Criminosos utilizaram um carro para derrubar a porta de uma loja de roupas no bairro Tambor, furtaram mercadorias e causaram prejuízo estimado em quase R$ 20 mil; ninguém foi preso.
Após um longo período sem registros desse tipo de crime em Campina Grande, a chamada “gangue da marcha à ré” voltou a agir na madrugada desta terça-feira (16).
Uma loja de roupas localizada na Avenida Assis Chateaubriand, no bairro Tambor, foi alvo dos criminosos, que utilizaram um veículo Fiat para derrubar a porta do estabelecimento e invadir o local.
Segundo informações, os suspeitos furtaram diversas peças de roupa e outros produtos. A loja funciona no endereço há apenas quatro meses.
Nem mesmo uma espécie de barricada instalada em frente ao estabelecimento foi suficiente para impedir a ação. Os criminosos aproveitaram um espaço lateral para acessar a entrada e executar o arrombamento.
O prejuízo estimado é de quase R$ 20 mil.
Até o momento, ninguém foi preso. O caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais.
Apresentação de quadrilhas juninas na pirâmide do parque do povo
Por décadas, Campina Grande vem escrevendo uma das mais importantes histórias culturais do Brasil. O Maior São João do Mundo, que hoje atrai milhões de visitantes e movimenta a economia paraibana, não surgiu da noite para o dia. A festa é resultado de uma construção coletiva que atravessa diferentes administrações municipais, começando ainda no final da década de 1970.
A contribuição de Enivaldo Ribeiro: o nascimento da estrutura
Antes de se tornar um evento de projeção nacional, os festejos juninos eram realizados principalmente nos bairros da cidade, com arraiais comunitários e quadrilhas improvisadas.
Entre 1979 e 1982, durante a gestão de Enivaldo Ribeiro, a prefeitura iniciou um processo de organização dos festejos. O prefeito criou o chamado “Palhoção”, uma grande estrutura montada no local onde hoje funciona o Parque do Povo, centralizando as comemorações e dando os primeiros passos para a profissionalização do evento. Pesquisadores apontam essa iniciativa como um marco fundamental para a transformação do São João campinense.
O próprio Enivaldo Ribeiro afirma ter sido o criador da base do evento, enquanto reconhece que outras gestões contribuíram para sua expansão.
Ronaldo Cunha Lima e a criação do “Maior São João do Mundo”
Em 1983, o então prefeito Ronaldo Cunha Lima deu um passo decisivo ao transformar a festa em uma estratégia de desenvolvimento turístico e cultural.
Foi nessa gestão que nasceu oficialmente a marca “O Maior São João do Mundo”. A primeira edição ocorreu em 4 de junho de 1983, em uma grande palhoça montada na área que mais tarde se transformaria no Parque do Povo.
Pirâmide do Paque do Povo foi construída em 1986 e na verdade seria para representar uma fogueira — Foto: Cléa Cordeiro/Memorial do Maior São João do Mundo/Arquivo Pessoal
Três anos depois, em 1986, foi inaugurado o Parque do Povo, equipamento que se tornou o coração da festa e símbolo da identidade cultural de Campina Grande. A famosa Pirâmide também surgiu nesse período.
Parque do povo em 1986
Félix Araújo e a modernização do espaço
Na década de 1990, a gestão de Félix Araújo Filho promoveu avanços estruturais importantes.
O Trem do forró surgiu em 1991
Entre as ações destacadas estão a padronização das barracas, melhorias na iluminação do Parque do Povo e a criação da Cidade Cenográfica, espaço que se tornou um dos cartões-postais da festa.
A Cidade Cenográfica ajudou a fortalecer o caráter histórico e cultural do evento, recriando cenários que remetem à memória de Campina Grande.
A partir de 1999 estrutura do São João no Parque do Povo passou a ter cidade cenográfica — Foto: Cléa Cordeiro/Memorial do Maior São João do Mundo/Arquivo Pessoal
Cássio, Cozete e Veneziano: consolidação ecrescimento
Entre 2000 e 2014 o palco principal do São João de Campina Grande era montado na parte de baixo do Parque do Povo — Foto: Taiguara Rangel/G1/Arquivo
As administrações de Cássio Cunha Lima, Cozete Barbosa e Veneziano Vital do Rêgo deram continuidade à expansão da festa.
Nesse período, houve fortalecimento da programação cultural, ampliação da divulgação turística e crescimento da infraestrutura para receber visitantes de diversas partes do Brasil. A marca do Maior São João do Mundo ganhou projeção nacional e passou a figurar definitivamente entre os maiores eventos populares do país.
Romero Rodrigues e a profissionalização
Durante a gestão de Romero Rodrigues, a festa passou por um novo processo de modernização.
A partir de 2017, o modelo de parceria público-privada fortaleceu a estrutura do evento, ampliando investimentos, atrações e capacidade de organização. O São João passou a alcançar números cada vez maiores de público e impacto econômico.
Bruno Cunha Lima e a era da expansão
Na administração de Bruno Cunha Lima, o Parque do Povo passou por uma ampla requalificação e integração com o Parque Evaldo Cruz.
As mudanças ampliaram significativamente a área da festa, permitindo mais conforto ao público e aumentando a capacidade de receber turistas. A edição de 2023 marcou os 40 anos do evento e consolidou Campina Grande como referência nacional em turismo junino.
Uma obra construída por várias mãos
Ao longo de mais de quatro décadas, o Maior São João do Mundo foi sendo moldado por diferentes administrações. Do Palhoção de Enivaldo Ribeiro à criação da marca por Ronaldo Cunha Lima, passando pelas melhorias estruturais de Félix Araújo e pela expansão promovida por prefeitos posteriores, cada gestão deixou sua contribuição.
Hoje, a festa é mais do que um evento cultural: representa a identidade de Campina Grande, movimenta bilhões na economia regional e mantém viva uma das tradições mais fortes do Nordeste brasileiro.
Confira um pouco do nosso arcevo digital do podcast papo informativo sobre o Maior São João do mundo
Entrevista com o ex-prefeito de Campina Grande Enivaldo Ribeiro
Entrevista com Temi Cabral ex-organizador do maior São João do mundo
O Procon Estadual da Paraíba notificou a empresa responsável pela realização dos eventos no Parque do Povo para prestar esclarecimentos sobre a cobrança de R$ 50 por baldes de gelo comercializados durante a festa.
A medida foi adotada após reclamações de consumidores. A empresa terá 48 horas para apresentar documentos que justifiquem o valor cobrado, incluindo notas fiscais e a composição dos custos do produto. O órgão também informou que irá analisar os preços de outros itens vendidos no local.
Segundo o superintendente do Procon-PB, Félix Araújo Neto, a investigação busca verificar se houve prática abusiva contra os consumidores. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é considerada irregular a elevação de preços sem justificativa plausível.
Caso sejam constatadas irregularidades, a empresa poderá ser responsabilizada conforme prevê a legislação de defesa do consumidor. :::
Inquérito aponta falhas no atendimento de uma gravidez de alto risco e responsabiliza quatro médicos e duas enfermeiras por crime de aborto provocado por terceiro na forma majorada; caso será analisado pela Justiça e pelo Ministério Público.
A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito que investigava o caso da morte de um bebê e, posteriormente, de sua mãe, após atendimento no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), em Campina Grande. A investigação resultou no indiciamento de seis profissionais de saúde, sendo quatro médicos obstetras e duas enfermeiras.
O caso ocorreu em março de 2025 e ganhou grande repercussão após denúncias de supostas falhas no atendimento prestado à gestante Maria Danielle Cristina Morais, que apresentava uma gravidez considerada de alto risco. O bebê morreu ainda durante a gestação e, dias depois, Maria Danielle também faleceu em decorrência de complicações de saúde.
Segundo a Polícia Civil, os profissionais foram indiciados pelo crime de aborto provocado por terceiro na forma majorada, previsto no Código Penal. Os nomes dos investigados não foram divulgados.
Jorge Elô é marido dulher que morreu após perder filho e útero em maternidade de Campina Grande — Foto: Reprodução
De acordo com a investigação, houve falhas na condução do parto, incluindo demora na adoção de medidas médicas consideradas necessárias, ausência de intervenções adequadas e utilização inadequada de procedimentos durante o atendimento. O inquérito também aponta indícios de violência verbal e psicológica contra a paciente durante sua internação.
A conclusão da polícia foi baseada em depoimentos de familiares, testemunhas e profissionais envolvidos, além da análise de prontuários médicos, documentos do pré-natal e laudos periciais.
Os exames periciais indicaram que o bebê morreu ainda no útero em decorrência de uma rotura uterina associada à condução do parto. Conforme os laudos, uma intervenção cirúrgica realizada em tempo oportuno poderia ter evitado a morte fetal.
Em relação à morte de Maria Danielle, ocorrida 25 dias após os fatos, a investigação apontou que ela estava relacionada a complicações de uma condição genética preexistente, agravada pelos acontecimentos registrados durante o atendimento. A Polícia Civil informou ainda que não encontrou indícios de crime na atuação da equipe responsável pela cirurgia de emergência realizada posteriormente.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande informou que adotou medidas administrativas desde que tomou conhecimento da denúncia, incluindo a abertura de sindicância e o afastamento cautelar dos profissionais diretamente envolvidos. A pasta também destacou que dois dos profissionais citados na investigação não fazem mais parte do quadro da unidade.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público da Paraíba e ao Poder Judiciário, que irão analisar as conclusões da investigação e decidir sobre os próximos desdobramentos do caso.
A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta terça-feira (9), a Operação Identidade Oculta, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ilícito.
A ação foi realizada simultaneamente nos municípios de Esperança, Pocinhos e Campina Grande, resultando na prisão de oito pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso.
De acordo com as investigações, os suspeitos utilizavam documentos falsificados e até mesmo identidades de parentes já falecidos para adquirir bens e movimentar recursos financeiros, numa tentativa de esconder a origem ilícita do patrimônio acumulado pela organização.
Durante a operação, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 33 milhões em contas bancárias ligadas aos investigados, além do sequestro de diversos bens considerados fruto das atividades criminosas.
Equipes da Polícia Civil também cumpriram mandados de busca e apreensão, recolhendo documentos, aparelhos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.
Segundo a corporação, a operação representa um importante golpe contra a estrutura financeira da organização criminosa, atingindo diretamente os recursos utilizados para manutenção das atividades ilegais.
As investigações seguem em andamento e a Polícia Civil não descarta a identificação de novos envolvidos e a realização de novas fases da operação.
Os dados mais recentes do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam quais são as 20 cidades mais populosas do Nordeste brasileiro. O levantamento confirma a força das grandes capitais da região, mas também evidencia a importância de municípios do interior que exercem forte influência econômica, cultural e regional.
No topo do ranking aparecem Fortaleza (CE), com 2,4 milhões de habitantes, e Salvador (BA), com pouco mais de 2,4 milhões. Em seguida surge Recife (PE), consolidando o protagonismo das capitais nordestinas entre os maiores centros urbanos da região.
A Paraíba possui duas representantes na lista. João Pessoa ocupa a 7ª colocação, com 833.932 habitantes, enquanto Campina Grande aparece na 12ª posição, com 419.379 moradores. Os números reforçam a relevância das duas cidades para o desenvolvimento do estado, sendo João Pessoa a capital paraibana e Campina Grande um dos principais polos econômicos, tecnológicos, educacionais e culturais do interior nordestino.
Além das capitais, o ranking também destaca a presença de importantes cidades do interior, como Feira de Santana (BA), Petrolina (PE), Caruaru (PE), Vitória da Conquista (BA) e Juazeiro do Norte (CE), municípios que desempenham papel estratégico em suas respectivas regiões.
Confira as 20 cidades mais populosas do Nordeste
1. Fortaleza (CE) – 2.428.678 habitantes
2. Salvador (BA) – 2.418.005 habitantes
3. Recife (PE) – 1.488.920 habitantes
4. São Luís (MA) – 1.037.775 habitantes
5. Maceió (AL) – 957.916 habitantes
6. Teresina (PI) – 866.300 habitantes
7. João Pessoa (PB) – 833.932 habitantes
8. Natal (RN) – 751.300 habitantes
9. Jaboatão dos Guararapes (PE) – 644.620 habitantes
10. Feira de Santana (BA) – 616.272 habitantes
11. Aracaju (SE) – 602.757 habitantes
12. Campina Grande (PB) – 419.379 habitantes
13. Petrolina (PE) – 386.786 habitantes
14. Caruaru (PE) – 378.048 habitantes
15. Vitória da Conquista (BA) – 370.868 habitantes
16. Caucaia (CE) – 355.679 habitantes
17. Olinda (PE) – 349.976 habitantes
18. Juazeiro do Norte (CE) – 286.120 habitantes
19. Mossoró (RN) – 264.577 habitantes
20. Parnamirim (RN) – 252.716 habitantes
Os dados são referentes ao Censo 2022, realizado pelo IBGE, e representam o retrato mais atualizado da distribuição populacional nos municípios brasileiros. O ranking mostra a concentração populacional nas capitais nordestinas, mas também destaca a crescente importância de cidades médias que funcionam como polos regionais de comércio, serviços, educação e saúde.
🗞️ Redação do papo informativo com dados do Censo de 2022
Suspeito preso confessou ter ocultado o cadáver após uma discussão. Polícia Civil investiga o caso e apura as circunstâncias da morte.
Um homem que estava desaparecido há 12 dias foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (8), no bairro Jardim Continental, em Campina Grande.
A vítima, identificada como Flávio Araújo, teve o corpo localizado enterrado em uma cova rasa nos fundos de uma residência. O imóvel pertence a um homem de 52 anos, que foi preso em flagrante pela Polícia Militar e apontado como principal suspeito do crime.
De acordo com informações das autoridades, o suspeito confessou ter ocultado o corpo e relatou que estava consumindo bebida alcoólica com Flávio quando os dois iniciaram uma discussão por causa de um troco relacionado à compra de uma garrafa de cachaça.
Segundo a versão apresentada pelo suspeito, durante a briga a vítima teria caído e batido a cabeça em uma pedra, morrendo ainda no local. Ele afirmou que, temendo as consequências do ocorrido, decidiu enterrar o corpo no quintal da residência.
Após a localização do cadáver, equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica foram acionadas para realizar os procedimentos periciais. O corpo foi encaminhado ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol).
O suspeito foi conduzido para a delegacia e deverá responder pelos crimes relacionados ao caso. A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias da morte para esclarecer se a versão apresentada pelo homem corresponde aos fatos.
O caso causou grande repercussão em Campina Grande e será apurado pelas autoridades competentes.
O policial militar afastado após ser flagrado agredindo um homem durante os festejos do Maior São João do Mundo, no Parque do Povo, em Campina Grande, apresentou sua versão sobre o episódio por meio de um áudio que circula em grupos de policiais militares nas redes sociais.
Na gravação, atribuída ao agente, ele afirma que a ação ocorreu durante uma ocorrência envolvendo uma briga generalizada nas proximidades do palco principal do evento. Segundo o policial, a equipe atuava para conter a confusão e identificar os envolvidos quando a situação que aparece nas imagens aconteceu.
O militar sustenta que o vídeo divulgado nas redes sociais mostra apenas parte da ocorrência e não retrata todo o contexto da ação policial. Em um dos trechos do áudio, ele afirma que a intervenção foi necessária diante das circunstâncias enfrentadas pela equipe no momento.
Ainda de acordo com a versão apresentada pelo policial, o homem que aparece sendo agredido teria participado da confusão, estaria sob efeito de bebida alcoólica e teria agredido mulheres durante o tumulto. As alegações, no entanto, fazem parte exclusivamente da versão do agente e serão apuradas pelos órgãos competentes.
As imagens que viralizaram nas redes sociais mostram o momento em que o policial se aproxima do homem e desfere diversos golpes. O vídeo provocou forte repercussão entre internautas e levantou questionamentos sobre a atuação policial durante eventos de grande público.
Diante da repercussão, a Polícia Militar da Paraíba informou que afastou o agente das atividades operacionais e instaurou procedimento administrativo para investigar as circunstâncias da ocorrência.
A defesa do policial afirmou que acompanha o caso e defendeu que a apuração seja conduzida de forma técnica e imparcial, respeitando o devido processo legal e evitando julgamentos antecipados.
O episódio ocorreu durante a programação do Maior São João do Mundo e reacendeu o debate sobre os limites do uso da força por agentes de segurança, especialmente em eventos que reúnem milhares de pessoas.
As investigações seguem em andamento e deverão esclarecer as responsabilidades dos envolvidos.
Servidores municipais de diferentes categorias realizaram, na noite desta quarta-feira (3), uma mobilização durante a abertura do Maior São João do Mundo, em Campina Grande. O ato reuniu trabalhadores de áreas como limpeza urbana, vigilância, saúde e apoio administrativo, que reivindicam melhorias nas condições de trabalho e avanços nas negociações salariais. A concentração aconteceu nas proximidades do Teatro Municipal Severino Cabral.
A manifestação faz parte do movimento grevista da categoria e busca chamar a atenção para pautas relacionadas à data-base dos servidores, reajuste salarial e valorização profissional. De acordo com Franklyn Ikaz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), o protesto foi realizado em um dos momentos de maior visibilidade da cidade para ampliar o alcance das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.
A mobilização ocorreu durante a programação de abertura dos festejos juninos e teve como objetivo dar visibilidade às demandas da categoria diante da população e das autoridades municipais. Os servidores defendem a retomada das negociações e cobram avanços em pautas consideradas prioritárias para os trabalhadores do serviço público municipal.
O pré-candidato ao Senado Federal, Marcelo Queiroga, marcou presença na abertura d’O Maior São João do Mundo, em Campina Grande, na noite desta quarta-feira (3). Durante sua passagem pelos camarotes do Parque do Povo, ele chamou a atenção ao carregar uma vacina cenográfica com a inscrição “vacina contra o PT”.
A iniciativa fez referência ao discurso político adotado por setores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro e gerou repercussão entre os participantes da festa. Queiroga circulou pelos espaços do evento, cumprimentou apoiadores, tirou fotos e exibiu o adereço ao público presente.
A ação ocorreu em meio às articulações para as eleições e reforçou o tom de oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT), frequentemente utilizado pelo pré-candidato em suas manifestações públicas.