Lucas Ribeiro prevê escolha do vice até agosto e afirma buscar perfil “atuante” para composição
Lucas Ribeiro rebate declaração de Cícero Lucena sobre recuar na disputa eleitoral para governador do Estado

O governador da Paraíba e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), afirmou nesta sexta-feira (29) que a escolha do nome que irá compor sua chapa como vice-governador será feita com cautela e dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral, que se encerra em 15 de agosto, período das convenções partidárias.

Em entrevista ao programa Correio Verdade, Lucas destacou que a definição será construída de forma estratégica e sem precipitação.

“Prazo nós temos, que é o prazo das convenções partidárias, acredito que até o dia 15 de agosto. Será alguém que tenha a contribuir e que acredite em nosso projeto”, declarou.

Segundo o governador, a escolha seguirá o ritmo das articulações políticas e não será antecipada apenas para atender agendas ou pressões do momento. “É uma questão que a gente também não pode decidir às pressas por conta de um momento ou de uma agenda que tenha que ser cumprida. A gente não vai decidir dessa forma”, afirmou durante agenda realizada na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa.

O evento contou com a presença do Ministério da Saúde e marcou a entrega de 118 veículos destinados a 150 municípios paraibanos por meio do Novo PAC da Saúde.

Nos bastidores, partidos aliados já apresentaram nomes para ocupar a vaga de vice na chapa governista. Legendas como Republicanos, União Progressista e PT articulam indicações para a composição majoritária.

A possibilidade de uma mulher na vice também ganha força entre aliados do governador. Um dos nomes lembrados é o da ex-secretária de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Rafaela Camaraense (PDT). Outros nomes cotados são o deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), e o vereador de João Pessoa Marcos Henriques (PT).

Lucas Ribeiro assumiu o comando do Governo da Paraíba em abril deste ano, após a renúncia do ex-governador João Azevêdo (PSB), que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro.

Filho da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) e neto do ex-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro, Lucas foi vereador e vice-prefeito de Campina Grande antes de chegar ao Governo do Estado. Ele também é mestre em Gestão Pública pela UFPB.

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Mal-estar aumenta no grupo de Cícero após André Gadelha compartilhar vídeo contendo fortes críticas contra Mersinho

O pré-candidato a senador André Gadelha ampliou o clima de mal-estar dentro do grupo político do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, ao compartilhar um vídeo com fortes críticas ao deputado federal Mersinho Lucena. O gesto repercutiu nos bastidores e reforçou a percepção de desunião entre aliados que integram o projeto oposicionista.

No vídeo repostado, o comunicador Robson Tenente acusa Mersinho de abrir um “balcão de negócios” ao discutir apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, para a disputa ao Senado. As declarações atingiram diretamente o núcleo político ligado a Cícero  e provocaram desconforto entre lideranças da base.

A disputa pelo segundo voto ao Senado dentro do grupo político de Cícero Lucena já vinha provocando desconforto e ruídos nos bastidores. Em entrevista recente, Mersinho Lucena revelou manter conversas com o deputado federal Hugo Motta sobre articulações que envolvem um possível apoio ao nome de Nabor Wanderley para a disputa senatorial. Além disso, o parlamentar evitou declarar apoio definitivo ao pré-candidato André Gadelha, atitude que ampliou as especulações sobre divisões internas e aumentou o clima de tensão dentro da base de Cícero.

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Comissão da Câmara aprova proposta que acaba com a escala 6×1 e texto avança ao Plenário

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho no Brasil de 44 para 40 horas semanais.

A proposta foi aprovada por 34 votos favoráveis e 4 contrários. Agora, o texto segue para análise no Plenário da Câmara dos Deputados e, caso seja aprovado, ainda precisará passar pelo Senado Federal.

De acordo com o texto aprovado, a redução da jornada será feita de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da emenda constitucional, a carga horária passará de 44 para 42 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

Após um período de 12 meses, a jornada máxima será reduzida definitivamente para 40 horas semanais.

Relatório unifica propostas de deputados

O parecer aprovado foi apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA) e reuniu pontos de duas propostas que tratavam da redução da jornada de trabalho.

Uma delas é a PEC 221/19, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa a redução da jornada para 36 horas semanais ao longo de dez anos.

A outra é a PEC 8/25, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe jornada semanal de 36 horas e implantação da escala 4×3.

Durante a sessão, Leo Prates afirmou que a proposta representa uma mudança importante na qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

Segundo o relator, a medida permitirá maior convivência familiar e mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Escalas especiais continuam permitidas

O texto aprovado mantém a possibilidade de acordos e convenções coletivas para jornadas diferenciadas, como a escala 12×36 e atividades consideradas essenciais, a exemplo dos setores de saúde, segurança, transporte e limpeza urbana.

A proposta também prevê que uma futura lei poderá estabelecer regras específicas para categorias que necessitam de jornadas diferenciadas, desde que sejam respeitados os limites definidos pela PEC: máximo de oito horas diárias, 40 horas semanais e dois dias de descanso.

Além disso, o texto cria previsão de regras especiais para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. Nesses casos, uma lei complementar deverá regulamentar as condições de jornada e escala, com a exigência de preservação dos empregos.

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Parlamentar do PL responsabiliza Cabo Gilberto por pedido de vista que travou PEC da escala 6×1

O deputado federal Mauricio Marcon afirmou que o líder do PL na Câmara, Cabo Gilberto Silva, participou da articulação que resultou no adiamento da votação da PEC que propõe o fim da escala 6×1.

O pedido de vista foi apresentado por Marcon durante reunião da comissão especial da Câmara, realizada nesta segunda-feira (25), o que suspendeu temporariamente a análise do parecer do relator Léo Prates.

Após a sessão, o parlamentar gaúcho declarou que a decisão de solicitar mais tempo para análise do texto havia sido debatida previamente com Cabo Gilberto.

“Foi discutido com o líder do partido, Cabo Gilberto”, declarou Mauricio Marcon a jornalistas.

Com a apresentação do pedido de vista, a análise da proposta foi suspensa temporariamente e a votação deverá ser retomada na próxima quarta-feira (27), conforme informou o presidente da comissão especial, Alencar Santana.

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Lucas Ribeiro afirma que escolha do vice passará por perfil técnico e político
Segundo o governador, a definição passará pela capacidade de gestão, articulação política e alinhamento com o projeto defendido pelo grupo para as eleições de 2026.

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (Progressistas), afirmou nesta segunda-feira (25) que a escolha do candidato a vice-governador para a chapa governista nas eleições de outubro será baseada em critérios técnicos, políticos e de alinhamento com a atual gestão estadual.

Segundo o governador, o nome escolhido deverá contribuir não apenas durante a campanha eleitoral, mas também na condução administrativa do Estado.

“Uma pessoa que venha a somar, agregar, assumir uma missão não só na campanha, mas no governo, ajudando a fortalecer a gestão e acreditando no momento que a Paraíba vive”, declarou.

Durante a entrevista, Lucas Ribeiro também comentou sobre o nome do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), apontado nos bastidores como possível integrante da chapa majoritária.

O governador elogiou a atuação política de Adriano, destacou a parceria institucional com o governo, mas evitou confirmar qualquer definição sobre a composição.

“Adriano é um grande nome, parceiro e aliado do governo, além de representar e defender a gestão da qual fazemos parte”, afirmou.

Redação do papo informativo

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POLÊMICA: Jornalista relembra perseguição sofrida quando Ricardo Coutinho era governador da Paraíba

Em uma forte declaração durante o programa Paraíba Agora, o jornalista e comentarista político, Gutemberg Cardoso relembrou  episódio de censura e forte interferência política sofrido por profissionais da imprensa paraibana na gestão de Ricardo Coutinho no governo da Paraíba.

O relato do comunicador detalhou como Ricardo Coutinho  utilizava de sua influência para retaliar profissionais que faziam críticas ou questionamentos à sua administração.

​”Quem ousasse questionar qualquer coisa do seu governo era trucidado”, relembrou Gutemberg Cardoso.

Segundo o relato de Gutemberg, diversos profissionais de destaque foram “ejetados” de suas funções no sistema correio de comunicação
por pressão direta do Palácio do Governo da época.

Entre os jornalistas e comunicadores afetados pela retaliação política da época, foram citados:
Marcelo José, Josival, Rui Dantas e Helder Moura.

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Ex-primeira-dama de João Pessoa entra na disputa por vaga na Câmara Federal pelo Republicanos da Paraíba

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou neste domingo (24) o convite feito à professora universitária Maísa Cartaxo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Republicanos nas eleições de 2026.


O encontro ocorreu na sede da legenda, em João Pessoa, e contou com a presença de lideranças políticas do partido. Durante o anúncio, Hugo Motta destacou a trajetória pública e acadêmica de Maísa Cartaxo, afirmando que sua chegada fortalece a participação feminina na política paraibana.


Segundo o parlamentar, a professora possui experiência, reconhecimento e capacidade de contribuir para o debate político no estado e no país.

“Maísa fez um grande trabalho como primeira-dama em João Pessoa, é uma mulher muito respeitada na Universidade Federal da Paraíba e, com certeza, chega ao nosso partido para somar, agregar e fortalecer ainda mais a participação feminina na política”, declarou Hugo Motta.

Maísa Cartaxo aceitou oficialmente o convite e classificou a possível candidatura como um novo desafio. Ela também defendeu o fortalecimento da presença das mulheres nos espaços de poder e representação política.

” É um prazer estar aqui. Convite aceito. Realmente é um desafio, mas nós, mulheres, precisamos nos unir e fortalecer cada vez mais a nossa participação, ocupando espaços importantes”, afirmou.

Esposa do deputado estadual Luciano Cartaxo, Maísa passa a integrar o projeto político do Republicanos para as eleições de 2026, ampliando a presença de lideranças femininas na legenda.

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Ricardo Coutinho endurece discurso, rejeita apoio a Lucas Ribeiro e impõe condição ao governo: “Nem se o PT mandar”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato a deputado federal Ricardo Coutinho elevou o tom das críticas ao atual grupo governista e afirmou que não apoiará uma eventual candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba em 2026, mesmo que haja orientação do PT nesse sentido.


Durante entrevista, Ricardo declarou que não pretende caminhar politicamente com um governo que, segundo ele, utiliza estruturas de comunicação para disseminar ataques e informações falsas.

O ex-governador citou diretamente o secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, ao acusar a existência de um suposto “gabinete do ódio” dentro da gestão estadual.

“Eu não posso votar por um governo que trabalha com gabinete do ódio. A Paraíba tem um gabinete do ódio instalado dentro da Secom, distribuindo matérias falsas e tentando ganhar debate através de fake news. Esse gabinete do ódio é comandado por Nonato Bandeira”, afirmou Ricardo.

O ex-governador também condicionou qualquer possibilidade de reaproximação política a uma mudança de postura do atual governo em relação ao secretário.

“Se ele não reprime Nonato Bandeira, dá a entender que concorda com isso que está sendo feito”, declarou.

As declarações acontecem em meio à repercussão envolvendo o leilão da PPP do saneamento da Cagepa, realizado recentemente pelo Governo da Paraíba. Ricardo Coutinho voltou a criticar o modelo adotado pelo Estado e classificou a operação como “suspeita”, além de afirmar que a medida poderá trazer prejuízos financeiros para a Paraíba.

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DC rompe com Aldo Rebelo e lança Joaquim Barbosa como aposta para disputa presidencial de 2026


O partido Democracia Cristã decidiu abrir um processo disciplinar para expulsar Aldo Rebelo da legenda após uma crise interna envolvendo a pré-candidatura à Presidência da República em 2026. A sigla agora aposta no ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como novo nome para a corrida ao Palácio do Planalto.

A crise começou depois que o DC anunciou a substituição de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa como principal aposta do partido para a eleição presidencial. Rebelo, que havia sido lançado oficialmente pela legenda no início do ano, reagiu publicamente contra a decisão e acusou a direção partidária de agir sem transparência.

Em nota oficial, o partido afirmou que as declarações do ex-ministro “não condizem com os valores democratas-cristãos” e acusou Aldo de promover ataques contra a direção nacional da sigla. O presidente do partido, João Caldas, determinou a abertura imediata do procedimento disciplinar, que deve resultar na expulsão do político e na comunicação formal à Justiça Eleitoral.

Mesmo diante da decisão, Aldo Rebelo afirmou que continuará defendendo sua pré-candidatura até a convenção nacional do partido. Ele também ameaçou judicializar o caso caso seja impedido de disputar internamente a indicação presidencial.

“A candidatura anunciada em um balão de ensaio de Joaquim Barbosa é uma afronta às decisões democráticas”, declarou Aldo em nota divulgada à imprensa.

A entrada de Joaquim Barbosa no partido provocou forte repercussão nos bastidores políticos. O ex-presidente do STF ganhou notoriedade nacional durante o julgamento do Mensalão e vinha sendo tratado pelo DC como um nome capaz de ampliar a visibilidade da legenda para 2026. Apesar disso, Barbosa ainda não confirmou oficialmente se aceitará disputar a Presidência.

Aldo Rebelo, por sua vez, possui longa trajetória política. Ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, ele passou por partidos como PCdoB, PSB, Solidariedade, PDT e MDB antes de se filiar ao Democracia Cristã no fim de 2025.

A crise interna expôs uma divisão no partido e abriu um novo capítulo na corrida presidencial de 2026, que já começa a movimentar os bastidores da política nacional.

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Cabo Gilberto assina emenda que prevê jornada de trabalho de até 52 horas semanais
Deputado da Paraíba está entre os 176 signatários de proposta que altera o texto original da PEC sobre o fim da escala 6×1.

O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB) uniu-se a um grupo de 176 parlamentares para assinar uma emenda modificativa à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que debate a reformulação das jornadas de trabalho no Brasil. O texto alternativo propõe flexibilizações que, na prática, podem elevar a carga horária máxima permitida para até 52 horas por semana mediante acordos coletivos.


A emenda surge como um contraponto à proposta original da PEC 221/2019, que visa extinguir a escala 6×1 e fixar o teto do regime de trabalho em 36 horas semanais. O novo documento apresentado sugere fixar esse limite inicial em 40 horas semanais, abrindo espaço legal para ampliações.


De acordo com o texto assinado pelo congressista paraibano, empresas e sindicatos patronais e laborais teriam o aval para negociar aumentos de até 30% na jornada regular. Essa margem eleva o teto de prestação de serviços para as 52 horas semanais.


Transição e Exceções


Para mitigar o impacto econômico imediato nas empresas, a emenda prevê um período de transição longo, estipulado em 10 anos para a implementação total das novas regras.

O projeto também estabelece um regime diferenciado para os chamados setores essenciais — que englobam áreas como saúde, segurança pública e infraestrutura —, permitindo que essas categorias mantenham a jornada atual de até 44 horas semanais.


A proposta foca ainda em contrapartidas de desoneração fiscal para o setor produtivo e determina que as regras de flexibilização dependem de regulamentação futura por meio de lei complementar. O texto assinado por Cabo Gilberto segue agora para análise junto às comissões da Câmara dos Deputados, onde aguarda novas deliberações.

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