
NOTÍCIAS DO MOMENTO!












Um homem de 27 anos, que estava foragido da Justiça há mais de três anos, foi preso na noite desta quinta-feira (28), no Centro de Campina Grande.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito havia fugido do sistema prisional em 2023 e desde então permanecia escondido. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), que localizaram o homem em um estabelecimento comercial na Rua Santa Clara.
Segundo as investigações, o foragido utilizava os dados pessoais do próprio irmão para evitar ser identificado durante abordagens policiais ao longo do período em que esteve foragido.
Ainda conforme os registros processuais, o homem foi condenado por roubo majorado. O crime aconteceu em 2017, na zona rural do município de Gado Bravo. Na ocasião, ele e outro suspeito invadiram uma residência armados, renderam as vítimas e roubaram dinheiro, celulares, um notebook e uma motocicleta, mediante ameaças e restrição da liberdade das vítimas.
Após a prisão, o homem foi levado para a delegacia, onde passaram a ser realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.
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A repórter Jéssica Aquino, da TV Arapuan, passou por momentos de tensão na manhã desta sexta-feira (29) ao ser agredida durante uma transmissão ao vivo realizada no Mercado Central, no Centro de João Pessoa.
A jornalista havia sido chamada pelo apresentador Bruno Pereira para falar sobre a venda de milho no período junino quando foi surpreendida por um homem ainda não identificado.
O agressor se aproximou da repórter durante a entrada ao vivo e passou a agredi-la com empurrões e tapas. Bastante abalada com a situação, Jéssica chorou diante das câmeras, e a transmissão precisou ser interrompida pela equipe da emissora.
Confira o vídeo!
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O deputado estadual Romualdo Quirino e a prefeita do município do Congo, Flavinha Sousa, declararam apoio à pré-candidatura de Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba nas eleições de 2026.
O movimento político ganha destaque por fortalecer o grupo de Lucas Ribeiro na região do Cariri paraibano, especialmente em uma área considerada estratégica para a disputa estadual. A adesão também evidencia uma reorganização de forças políticas no interior do estado.
Dr. Romualdo deixou recentemente o MDB e oficializou sua migração para o PCdoB, legenda que integra a base política do governador Lucas Ribeiro.
Outro detalhe que chama bastante atenção é o fato de a prefeita Flavinha permanecer filiada ao MDB, mesmo partido de Cícero Lucena, pré-candidato ao Governo da Paraíba. O apoio declarado ao governador Lucas Ribeiro evidencia as dificuldades enfrentadas por Cícero dentro da própria legenda, já que sua pré-candidatura conta atualmente com o apoio de menos da metade dos prefeitos filiados ao MDB na Paraíba.
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A influenciadora Deolane Bezerra, que está presa preventivamente sob suspeita de ligação com o PCC, poderá ser alvo de investigação após denúncias sobre um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As acusações vieram à tona durante entrevista concedida pelo funkeiro MC Misa, o mesmo que anteriormente atribuiu à influenciadora participação na morte do cantor MC Kevin.
Segundo o relato do artista, o suposto plano envolveria Deolane, o líder do PCC conhecido como Marcola — que já negou qualquer vínculo com a influenciadora — além de supostos articuladores ligados à esquerda política. Até o momento, não há confirmação oficial sobre as acusações, que deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
“Se o Flávio correr risco de ganhar [as eleições], é um desafeto danado, tanto para a esquerda quanto para pessoas que ela [Deolane] carrega junto com ela, entendeu?”, disse em entrevista ao canal Frank Clips.
“O atentado agora que o filho do Bolsonaro vai sofrer, que foi articulado com Marcelinho e com a Deolane, é uma situação que a gente, o mundo do funk, sabe tudo”, acrescentou. Vale lembrar que, em 2024, o cantor foi processado pela investigada após acusá-la de envolvimento na morte de MC Kevin.
No mesmo dia em que surgiram acusações envolvendo um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atribuído à influenciadora Deolane Bezerra, o governo dos Estados Unidos anunciou a inclusão de duas facções criminosas brasileiras — o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — em listas ligadas a organizações terroristas.
A medida amplia a pressão internacional sobre grupos do crime organizado no Brasil e ocorre em meio à repercussão de denúncias que passaram a envolver nomes conhecidos nas redes sociais e no cenário político.
Segundo o governo dos Estados Unidos, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e representam uma ameaça com potencial de impacto direto à segurança norte-americana.
Presa preventivamente desde o dia 21 de maio, a influenciadora Deolane Bezerra é investigada por suposta participação em esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao PCC. As apurações também apontam uma possível proximidade da influenciadora com familiares de Marcola, apontado pelas autoridades como uma das principais lideranças da facção criminosa.
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O projeto que decreta o fim da jornada de trabalho de seis dias por um descanso deu um passo muito importante. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada na Câmara dos Deputados. Agora, o texto começa a ser analisado pelos senadores.
Para que a mudança passe a valer de verdade, a proposta ainda precisa passar por algumas votações. Entenda abaixo o caminho que a lei vai seguir e como será a mudança na rotina dos trabalhadores.
Votação no Senado é o Próximo Passo
O texto já chegou ao Senado Federal. O caminho da proposta na Casa terá duas etapas principais:
– Análise na CCJ: O projeto passa primeiro pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
– Dois turnos no Plenário: Todos os senadores devem votar o texto em duas sessões diferentes.
– Votos necessários: O projeto precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores.
– Vaivém de deputados: Se os senadores mudarem o texto, ele volta para a aprovação dos deputados.
Se o Senado aprovar o mesmo texto da Câmara, o Congresso Nacional promulga a nova lei. Por ser uma mudança na Constituição, o presidente da República não pode vetar a decisão.
Como Será a Transição para a Nova Jornada
A mudança na rotina de trabalho não será feita de uma só vez. O acordo político prevê regras para que as empresas e os trabalhadores se adaptem ao novo modelo:
– Em até 60 dias: A escala 6×1 deixa de existir. O trabalhador passa a ter direito ao modelo 5×2, com dois dias de folga na semana.
– Redução de horas: O limite máximo de trabalho cai de 44 para 42 horas por semana logo no início. O salário não pode ser reduzido.
– Após um ano: O limite de trabalho cai mais uma vez, fixando-se em no máximo 40 horas semanais.
– Folga no domingo: O texto diz que pelo menos uma das folgas da semana deve ser, de preferência, no domingo.
O governo federal também prepara projetos de lei para ajudar pequenas empresas e microempreendedores a se adaptarem às novas regras de trabalho.
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O pré-candidato a senador André Gadelha ampliou o clima de mal-estar dentro do grupo político do pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, ao compartilhar um vídeo com fortes críticas ao deputado federal Mersinho Lucena. O gesto repercutiu nos bastidores e reforçou a percepção de desunião entre aliados que integram o projeto oposicionista.
No vídeo repostado, o comunicador Robson Tenente acusa Mersinho de abrir um “balcão de negócios” ao discutir apoio ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, para a disputa ao Senado. As declarações atingiram diretamente o núcleo político ligado a Cícero e provocaram desconforto entre lideranças da base.
A disputa pelo segundo voto ao Senado dentro do grupo político de Cícero Lucena já vinha provocando desconforto e ruídos nos bastidores. Em entrevista recente, Mersinho Lucena revelou manter conversas com o deputado federal Hugo Motta sobre articulações que envolvem um possível apoio ao nome de Nabor Wanderley para a disputa senatorial. Além disso, o parlamentar evitou declarar apoio definitivo ao pré-candidato André Gadelha, atitude que ampliou as especulações sobre divisões internas e aumentou o clima de tensão dentro da base de Cícero.
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O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), oficializou nesta quarta-feira (27) novas mudanças na equipe administrativa da Capital. Os atos foram publicados no Diário Oficial do Município.
Entre as nomeações, o jornalista Suetoni Souto Maior foi escolhido para assumir o cargo de secretário executivo de Comunicação da Prefeitura de João Pessoa. Ele ficará responsável pela comunicação institucional da gestão municipal, além do fortalecimento da relação entre a administração e a população.
Outra mudança anunciada foi a nomeação do advogado Ronaldo Cunha Lima Filho para a diretoria executiva de Culturas Populares da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). Na função, ele terá a missão de planejar, coordenar e executar políticas públicas voltadas para a cultura, promovendo o incentivo às artes, à diversidade cultural e à valorização das manifestações populares da Capital.
O Diário Oficial também trouxe a nomeação da advogada Kessia Liliana Dantas Bezerra Cavalcanti como nova secretária de Direitos Humanos e Cidadania de João Pessoa. Conforme o ato oficial, ela assumirá o cargo com símbolo SMN-1.
As mudanças integram a reorganização administrativa da gestão municipal e reforçam áreas estratégicas ligadas à comunicação, cultura e cidadania.
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A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho no Brasil de 44 para 40 horas semanais.
A proposta foi aprovada por 34 votos favoráveis e 4 contrários. Agora, o texto segue para análise no Plenário da Câmara dos Deputados e, caso seja aprovado, ainda precisará passar pelo Senado Federal.
De acordo com o texto aprovado, a redução da jornada será feita de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da emenda constitucional, a carga horária passará de 44 para 42 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.
Após um período de 12 meses, a jornada máxima será reduzida definitivamente para 40 horas semanais.
Relatório unifica propostas de deputados
O parecer aprovado foi apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA) e reuniu pontos de duas propostas que tratavam da redução da jornada de trabalho.
Uma delas é a PEC 221/19, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa a redução da jornada para 36 horas semanais ao longo de dez anos.
A outra é a PEC 8/25, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe jornada semanal de 36 horas e implantação da escala 4×3.
Durante a sessão, Leo Prates afirmou que a proposta representa uma mudança importante na qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Segundo o relator, a medida permitirá maior convivência familiar e mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Escalas especiais continuam permitidas
O texto aprovado mantém a possibilidade de acordos e convenções coletivas para jornadas diferenciadas, como a escala 12×36 e atividades consideradas essenciais, a exemplo dos setores de saúde, segurança, transporte e limpeza urbana.
A proposta também prevê que uma futura lei poderá estabelecer regras específicas para categorias que necessitam de jornadas diferenciadas, desde que sejam respeitados os limites definidos pela PEC: máximo de oito horas diárias, 40 horas semanais e dois dias de descanso.
Além disso, o texto cria previsão de regras especiais para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. Nesses casos, uma lei complementar deverá regulamentar as condições de jornada e escala, com a exigência de preservação dos empregos.
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O ex-governador João Azevêdo e o senador Veneziano Vital do Rêgo aparecem como os principais nomes na disputa pelo Senado Federal na Paraíba, segundo levantamento divulgado pela Real Time Big Data nesta terça-feira (27).
A pesquisa, repercutidw por diversos veículos de comunicação, apresentou os cenários da corrida eleitoral no estado e apontou liderança de João Azevêdo, seguido por Veneziano.
Confira os números da pesquisa estimulada:
João Azevêdo (PSB) – 32%
Veneziano Vital do Rêgo (MDB) – 25%
Marcelo Queiroga (PL) – 13%
Nabor Wanderley (Republicanos) – 9%
Major Fábio (Novo) – 3%
André Gadelha (MDB) – 2%
Avenzoar Arruda (PSOL) – 1%
Rinaldo Júnior (DC) – 1%
Nulos e brancos – 5%
O calendário eleitoral prevê que as convenções partidárias ocorram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, período em que os partidos oficializam os candidatos que disputarão as eleições.
Após as convenções, as siglas terão até o dia 15 de agosto para registrar os nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral. Já o início oficial da propaganda eleitoral está autorizado a partir de 16 de agosto.
De acordo com a Real Time Big Data, o levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio com 1.600 entrevistados em diferentes regiões da Paraíba. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03562/2026.
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A corrida pelo Governo da Paraíba em 2026 começa com cenário de equilíbrio entre os principais nomes da disputa. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (27) mostra o governador Lucas Ribeiro (PP) e o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), tecnicamente empatados nas intenções de voto para o primeiro turno.
No levantamento estimulado, Lucas Ribeiro aparece com 30% das intenções de voto, enquanto Cícero Lucena soma 28%. Na sequência estão o senador Efraim Filho (União Brasil), com 19%, e Olímpio Rocha (Psol), com 2%.
Os votos brancos e nulos representam 10% do eleitorado entrevistado, enquanto 11% afirmaram não saber ou preferiram não responder. A pesquisa possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento também simulou um eventual segundo turno entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena. Nesse cenário, o atual governador aparece com 39% das intenções de voto, contra 34% do ex-prefeito da capital paraibana.
A pesquisa ainda avaliou a aprovação da atual gestão estadual. De acordo com os números divulgados, 63% dos entrevistados aprovam a administração de Lucas Ribeiro, enquanto 31% desaprovam o governo estadual.
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