Ronaldo Caiado reage à ausência de Cícero em agenda na Paraíba e diz que não está preocupado
Ao lado de Caiado em agenda na Paraíba, Mersinho Lucena (PSD) diz ter liberdade para escolher seu voto e não descarta apoio ao pré-candidato.

O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), esteve na Paraíba nesta semana para cumprir uma série de compromissos e afirmou que a ausência do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), em sua agenda no estado não representa preocupação.



Caiado chegou à Paraíba na terça-feira (23) e, no mesmo dia, visitou o Hospital Napoleão Laureano. O governador de Goiás esteve acompanhado de lideranças nacionais e estaduais, entre elas Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, e Diogo Cunha Lima, pré-candidato a vice-governador pelo partido.

Apesar da presença de aliados, Caiado não recebeu declarações públicas de apoio dos principais nomes cotados para a disputa pelo Governo da Paraíba. Cícero Lucena, que também é apontado como possível candidato ao governo estadual, não participou da agenda.

“Não falei com ele. E esse assunto não me preocupa nesse viés. Eu sou acostumado a fazer política, não é meu primeiro mandato. Vou entender a peculiaridade de cada região. A região e o cidadão vão ter que analisar aquilo que é o candidato”, declarou.

Durante a mesma agenda, o deputado federal Mersinho Lucena (PSD) afirmou que possui liberdade para decidir seu posicionamento na eleição presidencial e disse que o partido não impôs apoio a Caiado.

“Eu não tenho, na verdade, nenhuma obrigatoriedade de votar em Caiado. O partido já me deixou bem à vontade, mas, obviamente, é um grande quadro, um grande nome. Vamos fazer as análises no decorrer do processo eleitoral e teremos nossa definição no futuro”, afirmou.

Ronaldo Caiado foi o segundo pré-candidato à Presidência da República a visitar a Paraíba em junho. Antes dele, Romeu Zema (Novo) esteve no estado no último domingo (21), cumprindo agenda política.

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Trump mira o Brasil? Ex-presidente compartilha texto sobre eleição de 2026 e gera repercussão
Episódio ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil se tornou “perigoso politicamente”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23) um artigo que aponta a eleição presidencial brasileira como um dos próximos desafios políticos em sua agenda. A publicação ocorre dias após o republicano afirmar que o Brasil estaria se tornando “politicamente perigoso”.

O texto divulgado por Trump em sua rede social, a Truth Social, reproduz uma análise do site americano Newsmax, que afirma que as atenções agora se voltam para o Brasil, descrito como uma “potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima eleição brasileira pode se tornar uma das disputas mais importantes do hemisfério.

A publicação afirma que Trump ainda teria quatro grandes desafios pela frente e cita Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. Sobre o país, o texto diz que a eleição brasileira já provoca debates sobre a integridade do sistema eleitoral e sobre se a disputa será conduzida de forma considerada livre e justa por todos os lados.

“Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente”, diz o artigo compartilhado pelo republicano. O texto também afirma que, caso o Brasil siga uma tendência de aproximação com a direita, o cenário político da América Latina poderá passar por grandes mudanças.

Em entrevista ao site americano Axios, Trump afirmou que tem observado a situação brasileira e declarou que não é “fã” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não sou fã dele, nem desgosto. Realmente não penso nele. Não estou nem aí. Mas agora ele é um tipo de pessoa diferente. Muito volátil. Eu vi como ele fez um discurso. Foi muito volátil, e tudo bem”, afirmou.

A declaração ocorreu após Trump dizer que o Brasil teria se tornado “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”. O presidente americano também afirmou que passou bastante tempo com Lula durante a cúpula do G7, realizada em Evian, na França, mas não informou quais assuntos foram discutidos entre os dois.

O republicano foi questionado se havia tratado com Lula de temas como tarifas comerciais e a possibilidade de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, assunto que provocou tensão diplomática entre os governos.

Durante as declarações, Trump também fez uma referência equivocada ao mencionar a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. A fala aparentou ser uma referência a Eduardo Bolsonaro, mas o presidente americano confundiu o deputado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

As falas de Trump provocaram reação de Lula. Durante uma entrevista coletiva em Genebra, o presidente brasileiro afirmou que o americano “não conhece o Brasil” e criticou possíveis manifestações sobre a política interna brasileira.

“Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, declarou Lula.

O presidente brasileiro também defendeu o sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam aprender com o modelo brasileiro.

“Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, disse.

Lula ainda afirmou que, se Trump conhece o Brasil apenas pela relação com a família Bolsonaro, ele teria uma visão limitada do país. “Não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

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Zema surpreende ao falar sobre falta de apoio na PB: “Quero chegar é ao eleitor”
Governador de Minas Gerais minimiza ausência de alianças com pré-candidatos ao Governo da Paraíba e aposta em diálogo direto com a população.


O pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, esteve em Campina Grande, na Paraíba, neste domingo (21), onde afirmou que a prioridade de sua campanha é construir uma relação direta com a população, mesmo diante da ausência de apoios de nomes que devem disputar o Governo do Estado.

Durante visita à Vila do Artesão, o governador de Minas Gerais minimizou a falta de alianças políticas no cenário paraibano e destacou sua trajetória eleitoral como exemplo de que é possível vencer sem uma grande estrutura partidária.

“Eu posso dizer, por experiência própria, que eu quero chegar ao eleitor. Em 2018, eu saí do zero em Minas Gerais. Nunca tinha sido vereador, deputado estadual, federal nem prefeito, e fui mostrando para o mineiro que havia um candidato diferente. Todo apoio é bem-vindo, mas quero muito estar próximo do eleitor. Ele precisa saber que a política no Brasil pode ser diferente”, afirmou Zema em entrevista à Rede Paraíba de Comunicação.

A agenda contou com a presença do ex-deputado federal Major Fábio, pré-candidato ao Senado pelo Novo na Paraíba.

A declaração ocorre em um momento de articulação para as eleições de 2026 e com Zema buscando ampliar sua projeção nacional. Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (20) apontou o governador mineiro com 2% das intenções de voto no primeiro turno. O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro.

Relação entre Novo e PL na Paraíba

Questionado sobre a relação entre o Novo e o Partido Liberal (PL) no estado, Zema afirmou que alianças políticas dependem das realidades locais e que as conversas ainda estão em andamento.

Na Paraíba, o PL tem o senador Efraim Filho como pré-candidato ao Governo e Marcelo Queiroga como pré-candidato ao Senado, sem a inclusão do Novo na chapa majoritária até o momento.

“O Novo e o PL já fizeram coligações em diversos estados. Isso depende da situação de cada um, varia. Em Minas Gerais foi feito, assim como em estados do Sul. As negociações estão em andamento, e divergências existem até entre irmãos, entre cônjuges. O que dizer, então, dentro de um partido?”, declarou.

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Flávio apresenta plano de segurança e defende redução da maioridade penal para 14 anos em crimes hediondos
Proposta chamada “Brasil sem Medo” reúne 12 medidas voltadas ao combate ao crime organizado, mudanças na legislação penal e ampliação da atuação das forças de segurança


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, apresentou nesta quinta-feira (18) um plano de segurança pública que pretende colocar em prática caso seja eleito. O pacote, chamado de “Brasil sem Medo”, reúne 12 propostas com foco no endurecimento das leis penais, combate ao crime organizado e fortalecimento das forças policiais.

Entre as principais medidas anunciadas está a redução da maioridade penal para 16 anos em casos gerais e para 14 anos quando houver envolvimento em crimes hediondos. Segundo Flávio, a proposta busca responsabilizar adolescentes envolvidos em crimes considerados de alta gravidade.

“Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei”, afirmou o senador durante a apresentação do plano.

O pacote também prevê que facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e milícias sejam classificadas como organizações narcoterroristas. A medida, segundo Flávio, teria como objetivo ampliar a cooperação internacional no combate ao crime e aumentar o bloqueio financeiro dessas organizações.

Presídios de segurança máxima

Entre as propostas está a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima, inspirados no modelo adotado por El Salvador. As unidades fariam parte de um complexo chamado “Trevas”, destinado ao isolamento de líderes de facções criminosas.

O plano prevê restrições como ausência de celulares, fim das visitas íntimas e monitoramento de encontros com advogados. A proposta também estabelece a criação de 500 mil novas vagas no sistema prisional em quatro anos.

Durante o lançamento, Flávio afirmou que o sistema penitenciário deve ter como prioridade a punição de criminosos de alta periculosidade.

Combate ao crime e atuação policial

Outro ponto apresentado prevê que criminosos armados com fuzis que entrarem em confronto com agentes de segurança possam ser mortos durante operações policiais.

“Bandido armado com fuzil vai ser abatido pelas nossas forças de segurança”, declarou o senador.

O plano também propõe a criação do Sistema Nacional de Fronteiras, com integração entre Forças Armadas, polícias federais, estaduais e guardas municipais para reforçar o combate ao tráfico de armas e drogas.

Outras medidas previstas

Entre as demais propostas estão:

– Criação da “Muralha Brasileira”, um sistema de reconhecimento facial com inteligência artificial integrado a bancos de dados criminais;
– Uso de tropas especiais da Marinha para monitoramento de grandes portos, como Santos e Paranaguá;
– Dobrar investimentos federais em segurança pública, com foco em tecnologia, armamentos e drones;
– Implantação de castração química para condenados por abusos contra mulheres e crianças como condição para saída da prisão;
– Monitoramento eletrônico de agressores de mulheres com integração ao celular das vítimas;
– Fim da progressão de regime para condenados por crimes hediondos;
– Alteração das regras para início do cumprimento de penas em regime fechado;
– Aumento da punição para furtos e receptação de celulares.

Flávio Bolsonaro afirmou que as medidas fazem parte de uma mudança na política de segurança pública e defendeu uma atuação mais rigorosa do Estado contra criminosos.

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Ronaldo Caiado cumpre agenda na Paraíba, visita o São João de Campina Grande e passa por João Pessoa

O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, desembarca na Paraíba no início da próxima semana para cumprir uma agenda de dois dias em Campina Grande e João Pessoa. A visita integra uma série de compromissos que o político vem realizando em estados do Nordeste.

Conforme apurou o ClickPB, Caiado será recepcionado pelo presidente estadual do PSD, Pedro Cunha Lima, e por Diogo Cunha Lima, pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).

Na segunda-feira (22), a agenda será em Campina Grande, onde o pré-candidato visitará o Salão do Artesanato Paraibano e prestigiará o Maior São João do Mundo, no Parque do Povo.

Já na terça-feira (23), Caiado estará em João Pessoa para uma visita ao Hospital Napoleão Laureano, instituição referência no tratamento oncológico na Paraíba.

Ao comentar a visita, Pedro Cunha Lima ressaltou a importância da pré-candidatura de Caiado e defendeu a construção de uma alternativa política que vá além da polarização nacional. Segundo ele, o PSD busca apresentar ao país um projeto voltado para a superação dos principais desafios econômicos e sociais.

Também acompanharão a agenda os deputados federais Wellington Roberto e Mersinho Lucena, ambos filiados ao PSD, além de outras lideranças políticas paraibanas. A expectativa é que a passagem de Caiado pelo estado fortaleça o diálogo com setores políticos e sociais da Paraíba.

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PF mira Jaques Wagner e banqueiro Augusto Lima em nova fase da Operação Compliance Zero
Investigação chega à 9ª etapa e amplia apurações sobre supostas irregularidades financeiras e empresariais.


O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso Nacional, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno, estão entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (18).

A investigação apura a suposta participação de agentes públicos e empresários em um esquema que envolveria fraudes financeiras, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça. As apurações estão relacionadas ao Banco Master e apontam para movimentações financeiras consideradas suspeitas pelos investigadores.

Ao todo, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em endereços localizados no Distrito Federal, São Paulo e Bahia. As medidas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

Além das buscas, o magistrado determinou uma série de medidas cautelares, incluindo a suspensão dos passaportes dos investigados, o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de contato entre os alvos da operação.

Segundo a Polícia Federal, os fatos investigados podem configurar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem em andamento para apurar a extensão do suposto esquema e o envolvimento de cada um dos investigados.

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Adriano Galdino critica participação de Bruno Cunha Lima em evento sobre gestão pública e cidades inteligentes. Confira o vídeo!
Presidente da ALPB classificou como “piada de mau gosto” o convite feito ao prefeito de Campina Grande para debater gestão pública, alegando que a administração municipal deixa a desejar em diversas áreas.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, criticou nesta terça-feira (17) a participação do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, em um evento voltado para debates sobre gestão pública e cidades inteligentes.

Durante declaração à imprensa, Galdino afirmou ter recebido com surpresa a informação de que o gestor campinense foi convidado para palestrar no movimento Smart City, que reúne discussões sobre inovação, eficiência administrativa e desenvolvimento urbano.

Segundo o parlamentar, o convite não reflete a realidade da administração municipal de Campina Grande. Galdino classificou a escolha como inadequada e fez duras críticas à gestão do prefeito.

“Fui surpreendido ao saber que o prefeito de Campina Grande participaria de uma palestra sobre gestão pública. Sinceramente, considero isso uma piada de mau gosto”, afirmou.

O presidente da ALPB também questionou a decisão dos organizadores do evento, argumentando que a população da cidade convive diariamente com problemas que, na sua avaliação, demonstram falhas na administração municipal.

Ainda durante a entrevista, Adriano Galdino declarou que a iniciativa de incluir Bruno Cunha Lima entre os debatedores foge do que classificou como critérios de racionalidade e equilíbrio, reforçando suas críticas à condução da Prefeitura de Campina Grande.

Até o momento, o prefeito Bruno Cunha Lima não havia se pronunciado sobre as declarações do presidente da Assembleia Legislativa.

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PF aponta que empresário custeou hospedagem de Hugo Motta em hotel de luxo em Lisboa
Investigação cita pagamento de diárias pelo banqueiro André Esteves Vorcaro durante viagem a Portugal. Presidente da Câmara afirma estar tranquilo e nega irregularidades.


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, foi citado em relatório da Polícia Federal que investiga supostas irregularidades envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Segundo os investigadores, Vorcaro teria custeado diárias de hospedagem do parlamentar em um hotel de luxo em Lisboa, Portugal, durante uma viagem realizada em 2024.

As informações constam em documentos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura possíveis fraudes financeiras relacionadas à instituição bancária.

De acordo com a PF, mensagens trocadas entre Vorcaro e um de seus auxiliares fazem referência à reserva de dois quartos na capital portuguesa para “Ciro e Hugo”. Os investigadores identificam os nomes como sendo o senador Ciro Nogueira e o deputado Hugo Motta.

O relatório aponta ainda que o auxiliar informou posteriormente a disponibilidade de duas suítes no hotel Four Seasons. Em seguida, Vorcaro teria encaminhado uma lista de convidados que incluía os nomes dos dois parlamentares. A PF destaca também um áudio enviado pelo banqueiro, no qual ele pede atenção especial à privacidade e à segurança do local onde ocorreria um encontro.

Para reforçar a investigação, os policiais federais cruzaram o conteúdo das mensagens com documentos encontrados nos e-mails de Vorcaro. Entre eles, uma fatura referente a despesas em Lisboa, datada de junho de 2024, período que coincide com as conversas analisadas.

Segundo a Polícia Federal, os elementos reunidos indicam que determinados pagamentos teriam sido destinados à hospedagem de Hugo Motta e Ciro Nogueira. O valor das diárias identificadas pelos investigadores foi de 3.155,71 euros, o equivalente a cerca de R$ 18,2 mil na cotação da época.

Questionado sobre o caso na terça-feira (16), Hugo Motta afirmou que está tranquilo diante das investigações e defendeu que a apuração ocorra de forma isenta e imparcial. Até o momento, Ciro Nogueira não havia se manifestado sobre o assunto.

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Moraes dá prazo de 24 horas para Bolsonaro explicar suposta ligação com arma apreendida no DF
Militar abordado em blitz afirmou que pistola pertenceria ao ex-presidente; STF também cobra esclarecimentos sobre cumprimento das regras da prisão domiciliar

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente, em até 24 horas, esclarecimentos sobre uma arma apreendida com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal.

A decisão foi motivada por um boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil após o militar, que se identificou como sargento do GSI, afirmar aos policiais que a pistola calibre 9 milímetros pertenceria a Bolsonaro. Segundo o depoimento, a arma teria sido entregue para reparos em uma falha no percussor e seria devolvida ao ex-presidente nesta terça-feira (16).

No despacho, Moraes solicita que a defesa esclareça por que Bolsonaro mantinha uma arma de fogo com carregador sobressalente em sua residência e quais as circunstâncias que motivaram o pedido de manutenção do armamento durante o período de prisão domiciliar humanitária.

Além dos esclarecimentos solicitados à defesa, o ministro também determinou que o tenente-coronel Allenson Nascimento Lopes, responsável pela fiscalização das medidas impostas ao ex-presidente, apresente informações sobre o cumprimento das determinações judiciais relacionadas à prisão domiciliar.

Entre os pontos questionados estão a revista de todos os veículos que deixam a residência de Bolsonaro, incluindo carros utilizados pela equipe de segurança, e o cumprimento da regra que proíbe a permanência de aparelhos celulares dos agentes do GSI no interior do imóvel.

Apesar da declaração do militar abordado, a Polícia Militar do Distrito Federal informou que ainda não há confirmação de que a arma pertença ao ex-presidente. Em nota, a corporação afirmou que o sargento portava uma arma institucional regular e uma segunda arma de fogo, cuja documentação não foi apresentada no momento da abordagem.

A PM ressaltou que a identificação da propriedade, origem e regularidade do armamento dependerá da investigação conduzida pelas autoridades competentes. A defesa de Bolsonaro ainda não havia se manifestado sobre o caso até a última atualização desta reportagem.

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Diogo Cunha Lima assegura palanque para Ronaldo Caiado na Paraíba e defende convivência entre projetos políticos distintos
Pré-candidato a vice-governador pelo PSD afirma que legenda apoiará a candidatura presidencial de Caiado no estado, independentemente de eventuais divergências na composição local da chapa

O empresário e pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Cícero Lucena (MDB), Diogo Cunha Lima (PSD), afirmou que o pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, terá palanque garantido na Paraíba durante a campanha eleitoral de 2026.

Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (16), Diogo destacou que o partido trabalhará para fortalecer o projeto nacional de Caiado no estado. Ao comentar a possibilidade de Cícero Lucena acompanhar o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) em um eventual apoio à reeleição do presidente Lula (PT), o dirigente defendeu o respeito às diferenças dentro do campo político.

“Isso precisa ser convivido, porque a política é justamente o espaço do debate de ideias. Se não houver convivência entre pensamentos diferentes na política, onde haverá?”, declarou.

Irmão do ex-deputado federal e presidente estadual do PSD, Pedro Cunha Lima, Diogo reforçou que Ronaldo Caiado é o nome da legenda para a disputa presidencial e garantiu o empenho do partido na construção de sua campanha na Paraíba.

“O palanque aqui na Paraíba será feito com muita honra, muito orgulho e senso de responsabilidade”, afirmou durante a inauguração da nova sede da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), realizada na noite da última segunda-feira (15), em João Pessoa.

Na semana passada, Ronaldo Caiado declarou que a definição de seu palanque no estado será construída por meio do diálogo com o grupo político do PSD paraibano, liderado pelo ex-governador Cássio Cunha Lima.

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