para identificar e interromper o funcionamento de plataformas consideradas irregulares.
O Ministério da Fazenda e o Ministério da Justiça participarão das ações de bloqueio. A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, poderá utilizar um laboratório virtual para localizar serviços que estejam operando de forma irregular.
Depois da identificação, a SPA poderá comunicar a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que ficará responsável pelo bloqueio dos respectivos domínios.
As medidas de combate também poderão envolver a retirada de aplicativos das plataformas digitais e a interrupção dos meios de pagamento utilizados pelas empresas que estiverem atuando ilegalmente.
A MP ainda institui o Comitê Institucional de Fiscalização e Combate à Exploração Ilegal de Apostas, sob coordenação da Casa Civil. O objetivo será integrar órgãos públicos em ações de prevenção, fiscalização e repressão à exploração, oferta e publicidade irregular de apostas.
Multas podem chegar a R$ 2 bilhões
O descumprimento das novas determinações poderá resultar em penalidades para pessoas físicas e empresas. Entre as punições previstas estão advertências e multas que podem alcançar R$ 2 bilhões.
Para as empresas, também poderão ser aplicadas medidas como a suspensão parcial ou integral das atividades.
Governo propõe novos crimes relacionados às bets
Além da MP, o governo federal apresentou um Projeto de Lei com propostas para definir crimes relacionados às apostas de quota fixa.
Diferentemente da Medida Provisória, o projeto ainda precisa passar pela análise e aprovação do Congresso Nacional para que as novas regras penais possam entrar em vigor.
Entre as condutas previstas estão:
– Explorar apostas de quota fixa, mesmo quando houver autorização concedida por autoridade estrangeira: pena de reclusão de 4 a 6 anos.
– Divulgar apostas ou captar apostadores: reclusão de 2 a 4 anos, além de multa.
– Utilizar dados pessoais para atrair apostadores: reclusão de 2 a 4 anos e multa, com possibilidade de aumento da pena em situações específicas.
– Facilitar financeiramente a exploração de apostas: reclusão de 2 a 4 anos e multa.
– Fornecer aplicações de internet destinadas às apostas: reclusão de 2 a 4 anos e multa, com agravamento em situações envolvendo mecanismos para burlar controles de idade ou localização ou quando houver direcionamento a crianças e adolescentes.
Empresas não terão direito a indenização
A MP também determina a extinção das autorizações concedidas para a exploração das apostas de quota fixa.
Segundo o texto, a medida é fundamentada no interesse público e não gera direito a indenização por investimentos realizados, lucros que deixariam de ser obtidos ou expectativa de continuidade das operações.
Também não está prevista a restituição, integral ou parcial, dos valores pagos pelas empresas pelas respectivas outorgas.
Até o momento, 85 autorizações foram concedidas para a exploração de apostas de quota fixa no Brasil. Cada autorização teve custo de R$ 30 milhões, totalizando aproximadamente R$ 2,55 bilhões pagos pelas empresas.
As novas regras estabelecem, portanto, um cronograma para o encerramento das operações, a retirada de publicidade e a devolução dos recursos ainda existentes nas contas dos usuários.
🗞️ Redação do papo informativo
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A Justiça da Paraíba determinou, na tarde desta sexta-feira (25), a soltura do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e dos investigadores Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge Ferreira do Egito. Os três estavam presos desde o dia 2 de junho, após serem alvos da Operação Perfidus.
A decisão foi proferida pela 5ª Vara Criminal da Capital, que expediu os alvarás de soltura dos investigados, denunciados pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).
Segundo o Ministério Público, os policiais respondem por crimes como furto qualificado, abuso de autoridade por invasão de domicílio, falsificação de documento público e fraude processual. A acusação aponta que os investigados teriam entrado sem autorização judicial em um apartamento localizado no bairro João Paulo II, em João Pessoa, onde foram encontrados cerca de 60 quilos de entorpecentes.
Ainda conforme a denúncia, aproximadamente 57 quilos da droga teriam sido desviados, enquanto apenas três quilos teriam sido oficialmente registrados como apreendidos pelas autoridades.
Ao analisar o pedido de prisão preventiva, o magistrado entendeu que não existem elementos atuais que justifiquem a manutenção da medida cautelar. A decisão destaca que a fase investigativa já foi concluída, com a coleta das provas técnicas necessárias, e que não houve apresentação de fatos novos capazes de indicar risco para a instrução do processo.
O juiz também considerou o fato de que os acusados permanecem afastados de suas funções na Polícia Civil. Em substituição à prisão, foram impostas medidas cautelares, entre elas o comparecimento periódico à Justiça, a proibição de acesso às dependências da Draco, da DCCPAT e da Cidade da Polícia Civil, além da proibição de contato com testemunhas, outros investigados e corréus relacionados à Operação Perfidus.
A decisão mantém, ainda, o afastamento dos policiais de suas atividades, com recolhimento de armas, distintivos e credenciais, bem como o bloqueio do acesso aos sistemas internos da Polícia Civil.
A definição sobre qual unidade judiciária ficará responsável pelo caso ainda depende de decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Até que o conflito de competência seja resolvido, o recebimento da denúncia e outros atos processuais permanecerão suspensos.
🗞️ Redação do papo informativo.
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Em vídeo publicado no Instagram, ele afirmou que acredito que é preciso silenciar um pouco nesse momento, cuidar das pessoas próximas e confiar que a verdade e o tempo colocarão cada coisa em seu lugar.
“Diante de tudo o que estamos vivendo e de tantos ataques, decidi dar uma pausa na campanha. Foram dias intensos, de muita luta, entrega e dedicação. Agradeço, de coração, a todos que confiam no meu trabalho, na minha história e em tudo o que construímos juntos”, disse.
Ele também agradeceu a cidade de Cabedelo, pela “oportunidade de servir”.
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) manteve, na manhã da última quarta-feira (23), o indeferimento do registro de candidatura do ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (MDB), para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Por unanimidade, a Corte rejeitou o pedido da defesa para reverter a decisão anterior, acolhendo apenas um esclarecimento pontual sem alterar o resultado do processo.
Vitor Hugo
Cidadão cabedelense, Vitor Hugo é bacharel em Direito e mora na cidade há mais de 20 anos. É casado com a advogada Daniella Ronconi e pai do pequeno João Vitor. Há 6 anos, assumiu a Prefeitura Municipal de Cabedelo.
“Toda a minha vida pública busquei o bem da comunidade em que vivo, fiscalizando e cobrando ações e melhorias para a população. Desde que escolhi Cabedelo para ser o meu lar, tenho sonhado e buscado um futuro melhor para essa cidade que me acolheu. Uma Cabedelo mais desenvolvida, com oportunidade para todos”, disse.
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O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), candidato à reeleição, cumpriu nesta quinta-feira (24) uma intensa agenda política em Campina Grande, marcada por grandes encontros ao lado da vereadores Kallynã Dias e dos vereadores Rostand Paraíba e Pimentel Filho. A programação reuniu lideranças, apoiadores e moradores de diferentes áreas da cidade em visitas, reuniões e plenárias.
A primeira agenda aconteceu ao lado da vereadora Kallynã Dias e contou também com as presenças do ex-prefeito Enivaldo Ribeiro e de Silvinha Ribeiro. Na ocasião, Aguinaldo destacou a relação histórica pública da família com Campina Grande e defendeu a continuidade das parcerias voltadas ao desenvolvimento do município e da Paraíba. A programação também foi marcada pela conversa e visita a moradores.
A noite, Aguinaldo participou de um grande encontro na Zona Leste, ao lado do vereador Rostand Paraíba. Em sua fala, o deputado relembrou investimentos realizados em Campina Grande durante sua trajetória pública, citando a Alça Leste, o Complexo Aluízio Campos e a urbanização do Açude de Bodocongó, algumas delas quando atuava como ministro das Cidades. “Nosso trabalho por Campina não olha para lado A ou B. Quando fazemos uma obra, pensamos em mobilidade, desenvolvimento e qualidade de vida para toda a população. E, ao lado de Rostand, queremos continuar trabalhando ainda mais pela Zona Leste e por toda Campina Grande”, afirmou.
A agenda foi encerrada com outro momento de grande participação popular, desta vez em uma plenária ao lado do vereador Pimentel Filho. Aguinaldo voltou a apresentar ações de sua trajetória destinadas a Campina e destacou o Complexo Aluízio Campos, empreendimento habitacional com mais de 4 mul unidades habitacionais, além de obras como o Major Veneziano e o Acácio Figueiredo.
Durante o encontro, Aguinaldo também reforçou seu apoio ao projeto político liderado pelo governador Lucas Ribeiro e relacionou a continuidade desse projeto à capacidade de transformar articulação política em investimentos. “Eu respondo com resultado. Foi assim quando tivemos a oportunidade de contribuir para tirar do papel o Aluízio Campos e é assim que queremos continuar trabalhando. Lucas está preparado, tem disposição e conhece a Paraíba. O que queremos é seguir construindo, com trabalho, um estado cada vez melhor para todos”, destacou o deputado.
🗞️ Redação do papo informativo
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