Federação PSOL-Rede rejeita candidatura de Olímpio Rocha e oficializa apoio a Lucas Ribeiro

Decisão foi tomada por maioria durante convenção estadual, realizada em João Pessoa, e integra a federação à chapa governista liderada por Lucas Ribeiro.



A Federação PSOL-Rede decidiu, neste domingo (26), apoiar a candidatura de Lucas Ribeiro (Progressistas) ao Governo da Paraíba. Com a decisão, a federação deixa de homologar a candidatura própria de Olímpio Rocha.

A votação ocorreu durante a convenção estadual da federação, realizada em João Pessoa. O resultado foi de oito votos favoráveis ao apoio à chapa governista e quatro votos pela manutenção da candidatura de Olímpio Rocha.

No sábado (25), PSOL e Rede Sustentabilidade realizaram convenções partidárias separadas. Enquanto o PSOL confirmou a candidatura de Olímpio Rocha ao Governo do Estado, a Rede Sustentabilidade deliberou pelo apoio integral à candidatura de Lucas Ribeiro, que participou da convenção da sigla.

Com a decisão da maioria da direção estadual da Federação PSOL-Rede, prevaleceu o posicionamento favorável à aliança com a base governista, liderada pelos Progressistas.

Sobre a Federação PSOL-Rede

A Federação PSOL-Rede foi criada em 2022, unindo o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Rede Sustentabilidade. As federações partidárias funcionam como uma única agremiação perante a Justiça Eleitoral, exigindo atuação conjunta das legendas nas eleições e na atividade parlamentar durante sua vigência.

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Influenciador ‘Gota Serena’ é denunciado pelo MP por suposto furto de carteira em restaurante de Toritama

Caso aconteceu em abril deste ano e ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação de imagens; Justiça decidirá sobre o recebimento da denúncia.

O influenciador digital André Almeida, conhecido nas redes sociais como “Gota Serena”, foi denunciado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pela suposta prática do crime de furto simples, previsto no artigo 155 do Código Penal.


De acordo com a denúncia, o caso teria ocorrido em abril deste ano, no Restaurante Ponta da Serra, localizado no Parque das Feiras, no município de Toritama, no Agreste pernambucano. Segundo o MPPE, o influenciador é acusado de ter se apropriado de uma carteira deixada sobre uma mesa por um cliente do estabelecimento.


Imagens relacionadas ao episódio passaram a circular nas redes sociais e repercutiram amplamente. Após a divulgação do caso, André Almeida publicou um vídeo comentando as acusações.


Com o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público, caberá agora ao Poder Judiciário analisar o caso e decidir se a acusação será recebida, dando prosseguimento à ação penal. Até uma eventual condenação definitiva, o influenciador permanece presumidamente inocente, conforme prevê a Constituição Federal.


Imagens: Redes sociais.

Gaeco denuncia delegado e agentes da Polícia Civil por ligação com o narcotráfico e pede perda dos cargos

Primeira denúncia da Operação Perfidus aponta que policiais integravam organização criminosa voltada ao desvio de drogas, lavagem de dinheiro e favorecimento ao tráfico; Ministério Público também pede indenização de R$ 1 milhão.

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), apresentou nesta sexta-feira (24) a primeira denúncia no âmbito da Operação Perfidus. Entre os denunciados estão o delegado da Polícia Civil Braz Morroni e os agentes Everton Silva, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge, o “Mão Branca”, que permanecem presos no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa.


Segundo o Ministério Público, os três integrariam uma organização criminosa formada por agentes públicos e particulares com atuação diretamente ligada ao narcotráfico. A denúncia sustenta que o grupo operava de forma estruturada, com divisão de funções, utilizando métodos semelhantes aos de uma organização empresarial para desviar entorpecentes, comercializar drogas e ocultar os lucros obtidos por meio de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro.


As investigações apontam que o esquema funcionava em três frentes principais. A primeira consistia no desvio de drogas apreendidas durante operações policiais, utilizando a estrutura do Estado. A segunda envolvia a logística de distribuição dos entorpecentes em parceria com redes criminosas. Já a terceira era voltada à movimentação e ocultação de recursos financeiros, por meio de empresas de fachada e contas bancárias utilizadas para receber e transferir valores ilícitos.


O Gaeco denunciou os três policiais pelos crimes de furto qualificado, abuso de autoridade, falsificação de documento público e fraude processual majorada. Além das condenações criminais, o Ministério Público requereu à Justiça a perda dos cargos públicos dos denunciados e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.

Operação Perfidus

Deflagrada em 2 de junho, a Operação Perfidus investiga um suposto esquema de tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Além do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e dos agentes Everton Rychelyson da Silva Aires (“Bomba”) e Eduardo Jorge Ferreira do Egito (“Mão Branca”), também foram alvos da operação:


João Wicttor Alves de Lima, apontado como traficante;


Brendo Roberth Fernandes Sobral, apontado como traficante;


Paulo Ricardo Barbosa de Souza, conhecido como “Galinha”, apontado como traficante;


José Alexandrino de Lira Júnior, o “Júnior Lira”, apontado como integrante de uma facção criminosa do Rio Grande do Norte;


Vanessa Dantas Fernandes, apontada como integrante da mesma organização criminosa;


Dankennedy Vieira Brito da Silva, conhecido como “Babau”, apontado como integrante de uma facção com atuação na Paraíba.

De acordo com a investigação, parte das drogas apreendidas em operações policiais era desviada e revendida ilegalmente para integrantes de organizações criminosas, inclusive dentro de unidades prisionais da Paraíba.

Os lucros obtidos com a comercialização dos entorpecentes seriam repartidos entre os integrantes do grupo.
A Operação Perfidus é resultado de mais de um ano de investigação conduzida em conjunto pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco. Ao todo, foram cumpridos oito dos nove mandados de prisão expedidos pela Justiça, além de 24 mandados de busca e apreensão. Também foi determinado o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões em bens e valores dos investigados.

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Operação na Paraíba prende quatro suspeitos de integrar facção criminosa do Rio de Janeiro

Ação da Polícia Civil ocorreu na zona rural de Galante, em Campina Grande, e resultou na apreensão de armas, munições, rádios comunicadores e outros materiais ligados ao grupo investigado.

Quatro homens suspeitos de integrar uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro foram presos durante uma operação realizada pela Polícia Civil da Paraíba, na quinta-feira (23), na zona rural de Galante, distrito de Campina Grande. Conforme as investigações, o grupo atuava principalmente nos municípios de Aroeiras e Gado Bravo.


A operação foi coordenada pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 11ª Delegacia Seccional, com o apoio da Delegacia de Polícia Civil de Aroeiras, após o trabalho investigativo apontar um imóvel que estaria sendo utilizado como base pelos suspeitos.


Segundo a Polícia Civil, as equipes foram recebidas a tiros ao chegarem ao local e reagiram à agressão. Dois investigados foram presos ainda durante a ação. Outros dois conseguiram fugir por uma área de mata e atravessaram um açude, mas acabaram localizados horas depois com o auxílio da Polícia Militar.


Os dois suspeitos capturados após a fuga apresentavam ferimentos e foram encaminhados ao Hospital Municipal de Fagundes, onde permanecem sob custódia policial. Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre o estado de saúde deles.


Ainda de acordo com a corporação, um dos presos possuía um mandado de prisão preventiva em aberto por envolvimento em um homicídio ocorrido neste ano no município de Gado Bravo.


Durante a operação, os policiais apreenderam duas pistolas calibre 9 milímetros, munições, rádios comunicadores, roupas camufladas, toucas do tipo balaclava e aparelhos eletrônicos que, segundo a investigação, eram utilizados pela organização criminosa.


Também foram encontrados uma motocicleta, capacetes e vestimentas que, conforme a Polícia Civil, teriam sido usados na execução do homicídio investigado. A principal linha de investigação aponta que o crime foi motivado pela disputa entre facções pelo controle do tráfico de drogas na região.


A Polícia Civil informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo na Paraíba.

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Após fortes chuvas, buraco se abre em estrutura das obras do VLT e preocupa moradores

Erosão causada pelas fortes chuvas compromete trecho das obras do VLT entre Bodocongó e Pedregal e aumenta a preocupação com a segurança de motoristas e pedestres.

As chuvas que atingiram Campina Grande nos últimos dias provocaram danos em um trecho das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), localizado entre os bairros de Bodocongó e Pedregal. No local, um buraco se formou após o avanço da erosão, gerando preocupação entre moradores e condutores que utilizam a via diariamente.

A erosão comprometeu parte da estrutura da obra, aumentando os riscos para quem passa pela região. Além da possibilidade de acidentes, a situação também dificulta o tráfego de veículos e a circulação de pedestres.



Moradores afirmam que o problema se agravou com o volume das chuvas e defendem uma intervenção urgente para evitar novos danos à estrutura e garantir a segurança da população.

A expectativa é de que os órgãos responsáveis realizem uma inspeção técnica no trecho afetado e adotem as medidas necessárias para recuperar a área o mais rápido possível. Enquanto o problema não é solucionado, a orientação é que motoristas e pedestres redobrem a atenção ao trafegar pelo local.

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MPPB vai à Justiça para mudar edital de concurso da Educação em Campina Grande; entenda o motivo

Ministério Público afirma que edital prevê jornada de 40 horas para professores, contrariando lei municipal que fixa carga horária máxima de 30 horas semanais.

A ação civil pública foi proposta pelo 18º promotor de Justiça de Campina Grande, Elmar Thiago Pereira de Alencar, contra o Município de Campina Grande e o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), banca responsável pela organização do certame.

Segundo o Ministério Público, o edital estabelece jornada de 40 horas semanais para os cargos de Professor de Educação Infantil e Professor Básico 3 nas disciplinas de Arte, Ciências, Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa e Matemática.

Na avaliação do MPPB, a previsão contraria a Lei Complementar Municipal nº 078/2013, que determina carga horária máxima de 30 horas semanais para os professores da rede municipal de ensino.



O procedimento foi instaurado após uma representação apresentada pelo Sindicato dos Profissionais do Magistério Público Municipal de Campina Grande (Sintem/CG), que questionou a legalidade da jornada prevista no edital.

Durante a apuração, a Prefeitura informou ao Ministério Público que a adoção das 40 horas atenderia às necessidades da rede municipal de ensino e estaria respaldada pela Lei Federal nº 11.738/2008, que regulamenta o piso salarial nacional do magistério.

Entretanto, o MPPB argumenta que o município não apresentou justificativas técnicas capazes de demonstrar essa necessidade. O órgão também ressalta que a legislação federal estabelece apenas o limite máximo da jornada, permitindo que cada município fixe sua própria carga horária por meio de legislação local. Como Campina Grande possui norma específica determinando 30 horas semanais, o edital deveria seguir essa regra.

Na ação, o Ministério Público pede que a Justiça determine a retificação do edital no prazo de cinco dias, adequando a carga horária dos cargos questionados. Além disso, solicita que, ao final do processo, sejam anulados os dispositivos do edital que contrariem a legislação municipal.

A reportagem procurou a Prefeitura de Campina Grande e o Idecan para comentar o caso, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

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Gasolina em Campina Grande tem variação de até R$ 1,14 por litro; confira os menores preços

Levantamento realizado pelo Procon Municipal em 67 postos de combustíveis identificou diferença de R$ 1,14 no litro da gasolina comum, enquanto o etanol apresentou a maior variação de preços entre os combustíveis pesquisados.

Os consumidores de Campina Grande estão pagando, em média, R$ 6,59 pelo litro da gasolina comum, conforme levantamento realizado pelo Procon Municipal. A pesquisa foi feita em 67 postos de combustíveis distribuídos pela cidade.


O estudo identificou que o menor valor encontrado para a gasolina comum foi de R$ 6,45, em um posto localizado na região central. Já o maior preço registrado chegou a R$ 7,59, resultando em uma diferença de R$ 1,14 entre os estabelecimentos pesquisados.


Entre os combustíveis analisados, o etanol apresentou a maior variação de preços. O litro foi comercializado entre R$ 4,60 e R$ 5,99, com média de R$ 4,82. A gasolina aditivada, por sua vez, teve preço médio de R$ 6,73.


No caso do diesel comum, os valores oscilaram de R$ 6,38 a R$ 7,98. Já o diesel S-10 foi encontrado entre R$ 6,65 e R$ 7,99. O Gás Natural Veicular (GNV) manteve preço único de R$ 5,67 em todos os postos pesquisados.


De acordo com o Procon Municipal, a comparação com o levantamento anterior mostra apenas pequenas oscilações nos preços dos combustíveis, sem indicar, até o momento, uma tendência consistente de aumento ou redução dos valores praticados na cidade.

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Efraim Filho participa de evento do PL em Campina Grande e destaca papel estratégico da cidade para sua pré-candidatura

O senador destacou a importância estratégica de Campina Grande para as eleições de 2026 e afirmou que a definição da chapa majoritária ocorrerá durante a convenção partidária, marcada para o dia 2 de agosto.


O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho, esteve em Campina Grande nesta quarta-feira (22), onde participou da inauguração da nova sede do diretório municipal do Partido Liberal (PL). O evento também oficializou a posse do deputado estadual Sargento Neto na presidência da legenda no município.

A cerimônia contou com a presença de lideranças políticas, pré-candidatos e representantes de movimentos ligados à direita paraibana, reforçando a articulação do partido com foco nas eleições de 2026.



Durante seu discurso, Efraim destacou a relevância de Campina Grande no cenário político estadual e afirmou que o município será peça fundamental na construção do projeto eleitoral que vem sendo estruturado pela legenda. Segundo o senador, a influência política e econômica da cidade faz dela um importante centro de mobilização para a pré-campanha.

O parlamentar também relembrou sua trajetória política na cidade, ressaltando que foi o candidato ao Senado mais votado em Campina Grande nas eleições de 2022. Além disso, mencionou recursos destinados ao município, principalmente para a área da saúde, e destacou a parceria mantida com o prefeito Bruno Cunha Lima e com o deputado estadual Sargento Neto.

Questionado sobre a formação da chapa majoritária, Efraim afirmou que a definição do candidato a vice-governador e da segunda vaga ao Senado será tomada durante a convenção partidária marcada para o dia 2 de agosto. Segundo ele, as escolhas serão construídas por meio de diálogo entre os partidos aliados e os diversos segmentos que integram a aliança.

O senador acrescentou que as conversas seguem em andamento com lideranças políticas, representantes do setor produtivo e do segmento evangélico, reforçando que a composição da chapa buscará contemplar os diferentes grupos que participam do projeto político para as eleições de 2026.

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Planos de saúde não poderão cancelar contratos de pessoas com TEA na Paraíba após nova lei

Planos de saúde não poderão cancelar contratos de pessoas com TEA na Paraíba após nova lei


Foi promulgada nesta quinta-feira (23), no Diário Oficial do Estado (DOE), uma lei que amplia a proteção às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Paraíba. A norma, promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), proíbe que contratos de planos de saúde contenham cláusulas que autorizem o cancelamento unilateral quando o beneficiário, seja titular ou dependente, for uma pessoa com TEA.

A legislação também proíbe práticas consideradas discriminatórias em razão do diagnóstico de autismo. Entre elas estão a negativa de renovação dos contratos, a cobrança de valores desproporcionais em função da condição do beneficiário e a recusa em oferecer os serviços de saúde previstos no contrato.



Em caso de descumprimento, as operadoras estarão sujeitas a penalidades que vão desde advertência até multa de R$ 88.896,00. Nos casos de reincidência reiterada, a lei ainda prevê a possibilidade de suspensão das atividades da empresa no estado.

A fiscalização do cumprimento da norma ficará sob responsabilidade do Procon-PB e dos demais órgãos de proteção e defesa do consumidor, que deverão atuar para garantir a efetividade da nova legislação.

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Dado preocupante: cidade paraibana está entre as 10 cidades mais violentas do Brasil, segundo anuário de segurança pública
Santa Rita entra na lista das 10 cidades mais violentas do Brasil, aponta Anuário de Segurança Pública


O município de Santa Rita, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa, passou a integrar a lista das dez cidades mais violentas do país, conforme revela o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O levantamento tem como base os indicadores registrados ao longo de 2025.

De acordo com o estudo, Santa Rita aparece na 9ª colocação nacional, com uma taxa de 60,9 mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes. A cidade possui uma população estimada em aproximadamente 150 mil moradores.

O resultado representa uma mudança significativa em relação ao anuário anterior. Na edição baseada nos dados de 2024, o município sequer figurava entre as 20 cidades brasileiras com os maiores índices de violência letal.



Na avaliação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o crescimento da violência está relacionado, entre outros fatores, à disputa por áreas de atuação entre facções criminosas. O relatório aponta que a localização estratégica de Santa Rita, próxima ao Porto de Cabedelo, torna o município importante para grupos envolvidos em atividades criminosas, aumentando os conflitos pelo domínio territorial.

Outro aspecto destacado pelo estudo é a presença das rodovias federais BR-101 e BR-230, que cruzam o município e podem facilitar a circulação de organizações criminosas e o transporte de cargas ilegais.

Outras cidades paraibanas

Além de Santa Rita, outras cidades da Paraíba também aparecem no ranking nacional. João Pessoa ocupa a 74ª posição, com taxa de 27,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes.



No Sertão paraibano, Patos aparece na 96ª colocação, registrando 23,1 mortes por 100 mil habitantes.

Entre os municípios paraibanos avaliados, Campina Grande apresentou o melhor desempenho. A cidade registrou uma taxa de 8,1 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes, ocupando a 261ª posição no ranking nacional.

Em nível estadual, a Paraíba encerrou 2025 com uma taxa de 24,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes, segundo os dados apresentados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

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