TSE forma maioria para barrar candidatura de Cícero Lucena ao governo do estado

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para barrar candidatura de Cícero Lucena ao governo do estado. Votaram pelo indeferimento da candidatura, segundo o blog do Wallison Bezerra, do ex-prefeito de João Pessoa Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques Neto, Dias Toffoli e Estela Aranha.

Como acompanhou o ClickPB, no fim da tarde, o ministro André Mendonça havia pedido vistas no processo antes de declarar seu voto. Por este motivo, o resultado final só deve sair com o resultado do voto vista de Mendonça. No entanto, com quatro votos seguindo o entendimento pelo indeferimento da candidatura de Cícero Lucena, já é possível observar como se desenha o processo.

Até o momento ainda não proferiram seus votos os ministros Sebastião Reis e Nunes Marques, presidente do TSE.

Caso o TSE decida pelo indeferimento da candidatura, a defesa de Cícero Lucena ainda pode recorrer para tentar reverter

processo de impugnação do registro de candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba nas Eleições 2026 tramita sob segredo de Justiça, por isso a sessão virtual que culminou com a decisão não foi transmitida pela internet.
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando uma tese atinge, no mínimo, 4 votos favoráveis.  O plenário da Corte é composto por exatamente 7 ministros titulares. Portanto, a maioria absoluta é alcançada com o voto de mais da metade do colegiado (4 de 7).


O relator foi ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. No voto, o ministro afirmou que há elementos suficientes para aplicar o artigo 17, parágrafo 4 da Constituição, que proíbe a utilização de organizações paramilitares por partidos políticos. Esse foi o artigo debatido no âmbito da decisão do TRE, que manteve a candidatura do ex-prefeito no mês passado.

“O que resta demonstrado nos autos é a extração de vantagens eleitorais pelo pretenso candidato em troca de benefícios que só poderiam ser oferecidos por pessoa na condição de autoridade, negociados por familiares de seu núcleo mais íntimo, em contexto no qual, pelas conversas transcritas e demais elementos, resta inequívoca a convergência dos interesses da facção com seus próprios interesses eleitorais”.

Ainda conforme o relator, a vedação presente na Constituição também pode alcançar candidaturas beneficiadas pela atuação de facções criminosas. O relator afirmou que as investigações de operações indicariam que Cicero teria sido beneficiário pela atuação da facção Nova Okaida nas eleições municipais em 2020 e 2024.

Ele afirmou que teriam sido utilizados coerção e intimidação da comunidade para favorecer o projeto político do ex-prefeito. Para o relator, é necessário demonstrar que a organização foi inserida no projeto eleitoral, que sua estrutura ou capacidade foi utilizada em benefício da candidatura.

O voto do ministro do TSE refutou o argumento de que os fatos teriam ocorrido em eleições anteriores. De acordo com o relator, os episódios das eleições passadas indicam um padrão de atuação repetido. Ele afirmou que o indeferimento do registro de Cícero não depende de condenação criminal. O relator voltou para modificar a decisão do TRE, que manteve a candidatura de Cícero.

Em 2024, uma mensagem de áudio dirigida à primeira-dama de João Pessoa (PB), Lauremília Lucena, mostrou o líder de uma facção criminosa prometendo apoio à reeleição do atual prefeito, Cícero Lucena (PP), seu marido. Segundo a Polícia Federal (PF), o áudio foi gravado por Keny Rogeus Gomes da Silva, conhecido como Poeta, líder da facção criminosa Nova Okaida no bairro São José. No ano passado, Cícero Lucena, foi alvo de um inquérito da Polícia Federal.

Composição do Plenário do TSE


Os sete magistrados que integram o TSE e votam nos julgamentos são divididos em três origens constitucionais:


3 ministros vindos do Supremo Tribunal Federal (STF).
2 ministros vindos do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
2 ministros juristas, vindos da classe dos advogados (indicados em lista pelo STF e nomeados pela Presidência da República).
Para que as sessões e julgamentos do TSE aconteçam, é exigida a presença da totalidade dos seus membros (quórum completo de 7 ministros). Quando um ministro titular precisa se ausentar ou está impedido de votar, um ministro substituto da mesma categoria é convocado para que o placar final sempre some 7 votos, evitando empates e definindo a maioria com 4 votos.

TSE forma placar de 3 a 0 para indeferir candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba.

O julgamento da candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao governo da Paraíba ocorre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em outubro de 2026, está com placar parcial desfavorável ao candidato.

O placar  de momento no TSE: O julgamento no plenário virtual conta com 3 votos a 0 pelo indeferimento do registro de candidatura (até 2 de outubro de 2026).


Votos contrários: Votaram pela impugnação o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, acompanhado por Floriano de Azevedo Marques Neto e Dias Toffoli.


Motivação do recurso: O Ministério Público Eleitoral (MPE) recorreu de uma decisão anterior do TRE-PB (Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba) que havia mantido a candidatura de Cícero.


Argumento do relator: O ministro Cueva entendeu que há elementos nas operações Mandare e Território Livre indicando que o candidato foi beneficiado pela atuação de uma facção criminosa nas eleições de 2020 e 2024 (com base no art. 17, § 4º da Constituição Federal), independentemente de ele não possuir condenação criminal formal.


Defesa: A defesa de Cícero Lucena argumenta que ele não possui denúncia ou condenação criminal e solicitou que o processo seja levado ao plenário físico da Corte.


Conclusão prevista: Embora a maioria tenha sido formada no plenário virtual, a conclusão formal do julgamento está marcada para a próxima quarta-feira, 9 de outubro de 2026.

🗞️ Redação do papo informativo

João Azevêdo e Veneziano aparecem na frente em nova pesquisa para o Senado na Paraíba; veja os números
Levantamento Anova/PB Agora mostra João Azevêdo com 53,8% e Veneziano com 35,8% na soma dos dois votos para o Senado; pesquisa também aponta crescimento de Nabor Wanderley

A nova pesquisa do Instituto Anova, realizada em parceria com o PB Agora, mostra João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) nas primeiras posições na disputa pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas eleições de 2026.

No cenário que considera a soma do primeiro e do segundo voto dos eleitores, João Azevêdo aparece com 53,8% das citações, enquanto Veneziano registra 35,8%.

Na sequência estão Nabor Wanderley, com 26,1%, e Marcelo Queiroga, com 14,2%. O levantamento mostra ainda que 40,7% dos entrevistados ainda não definiram seus votos nesse cenário.

João Azevêdo lidera como primeira opção

Quando os eleitores foram questionados sobre quem seria seu primeiro voto para o Senado, João Azevêdo aparece com 40,1% das intenções.

Veneziano ocupa a segunda posição, com 20%, seguido por Marcelo Queiroga, com 10,4%, e Nabor Wanderley, com 6,9%.

Major Fábio aparece com 1,4%; André Gadelha, com 0,8%; Rinaldo Júnior, com 0,3%; Rosilene Santana, com 0,2%; e Adriano Trajano, com 0,1%.

Nesse cenário, 12,8% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder, enquanto 7% declararam intenção de votar branco ou nulo.



Nabor cresce e aparece à frente no segundo voto

O cenário muda quando a pesquisa considera exclusivamente o segundo voto para o Senado.

Nabor Wanderley aparece com 19,2%, ultrapassando Veneziano, que registra 15,8%.

João Azevêdo aparece com 13,7%, enquanto Major Fábio soma 6,4% e Marcelo Queiroga, 3,8%.

O percentual de eleitores que ainda não definiram o segundo voto é de 27,9%. Outros 10,3% afirmaram que pretendem votar branco ou nulo.

O que mudou em relação à pesquisa anterior?

Na comparação com o levantamento anterior, João Azevêdo passou de 54,5% para 53,8% na soma dos dois votos. Veneziano permaneceu em 35,8%.

Nabor Wanderley avançou de 23,1% para 26,1%, enquanto Marcelo Queiroga passou de 11,6% para 14,2%.

Entre os que apontaram o primeiro voto, João Azevêdo oscilou de 42,8% para 40,1%. Veneziano, por outro lado, passou de 17,4% para 20%.

No segundo voto, Nabor avançou de 16,7% para 19,2%, enquanto Veneziano passou de 18,4% para 15,8%.

As diferenças precisam ser consideradas dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais.

João e Veneziano também aparecem na pesquisa espontânea

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, João Azevêdo aparece com 34% das citações.

Veneziano registra 15,1%, seguido por Marcelo Queiroga, com 8,8%, e Nabor Wanderley, com 6,2%.

O levantamento mostra ainda um percentual significativo de eleitores sem definição: 27,2% não souberam ou não quiseram indicar um nome, enquanto 6,7% afirmaram voto branco ou nulo.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento do Instituto Anova foi realizado entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2 mil eleitores distribuídos em 70 municípios da Paraíba.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número PB-08605/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o registro BR-01892/2026.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A amostra contempla eleitores das regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão.

Fonte: Instituto Anova/PB Agora.

Instituto Anova: Lucas Ribeiro lidera com folga disputa para o governo do estado. Veja os números

A dois dias da realização do pleito, o governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro (PP) mantém a liderança na disputa pelo Governo da Paraíba. É o que aponta a nova pesquisa realizada pelo Instituto Anova, em parceria com o portal PB Agora, divulgada nesta sexta-feira (2).

No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro aparece com 55,4% das intenções de voto. O governador registra 39,4 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o senador Efraim Filho (PL), que soma 16,0%.

O ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) aparece na terceira colocação, com 14,2% das intenções de voto. Na sequência, aparecem Camilo Duarte, com 0,1%; Pedro Coutinho, com 0,1%; e Yuri Ezequiel, também com 0,1%.

Entre os entrevistados, 8,3% se declararam indecisos, enquanto 5,8% afirmaram que votariam em branco ou nulo.



Veja os números da pesquisa espontânea


Lucas Ribeiro: 50,2%
Efraim Filho: 14,2%
Cícero Lucena: 12,2%
João Azevêdo: 0,3%
Indecisos: 17,8%
Branco/Nulo: 5,3%

Veja os números da pesquisa estimulada


Lucas Ribeiro (PP): 55,4%
Efraim Filho (PL): 16,0%
Cícero Lucena (MDB): 14,2%
Camilo Duarte: 0,1%
Pedro Coutinho: 0,1%
Yuri Ezequiel: 0,1%
Branco/Nulo: 5,8%
Indecisos: 8,3%

Maioria afirma que voto já está definido


A pesquisa também perguntou aos eleitores se a escolha para governador já estava definida ou se poderia mudar até o dia da eleição.

A maioria, 84,8%, afirmou que o voto é definitivo. Outros 9,3% disseram que ainda podem mudar de opção, enquanto 5,9% não souberam ou não quiseram responder.

Dados da pesquisa


A pesquisa foi realizada pelo Instituto Anova entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro de 2026 e registrada sob os protocolos PB-08605/2026, no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), e BR-01892/2026, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 70 municípios paraibanos, abrangendo as regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão.

A pesquisa apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

PB Agora

Flávio Bolsonaro critica cancelamento de debate da Globo e anuncia transmissão ao vivo



O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) reagiu ao cancelamento do debate que seria realizado pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). Em manifestação nas redes sociais, o senador classificou as mudanças nas regras do programa como “censura” e “interferência judicial”.

O debate foi suspenso pela emissora depois que Flávio anunciou que não participaria do encontro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia informado anteriormente que não compareceria.

O cancelamento também ocorreu após decisões judiciais que modificaram aspectos da organização do programa. Entre as determinações, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a Globo de manter no cenário um púlpito destinado a representar a ausência de Lula. Além disso, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a participação do candidato Renan Santos (Missão).



Ao justificar sua decisão, Flávio afirmou que não concordava com o que chamou de interferência do Judiciário no debate. O candidato também declarou que a situação prejudicaria o processo democrático.

Após o cancelamento do programa, Flávio anunciou uma transmissão ao vivo para o mesmo horário em que o debate estava previsto. Segundo ele, a live seria utilizada para explicar os acontecimentos e apresentar suas propostas aos eleitores.

🗞️ Redação do papo informativo

TRE-PB rejeita pedido de Efraim e mantém divulgação de pesquisa Quaest sobre disputa pelo Governo da Paraíba

TRE-PB mantém divulgação de pesquisa Quaest sobre disputa pelo Governo da Paraíba

Decisão rejeitou pedido de Efraim Filho para barrar publicação do levantamento, previsto para ser divulgado no sábado (3)

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu manter a divulgação da nova pesquisa Quaest sobre a corrida pelo Governo da Paraíba. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (1º) pelo desembargador Aluízio Bezerra Filho, que negou o pedido apresentado pelo senador e candidato Efraim Filho (PL) para impedir a publicação do levantamento pela TV Cabo Branco.



A pesquisa tem divulgação prevista para o sábado (3), um dia antes da realização do primeiro turno das eleições.

A campanha de Efraim recorreu à Justiça Eleitoral questionando pontos relacionados à metodologia utilizada no levantamento. Em manifestação no processo, o instituto responsável pela pesquisa contestou os argumentos apresentados e afirmou que o candidato buscava, de forma indireta, interferir na definição dos procedimentos estatísticos adotados.

Ao analisar o pedido, o desembargador Aluízio Bezerra Filho entendeu que não havia elementos suficientes para determinar a suspensão da divulgação. Na decisão, o magistrado também considerou que impedir integralmente a publicação poderia comprometer a finalidade informativa da pesquisa, caso posteriormente fosse reconhecida a regularidade do levantamento.

Com a decisão, a divulgação da pesquisa permanece autorizada para este sábado (3), conforme o cronograma apresentado.

Em coletiva, Pedro Coutinho projeta vitória de Lucas Ribeiro no 1° turno e afirma que desistência foi uma decisão interna

O candidato ao Governo da Paraíba pelo Democracia Cristã (DC), Pedro Coutinho, anunciou a desistência da disputa e declarou apoio à reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP).

A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (30), após conversas internas com a direção nacional do partido e apoiadores da candidatura. Coutinho afirmou que também acompanhou o debate entre os candidatos e decidiu antecipar o anúncio do apoio diante da avaliação de que a eleição poderá ser definida já no primeiro turno.

“Também acompanhei o debate realizado pela TV e, depois disso, divulguei uma nota chamando a imprensa para comunicar, nesta data, a decisão de apoiar uma candidatura. Convidei, inclusive, o próprio governador para participar deste momento. Ainda não tive um encontro pessoal com ele nem conversei diretamente, mas entendo que existe, dentro da atual administração estadual, espaço para que as propostas do meu plano de governo sejam incorporadas”, afirmou.

Entre as propostas que Coutinho pretende apresentar a Lucas Ribeiro estão ações voltadas ao empreendedorismo e à geração de emprego. Segundo ele, esses temas devem ser priorizados durante as conversas com o governador.

“Essas são questões fundamentais para a juventude da Paraíba e para os chefes de família. Ter um emprego significa garantir o alimento dentro de casa”, destacou.



Decisão foi discutida internamente

Coutinho explicou que a decisão de retirar sua candidatura vinha sendo discutida de forma interna pelo partido, envolvendo a direção nacional da legenda e outros apoiadores.

Segundo ele, a antecipação do apoio ocorreu diante da avaliação de que a eleição pode ser definida já no domingo, o que reduziria o espaço para uma adesão posterior.

“Como avaliamos que a eleição poderá ser definida já no próximo domingo, não haveria tempo suficiente para formalizar esse apoio depois. Por isso, estou antecipando minha decisão e, a partir de agora, vou discutir propostas voltadas ao desenvolvimento da Paraíba”, concluiu.

Com a saída de Pedro Coutinho, a disputa pelo Governo da Paraíba passa a ter uma nova configuração, com o candidato do DC deixando a corrida eleitoral e declarando apoio à candidatura de Lucas Ribeiro.

🗞️ Redação do papo informativo

Pedro Coutinho desiste de candidatura ao Governo da Paraíba e declara apoio a Lucas Ribeiro


O empresário Pedro Coutinho (DC) decidiu retirar seu nome da disputa pelo Governo da Paraíba e anunciou apoio à candidatura de reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP). A decisão foi comunicada na noite desta terça-feira (29).

Coutinho deverá explicar as razões que motivaram a saída da corrida eleitoral durante uma coletiva de imprensa marcada para esta quarta-feira (30), em João Pessoa. Na ocasião, também será formalizada a adesão ao projeto político de Lucas Ribeiro.

Na pesquisa Quaest divulgada em 22 de setembro, Pedro Coutinho registrou 1% das intenções de voto e aparecia na quarta colocação entre os candidatos que pontuaram no levantamento. A pesquisa ouviu 804 eleitores entre os dias 18 e 21 de setembro e teve margem de erro de três pontos percentuais.



A desistência ocorre a poucos dias da votação. Segundo informações divulgadas pelo Jornal da Paraíba, mesmo com a retirada da candidatura, o nome de Coutinho deverá permanecer na urna eletrônica, já que a decisão ocorreu após o prazo legal para alterações nas candidaturas.

🗞️ Redação do papo informativo

Lula informa à campanha que não deve participar de debate da Globo
Presidente teria comunicado à coordenação da campanha a decisão de não comparecer ao encontro marcado para quinta-feira (1º), segundo o jornalista Ricardo Amaral


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou à coordenação de sua campanha que não pretende participar do debate entre candidatos à Presidência da República promovido pela TV Globo, marcado para quinta-feira (1º de outubro).

A informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Amaral, do Brasil 247. Segundo a publicação, a campanha de Lula ainda não havia comunicado oficialmente a decisão à emissora.

O debate está previsto para ocorrer às 21h de quinta-feira e reúne inicialmente quatro candidatos convidados pela Globo: Lula, Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD).



Globo pode chamar outro candidato

Caso a ausência de Lula seja confirmada, a emissora poderá avaliar a convocação de outro candidato para participar do debate. Entre os nomes que ficaram fora da lista inicial está Renan Santos (Missão).

A Globo havia restringido o convite a quatro candidatos, seguindo os critérios definidos para o encontro. A emissora informou anteriormente que poderia chamar um substituto em caso de ausência de algum dos convidados.

A participação de Lula vinha sendo discutida pela campanha, especialmente diante do formato do debate e da possibilidade de confronto direto com os demais candidatos. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, também afirmou nesta segunda-feira que a tendência seria Lula não comparecer ao encontro.

Até o momento, portanto, a ausência de Lula deve ser tratada como uma decisão comunicada internamente à campanha, mas ainda dependente da confirmação oficial junto à TV Globo.

🗞️ Redação do papo informativo

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Prefeito de Ingá, Jan da Lenha, deixa Veneziano e declara apoio a João Azevêdo

O prefeito de Ingá, Jan da Lenha (PL), deixou o grupo político do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e declarou apoio ao projeto liderado pelo governador João Azevêdo (PSB).

A articulação foi conduzida em conversas entre Jan da Lenha e a senadora Daniella Ribeiro, que participa das movimentações políticas do grupo governista.

A mudança ocorre na reta final da eleição e representa mais uma adesão ao grupo de João Azevêdo, que vem ampliando sua articulação junto a prefeitos paraibanos.

A saída de Jan da Lenha representa mais uma perda de apoio para Veneziano na reta final da eleição. O senador vem sofrendo sucessivas baixas em sua base política, com prefeitos e lideranças deixando seu grupo e aderindo a João e Nabor.

🗞️ Redação do papo informativo

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