Policial militar morre após ser baleado na cabeça durante confronto em Santa Rita

Soldado Ícaro Flávio Alves da Silva, de 30 anos, participava de uma operação no bairro do Açude quando foi atingido; um suspeito também morreu e outro permanece internado em estado grave.

O policial militar Ícaro Flávio Alves da Silva, de 30 anos, morreu após ser atingido por um disparo na cabeça durante um confronto registrado na madrugada desta quinta-feira (13), no bairro do Açude, em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.


Lotado no 7º Batalhão da Polícia Militar (7º BPM), o soldado participava de uma ação policial na região quando houve uma troca de tiros. Durante o confronto, ele foi atingido e recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Metropolitano, em Santa Rita.


Devido à gravidade do ferimento, Ícaro foi transferido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Apesar dos esforços da equipe médica, o policial não resistiu e morreu.

Suspeitos também foram atingidos


Dois suspeitos foram baleados durante a ocorrência e levados para o Hospital de Trauma. Um deles morreu após chegar à unidade de saúde. O segundo, de 32 anos, continua internado em estado grave.
A operação terminou ainda com a detenção de seis pessoas: três adultos e três adolescentes.


Armas e drogas foram apreendidas


Durante a ação, as equipes policiais apreenderam entorpecentes e três armas de fogo, sendo um revólver calibre .38, uma pistola e uma espingarda calibre 12.
Segundo as informações repassadas sobre a ocorrência, existe a suspeita de que a espingarda tenha sido utilizada no disparo que atingiu o policial militar.
As circunstâncias e a dinâmica do confronto deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Dois homens são presos suspeitos de incendiar viatura da Polícia Militar no Sertão da Paraíba

Ataque ocorreu durante a madrugada, após o encerramento da Festa de João Pedro, em Vieirópolis; suspeitos foram localizados pouco tempo depois e levados à delegacia.

Dois homens foram presos na madrugada desta quinta-feira (30) suspeitos de incendiarem uma viatura da Polícia Militar em Vieirópolis, município localizado no Sertão da Paraíba. A ação ocorreu poucas horas após o término da tradicional Festa de João Pedro e mobilizou equipes das forças de segurança da região.

Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos, de 49 e 31 anos, ambos moradores da cidade, teriam atacado o veículo oficial que estava estacionado em frente ao Destacamento da Polícia Militar. Antes de incendiar a viatura, eles também teriam arremessado pedras contra o automóvel.



Após a ação, a dupla deixou o local em uma motocicleta. No entanto, policiais militares iniciaram diligências e conseguiram localizar os suspeitos pouco tempo depois. Eles foram detidos e conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Sousa, onde o caso foi registrado.

Conforme as investigações iniciais, os dois homens não possuem antecedentes criminais e, de acordo com a Polícia Civil, também não apresentam histórico de transtornos mentais.

Após os procedimentos legais, os suspeitos permaneceram à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias e a motivação do ataque à viatura da Polícia Militar.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Suspeito de matar idoso a facadas em Campina Grande é preso; Polícia Civil procura outros envolvidos

Homem de 44 anos foi preso nesta quarta-feira (29) e prestou depoimento na Delegacia de Homicídios. Investigações apontam que o crime ocorreu no último domingo (26).

A Polícia Civil da Paraíba prendeu, nesta quarta-feira (29), um homem suspeito de assassinar a facadas um idoso no bairro da Liberdade, em Campina Grande.

O investigado foi identificado como Fábio Clementino de Souza, de 44 anos, e permanece à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.
De acordo com as investigações, a vítima, Júlio Cesar Marcelino, de 64 anos, foi morta no último domingo (26). No entanto, o corpo só foi encontrado na terça-feira (28), pela irmã da vítima, que acionou as autoridades.


Após a prisão, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Homicídios, na Central de Polícia de Campina Grande, onde prestou depoimento. A Polícia Civil informou que as diligências continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no crime.


As investigações também apontam que a vítima já havia sido alvo de uma tentativa de homicídio e sofrido agressões físicas em outras ocasiões. Segundo a polícia, Júlio Cesar Marcelino era usuário de drogas, informação que faz parte da linha investigativa do caso.


A motivação do homicídio ainda está sendo apurada. A Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer completamente as circunstâncias do crime e responsabilizar todos os envolvidos.

Homem de 64 anos é encontrado morto com marcas de violência dentro de casa em Campina Grande

Vítima morava sozinha e foi encontrada pela irmã; Polícia Civil investiga autoria e motivação do crime.

Um homem de 64 anos foi encontrado morto dentro da própria residência na tarde desta terça-feira (28), no bairro Liberdade, em Campina Grande.

A vítima foi identificada como Júlio Cesar Marcelino, de 64 anos, vigilante da Prefeitura de Campina Grande. De acordo com a Polícia Militar, ele morava sozinho e foi encontrado pela irmã, que havia ido até a casa para realizar uma faxina.

O corpo estava na sala da residência e apresentava sinais de violência, com perfurações provocadas por golpes de faca na região do pescoço.

As primeiras informações da Polícia Civil apontam que o homicídio pode ter ocorrido entre a madrugada de domingo e a segunda-feira, mas o crime só foi descoberto nesta terça-feira.



Segundo a polícia, a vítima era usuária de drogas. A informação integra as linhas de investigação e será analisada pelos investigadores. Até o momento, porém, não há qualquer confirmação de que essa condição tenha relação com a motivação do homicídio.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, que realizou a perícia no imóvel. Imagens de câmeras de monitoramento da região deverão auxiliar na identificação do autor do crime.

A Polícia Civil informou que a autoria e a motivação do homicídio permanecem desconhecidas e seguem sendo investigadas.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Gaeco denuncia delegado e agentes da Polícia Civil por ligação com o narcotráfico e pede perda dos cargos

Primeira denúncia da Operação Perfidus aponta que policiais integravam organização criminosa voltada ao desvio de drogas, lavagem de dinheiro e favorecimento ao tráfico; Ministério Público também pede indenização de R$ 1 milhão.

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), apresentou nesta sexta-feira (24) a primeira denúncia no âmbito da Operação Perfidus. Entre os denunciados estão o delegado da Polícia Civil Braz Morroni e os agentes Everton Silva, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge, o “Mão Branca”, que permanecem presos no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa.


Segundo o Ministério Público, os três integrariam uma organização criminosa formada por agentes públicos e particulares com atuação diretamente ligada ao narcotráfico. A denúncia sustenta que o grupo operava de forma estruturada, com divisão de funções, utilizando métodos semelhantes aos de uma organização empresarial para desviar entorpecentes, comercializar drogas e ocultar os lucros obtidos por meio de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro.


As investigações apontam que o esquema funcionava em três frentes principais. A primeira consistia no desvio de drogas apreendidas durante operações policiais, utilizando a estrutura do Estado. A segunda envolvia a logística de distribuição dos entorpecentes em parceria com redes criminosas. Já a terceira era voltada à movimentação e ocultação de recursos financeiros, por meio de empresas de fachada e contas bancárias utilizadas para receber e transferir valores ilícitos.


O Gaeco denunciou os três policiais pelos crimes de furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual majorada. Além das condenações criminais, o Ministério Público requereu à Justiça a perda dos cargos públicos dos denunciados e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.

Operação Perfidus

Deflagrada em 2 de junho, a Operação Perfidus investiga um suposto esquema de tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Além do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e dos agentes Everton Rychelyson da Silva Aires (“Bomba”) e Eduardo Jorge Ferreira do Egito (“Mão Branca”), também foram alvos da operação:


João Wicttor Alves de Lima, apontado como traficante;


Brendo Roberth Fernandes Sobral, apontado como traficante;


Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como “Galinha”, apontado como traficante;


José Alexandrino de Lira Júnior, o “Júnior Lira”, apontado como integrante de uma facção criminosa do Rio Grande do Norte;


Vanessa Dantas Fernandes, apontada como integrante da mesma organização criminosa;


Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como “Babau”, apontado como integrante de uma facção com atuação na Paraíba.

De acordo com a investigação, parte das drogas apreendidas em operações policiais era desviada e revendida ilegalmente para integrantes de organizações criminosas, inclusive dentro de unidades prisionais da Paraíba.

Os lucros obtidos com a comercialização dos entorpecentes seriam repartidos entre os integrantes do grupo.
A Operação Perfidus é resultado de mais de um ano de investigação conduzida em conjunto pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco. Ao todo, foram cumpridos oito dos nove mandados de prisão expedidos pela Justiça, além de 24 mandados de busca e apreensão. Também foi determinado o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e valores dos investigados.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Operação na Paraíba prende quatro suspeitos de integrar facção criminosa do Rio de Janeiro

Ação da Polícia Civil ocorreu na zona rural de Galante, em Campina Grande, e resultou na apreensão de armas, munições, rádios comunicadores e outros materiais ligados ao grupo investigado.

Quatro homens suspeitos de integrar uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro foram presos durante uma operação realizada pela Polícia Civil da Paraíba, na quinta-feira (23), na zona rural de Galante, distrito de Campina Grande. Conforme as investigações, o grupo atuava principalmente nos municípios de Aroeiras e Gado Bravo.


A operação foi coordenada pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 11ª Delegacia Seccional, com o apoio da Delegacia de Polícia Civil de Aroeiras, após o trabalho investigativo apontar um imóvel que estaria sendo utilizado como base pelos suspeitos.


Segundo a Polícia Civil, as equipes foram recebidas a tiros ao chegarem ao local e reagiram à agressão. Dois investigados foram presos ainda durante a ação. Outros dois conseguiram fugir por uma área de mata e atravessaram um açude, mas acabaram localizados horas depois com o auxílio da Polícia Militar.


Os dois suspeitos capturados após a fuga apresentavam ferimentos e foram encaminhados ao Hospital Municipal de Fagundes, onde permanecem sob custódia policial. Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre o estado de saúde deles.


Ainda de acordo com a corporação, um dos presos possuía um mandado de prisão preventiva em aberto por envolvimento em um homicídio ocorrido neste ano no município de Gado Bravo.


Durante a operação, os policiais apreenderam duas pistolas calibre 9 milímetros, munições, rádios comunicadores, roupas camufladas, toucas do tipo balaclava e aparelhos eletrônicos que, segundo a investigação, eram utilizados pela organização criminosa.


Também foram encontrados uma motocicleta, capacetes e vestimentas que, conforme a Polícia Civil, teriam sido usados na execução do homicídio investigado. A principal linha de investigação aponta que o crime foi motivado pela disputa entre facções pelo controle do tráfico de drogas na região.


A Polícia Civil informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo na Paraíba.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Polícia prende suspeito de participação em assalto com Pix de R$ 46 mil; investigado é filho de diarista da família em Campina Grande

De acordo com a Polícia Civil, o homem de 23 anos confessou envolvimento no crime. Durante a ação, uma mãe e duas filhas foram mantidas reféns por cerca de duas horas e obrigadas a realizar transferências bancárias.

Um homem de 23 anos foi preso nesta quarta-feira (22), suspeito de integrar o grupo responsável por um assalto a uma residência no bairro das Malvinas, em Campina Grande. Conforme a Polícia Civil, o investigado é filho da diarista que trabalhava no imóvel alvo da ação criminosa e admitiu participação no crime durante depoimento.

O assalto aconteceu na noite de 8 de julho, quando uma mãe e suas duas filhas chegaram em casa e foram surpreendidas por criminosos que já haviam invadido a residência. As vítimas permaneceram sob o poder dos assaltantes por aproximadamente duas horas.



Segundo a investigação, durante o período em que estiveram reféns, as mulheres foram obrigadas a realizar diversas transferências via Pix, que somaram R$ 46 mil. Além do dinheiro, os criminosos levaram cinco aparelhos celulares, uma caminhonete, dinheiro em espécie e outros objetos de valor.

O suspeito foi localizado e preso em sua residência, também situada no bairro das Malvinas. Após ser interrogado, ele confessou participação no assalto e foi autuado pelos crimes de roubo majorado, extorsão mediante restrição da liberdade das vítimas e lavagem de dinheiro.

Ainda nesta quarta-feira, outro investigado apontado como integrante da ação criminosa também foi preso, desta vez em João Pessoa.

Após o roubo, os suspeitos utilizaram a caminhonete da família para fugir. O veículo foi encontrado poucas horas depois nas proximidades da residência, mas os demais bens levados pelos criminosos ainda não foram recuperados.

As investigações também apontaram a participação de outras pessoas na movimentação do dinheiro obtido durante o crime. No dia seguinte ao assalto, duas mulheres foram presas em flagrante, em Santa Rita, suspeitas de receber parte dos valores transferidos pelas vítimas. Conforme a Polícia Civil, elas teriam ficado com uma comissão, enquanto o restante do dinheiro foi encaminhado para outras contas bancárias indicadas pelos autores.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos na ação e recuperar os bens subtraídos da família.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Justiça torna empresário e médica réus pela morte do engenheiro Rubinho após festa de São João na Paraíba

Ao receber a denúncia do Ministério Público, a juíza Flávia de Souza Baptista determinou que o processo tramite em segredo de Justiça e concedeu prazo para que os acusados apresentem defesa.

A Justiça de Campina Grande recebeu, nesta terça-feira (21), a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o empresário Christian Medeiros Veiga Dantas Costa e a médica Larissa Maria Leal de Freitas. Com a decisão, os dois passam à condição de réus no processo que apura o assassinato do engenheiro civil Rubens Fernandes da Costa Filho, conhecido como Rubinho, morto após uma festa de São João em Lagoa Seca.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

PF deflagra operação contra grupo investigado por fabricar moeda falsa na Paraíba e em outros estados

Ao todo, a operação cumpre 24 mandados judiciais, sendo 14 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as ações da Polícia Federal foram realizadas nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a Operação No Fake, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fabricar e distribuir cédulas falsas em diversos estados do país. A ação foi realizada simultaneamente na Paraíba, em Pernambuco e em Santa Catarina, por determinação da Justiça Federal.

Ao todo, estão sendo cumpridos 24 mandados judiciais, dos quais 14 são de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as diligências ocorreram nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

Também foram alvo da operação as cidades de Paulista, Abreu e Lima, Caruaru e Igarassu, em Pernambuco, além de Lages, em Santa Catarina.



Segundo as investigações, o grupo criminoso mantinha um laboratório clandestino destinado à produção de dinheiro falsificado. A comercialização das cédulas ocorria por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços postais, permitindo a distribuição do material para diferentes regiões do Brasil.

Além da fabricação de moeda falsa, os investigados também são suspeitos da prática de outros crimes, entre eles organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos automotores, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro.



De acordo com a Polícia Federal, a Operação No Fake busca interromper a fabricação e a circulação de cédulas falsas, desmantelar a estrutura da organização criminosa, responsabilizar os envolvidos e reduzir os impactos causados à economia e à segurança pública.

As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e aprofundar a apuração sobre a extensão das atividades criminosas.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Paraguaia é presa em Campina Grande suspeita de integrar logística do tráfico entre Paraíba e RN

Suspeita, apontada como integrante de uma facção criminosa do Rio Grande do Norte, foi detida durante ação da Polícia Militar; drogas, arma de fogo e uma segunda mulher com mandado de prisão também foram encontradas.

Uma mulher de nacionalidade paraguaia foi presa na última sexta-feira (17), em Campina Grande, suspeita de atuar na logística do tráfico de drogas entre os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A ação foi realizada pela Polícia Militar da Paraíba (PMPB).

Durante a operação, os policiais apreenderam uma arma de fogo e porções de maconha, crack e cocaína no imóvel onde a suspeita estava.

Segundo as investigações, a mulher seria integrante de uma facção criminosa com atuação no Rio Grande do Norte e teria a função de fazer a ligação entre traficantes dos dois estados, além de prestar apoio logístico aos integrantes do grupo criminoso.



A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência desenvolvido pelo Departamento de Inteligência (DEINTEL) da Polícia Militar, que repassou as informações à equipe da Força Tática do 2º Batalhão para o cumprimento da ação.

No mesmo local, uma segunda mulher também foi presa. De acordo com a PM, ela possuía um mandado de prisão temporária expedido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

As duas suspeitas foram encaminhadas à delegacia, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos cabíveis.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO