A Polícia Civil da Paraíba segue intensificando as buscas pelo delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, desaparecido desde a última terça-feira (20). As diligências foram ampliadas para municípios da divisa entre Paraíba e Pernambuco, além de áreas do interior pernambucano, na tentativa de localizar o ex-policial.
Segundo as investigações, Walter foi visto pela última vez após deixar a cidade de Boa Vista, no Cariri paraibano, onde teria saído para negociar gados de sua propriedade. Informações apontam que ele também teria sido visto trafegando pela BR-104, nas proximidades do município de Taquaritinga do Norte, em Pernambuco.
De acordo com a Polícia Civil, o caso está sendo conduzido pela Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande, que coordena os trabalhos de investigação e coleta de informações sobre o desaparecimento.
A polícia reforça o pedido de colaboração da população. Qualquer informação que possa ajudar nas buscas pode ser repassada de forma anônima por meio do telefone 197.
Presidente da Câmara afirmou que pontos são ‘inegociáveis’. Motta adiantou que proposta prevê, após 60 dias da promulgação da PEC, redução imediata de duas horas de trabalho e, após 12 meses, de mais duas horas.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta segunda-feira (25) que a proposta de extinção da escala 6×1 deverá prever a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem diminuição de salários e com um período de transição de um ano.
A declaração foi dada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Motta, a PEC deve estabelecer uma implementação gradual da nova carga horária, com corte inicial de duas horas após 60 dias da promulgação e redução de mais duas horas ao fim de 12 meses.
Em entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara, o parlamentar afirmou que já existe consenso em torno dos principais pontos da proposta e destacou que três pilares são considerados “inegociáveis” nas discussões.
“Começamos essa discussão com questões que são inegociáveis e chegamos ao final desse trabalho com esses pilares bastante consolidados e mantidos”, disse.
Segundo ele, o texto do relator deve prever a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.
“O primeiro ponto, tratando da redução da jornada de trabalho. Estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.
Motta também disse que o fim da escala 6×1 está assegurado.
“Também, para nós, é inegociável a questão do fim da escala 6×1. Estamos aqui garantindo que os trabalhadores brasileiros passarão a ter, com a aprovação dessa PEC, a redução da escala. Nós acabaremos com a escala 6×1 e garantiremos dois dias de folga para os trabalhadores.”
Ele acrescentou que as mudanças não terão impacto nos salários.
“Aquilo que também para nós é inegociável é fazer tanto a redução da escala quanto da jornada sem ter redução salarial. Esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo.”
Transição de um ano
Apesar do alinhamento em torno dos principais pontos da proposta, Hugo Motta afirmou que o texto deverá incluir um período de adaptação para a redução da jornada de trabalho.
De acordo com o presidente da Câmara, a mudança será aplicada de forma gradual, com implementação escalonada ao longo de um ano.
“O relator trará o texto logo mais já fazendo, após 60 dias da promulgação da PEC, já faremos a redução de 2 horas imediatamente. Após 12 meses, mais 2 horas. A transição se dará em um ano.”
A proposta, no entanto, diverge do entendimento defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem se posicionado contra um período prolongado de transição.
Na última sexta-feira (22), Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho deveria entrar em vigor de forma imediata, sem implementação gradual.
“Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 (horas) para 40 (horas) e fim de papo, sem reduzir salário. Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução”, afirmou.
Uma mulher identificada como Ana Sousa Alcântara morreu após um grave acidente envolvendo veículos na PB-177, no município de Soledade, Agreste da Paraíba, na tarde deste domingo (24).
Segundo informações preliminares, Ana estava em uma motocicleta e teria tentado acessar a rodovia sem perceber o fluxo de veículos, momento em que foi atingida por um carro. Com o impacto da colisão, outro automóvel também acabou envolvido no acidente.
Equipes de resgate foram acionadas e os feridos encaminhados ao Hospital de Trauma de Campina Grande. A unidade hospitalar confirmou a internação de sete pessoas, com idades entre 15 e 48 anos. Conforme o boletim médico, todas apresentavam estado de saúde estável.
Moradora de Soledade, Ana Sousa Alcântara deixa três filhos. As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.
A internet deixou de ser apenas um espaço de entretenimento e se transformou em uma verdadeira fonte de renda para milhões de brasileiros. Nos últimos anos, novas profissões surgiram, antigas carreiras se reinventaram e muita gente passou a trabalhar usando apenas um celular, computador e acesso às redes sociais.
O avanço das plataformas digitais, o crescimento do comércio online e a explosão do consumo de conteúdo fizeram surgir oportunidades que há poucos anos pareciam impossíveis. Hoje, existem pessoas vivendo exclusivamente da internet — algumas ganhando salários modestos, outras faturando milhões.
Influenciador digital virou profissão
Uma das áreas que mais cresceram foi a de criador de conteúdo. Influenciadores digitais passaram a movimentar publicidade, vendas e campanhas para empresas de todos os tamanhos.
O trabalho vai muito além de tirar fotos ou gravar vídeos. Muitos influenciadores atuam como verdadeiras empresas, cuidando de edição, marketing, contratos, alcance e relacionamento com o público.
Plataformas como Instagram, TikTok, YouTube e Facebook ajudaram a transformar pessoas comuns em referências para milhares — e até milhões — de seguidores.
Vendas online cresceram em todo o Brasil
Outra profissão que disparou foi a de vendedor online. Pequenos empreendedores passaram a vender roupas, cosméticos, comida, acessórios e até serviços pelas redes sociais e aplicativos de mensagens.
Muita gente abandonou empregos tradicionais para abrir lojas virtuais ou trabalhar como afiliado digital, recebendo comissão por vendas feitas na internet.
Além disso, marketplaces facilitaram a entrada de novos vendedores no comércio digital, permitindo que produtos fossem anunciados para todo o país sem necessidade de uma loja física.
Editor de vídeo e social media se tornaram essenciais
Com o crescimento das redes sociais, empresas passaram a precisar de profissionais especializados em conteúdo digital.
Funções como editor de vídeo, designer, gestor de tráfego e social media se tornaram cada vez mais procuradas. Hoje, até pequenos negócios precisam manter presença constante na internet para alcançar clientes.
Vídeos curtos, artes chamativas e campanhas patrocinadas passaram a fazer parte da rotina das marcas.
Trabalho remoto mudou o mercado
A pandemia acelerou uma transformação que já vinha acontecendo: o crescimento do trabalho remoto.
Profissionais de áreas como atendimento, programação, design, redação, tradução e marketing passaram a trabalhar diretamente de casa para empresas de outras cidades — e até de outros países.
Com isso, muita gente conseguiu novas oportunidades sem precisar sair do próprio estado.
Novas profissões continuam surgindo
Especialistas acreditam que o mercado digital ainda está longe de atingir o limite. A cada ano surgem novas funções ligadas à tecnologia, inteligência artificial, criação de conteúdo e comércio eletrônico.
Ao mesmo tempo, cresce o número de brasileiros tentando transformar a internet em fonte principal de renda.
O cenário mostra que profissões digitais deixaram de ser tendência e passaram a fazer parte da nova realidade do mercado de trabalho.
Ministro do STF quer mais transparência nos pagamentos da magistratura e defende unificação dos contracheques para combater benefícios extras e distorções salariais
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, apresentou uma proposta que pode provocar forte impacto no sistema judiciário brasileiro: a criação de um contracheque único nacional para magistrados.
A medida tem como principal objetivo aumentar a transparência sobre os vencimentos pagos a juízes em todo o país e dificultar o acúmulo de benefícios extras conhecidos popularmente como “penduricalhos”.
A proposta surge em meio às discussões sobre os chamados supersalários no funcionalismo público, especialmente no Judiciário, onde auxílios, indenizações e gratificações frequentemente elevam os ganhos acima do teto constitucional.
Segundo Fachin, o modelo atual dificulta o controle e a fiscalização dos pagamentos, já que cada tribunal possui sistemas diferentes de divulgação de salários e benefícios. A ideia do ministro é padronizar nacionalmente as informações, permitindo que os valores recebidos pelos magistrados sejam apresentados de forma clara, unificada e acessível ao público.
A proposta também pretende fortalecer os mecanismos de controle interno e externo, ampliando a transparência das verbas indenizatórias e dos adicionais pagos fora do salário-base.
Nos bastidores, a discussão gera resistência em setores da magistratura que defendem a legalidade dos benefícios atualmente pagos. Entidades representativas argumentam que muitos desses valores possuem natureza indenizatória e não poderiam ser enquadrados no teto salarial do serviço público.
Por outro lado, especialistas em contas públicas e transparência avaliam que a iniciativa pode aumentar a confiança da população no sistema judiciário e reduzir distorções salariais.
O debate sobre supersalários ganhou força nos últimos anos após a divulgação de casos de magistrados e membros do Ministério Público recebendo valores mensais muito acima do teto constitucional, atualmente vinculado aos vencimentos dos ministros do STF.
A proposta ainda deve enfrentar discussões dentro do próprio Judiciário e em órgãos ligados ao controle administrativo da magistratura antes de qualquer implementação efetiva.
Debate no STF reacende discussão sobre inelegibilidade e pode alterar regras para candidatos já nas próximas eleições presidenciais
O Supremo Tribunal Federal voltou ao centro do debate político nacional após avançar na análise de ações que discutem pontos da Lei da Ficha Limpa. A discussão ocorre a poucos meses do início do calendário eleitoral de 2026 e já provoca forte repercussão nos bastidores de Brasília.
A Lei da Ficha Limpa, criada em 2010 após ampla mobilização popular, estabelece critérios de inelegibilidade para políticos condenados por órgãos colegiados da Justiça. A norma passou a ser considerada um dos principais instrumentos de combate à corrupção e de restrição à candidatura de políticos envolvidos em escândalos.
Agora, ministros do STF analisam questionamentos relacionados principalmente ao período de inelegibilidade e à aplicação de punições em determinados casos específicos. Dependendo da decisão da Corte, políticos atualmente impedidos de disputar eleições poderão voltar ao cenário eleitoral.
O tema divide opiniões dentro do meio jurídico e político. Defensores de mudanças afirmam que alguns trechos da legislação geram punições excessivas ou antecipadas, especialmente antes do trânsito em julgado definitivo. Já apoiadores da lei argumentam que qualquer flexibilização pode enfraquecer o combate à corrupção no país.
Nos bastidores políticos, a expectativa é enorme porque uma eventual alteração pode influenciar diretamente alianças partidárias, estratégias eleitorais e possíveis candidaturas para 2026.
A discussão também reacende o embate entre garantias constitucionais e mecanismos de proteção da moralidade pública nas eleições. Desde sua criação, a Lei da Ficha Limpa já barrou centenas de candidaturas em todo o Brasil, incluindo nomes de grande peso político.
Especialistas avaliam que qualquer decisão do STF sobre o tema deverá provocar impacto imediato no ambiente eleitoral e poderá abrir espaço para novos questionamentos judiciais nos próximos meses.
Enquanto o julgamento segue em análise, partidos políticos acompanham cada movimentação da Corte com atenção, já prevendo possíveis mudanças no tabuleiro eleitoral brasileiro.
Ex-deputada está detida em Roma desde julho, após ter sido alvo de um mandado de prisão internacional expedido a pedido do STF
A Justiça da Itália decidiu reverter a extradição da deputada federal Carla Zambelli ao Brasil, anulando a decisão que previa o envio da parlamentar às autoridades brasileiras. A medida representa uma reviravolta no caso e abre um novo capítulo na disputa jurídica envolvendo a congressista no exterior.
A defesa de Zambelli comemorou a decisão e afirmou que a Corte italiana reconheceu inconsistências no pedido apresentado pelo Brasil. Os advogados sustentam que a parlamentar sofre perseguição política e que seus direitos fundamentais não estariam sendo plenamente garantidos em território brasileiro.
Com a anulação da extradição, Carla Zambelli permanece na Itália enquanto o processo segue em análise pelas autoridades locais. O caso ganhou repercussão internacional e deve provocar novos embates políticos e jurídicos nos próximos dias.
Até o momento, autoridades brasileiras ainda podem recorrer da decisão ou apresentar novos elementos à Justiça italiana. O desdobramento é acompanhado de perto por aliados e opositores da deputada.
A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21), em São Paulo, durante uma operação do Ministério Público que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital. Segundo o promotor Lincoln Gakiya, a influenciadora utilizava mais de 50 empresas de fachada espalhadas pelo interior paulista para movimentar recursos ilícitos.
De acordo com as investigações, 35 empresas estariam registradas em um único endereço na cidade de Martinópolis, em uma residência popular. Outras 15 empresas foram identificadas em endereços considerados falsos no município de Santo Anastácio. O esquema também teria ramificações em Ribeirão Preto.
“Eram dezenas de empresas usadas para pulverizar o patrimônio e dificultar o rastreamento do dinheiro”, afirmou Gakiya em entrevista à BandNews TV.
A prisão faz parte da Operação Vérnix, que também teve como alvos Marco Herbas Camacho, apontado como líder do PCC, e o irmão dele, Alejandro Camacho. Ambos já estão presos. Dois filhos de Alejandro também tiveram mandados expedidos e são considerados foragidos.
Segundo o Ministério Público, a filha de Alejandro estaria em Madri, na Espanha, e pode ser alvo da Interpol. Já o filho estaria na Bolívia, país que, de acordo com o promotor, não estaria colaborando com as investigações.
As apurações tiveram início em 2019, após a apreensão de uma carta na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. O documento mencionava uma transportadora suspeita de funcionar como fachada para lavagem de dinheiro da família Camacho. Uma das contas que recebiam os recursos, segundo o MP, estaria ligada a Deolane.
A influenciadora é investigada pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. O promotor destacou que não é necessário integrar formalmente a facção para colaborar com o esquema financeiro.
Ainda segundo Gakiya, a relação entre Deolane e integrantes da família de Marcola teria começado durante a atuação dela como advogada na penitenciária de Presidente Venceslau. O Ministério Público também informou que a operação não possui ligação com a prisão da influenciadora em 2024, quando ela foi investigada por suposto envolvimento com jogos ilegais.
Flávio Torreão, presidente afastado do Campinense — Foto: Estefinho Francelino / Campinense
O Conselho Deliberativo do Campinense Clube decidiu, de forma unânime, afastar temporariamente o presidente Flávio Torreão e o diretor administrativo Wellington Monteiro. A decisão foi tomada nesta quinta-feira após reunião entre os 24 conselheiros do clube.
O afastamento ocorre em meio a uma série de denúncias investigadas pelo Conselho, envolvendo suposta inadimplência salarial, omissão de informações sobre confissão de dívida, ausência de prestação de contas financeiras, irregularidades patrimoniais e até obstrução institucional. Segundo o colegiado, alguns funcionários estariam há cerca de quatro meses sem receber salários.
Apesar da medida, os dirigentes ainda não foram destituídos oficialmente dos cargos. Eles terão 48 horas para entregar documentos, acessos administrativos e bens pertencentes ao clube. Entre os itens cobrados está uma máquina de gelo que, segundo o Conselho, teria desaparecido das dependências do Rubro-Negro.
Os dois dirigentes também terão prazo até o dia 20 de junho para apresentarem defesa formal. Já no dia 1º de julho, o relator do caso, Francisco Neto, deverá apresentar parecer ao Conselho Deliberativo, que decidirá entre a destituição definitiva, o retorno dos dirigentes aos cargos ou a prorrogação do afastamento.
Como Flávio Torreão chegou à presidência
Flávio Torreão passou a integrar a mesa diretora do Campinense em 2023, quando foi eleito vice-presidente ao lado de Lênin Correia. Em maio de 2024, após a renúncia de Lênin, Torreão assumiu a presidência do clube de forma interina.
Meses depois, em setembro, ele venceu novas eleições e foi efetivado no comando da Raposa, assumindo uma diretoria formada integralmente por aliados de sua gestão.
Com o afastamento temporário de Torreão, o vice-presidente William Simões deverá assumir a presidência interinamente até a definição final do caso.
Decisão do Congresso amplia crise entre Planalto e Senado e expõe novo desgaste político do governo Lula em Brasília.
O Congresso Nacional derrubou nesta semana o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva relacionado às regras de doações, reacendendo o debate político em Brasília e gerando forte repercussão entre governistas e oposição.
Com a decisão dos parlamentares, passa a valer o trecho anteriormente barrado pelo Palácio do Planalto, permitindo a ampliação das possibilidades de doações dentro das novas regras aprovadas pelo Legislativo. A medida foi defendida por deputados e senadores sob o argumento de que fortalece iniciativas e garante maior participação de setores da sociedade em projetos e campanhas autorizadas por lei.
A derrubada do veto representa mais uma derrota política do governo no Congresso e evidencia o clima de tensão entre o Executivo e parte da base parlamentar. Líderes aliados de Lula criticaram a decisão e afirmaram que o veto tinha como objetivo evitar brechas que poderiam gerar distorções e favorecer grupos com maior poder econômico.
Já parlamentares da oposição comemoraram o resultado, classificando a votação como uma “vitória do Congresso” e um recado direto ao governo federal. Nos bastidores de Brasília, a movimentação também é interpretada como um sinal de desgaste na articulação política do Planalto.
A sessão que analisou os vetos presidenciais contou com intensa mobilização de deputados e senadores, além de negociações entre lideranças partidárias. O tema rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e deve continuar no centro do debate político nos próximos dias.
Especialistas avaliam que a decisão pode impactar diretamente futuras campanhas e movimentações políticas no país, especialmente às vésperas do cenário eleitoral que começa a se desenhar para 2026.