
NOTÍCIAS DO MOMENTO!












Ação é realizada em seis estados e investiga organização criminosa suspeita de usar plataformas clandestinas, empresas de fachada e influenciadores digitais para movimentar recursos ilícitos
A Paraíba está entre os estados onde a Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Slots, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à exploração ilegal de apostas on-line. A ação conta com apoio técnico da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e também é realizada nos estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Sergipe.
Ao todo, os policiais cumprem 14 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Vitória (ES). A Justiça ainda determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores de até R$ 951,1 milhões, além da apreensão de um imóvel e de veículos de luxo, da suspensão das atividades das empresas investigadas e da proibição de divulgação de plataformas de apostas consideradas irregulares.
De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram após a identificação de indícios de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. No decorrer da apuração, os investigadores identificaram uma organização criminosa que, segundo a PF, utilizava empresas de fachada, plataformas clandestinas de apostas esportivas e influenciadores digitais para ocultar a origem dos recursos e promover os sites ilegais.
As investigações também apontam que as plataformas operavam sem autorização para funcionar no Brasil e utilizavam, de forma indevida, símbolos e referências visuais ligados ao Sistema de Gestão de Apostas (SIGAP), do Ministério da Fazenda, e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), com o objetivo de transmitir credibilidade aos consumidores. Conforme a PF, os valores arrecadados com as apostas eram direcionados para empresas sem autorização legal para explorar esse tipo de atividade.
Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Federal não havia informado quantos mandados foram cumpridos especificamente na Paraíba nem divulgado a identidade dos investigados no estado.
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Grupo deve adquirir 50% da Rede Mais Família e ampliar presença nacional com rede de afiliadas
A Jovem Pan está em fase avançada de negociações para ampliar sua atuação na televisão aberta. O grupo deve adquirir 50% da operação da Rede Mais Família, emissora pertencente ao empresário Rinaldi Faria, em um movimento que pode fortalecer sua presença no mercado televisivo nacional.
As conversas entre Rinaldi Faria, o vice-presidente do Grupo Jovem Pan, Marcelo Carvalho, e Tutinha, presidente da empresa, ocorrem há vários meses. Ao longo desse período, o modelo da parceria passou por ajustes até chegar ao formato atual, que prevê a participação societária da Jovem Pan na operação da emissora.
Pelo acordo em discussão, Rinaldi Faria continuará vinculado ao projeto durante o período de transição e permanecerá participando dos resultados da operação por um prazo previamente estabelecido. Os valores envolvidos na negociação não foram divulgados.
Com a aquisição, a Jovem Pan passará a contar com uma estrutura nacional de televisão aberta e uma rede de afiliadas distribuídas pelo país, ampliando sua capacidade de distribuição de conteúdo.
Além do fortalecimento no jornalismo, área em que a empresa já atua, o objetivo é desenvolver uma programação diversificada, com atrações de entretenimento, dramaturgia, realities e novos formatos para ampliar sua participação no mercado de TV aberta.
As informações sobre a negociação foram divulgadas pelo colunista Flávio Ricco, do Portal LeoDias.
🗞️ Redação do papo informativo
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Antônio Lisboa Leitão de Souza foi desligado após processo administrativo disciplinar; defesa afirma que recorrerá da decisão
O professor Antônio Lisboa Leitão de Souza, demitido pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que apurou denúncias de assédio sexual e moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), também exerce a função de diácono na Diocese de Campina Grande e já respondeu a um processo por assédio sexual em 2017.
Além da carreira acadêmica, Antônio Lisboa foi ordenado diácono da Diocese de Campina Grande em 2015. Em maio deste ano, ele foi transferido da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário para a Paróquia de Nossa Senhora das Dores e São Lucas.
Processo de 2017
Em 2017, o professor respondeu a um processo por assédio sexual envolvendo duas mulheres. Na ocasião, a Justiça concedeu a suspensão condicional do processo, mecanismo previsto na legislação que interrompe o andamento da ação mediante o cumprimento de condições determinadas pelo Judiciário.
Conforme a decisão judicial, Antônio Lisboa cumpriu prestação de serviços à comunidade e compareceu regularmente em juízo durante o período estabelecido. Ao final do prazo, sem registro de descumprimento das condições impostas, a Justiça declarou extinta a punibilidade e determinou o arquivamento do processo.
Demissão publicada pelo MEC
A demissão do professor foi oficializada pelo Ministério da Educação e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (14). Segundo a portaria, o Processo Administrativo Disciplinar concluiu que Antônio Lisboa praticou condutas de conotação sexual e assédio moral contra estudantes da UFCG, utilizando-se da posição que ocupava na instituição.
Em nota, a defesa do professor informou que recebeu a decisão “com perplexidade”, alegando que pedidos apresentados durante a tramitação do PAD não teriam sido apreciados. Os advogados também afirmam que Antônio Lisboa foi absolvido pela Justiça Criminal de Campina Grande em processo relacionado aos mesmos fatos e que irão recorrer ao Poder Judiciário para tentar reverter a demissão.
Procurada, a Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar (CPPAD) da UFCG informou que o procedimento permanece sob sigilo e ainda não houve trânsito em julgado na esfera administrativa. Segundo a comissão, o acesso aos autos poderá ser disponibilizado após o levantamento do sigilo.
🗞️ Redação do papo informativo
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Levantamento aponta crescimento do presidente nas intenções de voto e vantagem de oito pontos em eventual segundo turno contra o senador
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). O levantamento indica avanço de Lula nas intenções de voto e uma queda no desempenho do principal nome da oposição no cenário testado pelo instituto.
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula aparece com 26% das intenções de voto, um crescimento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Flávio Bolsonaro registra 14%, mantendo o mesmo índice obtido em maio.
No cenário estimulado, Lula alcança 40% das intenções de voto, um ponto percentual acima da pesquisa anterior. Já Flávio Bolsonaro soma 28%, após recuar cinco pontos no mesmo período.
Entre os demais nomes avaliados, Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4% das intenções de voto, enquanto Renan Santos (Missão) registra 3%. Outros candidatos somam 4%, os indecisos representam 11% e 8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou ainda não sabem em quem votar.
A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Na disputa contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 37%, abrindo uma vantagem de oito pontos percentuais. No levantamento anterior, a diferença entre os dois era de apenas um ponto.
Nos demais confrontos testados, o presidente também aparece à frente. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula tem 45% das intenções de voto, ante 36% do adversário. Em um eventual segundo turno contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista registra 45%, enquanto Zema alcança 35%.
Já em uma simulação contra Renan Santos, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 33%.
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores em 120 municípios brasileiros entre os dias 10 e 13 de julho. O levantamento possui nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-7181/2026.
🗞️ Redação do papo informativo


O podcast papo informativo é rico em histórias de Campina Grande e da Paraíba, no episódio com o professor Hermano Nepomuceno, pudemos conhecer uma interessante história que jamais deve ser esquecida pelo povo campinense, o período obscuro da ditadura militar que deixou sua marca na rainha da borborema.
O relato do professor Hermano Nepomuceno no podcast Papo Informativo traz uma contribuição fundamental para a preservação da memória histórica de Campina Grande.
O período da Ditadura Militar (1964-1985) deixou cicatrizes profundas em todo o Brasil, mas relatos recentes trazem à tona a realidade sombria vivida em cidades do interior, como Campina Grande, onde a repressão agiu com força total longe dos grandes centros.
O “Fleury” de Campina Grande
Um dos pontos mais marcantes do episódio é a atuação do Major Antônio Paulo Câmara , descrito por Hermano Nepomuceno como um “Fleury fardado”, o major é apontado como o responsável por instaurar um verdadeiro regime de terror na cidade. Ele transformou o quartel do exército, localizado na Rua 15 de Novembro, em um centro de tortura e interrogatórios violentos, controlando desde reuniões estudantis até espetáculos teatrais.

A repressão contra a classe trabalhadora
A violência institucionalizada não poupou lideranças populares e sindicais. Em 1970, dirigentes dos sindicatos dos comerciários, bancários, metalúrgicos e sapateiros foram presos. Entre as figuras que enfrentaram a crueldade do regime, destaca-se o nome do ex-vereador José Peba, um sindicalista comunista que foi brutalmente torturado, tornando-se um símbolo da resistência local.
O sequestro da professora Maura Pires Ramos, ocorrido à luz do dia na Escola Estadual da Liberdade, ilustra como o medo foi disseminado em todos os setores da sociedade.
Métodos de tortura e locais de exceção
O episódio com o professor Hermano Nepomuceno detalhou que o horror não se limitava aos quartéis. O regime utilizava “granjas” cedidas por apoiadores para a realização de torturas longe da vista do público. Os métodos relatados, como choques elétricos e torturas físicas, comprovam a brutalidade sistêmica aplicada contra quem se opunha ao governo militar.
A importância da memória
Mesmo com a extinção da Comissão da Verdade em 2014, o trabalho de resgate histórico realizado por figuras como o professor Fábio Freitas permanece fundamental. A luta contra o esquecimento é essencial para que episódios como o da “morte acidental” do Major Câmara — que, segundo os relatos, gerou um sentimento de alívio na população — não sejam os únicos registros sobre esse passado obscuro.
“Na democracia você pode criticar, você pode falar, você pode discordar. Isso é importante”, ressalta o professor Hermano que ao final, destacou que a liberdade e o respeito mútuo são os pilares que impedem o retorno desses dias sombrios.
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Colegiado reunirá lideranças da base aliada para participar das decisões sobre o projeto eleitoral, incluindo a definição da chapa majoritária.
O governador da Paraíba e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), anunciou a criação de um Conselho Político formado por representantes dos 14 partidos que compõem sua base aliada. O grupo terá a missão de discutir e deliberar sobre as principais estratégias da campanha para as eleições de 2026.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (14), durante entrevista ao programa Correio Verdade. Segundo Lucas Ribeiro, o conselho foi criado para garantir a participação das legendas nas decisões relacionadas ao projeto político do grupo.
“Criamos esse conselho, representado por um membro de cada partido, que vai opinar em todas as decisões, sejam elas eleitorais, de planejamento ou de outras questões que passaremos a discutir a partir de agora”, afirmou.
Entre os temas que deverão ser debatidos pelo colegiado está a definição do candidato a vice-governador na chapa governista, uma das decisões mais aguardadas no processo de articulação política para o pleito de 2026.
O Conselho Político reúne dirigentes e lideranças partidárias responsáveis por alinhar estratégias e fortalecer a unidade da base aliada. Integram o grupo representantes da Federação União Progressista (União Brasil e Progressistas), PSB, Republicanos, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PDT, Rede, PRD, Agir, Mobiliza, Democracia Cristã (DC), Solidariedade e Cidadania.
A expectativa é que o colegiado atue de forma permanente na construção do projeto político governista até as eleições marcadas para outubro de 2026.
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Proposta busca tornar mais rigorosos os critérios para a concessão da Justiça gratuita, direcionando o benefício a pessoas que comprovem não ter condições de arcar com os custos do processo.
O Plenário do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) nº 2.239/2022, que altera o Código de Processo Civil (CPC) para estabelecer critérios mais objetivos na concessão da gratuidade da Justiça. A proposta exige a comprovação da condição de vulnerabilidade econômica para a obtenção do benefício.
O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Como sofreu alterações em relação à versão aprovada pela Câmara dos Deputados, o projeto retorna para nova análise dos deputados antes de seguir para eventual sanção presidencial.
O que é a gratuidade da Justiça?
A gratuidade da Justiça é um benefício previsto na legislação brasileira que isenta pessoas sem condições financeiras do pagamento de despesas relacionadas ao processo judicial, como custas, taxas, honorários periciais e outros custos necessários para o acesso ao Poder Judiciário.
O que muda com o projeto?
Atualmente, o Código de Processo Civil estabelece que a declaração de insuficiência de recursos apresentada pelo interessado possui presunção de veracidade, salvo quando houver contestação ou indícios de que a pessoa possui capacidade financeira.
Com a proposta aprovada pelo Senado, a concessão do benefício passará a depender do cumprimento de critérios objetivos previstos em lei. A intenção, segundo os defensores da medida, é reduzir fraudes e garantir que a gratuidade seja destinada apenas a quem realmente necessita.
Quais serão os critérios?
Se o projeto for aprovado definitivamente, o interessado deverá comprovar que atende a pelo menos um dos requisitos previstos na legislação. Entre eles estão:
– renda líquida mensal de até dois salários mínimos, calculada pela média dos últimos três meses;
– inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
– assistência jurídica prestada pela Defensoria Pública;
– isenção da apresentação da Declaração Anual do Imposto de Renda.
Na prática, a simples declaração de hipossuficiência deixará de ser suficiente, sendo necessária a apresentação de documentos que comprovem a situação econômica do requerente.
Grupos terão direito garantido
O projeto também mantém proteção especial para grupos considerados mais vulneráveis. Nesses casos, a gratuidade da Justiça será assegurada desde que a condição esteja devidamente caracterizada.
Estão entre os beneficiários:
– mulheres vítimas de violência doméstica;
– familiares de vítimas de crimes que resultaram em morte, em ações de reparação civil;
– integrantes de comunidades indígenas;
– integrantes de comunidades quilombolas;
– pessoas assistidas pela Defensoria Pública.
Objetivo é combater fraudes
De acordo com a justificativa da proposta, o objetivo é tornar a concessão da gratuidade da Justiça mais eficiente, direcionando o benefício às pessoas que realmente não possuem condições de arcar com as despesas processuais.
Os parlamentares favoráveis ao projeto argumentam que a definição de critérios objetivos pode reduzir pedidos considerados indevidos e contribuir para o melhor funcionamento do sistema de Justiça.
Projeto ainda não entrou em vigor
Apesar da aprovação pelo Senado, as novas regras ainda não têm validade.
Como o texto foi modificado durante a tramitação, ele precisa ser novamente apreciado pela Câmara dos Deputados. Somente após aprovação pelas duas Casas do Congresso Nacional e eventual sanção presidencial é que as mudanças poderão entrar em vigor.
Até lá, continuam valendo as regras atuais do Código de Processo Civil, segundo as quais a declaração de insuficiência de recursos permanece como base para a concessão da gratuidade da Justiça, podendo ser contestada quando houver elementos que indiquem capacidade financeira do solicitante.
🗞️ Redação do papo informativo
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Manifestações ocorreram em Santos, Itajaí, Suape e na BR-040; categoria cobra votação da medida provisória que prevê mudanças no piso mínimo do frete e pode perder a validade nesta semana.
Caminhoneiros realizaram, nesta segunda-feira (13), paralisações em diferentes regiões do país para pressionar o Senado Federal a votar a Medida Provisória (MP) nº 1.343, conhecida como MP do Frete. Os principais atos ocorreram no Porto de Santos (SP), em Itajaí (SC), no Porto de Suape (PE) e na BR-040, no município de Luziânia (GO).
A mobilização foi motivada pela demora na análise da proposta, que pode perder a validade caso não seja votada pelo Senado até esta quinta-feira (16). A categoria cobra a apreciação da medida, considerada importante para o transporte rodoviário de cargas.
No Porto de Santos, maior complexo portuário do Hemisfério Sul, houve um bloqueio parcial em um dos acessos à margem direita. Segundo a Autoridade Portuária de Santos (APS), a interrupção durou menos de uma hora e os manifestantes permitiam a passagem de veículos quando solicitados.
Em nota, a APS informou que as operações portuárias transcorreram normalmente e que não houve impactos significativos no trânsito interno do porto, com as vias sendo totalmente liberadas após o protesto.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que acompanha as manifestações em rodovias federais, mas afirmou que não registrou interdições provocadas pelos caminhoneiros.
A MP nº 1.343 propõe alterações na Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, criando mecanismos de fiscalização do frete e estabelecendo um piso salarial nacional de R$ 5 mil para trabalhadores celetistas do setor. Caso a medida não seja votada dentro do prazo, ela perderá a validade no Congresso Nacional.
🗞️ Redação do papo informativo


Advogados afirmam que a medida viola direitos constitucionais, restringe o contato entre familiares e impede a comunicação entre advogado e cliente.
A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a suspensão, por 90 dias, das visitas do parlamentar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em nota divulgada nesta segunda-feira (13), os advogados classificaram a medida como ilegal e inconstitucional.
Segundo a defesa, a decisão desrespeita direitos previstos na Constituição, na Lei de Execução Penal e no Estatuto da Advocacia. Os advogados argumentam que Flávio Bolsonaro não é apenas filho do ex-presidente, mas também integra sua equipe de defesa, o que garantiria o direito de comunicação com o cliente.
A restrição foi determinada após Alexandre de Moraes entender que Flávio descumpriu uma decisão anterior ao ler, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro. Para o ministro, a divulgação do conteúdo representou uma forma indireta de utilização das redes sociais pelo ex-presidente, conduta vedada pelas medidas cautelares impostas a ele.
Com a decisão, Flávio Bolsonaro ficará impedido de visitar o pai até meados de outubro, período que inclui o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o dia 4 de outubro.
Além da suspensão das visitas, Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro apresente esclarecimentos ao STF, no prazo de 48 horas, sobre a elaboração e a divulgação da carta. O ministro busca apurar se o ex-presidente tinha conhecimento de que o texto seria lido e compartilhado durante a transmissão.
Na decisão, Alexandre de Moraes também afirmou que o conteúdo divulgado poderá ser analisado pelo Ministério Público Eleitoral para verificar a existência de eventual propaganda eleitoral antecipada.
Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro sustenta que a medida retira direitos assegurados pela legislação brasileira, entre eles o de receber visitas de familiares e o de manter comunicação com o mundo exterior. Os advogados afirmam ainda que adotarão as medidas judiciais cabíveis para tentar reverter a decisão.
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Crime foi registrado na noite desta segunda-feira (13). A vítima era conhecida popularmente como “Batatinha”.
Um homem foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (13), no bairro do Velame, em Campina Grande. O crime aconteceu por volta das 18h40.
De acordo com as primeiras informações, a vítima era conhecida popularmente como “Batatinha”. As circunstâncias do homicídio e a motivação do crime ainda são desconhecidas.
Equipes das forças de segurança foram acionadas e estiveram no local para isolar a área e dar início aos procedimentos de investigação. O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil, que busca identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias do crime.
O Papo Informativo acompanha o caso e atualizará esta matéria assim que novas informações forem confirmadas pelas autoridades.
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