Polícia Federal investiga suspeito de armazenar imagens de abuso sexual infantojuvenil na Paraíba

Mandado de busca e apreensão foi cumprido durante operação policial; investigação apura armazenamento de conteúdo envolvendo crianças e adolescentes.

A Polícia Federal realizou uma operação na Paraíba para investigar um suspeito de armazenar imagens e vídeos relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes. A ação faz parte do trabalho de combate a crimes dessa natureza praticados no ambiente digital.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, as investigações buscam reunir provas sobre a possível prática criminosa. O cumprimento de mandados de busca e apreensão permite que os agentes recolham equipamentos e materiais que possam contribuir para o esclarecimento do caso.

O investigado poderá responder criminalmente caso sejam confirmadas as suspeitas. Até o momento, é importante ressaltar que a investigação não representa, por si só, uma condenação.

Combate aos crimes digitais

A Polícia Federal também destaca a importância da prevenção e da proteção de crianças e adolescentes na internet. Entre as recomendações estão o acompanhamento do uso de dispositivos eletrônicos por menores de idade, o diálogo sobre segurança digital e a comunicação às autoridades de situações suspeitas.

As investigações desse tipo são fundamentais para identificar possíveis responsáveis e combater a circulação de conteúdos que violem os direitos de crianças e adolescentes.

Papo Informativo — Informação com responsabilidade.

PF investiga negociação de apoio eleitoral com facção e deputado é alvo de operação na Paraíba
Operação da Polícia Federal cumpre sete mandados na Paraíba, apreende R$ 220 mil e afasta secretário de João Pessoa; investigação apura suposta troca de apoio político por vantagens oferecidas a integrantes de facção criminosa.

O deputado estadual Caio Roberto (MDB) está entre os alvos de uma operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (29), na Paraíba. A investigação apura uma suposta articulação envolvendo agentes políticos e integrantes de uma facção criminosa que teria influência territorial em comunidades do estado.

A operação resultou na apreensão de R$ 220 mil em dinheiro. Também houve o afastamento cautelar de Júnior Pires, secretário-chefe do Procon de João Pessoa, por determinação judicial.

Em nota, a Prefeitura de João Pessoa afirmou que ainda não havia sido oficialmente comunicada sobre a decisão que determinou o afastamento do servidor. A administração municipal declarou que está à disposição das autoridades e que irá colaborar com as investigações, destacando ainda o respeito ao devido processo legal.

Ao todo, a Polícia Federal cumpre sete mandados de busca e apreensão. As medidas foram autorizadas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).



Investigação

De acordo com as informações divulgadas sobre a operação, a investigação busca esclarecer como integrantes de uma organização criminosa teriam utilizado o controle sobre determinadas áreas para estabelecer acordos relacionados à atividade político-eleitoral.

A suspeita é de que o domínio territorial teria sido utilizado para facilitar a entrada de candidatos em comunidades durante o período de campanha.

Em contrapartida, os investigadores apuram possíveis vantagens oferecidas ao grupo, entre elas pagamentos a uma liderança criminosa, financiamento de despesas de um centro comunitário e negociações relacionadas à indicação para cargos ou empregos na administração pública.

Até a publicação desta reportagem, a defesa do deputado Caio Roberto não havia sido localizada para se manifestar sobre o caso.

As investigações seguem em andamento, e os fatos ainda são objeto de apuração pelas autoridades.

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Sócio da PixBet é preso em Jacumã durante nova fase da Operação Arena



O empresário Tadeu Dantas, apontado como sócio da casa de apostas PixBet, foi preso na manhã desta quinta-feira (17), em Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba. A prisão ocorreu durante a segunda etapa da Operação Arena, conduzida pela Polícia Federal.

O mandado de prisão preventiva tinha como destino o município de Campina Grande, mas o empresário acabou localizado pelos agentes em Jacumã. A ação também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de bens dos investigados.

Além de Jacumã, foram realizadas diligências em João Pessoa e Campina Grande.

Investigação apura movimentação bilionária

A nova fase da Operação Arena busca aprofundar as apurações contra um grupo empresarial suspeito de envolvimento em crimes como evasão de divisas, lavagem de dinheiro e delitos contra a ordem tributária e financeira.

Conforme as informações da Polícia Federal, os investigadores suspeitam que empresas registradas no exterior tenham sido utilizadas para esconder a origem e o destino de valores ligados à exploração de jogos de azar e apostas esportivas.



Como começou a Operação Arena

A primeira fase da operação foi deflagrada em agosto, com o cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.

Na ocasião, a Justiça também autorizou a quebra dos sigilos bancário e telemático dos investigados, além do sequestro de bens e valores que poderiam chegar a R$ 1,1 bilhão.

As investigações começaram em 2022, a partir de apurações envolvendo pessoas físicas e empresas com sede em Campina Grande.

Segundo a Receita Federal, foram identificadas movimentações financeiras superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025. Em diversos casos, os valores teriam sido considerados incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.

A prisão e as medidas judiciais fazem parte do andamento das investigações. A responsabilidade criminal dos envolvidos ainda deverá ser definida pela Justiça.

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Chefes de facções da Paraíba são transferidos para presídios federais em operação de segurança

Detentos que estavam no PB1/PB2, em João Pessoa, foram levados para unidades do Sistema Penitenciário Federal por determinação judicial. Medida reforça o isolamento dos líderes e restringe o contato com o ambiente externo.

Uma operação de segurança resultou na transferência de líderes de facções criminosas que estavam presos na Paraíba para unidades do Sistema Penitenciário Federal. A movimentação ocorreu sob sigilo e envolveu um esquema reforçado de segurança.


Os detentos estavam custodiados no Complexo Penitenciário PB1/PB2, localizado na região de Jacarapé, em João Pessoa. A transferência foi determinada judicialmente e contou com a participação de órgãos estaduais e federais.


Com a mudança para o sistema federal, os presos passam a ficar submetidos a regras de segurança mais rígidas e a um regime de controle mais intenso sobre visitas e comunicação.


Regras mais rigorosa


No Sistema Penitenciário Federal, as visitas sociais são realizadas sob protocolos específicos, incluindo atendimento em parlatórios ou por videoconferência, conforme as regras aplicáveis a cada unidade e situação do preso.


O contato com familiares e outras pessoas autorizadas é submetido a procedimentos de segurança e fiscalização. As comunicações realizadas durante as visitas também podem ser monitoradas de acordo com as normas do sistema.


O objetivo é dificultar a transmissão de ordens para integrantes das organizações criminosas que estejam fora dos presídios.
Operação envolveu forças estaduais e federais


A ação contou com a participação da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap-PB), da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e da Polícia Penal Federal.


O deslocamento dos detentos foi realizado sob forte esquema de segurança para reduzir riscos de resgate, ataques ou possíveis reações de grupos criminosos.
As forças de segurança também reforçaram o monitoramento e o policiamento preventivo em áreas consideradas estratégicas.
Novas transferências de presos considerados integrantes importantes de organizações criminosas podem ser avaliadas pelas autoridades, conforme decisões judiciais e critérios de segurança.

🗞️ Redação do papo informativo

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Ministério da Fazenda determina suspensão da Pixbet e ordena devolução de apostas

Ministério da Fazenda determina suspensão da Pixbet e ordena devolução de apostas



O Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata das atividades da Pixbet, empresa de apostas esportivas sediada em Campina Grande, na Paraíba. A decisão também prevê o cancelamento das apostas que ainda estão em andamento e a restituição dos valores aos usuários.

A medida cautelar foi adotada após o avanço da Operação Arena, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal, pelo Ministério Público, pelo Ministério da Fazenda e pela Receita Federal. A investigação apura a atuação de um grupo empresarial que teria utilizado estruturas financeiras e societárias para movimentar recursos relacionados a jogos de azar e apostas esportivas, com suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Durante a operação, o empresário Ernildo Júnior, apontado como proprietário da Pixbet, foi abordado por agentes da Polícia Federal em Campina Grande. O veículo em que ele estava e o aparelho celular foram apreendidos pelas autoridades.

Entenda a suspensão da Pixbet

Conforme a determinação do Ministério da Fazenda, a empresa teria deixado de fornecer informações exigidas pela Secretaria de Prêmios e Apostas para fins de acompanhamento, controle e fiscalização das atividades de apostas.

A decisão envolve os domínios pix.bet.br, ganhei.bet.br e betdasorte.bet.br, que, segundo o documento, estão relacionados à empresa.

Com a medida, os sites devem interromper suas operações. A retomada das atividades ficará condicionada ao envio das informações solicitadas e à comprovação, pela Secretaria de Prêmios e Apostas, de que as exigências regulatórias foram atendidas.

Além da suspensão, a determinação estabelece que as apostas em andamento sejam encerradas e que os respectivos valores sejam devolvidos aos apostadores.

Em caso de descumprimento da ordem, foi fixada multa diária de R$ 200 mil.



Operação Arena investiga grupo empresarial



A Operação Arena cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.

Também foram autorizadas medidas de quebra de sigilos bancário e telemático, além do bloqueio e sequestro de patrimônio que pode chegar a R$ 1,1 bilhão.

Em Campina Grande, a sede da Pixbet foi alvo dos agentes. Um imóvel ligado a uma pessoa apontada nas investigações como possível “laranja” do grupo também foi alvo da operação.

De acordo com as autoridades, o grupo investigado teria utilizado empresas e estruturas financeiras no exterior para dificultar o rastreamento da origem e do destino de recursos provenientes de jogos de azar e apostas esportivas.

Os investigados são apurados por possíveis crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outras infrações relacionadas ao sistema financeiro nacional.

Defesa diz que foi pega de surpresa

A defesa da Pixbet informou que ainda não havia tido acesso à decisão judicial que autorizou as medidas da Operação Arena. Os advogados afirmaram que foram surpreendidos pela ação e que deverão se manifestar oficialmente após analisarem o conteúdo do processo.

🗞️ Redação do papo informativo

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Gaeco denuncia delegado e agentes da Polícia Civil por ligação com o narcotráfico e pede perda dos cargos

Primeira denúncia da Operação Perfidus aponta que policiais integravam organização criminosa voltada ao desvio de drogas, lavagem de dinheiro e favorecimento ao tráfico; Ministério Público também pede indenização de R$ 1 milhão.

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), apresentou nesta sexta-feira (24) a primeira denúncia no âmbito da Operação Perfidus. Entre os denunciados estão o delegado da Polícia Civil Braz Morroni e os agentes Everton Silva, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge, o “Mão Branca”, que permanecem presos no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa.


Segundo o Ministério Público, os três integrariam uma organização criminosa formada por agentes públicos e particulares com atuação diretamente ligada ao narcotráfico. A denúncia sustenta que o grupo operava de forma estruturada, com divisão de funções, utilizando métodos semelhantes aos de uma organização empresarial para desviar entorpecentes, comercializar drogas e ocultar os lucros obtidos por meio de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro.


As investigações apontam que o esquema funcionava em três frentes principais. A primeira consistia no desvio de drogas apreendidas durante operações policiais, utilizando a estrutura do Estado. A segunda envolvia a logística de distribuição dos entorpecentes em parceria com redes criminosas. Já a terceira era voltada à movimentação e ocultação de recursos financeiros, por meio de empresas de fachada e contas bancárias utilizadas para receber e transferir valores ilícitos.


O Gaeco denunciou os três policiais pelos crimes de furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual majorada. Além das condenações criminais, o Ministério Público requereu à Justiça a perda dos cargos públicos dos denunciados e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.

Operação Perfidus

Deflagrada em 2 de junho, a Operação Perfidus investiga um suposto esquema de tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Além do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e dos agentes Everton Rychelyson da Silva Aires (“Bomba”) e Eduardo Jorge Ferreira do Egito (“Mão Branca”), também foram alvos da operação:


João Wicttor Alves de Lima, apontado como traficante;


Brendo Roberth Fernandes Sobral, apontado como traficante;


Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como “Galinha”, apontado como traficante;


José Alexandrino de Lira Júnior, o “Júnior Lira”, apontado como integrante de uma facção criminosa do Rio Grande do Norte;


Vanessa Dantas Fernandes, apontada como integrante da mesma organização criminosa;


Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como “Babau”, apontado como integrante de uma facção com atuação na Paraíba.

De acordo com a investigação, parte das drogas apreendidas em operações policiais era desviada e revendida ilegalmente para integrantes de organizações criminosas, inclusive dentro de unidades prisionais da Paraíba.

Os lucros obtidos com a comercialização dos entorpecentes seriam repartidos entre os integrantes do grupo.
A Operação Perfidus é resultado de mais de um ano de investigação conduzida em conjunto pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco. Ao todo, foram cumpridos oito dos nove mandados de prisão expedidos pela Justiça, além de 24 mandados de busca e apreensão. Também foi determinado o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e valores dos investigados.

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PF deflagra operação contra grupo investigado por fabricar moeda falsa na Paraíba e em outros estados

Ao todo, a operação cumpre 24 mandados judiciais, sendo 14 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as ações da Polícia Federal foram realizadas nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a Operação No Fake, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fabricar e distribuir cédulas falsas em diversos estados do país. A ação foi realizada simultaneamente na Paraíba, em Pernambuco e em Santa Catarina, por determinação da Justiça Federal.

Ao todo, estão sendo cumpridos 24 mandados judiciais, dos quais 14 são de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva. Na Paraíba, as diligências ocorreram nos municípios de João Pessoa e Mogeiro.

Também foram alvo da operação as cidades de Paulista, Abreu e Lima, Caruaru e Igarassu, em Pernambuco, além de Lages, em Santa Catarina.



Segundo as investigações, o grupo criminoso mantinha um laboratório clandestino destinado à produção de dinheiro falsificado. A comercialização das cédulas ocorria por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços postais, permitindo a distribuição do material para diferentes regiões do Brasil.

Além da fabricação de moeda falsa, os investigados também são suspeitos da prática de outros crimes, entre eles organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos automotores, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro.



De acordo com a Polícia Federal, a Operação No Fake busca interromper a fabricação e a circulação de cédulas falsas, desmantelar a estrutura da organização criminosa, responsabilizar os envolvidos e reduzir os impactos causados à economia e à segurança pública.

As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e aprofundar a apuração sobre a extensão das atividades criminosas.

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Paraíba é alvo de operação da PF contra esquema de lavagem de dinheiro ligado a apostas ilegais

Ação é realizada em seis estados e investiga organização criminosa suspeita de usar plataformas clandestinas, empresas de fachada e influenciadores digitais para movimentar recursos ilícitos

A Paraíba está entre os estados onde a Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Slots, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à exploração ilegal de apostas on-line. A ação conta com apoio técnico da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e também é realizada nos estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Sergipe.

Ao todo, os policiais cumprem 14 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Vitória (ES). A Justiça ainda determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores de até R$ 951,1 milhões, além da apreensão de um imóvel e de veículos de luxo, da suspensão das atividades das empresas investigadas e da proibição de divulgação de plataformas de apostas consideradas irregulares.



De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram após a identificação de indícios de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. No decorrer da apuração, os investigadores identificaram uma organização criminosa que, segundo a PF, utilizava empresas de fachada, plataformas clandestinas de apostas esportivas e influenciadores digitais para ocultar a origem dos recursos e promover os sites ilegais.

As investigações também apontam que as plataformas operavam sem autorização para funcionar no Brasil e utilizavam, de forma indevida, símbolos e referências visuais ligados ao Sistema de Gestão de Apostas (SIGAP), do Ministério da Fazenda, e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), com o objetivo de transmitir credibilidade aos consumidores. Conforme a PF, os valores arrecadados com as apostas eram direcionados para empresas sem autorização legal para explorar esse tipo de atividade.

Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Federal não havia informado quantos mandados foram cumpridos especificamente na Paraíba nem divulgado a identidade dos investigados no estado.

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Operação Consigliere mira organização criminosa e cumpre 59 mandados em três estados

Forças de segurança realizam ofensiva contra grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro; 16 pessoas já foram presas na Paraíba.


Uma grande operação das forças de segurança foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (8) para desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Batizada de Operação Consigliere, a ação ocorre simultaneamente na Paraíba, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB), a ofensiva reúne equipes da Polícia Federal (PF), Polícia Penal Federal (PPF), Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC) e Polícia Penal (PP).


Ao todo, estão sendo cumpridos 59 mandados judiciais expedidos pela Justiça da Paraíba, sendo 46 de busca e apreensão e 13 de prisão temporária. A investigação busca desarticular a estrutura da organização criminosa e interromper suas atividades.

Na Paraíba, até a última atualização, 16 pessoas já haviam sido presas. Os mandados foram cumpridos nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Conde.

Durante a operação, os agentes também apreenderam armas e drogas. As autoridades ainda não divulgaram a quantidade de material recolhido nem detalhes sobre os alvos da investigação.

A Operação Consigliere segue em andamento, e o número de prisões, apreensões e outras informações poderá ser atualizado pelas forças de segurança ao longo do dia.

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Quase 100 celulares furtados no São João de Campina Grande são recuperados em operação policial
Operação Nexus mira esquema de receptação de aparelhos roubados durante os festejos e prende três pessoas em flagrante.

Quase 100 celulares roubados, avaliados em mais de R$ 500 mil, foram recuperados durante uma operação realizada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (26), em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. De acordo com as investigações, parte dos aparelhos foi furtada durante as festividades de São João na cidade.

A Operação Nexus desarticulou uma suposta rede criminosa envolvida na compra e venda de produtos de origem ilícita. Ao todo, além dos celulares, os policiais apreenderam acessórios eletrônicos, como relógios inteligentes e carregadores, e mais de R$ 7 mil em dinheiro.

Três pessoas foram presas em flagrante pelo crime de receptação qualificada. Um dos detidos também deverá responder por fraude processual, segundo a Polícia Civil.

Todo o material apreendido será submetido à perícia para auxiliar no avanço das investigações e identificar outros envolvidos no esquema.

A ação integra as medidas de segurança adotadas pela Polícia Civil da Paraíba durante “O Maior São João do Mundo”, com foco no combate aos crimes de furto e roubo registrados durante os festejos juninos de Campina Grande.

🗞️ Redação do papo informativo

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