Mal termina eleição e Republicanos já articula sucessão de Adriano Galdino na ALPB

As articulações para a próxima legislatura da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

A legenda reuniu sua bancada eleita para discutir a composição da futura Mesa Diretora. Entre os nomes cotados para disputar a presidência da Casa no primeiro biênio, 2027-2028, está o de Wilson Santiago Filho, deputado estadual eleito pelo partido.

As articulações, no entanto, não param no primeiro biênio. O atual presidente da Assembleia, Adriano Galdino, também do Republicanos, estaria de olho na presidência da Casa no segundo biênio, 2029-2030, buscando permanecer no comando do Legislativo paraibano.

A movimentação acontece menos de uma semana após o encerramento do primeiro turno e em meio ao início do segundo turno para a Presidência da República. O que chama atenção é a rapidez com que o Republicanos começou a discutir a composição da próxima Mesa Diretora, antes mesmo da posse dos novos deputados.



Na prática, o partido já trabalha para manter o controle da Assembleia Legislativa da Paraíba na próxima legislatura, articulando nomes para os dois períodos da Mesa Diretora.

As conversas ainda estão em fase inicial e a composição definitiva dependerá das negociações entre os partidos e da formação da maioria necessária para eleger a Mesa. Entretanto, a movimentação mostra que a disputa pelo comando da ALPB já começou nos bastidores, poucos dias depois de os paraibanos definirem a nova composição da Casa.

🗞️ Redação do papo informativo

A derrota de Romero Rodrigues e a lição que as urnas deixaram para 2026



Por Ricardo Meneses

A derrota de Romero Rodrigues nas eleições do último domingo ainda repercute nas rodas de conversa da política paraibana. E, naturalmente, o resultado ganha uma dimensão ainda maior quando analisado a partir de Campina Grande, principal reduto eleitoral do ex-prefeito e deputado federal.

Os números ajudam a entender o tamanho do recuo.

Em 2022, Romero recebeu 69.292 votos em Campina Grande, o equivalente a 32,42% dos votos válidos para deputado federal no município. Quatro anos depois, em 2026, sua votação caiu para 51.973 votos, correspondentes a 22,78%.

Na prática, foram 17.319 votos a menos na cidade.

Mas o que explica essa queda?

O desgaste provocado pela indefinição de 2024

Um dos fatores que precisam ser considerados é o desgaste político provocado pela indefinição em torno da eleição municipal de 2024.

Naquele período, havia uma expectativa considerável em setores da oposição de que Romero Rodrigues disputasse novamente a Prefeitura de Campina Grande. Isso, porém, não aconteceu.

O espaço político da oposição acabou sendo ocupado por Jhony Bezerra, que se tornou o principal adversário do prefeito Bruno Cunha Lima na disputa municipal.

Mesmo sem vencer a eleição, Jhony saiu de 2024 fortalecido politicamente. A candidatura à Prefeitura lhe proporcionou visibilidade, estrutura política e uma base eleitoral própria.

Esse capital político foi levado para a eleição de 2026, quando Jhony disputou uma vaga para deputado federal e obteve aproximadamente 15 mil votos em Campina Grande.

Ou seja, a eleição municipal de 2024 produziu novos atores e novas forças políticas dentro da cidade. E, dois anos depois, esse cenário também passou a influenciar a disputa proporcional.

Parte dos apoios e votos que poderiam estar no campo de Romero passou a ser disputada por outras lideranças.



O chamado “fogo amigo”

Outro elemento importante está dentro do próprio grupo político de Romero.

Na eleição deste ano, alguns aliados também disputaram vagas para deputado federal, concorrendo diretamente pelo mesmo eleitorado de Romero em Campina Grande.

Entre eles estavam:

Carol Gomes: 7.037 votos
Alexandre do Sindicato: 4.185 votos
Nelson Gomes: 3.874 votos
Gerana Gouveia: 3.173 votos

Juntos, eles somaram 18.269 votos em Campina Grande.

É evidente que não se pode afirmar que todos esses votos seriam necessariamente destinados a Romero. Eleições proporcionais possuem dinâmicas próprias, e cada candidato constrói sua votação com base em relações políticas, grupos, segmentos e estratégias diferentes.

Ainda assim, o fenômeno revela algo importante: a base eleitoral que antes poderia estar mais concentrada em torno de Romero passou a ser disputada por outros nomes do seu próprio campo político.

É o chamado “fogo amigo” da política: aliados que, ao fortalecerem seus próprios projetos eleitorais, também acabam disputando espaço dentro da mesma base.

Ruy Carneiro e a expansão da disputa para o entorno de Campina

Outro episódio que merece atenção é a atuação do deputado estadual Fábio Ramalho, que levou Ruy Carneiro para dentro da região metropolitana de Campina Grande, estabelecendo alianças e dobradinhas em municípios vizinhos.

A estratégia merece ser observada porque mostra que a disputa pelo eleitorado campinense não ficou restrita aos limites territoriais da cidade.

Ruy Carneiro terminou a eleição com 102.885 votos, enquanto Romero Rodrigues alcançou 96.445.

A diferença foi de 6.440 votos favoráveis a Ruy.

O resultado demonstra que Romero, apesar de ainda possuir uma força eleitoral significativa, deixou de ter uma posição confortável diante de adversários que passaram a ocupar espaços tradicionalmente associados ao seu grupo.

A principal lição para Romero

Talvez a maior lição deixada pelas urnas para Romero Rodrigues seja justamente a necessidade de desconcentrar sua força eleitoral.

Durante anos, Campina Grande foi uma espécie de fortaleza política de Romero. E continua sendo. Mesmo com a queda, ele permanece como uma das principais lideranças eleitorais da cidade.

O problema é que, em uma eleição proporcional, depender excessivamente de um único reduto pode se transformar em vulnerabilidade.

Quanto mais concentrado está o voto, mais fácil é para os adversários identificarem onde está a força de determinado candidato — e, consequentemente, trabalharem para retirar parte desse eleitorado.

Foi o que a eleição deste ano demonstrou.

Romero ainda possui capital político, mas esse capital precisa ser ampliado territorialmente.

A partir de agora, o caminho mais estratégico talvez seja buscar uma presença mais forte em outras regiões da Paraíba, ampliar alianças, construir novas bases e reduzir a dependência do eleitorado campinense.

Recalcular a rota

A política também exige capacidade de interpretar derrotas.

Romero Rodrigues não saiu das urnas sem votos. Pelo contrário. Foram 96.445 votos em toda a Paraíba. O resultado, porém, acende um sinal de alerta para uma liderança que durante muito tempo teve Campina Grande como seu principal motor eleitoral.

A derrota pode representar menos um fim de ciclo e mais uma oportunidade de recalcular a rota.

O cenário de 2026 deixa uma mensagem clara: Campina Grande continua sendo fundamental para Romero, mas já não pode ser sua única grande aposta.

A concorrência aumentou, novos atores surgiram, antigos aliados passaram a disputar espaço e adversários perceberam que é possível avançar sobre territórios que antes pareciam consolidados.

Agora, caberá a Romero decidir o que fazer com essa mensagem das urnas.

Na política, quem não interpreta os sinais corre o risco de repetir os mesmos erros.

E a eleição de 2026 talvez tenha dado a Romero Rodrigues exatamente aquilo que todo político precisa de tempos em tempos: um motivo para parar, olhar para o mapa eleitoral e recalcular a rota.

🗞️ Redação do papo informativo

União Progressista abandona neutralidade e fecha apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno



União Brasil e PP passam a orientar suas bancadas a trabalhar pela eleição do candidato do PL contra Lula

A Federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP), decidiu apoiar oficialmente Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial de 2026.

A definição foi anunciada nesta terça-feira (6), após uma reunião das executivas e das bancadas das duas legendas em Brasília. A decisão ocorreu por unanimidade, com o grupo estabelecendo o chamado “fechamento de questão” em torno da candidatura do senador.

Com a medida, as duas siglas deixam para trás a posição de neutralidade adotada durante o primeiro turno. Naquela fase da eleição, União Brasil e PP permitiram que seus integrantes apoiassem diferentes candidaturas conforme os acordos firmados em cada estado.

Agora, a orientação nacional da federação é pela eleição de Flávio Bolsonaro no confronto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Decisão reúne principais lideranças

O anúncio foi feito após a reunião que contou com dirigentes e parlamentares dos dois partidos. Entre os nomes envolvidos na decisão estão os presidentes nacionais Antonio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi uma das responsáveis por comunicar publicamente a decisão e destacou que o apoio foi aprovado de forma unânime.

O posicionamento também determina que a federação trabalhe de maneira coordenada pela candidatura do PL. O fechamento de questão pode resultar em punições internas para integrantes que desrespeitarem a orientação definida pela cúpula partidária.



Mudança acontece após o resultado do primeiro turno

A decisão ocorre dois dias depois do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro terminou a apuração à frente de Lula e garantiu sua presença na segunda etapa da disputa.

A nova adesão fortalece a busca do candidato do PL por uma base mais ampla entre os partidos do chamado Centrão.

Além do União Brasil e do PP, a campanha de Flávio tenta atrair outras legendas. Republicanos e Podemos estão entre os partidos que mantêm conversas sobre uma possível adesão.

Nos últimos dias, o candidato também recebeu manifestações de apoio de nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Michel Temer, ampliando o movimento de alianças em torno da candidatura.

Apoio muda cenário político do segundo turno

A entrada formal da União Progressista na campanha representa um reforço importante para Flávio Bolsonaro na reta inicial do segundo turno.

A federação possui uma bancada expressiva no Congresso e reúne duas das principais forças partidárias do centro político brasileiro.

A eleição presidencial será decidida em 25 de outubro, quando Flávio Bolsonaro e Lula voltarão às urnas para disputar a Presidência da República.

🗞️ Redação do papo informativo

Inácio Falcão e Tovar Correia Lima ficam fora da Assembleia Legislativa da Paraíba

Os deputados estaduais de Campina Grande, Inácio Falcão (PCdoB) e Tovar Correia Lima (MDB), não conseguiram lograr êxito na eleição deste ano para a Assembleia Legislativa da Paraíba.

Inácio Falcão, com forte atuação no município de Campina Grande, estava tentando o quarto mandato consecutivo. Na eleição passada, há quatro anos, Inácio Falcão foi eleito com 24.266 votos e, em Campina Grande, recebeu 13.516 votos.

Por sua vez, neste ano, Inácio perdeu cerca de 2 mil votos, obtendo 22.078 em todo o estado. Em Campina Grande, sua votação não foi tão afetada, pois obteve 12.381 votos, registrando uma leve queda. Inácio ficou na segunda suplência, enquanto o primeiro suplente foi Dr. Romualdo, que obteve 22.222 votos.



Tovar Correia Lima foi outro campinense derrotado nas urnas neste ano. Em 2022, Tovar obteve 23.577 votos, sendo 10.785 somente em Campina Grande.

Na eleição deste ano, Tovar, assim como Inácio, registrou uma pequena queda em sua votação. Obteve 23.152 votos em todo o estado. Em Campina Grande, perdeu cerca de 2 mil votos, alcançando pouco mais de 8 mil eleitores. Com o resultado, ficou na primeira suplência do MDB.

O recorte que chama atenção nesta eleição foi o crescimento dos concorrentes em Campina Grande. Inácio viu a vereadora Jô Oliveira ser eleita com uma expressiva votação na Rainha da Borborema, além do crescimento de outros candidatos do grupo do governador. Tovar Correia Lima, por sua vez, viu a ascensão de Vitor Ribeiro avançar sobre suas bases eleitorais e, mesmo assim, não conseguiu se eleger. A divisão dos votos contribuiu para fragilizar sua pretensão de permanecer na Assembleia Legislativa.

Campina Grande viu Romero, Tovar e Inácio Falcão perderem espaço no cenário eleitoral. Outro nome de peso que também não conseguiu lograr êxito foi Manoel Ludgério, que já contabiliza duas derrotas consecutivas nas disputas por uma vaga na Assembleia Legislativa. Diante desse cenário, fica a pergunta: o que está acontecendo com os políticos tradicionais de Campina Grande?

Jô Oliveira e Sargento Neto lograram êxito e serão os representantes da Rainha da Borborema na Assembleia Legislativa da Paraíba. Na Câmara Federal, permanecem Damião Feliciano e Aguinaldo Ribeiro, ambos políticos de Campina Grande, enquanto que Romero vai precisar recalcular a sua rota para um dia voltar a câmara federal. Já falam até em Romero disputar a prefeitura de Campina Grande, será?

🗞️ Redação do papo informativo

O que explica o revés de Romero Rodrigues, Mersinho Lucena e Luiz Couto na eleição para a Câmara


A eleição para a Câmara dos Deputados provocou mudanças importantes na representação da Paraíba em Brasília. Entre os nomes que não conseguiram renovar o mandato estão Romero Rodrigues (Podemos), Mersinho Lucena (PSD) e Luiz Couto (PT).

Apesar de terem trajetórias e bases eleitorais diferentes, os três casos têm algo em comum: a eleição mostrou que, em uma disputa proporcional cada vez mais acirrada, força política, mandato e reconhecimento do eleitorado não são suficientes por si só.

Romero Rodrigues: votação expressiva, mas sem a cadeira

O caso de Romero Rodrigues chama atenção pelo contraste entre sua votação e o resultado final.

O ex-prefeito de Campina Grande obteve uma votação próxima dos 100 mil votos. Na apuração, apareceu com 96.407 votos, desempenho que o colocou entre os candidatos mais votados do estado. Ainda assim, o resultado não foi suficiente para garantir uma das 12 vagas.

O fator decisivo foi o desempenho do Podemos, que conquistou apenas uma cadeira, ocupada por Ruy Carneiro.

Romero acabou, portanto, vítima de uma característica do sistema proporcional: uma boa votação individual não necessariamente se transforma em mandato quando a legenda não alcança força suficiente para ampliar sua representação.

Para Campina Grande, o resultado tem peso político. Romero construiu uma trajetória de protagonismo na cidade, foi prefeito e deputado federal e permaneceu como uma das principais lideranças do município.

A nova configuração da bancada, entretanto, reduz sua presença direta em Brasília e abre espaço para uma reacomodação das forças políticas campinenses.

Mersinho Lucena: o desafio de manter espaço

A situação de Mersinho Lucena passa por outro cenário.

Integrante da atual bancada federal, o parlamentar tentou renovar seu mandato, mas não conseguiu alcançar votação suficiente dentro da composição do PSD.

Mersinho terminou a disputa com pouco mais de 57 mil votos, enquanto Wellington Roberto garantiu a cadeira do partido.

O resultado representa um revés para o grupo político ligado à família Lucena e, particularmente, para a estratégia de manutenção de uma representação forte de João Pessoa na Câmara.

A eleição também demonstrou que a disputa pela bancada federal ficou mais pulverizada. Novas candidaturas conseguiram ocupar espaços que antes estavam nas mãos de parlamentares com mandato.



Luiz Couto: a volta de Ricardo Coutinho muda o cenário

O caso de Luiz Couto tem uma particularidade evidente: a volta de Ricardo Coutinho ao cenário eleitoral.

Candidato pelo PT, o ex-governador conquistou uma das maiores votações da eleição, ultrapassando 160 mil votos e garantindo o retorno à Câmara dos Deputados.

Com a presença de Ricardo na disputa, o espaço eleitoral do PT paraibano passou a ser ocupado por uma candidatura de enorme densidade política.

Luiz Couto, que acumulou uma longa trajetória no Congresso Nacional, acabou não conseguindo acompanhar esse desempenho.

Mais do que uma simples mudança de nomes, o resultado representa uma reorganização interna do campo petista na Paraíba. Ricardo retorna a Brasília com uma votação expressiva, enquanto Couto deixa de integrar a bancada federal.

O que os três resultados revelam

Os três casos ajudam a explicar a dinâmica da eleição de 2026.

Romero Rodrigues mostrou que votação individual elevada pode não ser suficiente quando a legenda conquista poucas cadeiras.

Mersinho Lucena enfrentou uma disputa mais apertada dentro do PSD e não conseguiu alcançar o desempenho necessário para permanecer na Câmara.

Já Luiz Couto teve pela frente uma concorrência de peso dentro do próprio campo político, com o retorno de Ricardo Coutinho.

São situações diferentes, mas que apontam para uma mesma conclusão: a renovação da bancada paraibana foi resultado tanto do surgimento de novas candidaturas quanto da reorganização das forças partidárias tradicionais.

A nova correlação de forças

A próxima bancada federal terá 12 representantes, sendo nove reeleitos e três novos parlamentares: Ricardo Coutinho, George Morais e Pollyanna Werton.

A mudança não representa uma ruptura completa, mas altera o equilíbrio entre os grupos políticos.

O retorno de Ricardo Coutinho recoloca uma liderança histórica do PT no Congresso. George Morais amplia a presença do grupo ligado aos Morais, enquanto Pollyanna Werton chega à Câmara como uma nova representante feminina da Paraíba.

Ao mesmo tempo, a ausência de Romero Rodrigues, Mersinho Lucena e Luiz Couto deixa três espaços políticos que certamente serão disputados nos próximos anos.

Um novo mapa político para 2027

Mais do que apontar vencedores e perdedores, o resultado das urnas desenha um novo mapa de forças na política paraibana.

Em Campina Grande, a saída de Romero da bancada federal abre uma discussão sobre quem ocupará o espaço de liderança deixado pelo ex-prefeito.

Em João Pessoa, o resultado de Mersinho exige uma reorganização do grupo político dos Lucena.

No campo progressista, a chegada de Ricardo Coutinho modifica novamente o equilíbrio interno do PT e de seus aliados.

A eleição de 2026, portanto, não terminou apenas com a definição dos 12 deputados federais. Ela também abriu uma nova disputa pelo protagonismo político da Paraíba.

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Cícero Lucena vota em João Pessoa ao lado do filho e destaca trajetória na campanha


O candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena (MDB), compareceu às urnas na manhã deste domingo (4), em João Pessoa. A votação ocorreu por volta das 10h15, em uma escola particular localizada no bairro Jardim Oceania.

Cícero esteve acompanhado do filho, Mercinho Lucena (PSD), que disputa a reeleição para deputado federal.

Após registrar o voto, o candidato avaliou a campanha e comentou sobre o cenário eleitoral na Paraíba, incluindo a possibilidade de a disputa pelo Governo do Estado avançar para um segundo turno.

Durante conversa com a imprensa, Cícero afirmou estar satisfeito com o trabalho realizado ao longo da campanha e destacou as viagens feitas por diferentes regiões do estado.



Segundo o candidato, sua campanha buscou apresentar uma proposta voltada para os problemas que, na avaliação dele, fazem parte da realidade da Paraíba. Cícero também afirmou que sua experiência política seria um diferencial para administrar o estado.

O emedebista ainda mencionou ter enfrentado situações que classificou como “injustiças” durante o processo eleitoral. Para ele, episódios dessa natureza serviram como estímulo para continuar na disputa.

“Essas injustiças, na minha vida toda, sempre me fortalecem e me dão mais energia para trabalhar”, declarou.

🗞️ Redação do papo informativo

Lucas Ribeiro vota em Campina Grande ao lado da família e aliados: “plantamos o bem e vamos colher”



O candidato ao Governo da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), votou na manhã deste domingo (4), em Campina Grande. Ele chegou ao local de votação por volta das 11h acompanhado da esposa, dos filhos e da mãe, Daniella Ribeiro (PP), além de aliados políticos.

Também acompanharam o candidato o senador e ex-governador João Azevêdo (PSB), candidato ao Senado, e Nabor Wanderley (Republicanos), que também disputa uma vaga no Senado.



Após votar, Lucas afirmou estar confiante no resultado das urnas e destacou a trajetória construída durante a campanha. Questionado sobre a possibilidade de uma vitória ainda no primeiro turno, disse acreditar que o trabalho realizado ao longo do período eleitoral dará frutos.

“Plantamos o bem e será isso que iremos colher hoje”, afirmou o candidato.

Lucas também relatou parte da agenda deste domingo. Segundo ele, o dia começou em Patos, onde acompanhou o senador Nabor Wanderley e votou com a família. Em seguida, o candidato informou que seguiria para João Pessoa para acompanhar a votação de João Azevêdo e, posteriormente, a apuração dos votos.

🗞️ Redação do papo informativo

Flávio Bolsonaro critica cancelamento de debate da Globo e anuncia transmissão ao vivo



O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) reagiu ao cancelamento do debate que seria realizado pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). Em manifestação nas redes sociais, o senador classificou as mudanças nas regras do programa como “censura” e “interferência judicial”.

O debate foi suspenso pela emissora depois que Flávio anunciou que não participaria do encontro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia informado anteriormente que não compareceria.

O cancelamento também ocorreu após decisões judiciais que modificaram aspectos da organização do programa. Entre as determinações, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a Globo de manter no cenário um púlpito destinado a representar a ausência de Lula. Além disso, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a participação do candidato Renan Santos (Missão).



Ao justificar sua decisão, Flávio afirmou que não concordava com o que chamou de interferência do Judiciário no debate. O candidato também declarou que a situação prejudicaria o processo democrático.

Após o cancelamento do programa, Flávio anunciou uma transmissão ao vivo para o mesmo horário em que o debate estava previsto. Segundo ele, a live seria utilizada para explicar os acontecimentos e apresentar suas propostas aos eleitores.

🗞️ Redação do papo informativo

Em coletiva, Pedro Coutinho projeta vitória de Lucas Ribeiro no 1° turno e afirma que desistência foi uma decisão interna

O candidato ao Governo da Paraíba pelo Democracia Cristã (DC), Pedro Coutinho, anunciou a desistência da disputa e declarou apoio à reeleição do governador Lucas Ribeiro (PP).

A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (30), após conversas internas com a direção nacional do partido e apoiadores da candidatura. Coutinho afirmou que também acompanhou o debate entre os candidatos e decidiu antecipar o anúncio do apoio diante da avaliação de que a eleição poderá ser definida já no primeiro turno.

“Também acompanhei o debate realizado pela TV e, depois disso, divulguei uma nota chamando a imprensa para comunicar, nesta data, a decisão de apoiar uma candidatura. Convidei, inclusive, o próprio governador para participar deste momento. Ainda não tive um encontro pessoal com ele nem conversei diretamente, mas entendo que existe, dentro da atual administração estadual, espaço para que as propostas do meu plano de governo sejam incorporadas”, afirmou.

Entre as propostas que Coutinho pretende apresentar a Lucas Ribeiro estão ações voltadas ao empreendedorismo e à geração de emprego. Segundo ele, esses temas devem ser priorizados durante as conversas com o governador.

“Essas são questões fundamentais para a juventude da Paraíba e para os chefes de família. Ter um emprego significa garantir o alimento dentro de casa”, destacou.



Decisão foi discutida internamente

Coutinho explicou que a decisão de retirar sua candidatura vinha sendo discutida de forma interna pelo partido, envolvendo a direção nacional da legenda e outros apoiadores.

Segundo ele, a antecipação do apoio ocorreu diante da avaliação de que a eleição pode ser definida já no domingo, o que reduziria o espaço para uma adesão posterior.

“Como avaliamos que a eleição poderá ser definida já no próximo domingo, não haveria tempo suficiente para formalizar esse apoio depois. Por isso, estou antecipando minha decisão e, a partir de agora, vou discutir propostas voltadas ao desenvolvimento da Paraíba”, concluiu.

Com a saída de Pedro Coutinho, a disputa pelo Governo da Paraíba passa a ter uma nova configuração, com o candidato do DC deixando a corrida eleitoral e declarando apoio à candidatura de Lucas Ribeiro.

🗞️ Redação do papo informativo

Lula informa à campanha que não deve participar de debate da Globo
Presidente teria comunicado à coordenação da campanha a decisão de não comparecer ao encontro marcado para quinta-feira (1º), segundo o jornalista Ricardo Amaral


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou à coordenação de sua campanha que não pretende participar do debate entre candidatos à Presidência da República promovido pela TV Globo, marcado para quinta-feira (1º de outubro).

A informação foi divulgada pelo jornalista Ricardo Amaral, do Brasil 247. Segundo a publicação, a campanha de Lula ainda não havia comunicado oficialmente a decisão à emissora.

O debate está previsto para ocorrer às 21h de quinta-feira e reúne inicialmente quatro candidatos convidados pela Globo: Lula, Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD).



Globo pode chamar outro candidato

Caso a ausência de Lula seja confirmada, a emissora poderá avaliar a convocação de outro candidato para participar do debate. Entre os nomes que ficaram fora da lista inicial está Renan Santos (Missão).

A Globo havia restringido o convite a quatro candidatos, seguindo os critérios definidos para o encontro. A emissora informou anteriormente que poderia chamar um substituto em caso de ausência de algum dos convidados.

A participação de Lula vinha sendo discutida pela campanha, especialmente diante do formato do debate e da possibilidade de confronto direto com os demais candidatos. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, também afirmou nesta segunda-feira que a tendência seria Lula não comparecer ao encontro.

Até o momento, portanto, a ausência de Lula deve ser tratada como uma decisão comunicada internamente à campanha, mas ainda dependente da confirmação oficial junto à TV Globo.

🗞️ Redação do papo informativo

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