
O Ministério da Justiça formalizou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e teve como fundamento o abandono de cargo.
Conforme o ato administrativo, o ex-deputado teria ficado mais de 30 dias consecutivos sem comparecer ao trabalho e sem apresentar justificativa considerada válida. A ausência foi enquadrada como infração disciplinar e resultou na aplicação da penalidade de demissão.
A decisão foi assinada na sexta-feira (18) pelo ministro Wellington Lima e Silva e entrou oficialmente em vigor com a publicação no Diário Oficial da União.

Com a demissão, Eduardo Bolsonaro perde o vínculo funcional com a Polícia Federal e deixa definitivamente o cargo de escrivão. A carreira tem remuneração inicial superior a R$ 14 mil, além de possibilidade de progressão salarial conforme o desenvolvimento funcional.
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Mandato de deputado também foi cassado
Eduardo Bolsonaro estava afastado das atividades na Polícia Federal durante o período em que exerceu o mandato de deputado federal. Em 18 de dezembro, porém, teve o mandato cassado em razão do número de faltas registradas.
Eleito pelo estado de São Paulo, Eduardo passou a morar nos Estados Unidos no início do ano passado. Na ocasião, afirmou que a mudança tinha relação com o que classificou como perseguição política e jurídica no Brasil.
🗞️ Redação do papo informativo
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