Adriano reafirma acordo com Lucas Ribeiro e confirma disputa pela presidência da Assembleia no 2º biênio

Adriano Galdino confirmou, nesta quinta-feira (20), que tratou com o governador Lucas Ribeiro sobre o acordo para o comando da Assembleia Legislativa da Paraíba.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, afirmou nesta quinta-feira (20) que manteve conversas com o governador Lucas Ribeiro sobre os acordos políticos relacionados à composição do comando da Casa de Epitácio Pessoa para a próxima legislatura, que terá início em 2027 e seguirá até 2030.

Segundo Galdino, durante o diálogo, Lucas Ribeiro reforçou o compromisso de cumprir os entendimentos previamente estabelecidos com o Republicanos.

“Nós conversamos com o governador Lucas sobre alguns temas colocados na mesa, e ele, muito firme, muito determinado, dizendo que vai honrar todos os compromissos que foram feitos com o Republicanos”, declarou.

O deputado estadual também confirmou que pretende disputar novamente a presidência da Assembleia no segundo biênio da próxima legislatura, caso seja reeleito nas eleições deste ano.

“Sou candidato, sim, ao segundo. Se eu pudesse, ia ser candidato agora, mas não posso por causa do Supremo. Tem que ser no segundo”, afirmou Adriano.


Sobre quem será o representante do Republicanos na disputa pela presidência da ALPB durante o primeiro biênio, Galdino informou que ainda não houve uma decisão definitiva e que as articulações sobre o tema continuam.

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Lula tem candidatura à reeleição oficializada pelo PT e buscará quarto mandato presidencial em 2026

Convenção nacional realizada em São Paulo também confirmou Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente e definiu as principais propostas da chapa para as eleições de 2026.

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou, neste domingo (2), a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição durante convenção nacional realizada em São Paulo. Com a homologação, Lula entra oficialmente na disputa pelas eleições de 2026 em busca de um quarto mandato à frente da Presidência da República.

O encontro também confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como companheiro de chapa, repetindo a composição que venceu as eleições presidenciais de 2022.

Caso seja reeleito, Lula ampliará sua trajetória como presidente do Brasil, após ter conquistado vitórias nas eleições de 2002, 2006 e 2022.

A candidatura conta com o apoio dos partidos que integram a Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — além de PSOL, Rede, PSB e PDT, que anunciaram participação na aliança.



Durante o discurso na convenção, Lula apresentou as prioridades para um eventual novo mandato. Entre elas estão o fortalecimento da educação, a criação de políticas públicas voltadas à população idosa, o incentivo à indústria de defesa, a preservação das riquezas minerais estratégicas, como as terras raras, e a ampliação de ações voltadas à transição energética.

O calendário eleitoral prevê a realização do primeiro turno das eleições em 4 de outubro de 2026. Se necessário, o segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro.

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Frei Anastácio deixa a vida pública após sequelas de acidente e não disputará as eleições de 2026

Ex-deputado federal e ex-secretário de Estado não disputará as eleições de 2026 após sofrer sequelas de um acidente que comprometeram sua memória e sua condição física.

O ex-deputado federal e ex-secretário de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido, Frei Anastácio (PT), não disputará as eleições de 2026. Aos 81 anos, ele encerra sua trajetória política em razão de problemas de saúde decorrentes de um acidente sofrido neste ano.

Após deixar a Secretaria para cumprir o prazo de desincompatibilização e se preparar para uma candidatura à Câmara dos Deputados, Frei Anastácio passou por uma cirurgia para tratamento de varizes. Durante o período de recuperação, sofreu uma queda em um hotel, bateu a cabeça e precisou ser internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

No decorrer do tratamento, os médicos identificaram um coágulo na cabeça. Embora tenha apresentado evolução clínica, o acidente deixou sequelas que comprometeram sua memória e sua condição física, com sintomas semelhantes aos observados em pacientes com Alzheimer.



Atualmente, Frei Anastácio reside no convento franciscano de Lagoa Seca, onde recebe cuidados dos frades. Segundo pessoas próximas, seu estado de saúde não permite mais o exercício de atividades públicas.

Natural de Esperança, no Agreste paraibano, Frei Anastácio nasceu em 1944 e construiu uma trajetória ligada à defesa da agricultura familiar, da reforma agrária e dos trabalhadores rurais. Em 1973, participou da fundação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) na Paraíba e passou a atuar junto a agricultores familiares, assentados e movimentos sociais.

Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleito deputado estadual em quatro oportunidades — 1998, 2002, 2010 e 2014. Também presidiu a Superintendência Regional do Incra na Paraíba e, em 2018, foi eleito deputado federal com mais de 91 mil votos.

Após o mandato na Câmara dos Deputados, assumiu a Secretaria de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido no governo João Azevêdo, onde coordenou políticas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, assistência técnica, mecanização agrícola, inclusão produtiva e segurança alimentar.

Com a decisão de encerrar a carreira política, Frei Anastácio deixa uma trajetória marcada pela atuação em defesa dos trabalhadores do campo e pela participação em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural. Sua história é reconhecida por movimentos sociais, agricultores e lideranças políticas como uma das mais relevantes na luta pela reforma agrária e pela agricultura familiar na Paraíba.

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Marcelo Queiroga leva “vacina contra o PT” para abertura d’O Maior São João do Mundo


O pré-candidato ao Senado Federal, Marcelo Queiroga, marcou presença na abertura d’O Maior São João do Mundo, em Campina Grande, na noite desta quarta-feira (3). Durante sua passagem pelos camarotes do Parque do Povo, ele chamou a atenção ao carregar uma vacina cenográfica com a inscrição “vacina contra o PT”.

A iniciativa fez referência ao discurso político adotado por setores ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro e gerou repercussão entre os participantes da festa. Queiroga circulou pelos espaços do evento, cumprimentou apoiadores, tirou fotos e exibiu o adereço ao público presente.

A ação ocorreu em meio às articulações para as eleições e reforçou o tom de oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT), frequentemente utilizado pelo pré-candidato em suas manifestações públicas.

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Ricardo Coutinho endurece discurso, rejeita apoio a Lucas Ribeiro e impõe condição ao governo: “Nem se o PT mandar”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato a deputado federal Ricardo Coutinho elevou o tom das críticas ao atual grupo governista e afirmou que não apoiará uma eventual candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba em 2026, mesmo que haja orientação do PT nesse sentido.


Durante entrevista, Ricardo declarou que não pretende caminhar politicamente com um governo que, segundo ele, utiliza estruturas de comunicação para disseminar ataques e informações falsas.

O ex-governador citou diretamente o secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, ao acusar a existência de um suposto “gabinete do ódio” dentro da gestão estadual.

“Eu não posso votar por um governo que trabalha com gabinete do ódio. A Paraíba tem um gabinete do ódio instalado dentro da Secom, distribuindo matérias falsas e tentando ganhar debate através de fake news. Esse gabinete do ódio é comandado por Nonato Bandeira”, afirmou Ricardo.

O ex-governador também condicionou qualquer possibilidade de reaproximação política a uma mudança de postura do atual governo em relação ao secretário.

“Se ele não reprime Nonato Bandeira, dá a entender que concorda com isso que está sendo feito”, declarou.

As declarações acontecem em meio à repercussão envolvendo o leilão da PPP do saneamento da Cagepa, realizado recentemente pelo Governo da Paraíba. Ricardo Coutinho voltou a criticar o modelo adotado pelo Estado e classificou a operação como “suspeita”, além de afirmar que a medida poderá trazer prejuízos financeiros para a Paraíba.

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