Jogador que marcou passagem pelo futebol paraibano foi uma das vítimas de duplo homicídio em Tubarão; polícia investiga autoria do crime
O ex-atacante Ivan Fiel da Silva, conhecido no futebol como Brasão, morreu na madrugada desta sexta-feira (19) após ser baleado durante um ataque em uma conveniência localizada em Tubarão, no Sul de Santa Catarina.
Aos 44 anos, o ex-jogador foi uma das vítimas de um duplo homicídio registrado no estabelecimento. Além de Brasão, também morreu o empresário João Roberto Pereira de Oliveira, de 20 anos.
Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas estavam dentro da conveniência quando foram surpreendidas por um homem armado, que chegou ao local e efetuou vários disparos. A Polícia Civil confirmou a ocorrência e iniciou as investigações para identificar o autor do crime.
Brasão foi atingido por disparos no tórax e no antebraço. Já João Roberto foi baleado na região da cabeça e da clavícula. As duas vítimas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local.
Passagem pelo Treze
Brasão vestiu a camisa do Treze Futebol Clube em 2012, quando participou de 12 partidas e marcou cinco gols pelo clube de Campina Grande. Ao longo da carreira, o atacante disputou 213 jogos e balançou as redes 88 vezes.
O ex-jogador teve uma trajetória marcada por passagens por equipes do futebol catarinense e gaúcho, defendendo clubes como Atlético Tubarão, Inter de Lages, Pelotas, Brasil de Pelotas e Santa Cruz.
Depois de deixar os gramados, Brasão passou a atuar como empresário e era conhecido também pela presença nas redes sociais. Ele era proprietário da casa de shows Bora Viver B.14, onde compartilhava momentos da rotina profissional e pessoal.
A morte do ex-atacante gerou repercussão entre torcedores e pessoas ligadas ao futebol, especialmente no Treze, clube onde deixou sua marca durante sua passagem.
Parlamentar foi atendido em João Pessoa, recebeu alta médica após a intervenção e deve retomar as atividades nos próximos dias
O deputado estadual Márcio Roberto passou por um procedimento cardíaco de urgência na última quarta-feira (17), após apresentar um problema de saúde que exigiu atendimento médico imediato.
Segundo informações divulgadas durante um programa de rádio, o parlamentar foi encaminhado ao Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, onde passou pela intervenção recomendada pela equipe médica. Após o procedimento, ele recebeu alta e segue em recuperação em casa.
Em áudio enviado ao programa, Márcio Roberto explicou que a medida precisou ser adotada em caráter emergencial, o que o levou a se afastar temporariamente das atividades parlamentares.
O deputado também tranquilizou familiares, amigos, apoiadores e eleitores, afirmando que apresenta boa evolução clínica e que a expectativa é de retornar à agenda política nos próximos dias.
Até o momento, as informações indicam que o parlamentar permanece em repouso domiciliar, seguindo as orientações médicas e respondendo de forma positiva ao tratamento.
A Polícia Civil divulgou nesta quinta-feira (11) novos detalhes sobre a investigação da morte do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, encontrado sem vida após semanas desaparecido.
Segundo os investigadores, o principal suspeito mantinha uma relação de confiança com a vítima e trabalhava em sua propriedade rural, sendo responsável pelos cuidados com o gado e recebendo pagamento pelos serviços prestados.
Durante entrevista coletiva, os delegados destacaram que a postura do investigado chamou a atenção ao longo das apurações. De acordo com a polícia, o comportamento tranquilo e a aparente simplicidade fizeram com que ele não despertasse suspeitas inicialmente.
As investigações apontam que a proximidade entre o suspeito e o delegado aposentado pode ter sido um fator decisivo para a execução do crime. A Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer a motivação e todas as circunstâncias do homicídio.
Dois homens foram presos na manhã desta quinta-feira (11) durante uma abordagem na Avenida Cabo Branco, em João Pessoa. Um dos suspeitos possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio na cidade de Santa Rita.
A dupla estava em uma BMW blindada quando o veículo foi abordado inicialmente por agentes da Semob devido a uma infração de trânsito. Durante a ocorrência, equipes da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar foram acionadas para prestar apoio.
Na revista realizada pelos policiais, foram apreendidas duas pistolas, quatro carregadores e diversas munições. Após consulta aos sistemas de segurança, foi constatado que um dos ocupantes do carro era procurado pela Justiça.
Os suspeitos foram encaminhados para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, junto com o armamento apreendido e o veículo.
A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar a origem das armas e possíveis irregularidades envolvendo a BMW utilizada pela dupla.
O desaparecimento de Walter dos Santos Oliveira teve um desfecho trágico. O corpo foi localizado em São José da Mata, e a polícia já efetuou a prisão de dois suspeitos.
O corpo do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, foi encontrado na manhã desta quinta-feira (11), no Sítio Monte Alegre, distrito de São José da Mata, em Campina Grande. Ele estava desaparecido desde o dia 20 de maio. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.
Segundo as investigações, o corpo foi localizado em uma área rural onde o delegado mantinha parte de seu rebanho. Duas pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, mas as identidades não foram divulgadas pelas autoridades.
A delegada Renata Dias, responsável pelo caso, informou que uma coletiva de imprensa será realizada ainda nesta quinta-feira para detalhar o andamento das investigações.
Walter, também conhecido como “João”, morava em Boa Vista, no Cariri paraibano, e atualmente trabalhava como autônomo. De acordo com familiares, ele saiu de casa para negociar a venda de gado em São José da Mata e não retornou.
A última comunicação do delegado aposentado ocorreu por meio de uma ligação telefônica para um dos filhos, informando que iria verificar animais em uma propriedade arrendada na região. Desde então, a família não teve mais contato com ele.
Familiares relataram ainda que Walter foi visto acompanhado de dois homens durante a negociação envolvendo gado. Após o desaparecimento, o veículo utilizado por ele teria sido visto pela última vez em Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco, mas ainda não foi localizado.
A Polícia Civil da Paraíba segue investigando o caso e informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço das apurações.
Nesta terça-feira, 09 de junho, a polícia prendeu três homens acusados de estupro. Duas dessas prisões têm correlação e ocorreram nas cidades paraibanas de Lagoa Seca, no Agreste, e em Pombal, no Sertão paraibano.
Em um dos casos, uma adolescente de 13 anos está grávida.
Este caso ocorreu em Pombal e dois homens de 51 e 52 anos foram presos.
A menina é sobrinha-neta do homem de 51 anos.
A mãe dela informou que a garota estava sem querer ir para a escola.
A adolescente, após insistência da mãe, contou que era abusada desde o ano passado.
O estupro ocorria nas residências dos homens que davam “presentes” à menina.
Já em Lagoa Seca, o homem preso é padrasto de uma adolescente de 17 anos que teria sido abusada desde os nove anos de idade.
Para praticar o estupro, o homem a dopava.
O comportamento retraído da adolescente chamou a atenção da mãe que conseguiu descobrir os abusos e procurou a polícia.
Enquanto potências econômicas como a China, os Estados Unidos e a Rússia construíram parte de sua força econômica sobre extensas redes ferroviárias, o Brasil ainda depende majoritariamente das rodovias para transportar suas riquezas. O resultado aparece diretamente no custo do frete, na competitividade das exportações e até no preço final dos produtos consumidos pelos brasileiros.
Dados do Ministério dos Transportes apontam que o modal ferroviário responde por apenas 17,7% da matriz de transporte de cargas do país, percentual considerado baixo para uma nação de dimensões continentais.
O tamanho da malha ferroviária brasileira
Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Brasil possui cerca de 30,6 mil quilômetros de malha ferroviária operacional concedida, distribuída em 13 concessões. Além disso, existem milhares de quilômetros autorizados para futura construção por meio do novo marco legal das ferrovias.
Apesar do número parecer expressivo, ele é pequeno quando comparado ao território nacional e à necessidade logística do país. Grande parte dos trilhos está concentrada no transporte de commodities, especialmente minério de ferro, soja, milho e combustíveis.
O que acontece nos países que apostaram nos trilhos?
Nos Estados Unidos, a ferrovia é a espinha dorsal do transporte de cargas pesadas. Grãos, carvão, automóveis e contêineres percorrem milhares de quilômetros por trem antes de chegarem aos centros consumidores ou portos.
Na China, a expansão ferroviária tornou-se uma política de Estado. Além da maior rede de trens de alta velocidade do mundo para passageiros, o país investiu pesadamente em corredores de cargas para integrar regiões industriais e reduzir custos logísticos.
A Rússia, por sua vez, utiliza sua extensa rede ferroviária para conectar áreas remotas e escoar recursos naturais por longas distâncias, algo fundamental para uma economia que se estende por dois continentes.
Em todos esses casos, a consequência é semelhante: redução dos custos de transporte, aumento da competitividade das exportações e maior integração econômica do território nacional.
Por que as ferrovias ajudam tanto a economia?
O próprio Ministério dos Transportes destaca que o transporte ferroviário possui elevada eficiência energética, grande capacidade de carga, baixo custo operacional por tonelada transportada e maior segurança quando comparado ao modal rodoviário.
Um único trem pode transportar a carga equivalente a centenas de caminhões. Isso reduz gastos com combustível, manutenção de estradas, acidentes e emissões de poluentes.
Na prática, quando o custo logístico diminui:
O produtor rural gasta menos para escoar a produção;
A indústria reduz despesas de transporte;
Os portos tornam-se mais eficientes;
Os produtos brasileiros ganham competitividade no mercado internacional;
O consumidor tende a pagar menos pelos produtos.
O custo da dependência das rodovias
O Brasil construiu, ao longo das últimas décadas, uma matriz fortemente dependente dos caminhões. Embora o transporte rodoviário seja essencial e ofereça flexibilidade para entregas de curta distância, ele se torna mais caro em percursos longos.
Essa dependência cria gargalos logísticos frequentes. Greves, aumento do diesel, congestionamentos e problemas nas estradas afetam diretamente a circulação de mercadorias.
Especialistas em logística defendem que países continentais costumam alcançar maior eficiência quando combinam diferentes modais: ferrovias para longas distâncias, rodovias para distribuição regional e hidrovias onde houver viabilidade.
Nem tudo são vantagens
Apesar dos benefícios, depender excessivamente das ferrovias também pode gerar desafios.
A construção de trilhos exige investimentos bilionários e anos de execução. Além disso, as ferrovias possuem menor flexibilidade operacional que os caminhões, pois funcionam em corredores fixos e dependem de terminais logísticos para distribuição das cargas.
Por isso, os países mais eficientes não substituem completamente as rodovias. Eles utilizam os dois sistemas de forma complementar.
O Brasil está mudando de direção?
O Governo Federal tem apostado na expansão ferroviária por meio do novo marco legal do setor e da ampliação das concessões. Atualmente, existem dezenas de projetos autorizados, que representam mais de R$ 239 bilhões em investimentos previstos e milhares de quilômetros adicionais de trilhos.
Os resultados já começam a aparecer. Em 2025, as ferrovias brasileiras transportaram um volume recorde de 555,48 milhões de toneladas de cargas, consolidando o terceiro ano consecutivo de crescimento do setor.
O futuro passa pelos trilhos
A discussão sobre ferrovias vai muito além dos trens. Trata-se de competitividade econômica, geração de empregos, redução de custos e desenvolvimento regional.
Para um país que está entre os maiores produtores agrícolas e minerais do planeta, especialistas apontam que ampliar a participação ferroviária não é apenas uma questão de infraestrutura, mas uma estratégia de crescimento econômico.
A pergunta que fica é simples: se países que lideram a economia mundial apostaram nos trilhos para impulsionar seu desenvolvimento, por quanto tempo o Brasil continuará dependendo principalmente das estradas para transportar suas riquezas?
O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan em todo o país. A medida foi adotada de forma preventiva após a identificação de 42 casos de reações adversas graves registrados durante o monitoramento pós-vacinação.
De acordo com o governo federal, os episódios estão sendo investigados para verificar se existe alguma relação direta entre os casos e a aplicação do imunizante. Entre as ocorrências analisadas estão duas mortes e outras situações consideradas graves pelas autoridades de saúde. Até o momento, não há comprovação científica de que os óbitos tenham sido causados pela vacina.
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 500 mil pessoas já receberam a vacina do Butantan desde o início da estratégia de imunização. A suspensão tem caráter cautelar e permanecerá em vigor até a conclusão das investigações conduzidas pelos órgãos de vigilância sanitária e farmacovigilância.
O governo ressaltou que a decisão não coloca em dúvida a eficácia do imunizante, considerado um importante avanço no combate à dengue. A vacina apresentou resultados positivos nos estudos clínicos e vinha sendo utilizada em projetos-piloto e grupos prioritários em diferentes regiões do país.
A suspensão não afeta a vacina contra a dengue atualmente disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes, produzida por outro laboratório e que continua sendo aplicada normalmente.
Enquanto a investigação segue em andamento, o Ministério da Saúde orientou estados e municípios a manterem as doses armazenadas adequadamente até que uma decisão definitiva seja anunciada.
A decisão do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, de recorrer à Justiça para contestar pesquisas eleitorais, levanta um debate legítimo no ambiente político: qual o impacto dessa estratégia sobre a transparência e o direito da população à informação?
Naturalmente, qualquer candidato possui o direito de questionar levantamentos quando entende que existem falhas metodológicas ou irregularidades. Esse é um instrumento previsto na legislação eleitoral e faz parte das garantias democráticas.
Mas a repetição dessas contestações também abre espaço para questionamentos políticos. Se as pesquisas refletem apenas um retrato momentâneo da opinião pública, não seria mais eficaz responder aos resultados por meio do debate público, da apresentação de propostas e da busca por apoio popular?
O eleitor tem o direito de conhecer todas as informações disponíveis sobre o cenário eleitoral, incluindo pesquisas registradas e divulgadas dentro das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Quando levantamentos passam a ser alvo frequente de disputas judiciais, parte da sociedade pode interpretar essa postura como uma tentativa de enfraquecer a credibilidade de números considerados desfavoráveis.
Não cabe à imprensa afirmar intenções sem provas. Porém, cabe questionar os efeitos políticos das decisões tomadas por figuras públicas que pretendem ocupar os mais altos cargos do estado.
A democracia se fortalece com mais informação, mais transparência e mais debate. Os paraibanos precisam conhecer propostas, comparar projetos e acompanhar todos os indicadores disponíveis para formar suas próprias convicções.
Em vez de concentrar a discussão nas pesquisas, talvez o foco principal devesse estar naquilo que realmente interessa ao eleitor: quais são os planos dos pré-candidatos para o futuro da Paraíba?
O São João de Campina Grande, conhecido como O Maior São João do Mundo, contará com uma ampliação na capacidade de público para a edição de 2026. A expectativa é que o evento receba cerca de 79 mil pessoas, estabelecendo um novo recorde de público na história da festa.
A medida foi viabilizada após a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que prevê adequações na estrutura do evento para garantir mais espaço, conforto e segurança aos campinenses e turistas que prestigiam a programação.
Durante todo o período festivo, o Parque do Povo será palco de apresentações de grandes nomes da música brasileira. Entre as atrações confirmadas estão João Gomes, Mestrinho, Jota.pê, Natanzinho Lima e Tarcísio do Acordeon, além de diversos outros artistas que prometem movimentar uma das maiores celebrações culturais do país.
Com a ampliação da capacidade, a organização busca atender à crescente demanda de visitantes e proporcionar uma experiência ainda mais confortável para o público que participa da tradicional festa junina de Campina Grande.
Confira a programação completa:
– 3 de junho (quarta-feira)
Projeto Dominguinho ( João Gomes, Mestrinho e Jota Pê) Solange Almeida Brasas do Forró Limão com Mel – 4 de junho (quinta-feira)
À vontade Mikael Santos Dorgival Dantas Samya Maia – 5 de junho (sexta-feira)
Wesley Safadão Eric Land Marcynho Sensação Deanzinho – 6 de junho (sábado)
Henrique e Juliano Walkyria Santos Bia Frazzo Nathan Vinicius – 7 de junho (domingo)
Natanzinho Lima Tarcísio do Acordeon Raphaela Santos Gitana Pimentel – 9 de junho (terça-feira)
Padre Nilson Ir. Kelly Patrícia Ana Clara Rocha e ítalo Poeta – 10 de junho (quarta-feira)
Léo Magalhães Matheus Fernandes Magníficos Matheuzin – 11 de junho (quinta-feira)
Matuê Jonas Esticado Cavaleiros do Forró Karkará
– 12 de junho (sexta-feira)
Marisa Monte Gegê Bismarck Alexandre Tan Tito – 13 de junho (sábado)
Henry Freitas Mari Fernandez Ávine Vinny Lipe Lucena Transmissão Brasil x Marrocos – 14 de junho (domingo)
Roberto Carlos Cavalo de Pau Juarez – 16 de junho (terça-feira)
Thiago Brado William Sanfona Teto Fonseca – 17 de junho (quarta-feira)
Michele Andrade Léo Foguete Menos é mais Jonny Garotinho – 18 de junho (quinta-feira)
Matheus e Kauan Grelo Calcinha Preta Mexe Ville – 19 de junho (sexta-feira)
Iguinho e Lulinha Manim Vaqueiro Zé Cantor Fabiano Guimarães Transmissão Brasil x Haiti
– 20 de junho (sábado)
Fagner Garota Safada Ton Oliveira Bob Léo – 21 de junho (domingo)
Fernandinha Samyra Show Amazan Raphael Moura – 22 de junho (segunda)
Luana Prado Eliane Amanda Rainha da Farra Os 3 do Nordeste – 23 de junho (terça)
Lucy Alves Elba Ramalho Guilherme Dantas Capilé – 24 de junho (quarta-feira)
José Augusto Murilo Huff Waldonys Fabiana Souto Transmissão Brasil x Escócia – 25 de junho (quinta-feira)
Núzio Medeiros Kadu Martins Toque Dez Jefferson Arretado – 26 de junho (sexta-feira)
Xand Avião Nattan Kátia e Aduílio Ranniery Gomes – 27 de junho (sábado)
Talita Mel Zé Vaqueiro Felipe Amorim Stella Alves – 28 de junho (domingo)
Simone Mendes Japãozin Mara Pavanelly Nicácia Brasil – 29 de junho
Priscila Senna Chambinho do Acordeon Bonde do Brasil Diego Facó Forró Real
– 30 de junho (segunda-feira)
Fhop Music Eli Soares 1 de julho (quarta-feira)
Claudinei e Juliana Filho do Piseiro Eduardinho Forró Pegado – 2 de julho (quinta-feira)
Sorriso Maroto Vitor Fernandes Mastruz com Leite Matheus Felipe – 3 de julho (sexta-feira)
Taty Girl Márcia Fellipe Toca do Vale Martinho da Vila e Mart’nália – 4 de julho (sábado)
Silvânia e Berg Seu Desejo Mano Walter Fabrício Rodrigues – 5 de julho (domingo)