Operação Consigliere mira organização criminosa e cumpre 59 mandados em três estados

Forças de segurança realizam ofensiva contra grupo investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro; 16 pessoas já foram presas na Paraíba.


Uma grande operação das forças de segurança foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (8) para desarticular uma organização criminosa investigada por envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Batizada de Operação Consigliere, a ação ocorre simultaneamente na Paraíba, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB), a ofensiva reúne equipes da Polícia Federal (PF), Polícia Penal Federal (PPF), Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC) e Polícia Penal (PP).


Ao todo, estão sendo cumpridos 59 mandados judiciais expedidos pela Justiça da Paraíba, sendo 46 de busca e apreensão e 13 de prisão temporária. A investigação busca desarticular a estrutura da organização criminosa e interromper suas atividades.

Na Paraíba, até a última atualização, 16 pessoas já haviam sido presas. Os mandados foram cumpridos nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Conde.

Durante a operação, os agentes também apreenderam armas e drogas. As autoridades ainda não divulgaram a quantidade de material recolhido nem detalhes sobre os alvos da investigação.

A Operação Consigliere segue em andamento, e o número de prisões, apreensões e outras informações poderá ser atualizado pelas forças de segurança ao longo do dia.

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Justiça da Paraíba prorroga por mais 30 dias prisão de delegado e agentes investigados por tráfico de drogas
Decisão mantém delegado e dois policiais civis detidos durante investigação que apura suposto envolvimento em esquema de tráfico de drogas no estado.

A  Justiça da Paraíba decidiu prorrogar por mais 30 dias a prisão temporária do delegado Braz Morroni e dos agentes da Polícia Civil Everton Silva, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge, o “Mão Branca”. Os três são investigados por suposto envolvimento com tráfico de drogas e permanecem presos enquanto as investigações avançam.

A decisão foi assinada nesta terça-feira (30) pela juíza Conceição Marciscano, da 2ª Vara Regional de Garantias. Segundo a magistrada, a medida é necessária para garantir a continuidade das diligências e a conclusão dos trabalhos investigativos.

Os policiais foram presos durante a Operação Perfidus, deflagrada no mês passado, que apura uma possível ligação dos investigados com uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas.


Na decisão, a Justiça apontou que o período inicial da prisão temporária não foi suficiente para a análise completa do material recolhido durante a operação, incluindo celulares, computadores e outros equipamentos que fazem parte da investigação.

A defesa do delegado Braz Morroni havia solicitado novamente a substituição da prisão temporária por prisão domiciliar, alegando necessidade de acompanhamento médico. O pedido, porém, foi negado pela juíza, que considerou não haver comprovação de que o tratamento adequado não pudesse ser realizado na Penitenciária Especial do Valentina, onde ele está custodiado.

Apesar da negativa, a magistrada determinou que a unidade prisional garanta o atendimento médico necessário ao delegado durante o período em que ele permanecer preso.

A decisão também rejeitou os pedidos das defesas de Everton Silva e Eduardo Jorge para o desbloqueio das contas bancárias dos investigados.

Além da manutenção das prisões, a Justiça determinou que a Polícia Civil finalize as perícias pendentes e apresente o relatório conclusivo do inquérito no prazo de 30 dias a partir da nova decisão.

Até o momento da publicação, as defesas dos investigados ainda não haviam divulgado manifestação sobre a decisão. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos.

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Operação desmonta rede de câmeras usada por facções criminosas na Grande João Pessoa
Um operador de câmeras do município de Cabedelo foi preso em flagrante durante operação


A Polícia Civil da Paraíba, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) a Operação Ponto Cego, com o objetivo de remover câmeras instaladas ilegalmente por facções criminosas em municípios da Região Metropolitana de João Pessoa e do Litoral Sul do estado.

Ao todo, 69 equipamentos de monitoramento clandestino foram identificados e passaram a ser alvo da ação policial. Cerca de 150 policiais civis participaram da operação, que ocorreu nos municípios de João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde, Pedras de Fogo, Pitimbu, Alhandra e Caaporã.

De acordo com as investigações, os equipamentos eram utilizados por organizações criminosas para monitorar áreas consideradas estratégicas, além de acompanhar a movimentação de viaturas e equipes das forças de segurança, dificultando ações policiais.



A Operação Ponto Cego integra as ações da Operação Paraíba Mais Segura, iniciativa permanente que reúne todas as forças de segurança do estado. O objetivo é intensificar o combate à criminalidade, ampliar a presença policial nas ruas e reforçar a sensação de segurança da população paraibana.hã desta quinta-feira (18) a Operação Ponto Cego, com o objetivo de remover câmeras instaladas ilegalmente por facções criminosas em municípios da Região Metropolitana de João Pessoa e do Litoral Sul do estado.

Ao todo, 69 equipamentos de monitoramento clandestino foram identificados e passaram a ser alvo da ação policial. Cerca de 150 policiais civis participaram da operação, que ocorreu nos municípios de João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde, Pedras de Fogo, Pitimbu, Alhandra e Caaporã.



De acordo com as investigações, os equipamentos eram utilizados por organizações criminosas para monitorar áreas consideradas estratégicas, além de acompanhar a movimentação de viaturas e equipes das forças de segurança, dificultando ações policiais.

A Operação Ponto Cego integra as ações da Operação Paraíba Mais Segura, iniciativa permanente que reúne todas as forças de segurança do estado. O objetivo é intensificar o combate à criminalidade, ampliar a presença policial nas ruas e reforçar a sensação de segurança da população paraibana.

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Suspeito da morte de delegado aposentado, trabalhava na propriedade da vítima e tinha sua confiança, diz Polícia Civil



A Polícia Civil divulgou nesta quinta-feira (11) novos detalhes sobre a investigação da morte do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, encontrado sem vida após semanas desaparecido.

Segundo os investigadores, o principal suspeito mantinha uma relação de confiança com a vítima e trabalhava em sua propriedade rural, sendo responsável pelos cuidados com o gado e recebendo pagamento pelos serviços prestados.

Durante entrevista coletiva, os delegados destacaram que a postura do investigado chamou a atenção ao longo das apurações. De acordo com a polícia, o comportamento tranquilo e a aparente simplicidade fizeram com que ele não despertasse suspeitas inicialmente.

As investigações apontam que a proximidade entre o suspeito e o delegado aposentado pode ter sido um fator decisivo para a execução do crime. A Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer a motivação e todas as circunstâncias do homicídio.

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