Ministério da Fazenda determina suspensão da Pixbet e ordena devolução de apostas

Ministério da Fazenda determina suspensão da Pixbet e ordena devolução de apostas



O Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata das atividades da Pixbet, empresa de apostas esportivas sediada em Campina Grande, na Paraíba. A decisão também prevê o cancelamento das apostas que ainda estão em andamento e a restituição dos valores aos usuários.

A medida cautelar foi adotada após o avanço da Operação Arena, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal, pelo Ministério Público, pelo Ministério da Fazenda e pela Receita Federal. A investigação apura a atuação de um grupo empresarial que teria utilizado estruturas financeiras e societárias para movimentar recursos relacionados a jogos de azar e apostas esportivas, com suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Durante a operação, o empresário Ernildo Júnior, apontado como proprietário da Pixbet, foi abordado por agentes da Polícia Federal em Campina Grande. O veículo em que ele estava e o aparelho celular foram apreendidos pelas autoridades.

Entenda a suspensão da Pixbet

Conforme a determinação do Ministério da Fazenda, a empresa teria deixado de fornecer informações exigidas pela Secretaria de Prêmios e Apostas para fins de acompanhamento, controle e fiscalização das atividades de apostas.

A decisão envolve os domínios pix.bet.br, ganhei.bet.br e betdasorte.bet.br, que, segundo o documento, estão relacionados à empresa.

Com a medida, os sites devem interromper suas operações. A retomada das atividades ficará condicionada ao envio das informações solicitadas e à comprovação, pela Secretaria de Prêmios e Apostas, de que as exigências regulatórias foram atendidas.

Além da suspensão, a determinação estabelece que as apostas em andamento sejam encerradas e que os respectivos valores sejam devolvidos aos apostadores.

Em caso de descumprimento da ordem, foi fixada multa diária de R$ 200 mil.



Operação Arena investiga grupo empresarial



A Operação Arena cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.

Também foram autorizadas medidas de quebra de sigilos bancário e telemático, além do bloqueio e sequestro de patrimônio que pode chegar a R$ 1,1 bilhão.

Em Campina Grande, a sede da Pixbet foi alvo dos agentes. Um imóvel ligado a uma pessoa apontada nas investigações como possível “laranja” do grupo também foi alvo da operação.

De acordo com as autoridades, o grupo investigado teria utilizado empresas e estruturas financeiras no exterior para dificultar o rastreamento da origem e do destino de recursos provenientes de jogos de azar e apostas esportivas.

Os investigados são apurados por possíveis crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outras infrações relacionadas ao sistema financeiro nacional.

Defesa diz que foi pega de surpresa

A defesa da Pixbet informou que ainda não havia tido acesso à decisão judicial que autorizou as medidas da Operação Arena. Os advogados afirmaram que foram surpreendidos pela ação e que deverão se manifestar oficialmente após analisarem o conteúdo do processo.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Operação investiga suspeitos de planejar atentado em Brasília durante as eleições

Mandados de busca e apreensão são cumpridos em cinco estados contra investigados por integrar grupos extremistas em redes sociais.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, nesta terça-feira (4), uma operação para investigar pessoas suspeitas de integrar grupos em redes sociais que discutiam a realização de um atentado a bomba durante os debates do segundo turno das eleições deste ano, em Brasília.

Ao todo, oito mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Os alvos da operação têm entre 19 e 31 anos de idade.

Segundo as investigações, além de supostamente planejarem ações violentas, os integrantes dos grupos também compartilhavam conteúdos de ódio direcionados contra mulheres.



Entre os investigados está um seminarista ligado a um mosteiro localizado em Pernambuco. De acordo com a apuração, ele participava ativamente das conversas sobre a organização de uma rede extremista com atuação em diferentes estados. Durante a operação, policiais realizaram buscas no alojamento utilizado pelo suspeito.

As investigações apontam que os grupos discutiam estratégias para invasão de prédios públicos, definição de possíveis alvos, recrutamento de participantes, treinamento tático e análise de mapas. Também teriam sido compartilhadas plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de edifícios localizados na região central de Brasília, incluindo o Palácio do Planalto.

A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), vinculado ao Ministério da Justiça, que auxilia na identificação e no monitoramento das atividades realizadas no ambiente virtual.

As autoridades seguem analisando o material apreendido para identificar outros possíveis envolvidos e verificar a extensão da atuação do grupo.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

STF autoriza investigação sobre suposta atuação de Lulinha para beneficiar lobista em negociações no Ministério da Saúde

Decisão do ministro André Mendonça atende a pedido da Polícia Federal, que apura suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo contratos na área de cannabis medicinal.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a abertura de um inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A medida atende a um pedido da Polícia Federal, que busca apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção relacionadas a negociações envolvendo o Ministério da Saúde.

A investigação foi distribuída ao gabinete de Mendonça por sorteio. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que Lulinha teria atuado para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em tratativas voltadas à comercialização de medicamentos à base de cannabis medicinal para o governo federal.

Antônio Carlos Camilo Antunes é investigado na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. Conforme a PF, ele também buscava expandir negócios na área da saúde por meio da empresa World Cannabis.



As apurações indicam que o lobista tentou viabilizar contratos com o Ministério da Saúde durante os anos de 2024 e 2025 para o fornecimento de medicamentos à base de canabidiol. No entanto, segundo as investigações, nenhuma contratação foi efetivada.

Outro ponto analisado pela Polícia Federal é a suspeita de que Lulinha tenha intermediado contatos para que o empresário fosse recebido por integrantes do Ministério da Saúde. Entre os encontros investigados está uma reunião com Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, que à época ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta. Posteriormente, Berger assumiu uma função no Gabinete Pessoal da Presidência da República.

A investigação também menciona a participação da empresária Roberta Luchsinger, apontada como responsável por prospectar oportunidades de negócios para a World Cannabis junto ao governo federal. A defesa dela afirma que sua atuação foi regular e nega qualquer repasse de recursos a Lulinha.

Em nota, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Fábio Luís Lula da Silva, afirmou que o novo inquérito representa uma tentativa de ampliar as investigações após a Polícia Federal não encontrar elementos que ligassem seu cliente às fraudes apuradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo ele, não há qualquer relação de Lulinha com os fatos investigados.

Também por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que nunca firmou contratos com a World Cannabis nem com empresas ou acionistas citados na investigação. A pasta acrescentou que, por essa razão, não houve repasse de recursos públicos às pessoas ou empresas mencionadas.

Com a autorização do STF, a Polícia Federal dará continuidade às diligências para esclarecer se houve utilização de influência política em benefício de interesses privados nas negociações envolvendo o Ministério da Saúde.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

PF deflagra operação contra grupo investigado por fabricar moeda falsa na Paraíba e em outros estados

Ao todo, a operação cumpre 24 mandados judiciais, sendo 14 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as ações da Polícia Federal foram realizadas nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a Operação No Fake, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fabricar e distribuir cédulas falsas em diversos estados do país. A ação foi realizada simultaneamente na Paraíba, em Pernambuco e em Santa Catarina, por determinação da Justiça Federal.

Ao todo, estão sendo cumpridos 24 mandados judiciais, dos quais 14 são de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as diligências ocorreram nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

Também foram alvo da operação as cidades de Paulista, Abreu e Lima, Caruaru e Igarassu, em Pernambuco, além de Lages, em Santa Catarina.



Segundo as investigações, o grupo criminoso mantinha um laboratório clandestino destinado à produção de dinheiro falsificado. A comercialização das cédulas ocorria por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços postais, permitindo a distribuição do material para diferentes regiões do Brasil.

Além da fabricação de moeda falsa, os investigados também são suspeitos da prática de outros crimes, entre eles organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos automotores, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro.



De acordo com a Polícia Federal, a Operação No Fake busca interromper a fabricação e a circulação de cédulas falsas, desmantelar a estrutura da organização criminosa, responsabilizar os envolvidos e reduzir os impactos causados à economia e à segurança pública.

As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e aprofundar a apuração sobre a extensão das atividades criminosas.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

PF prepara esquema especial de segurança para candidatos à Presidência nas eleições de 2026

Partidos poderão solicitar proteção após as convenções; operação terá centenas de agentes mobilizados e investimento estimado em R$ 95 milhões.

A partir de 20 de julho, os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 poderão contar com escolta e proteção especial da Polícia Federal durante a campanha eleitoral. De acordo com a corporação, cerca de R$ 95 milhões serão destinados à estrutura de segurança, que terá capacidade para atender simultaneamente até dez candidatos em diferentes regiões do país.


A solicitação do serviço deverá ser feita oficialmente pelos partidos políticos e a proteção poderá ser iniciada após a definição dos nomes nas convenções partidárias. No caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve disputar a reeleição, a segurança seguirá um modelo integrado, com participação da Polícia Federal e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).


Estrutura de segurança


Para garantir o acompanhamento dos candidatos, a PF prevê o deslocamento de até 458 servidores especializados. Os agentes passaram por treinamentos realizados entre 2025 e 2026, com capacitações em áreas como direção defensiva, primeiros socorros, salvamento aquático e uso de drones.


Toda a operação será coordenada a partir de Brasília pela Sala Nacional de Comando e Controle, que terá acesso às agendas dos candidatos e acompanhará as movimentações das equipes de segurança em tempo real, permitindo respostas rápidas durante os compromissos de campanha.

🗞️ Redação do papo informativo

Paraíba é alvo de operação da PF contra esquema de lavagem de dinheiro ligado a apostas ilegais

Ação é realizada em seis estados e investiga organização criminosa suspeita de usar plataformas clandestinas, empresas de fachada e influenciadores digitais para movimentar recursos ilícitos

A Paraíba está entre os estados onde a Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Slots, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à exploração ilegal de apostas on-line. A ação conta com apoio técnico da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e também é realizada nos estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Sergipe.

Ao todo, os policiais cumprem 14 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Vitória (ES). A Justiça ainda determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores de até R$ 951,1 milhões, além da apreensão de um imóvel e de veículos de luxo, da suspensão das atividades das empresas investigadas e da proibição de divulgação de plataformas de apostas consideradas irregulares.



De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram após a identificação de indícios de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. No decorrer da apuração, os investigadores identificaram uma organização criminosa que, segundo a PF, utilizava empresas de fachada, plataformas clandestinas de apostas esportivas e influenciadores digitais para ocultar a origem dos recursos e promover os sites ilegais.

As investigações também apontam que as plataformas operavam sem autorização para funcionar no Brasil e utilizavam, de forma indevida, símbolos e referências visuais ligados ao Sistema de Gestão de Apostas (SIGAP), do Ministério da Fazenda, e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), com o objetivo de transmitir credibilidade aos consumidores. Conforme a PF, os valores arrecadados com as apostas eram direcionados para empresas sem autorização legal para explorar esse tipo de atividade.

Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Federal não havia informado quantos mandados foram cumpridos especificamente na Paraíba nem divulgado a identidade dos investigados no estado.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

PF mira Jaques Wagner e banqueiro Augusto Lima em nova fase da Operação Compliance Zero
Investigação chega à 9ª etapa e amplia apurações sobre supostas irregularidades financeiras e empresariais.


O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso Nacional, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno, estão entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (18).

A investigação apura a suposta participação de agentes públicos e empresários em um esquema que envolveria fraudes financeiras, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça. As apurações estão relacionadas ao Banco Master e apontam para movimentações financeiras consideradas suspeitas pelos investigadores.

Ao todo, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em endereços localizados no Distrito Federal, São Paulo e Bahia. As medidas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

Além das buscas, o magistrado determinou uma série de medidas cautelares, incluindo a suspensão dos passaportes dos investigados, o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de contato entre os alvos da operação.

Segundo a Polícia Federal, os fatos investigados podem configurar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem em andamento para apurar a extensão do suposto esquema e o envolvimento de cada um dos investigados.

🗞️ Redação do papo informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO

Virginia Fonseca estaria na mira de investigação da Polícia Federal, aponta revista
Virginia Fonseca volta ao centro das polêmicas após reportagem citar investigação da PF


Influenciadora também se manifestou após ser alvo de xingamentos no Maracanã e afirmou estar cansada de julgamentos públicos

A influenciadora e empresária Virginia Fonseca voltou a ser assunto nas redes sociais e na imprensa após uma reportagem da revista Piauí apontar que ela estaria sendo investigada pela Polícia Federal por movimentações financeiras consideradas atípicas em empresas ligadas ao seu grupo empresarial.

Segundo a publicação, a apuração teria sido iniciada a partir de Relatórios de Inteligência Financeira elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), com base em comunicações realizadas por instituições bancárias. O objetivo seria esclarecer a origem e o destino de recursos movimentados por empresas associadas à influenciadora.

Entre os negócios citados estariam a Talismã Digital, empresa mantida por Virginia e pelo ex-marido, o cantor Zé Felipe, além da marca de cosméticos WePink. De acordo com a reportagem, investigadores analisam transações milionárias realizadas entre 2024 e 2025 que teriam gerado alertas automáticos nos sistemas de monitoramento financeiro.

Um dos pontos mencionados envolve a empresa AMP Pay Marketing e Negócios, apontada como uma das principais remetentes de recursos para empresas ligadas à influenciadora. Conforme a publicação, teriam sido realizados depósitos que somam R$ 17,7 milhões em cinco transferências via Pix.

Até o momento, não existe acusação formal nem denúncia apresentada contra Virginia Fonseca. O procedimento segue em fase de investigação, e a defesa da empresária afirma que não houve qualquer prática ilícita, sustentando que todas as movimentações financeiras possuem documentação e justificativa legal.

A repercussão ocorre cerca de um ano após Virginia prestar depoimento na CPI das Bets, realizada no Senado Federal. Embora seu nome tenha sido citado no relatório final da comissão, a influenciadora não foi indiciada, já que o parecer acabou rejeitado pela maioria dos parlamentares.

Nos últimos anos, a WePink também enfrentou questionamentos envolvendo reclamações de consumidores e ações movidas por órgãos de fiscalização. A empresa, por sua vez, nega irregularidades e afirma atuar em conformidade com a legislação brasileira.

Além da reportagem sobre a suposta investigação, Virginia também ganhou destaque após ser alvo de xingamentos durante uma partida amistosa da Seleção Brasileira no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no último domingo (31).

Em suas redes sociais, a influenciadora lamentou os ataques e afirmou que a violência vai além das agressões físicas. “A violência não é apenas física. Ela também aparece na humilhação pública. No ataque coletivo e constrangimento transformado em espetáculo”, escreveu nos Stories do Instagram.

Em outro trecho da publicação, Virginia declarou estar cansada dos julgamentos constantes que enfrenta na internet e em espaços públicos. A situação relembra episódio semelhante vivido por ela durante sua estreia no Carnaval do Rio de Janeiro neste ano.

Redação do Papo Informativo

CLIQUE AQUI E SIGA NOSSO CANAL NO WHATSAPP E FIQUE BEM INFORMADO