Homem de 64 anos é encontrado morto com marcas de violência dentro de casa em Campina Grande

Vítima morava sozinha e foi encontrada pela irmã; Polícia Civil investiga autoria e motivação do crime.

Um homem de 64 anos foi encontrado morto dentro da própria residência na tarde desta terça-feira (28), no bairro Liberdade, em Campina Grande.

A vítima foi identificada como Júlio Cesar Marcelino, de 64 anos, vigilante da Prefeitura de Campina Grande. De acordo com a Polícia Militar, ele morava sozinho e foi encontrado pela irmã, que havia ido até a casa para realizar uma faxina.

O corpo estava na sala da residência e apresentava sinais de violência, com perfurações provocadas por golpes de faca na região do pescoço.

As primeiras informações da Polícia Civil apontam que o homicídio pode ter ocorrido entre a madrugada de domingo e a segunda-feira, mas o crime só foi descoberto nesta terça-feira.



Segundo a polícia, a vítima era usuária de drogas. A informação integra as linhas de investigação e será analisada pelos investigadores. Até o momento, porém, não há qualquer confirmação de que essa condição tenha relação com a motivação do homicídio.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, que realizou a perícia no imóvel. Imagens de câmeras de monitoramento da região deverão auxiliar na identificação do autor do crime.

A Polícia Civil informou que a autoria e a motivação do homicídio permanecem desconhecidas e seguem sendo investigadas.

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Justiça absolve pastor e esposa em processo sobre suposto golpe milionário contra fiéis na Paraíba

Segundo a sentença, não ficou comprovado que o líder religioso e a esposa tenham agido com intenção de fraudar os fiéis desde o início das negociações; ambos respondiam por estelionato continuado.

A Justiça da Paraíba absolveu o pastor Péricles Cardoso de Melo e a esposa dele da acusação de estelionato continuado em um processo que investigava um suposto prejuízo de aproximadamente R$ 3 milhões causado a integrantes de uma igreja no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A decisão foi proferida pela juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho, da 3ª Vara Criminal da Capital.

Na sentença, a magistrada reconheceu que o pastor recebeu empréstimos, utilizou cartões de crédito e obteve transferências bancárias de diversos fiéis. No entanto, concluiu que as provas apresentadas durante o processo não demonstraram, de forma suficiente, que ele tivesse a intenção de enganar as vítimas no momento em que solicitou os recursos.

Conforme a decisão, o crime de estelionato exige a comprovação de que a fraude foi planejada desde o início da negociação. Para a juíza, o simples descumprimento posterior da promessa de pagamento, por si só, não caracteriza o delito.

A magistrada também observou que testemunhas relataram que os primeiros compromissos financeiros assumidos pelo pastor chegaram a ser cumpridos, circunstância que enfraqueceu a tese de que o suposto esquema teria sido previamente arquitetado.

Outro ponto destacado na sentença foi a ausência de provas de enriquecimento pessoal do acusado. De acordo com a análise judicial, parte significativa dos valores recebidos foi destinada à realização de obras e melhorias na igreja.



Na avaliação da juíza, o conjunto das provas aponta para um cenário de desorganização financeira e má administração de recursos de terceiros, sem elementos suficientes para comprovar a prática do crime de estelionato.

Em relação à esposa do pastor, a sentença concluiu que não houve demonstração de participação nas negociações com os fiéis. Os depoimentos colhidos durante a instrução indicaram que os contatos e pedidos de recursos eram feitos exclusivamente por Péricles Cardoso de Melo.

Investigação

O caso começou a ser apurado após a Polícia Civil identificar mais de 30 pessoas que afirmaram ter sofrido prejuízos financeiros. Durante as investigações, também foi registrado o desaparecimento de aproximadamente R$ 17 mil pertencentes à própria igreja.

Na época das apurações, uma das vítimas relatou que o pastor costumava solicitar empréstimos e o uso de cartões de crédito sob a justificativa de arrecadar recursos para reformas no templo e outras necessidades da instituição religiosa. Inicialmente, parte das promessas de pagamento teria sido cumprida, mas os atrasos posteriores despertaram a desconfiança dos fiéis.

Segundo esse relato, após sucessivas operações financeiras, a dívida acumulada em seu nome chegou a cerca de R$ 90 mil e, com a incidência de juros, ultrapassou R$ 140 mil. A vítima também afirmou que o pastor orientava os colaboradores a manterem discrição sobre os empréstimos, o que, na avaliação dela, contribuiu para que outras pessoas também fossem convencidas a fornecer recursos.

Apesar desses depoimentos, a Justiça concluiu que o conjunto probatório não foi suficiente para comprovar, além de dúvida razoável, a existência de fraude planejada desde o início das negociações, motivo pelo qual absolveu os acusados.

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Justiça torna empresário e médica réus pela morte do engenheiro Rubinho após festa de São João na Paraíba

Ao receber a denúncia do Ministério Público, a juíza Flávia de Souza Baptista determinou que o processo tramite em segredo de Justiça e concedeu prazo para que os acusados apresentem defesa.

A Justiça de Campina Grande recebeu, nesta terça-feira (21), a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o empresário Christian Medeiros Veiga Dantas Costa e a médica Larissa Maria Leal de Freitas. Com a decisão, os dois passam à condição de réus no processo que apura o assassinato do engenheiro civil Rubens Fernandes da Costa Filho, conhecido como Rubinho, morto após uma festa de São João em Lagoa Seca.

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Paraguaia é presa em Campina Grande suspeita de integrar logística do tráfico entre Paraíba e RN

Suspeita, apontada como integrante de uma facção criminosa do Rio Grande do Norte, foi detida durante ação da Polícia Militar; drogas, arma de fogo e uma segunda mulher com mandado de prisão também foram encontradas.

Uma mulher de nacionalidade paraguaia foi presa na última sexta-feira (17), em Campina Grande, suspeita de atuar na logística do tráfico de drogas entre os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A ação foi realizada pela Polícia Militar da Paraíba (PMPB).

Durante a operação, os policiais apreenderam uma arma de fogo e porções de maconha, crack e cocaína no imóvel onde a suspeita estava.

Segundo as investigações, a mulher seria integrante de uma facção criminosa com atuação no Rio Grande do Norte e teria a função de fazer a ligação entre traficantes dos dois estados, além de prestar apoio logístico aos integrantes do grupo criminoso.



A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência desenvolvido pelo Departamento de Inteligência (DEINTEL) da Polícia Militar, que repassou as informações à equipe da Força Tática do 2º Batalhão para o cumprimento da ação.

No mesmo local, uma segunda mulher também foi presa. De acordo com a PM, ela possuía um mandado de prisão temporária expedido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

As duas suspeitas foram encaminhadas à delegacia, juntamente com o material apreendido, para os procedimentos cabíveis.

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Cozinha solidária de paróquia é alvo de furto e tem botijões de gás levados em Campina Grande. Confira o vídeo!

Crime ocorreu na madrugada desta sexta-feira (17) e pode comprometer a distribuição de refeições para famílias em situação de vulnerabilidade. Polícia investiga o caso.

A cozinha da pastoral social da Paróquia de Santo Antônio, em Campina Grande, foi alvo de um furto na madrugada desta sexta-feira (17). Criminosos invadiram o local e levaram três botijões de gás de cozinha, utilizados na preparação de refeições e sopas distribuídas gratuitamente a famílias em situação de vulnerabilidade social.


De acordo com a paróquia, o crime foi percebido nas primeiras horas da manhã, quando responsáveis pelo espaço encontraram o portão de acesso arrombado. Além do prejuízo material, o furto pode comprometer temporariamente as ações da cozinha solidária, que atende dezenas de pessoas por meio da pastoral social.


Os botijões abasteciam os fogões utilizados pelos voluntários que, semanalmente, preparam alimentos destinados a famílias carentes da comunidade.


O caso foi registrado na Polícia Civil, que deve utilizar imagens de câmeras de segurança da região para tentar identificar os responsáveis pelo furto. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.


Em nota, membros da comunidade lamentaram o ocorrido e destacaram que o crime atinge diretamente um trabalho voltado ao combate à fome e à assistência de pessoas em situação de vulnerabilidade.

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Professor demitido da UFCG por decisão do MEC também atuava como diácono e respondeu a processo por assédio em 2017

Antônio Lisboa Leitão de Souza foi desligado após processo administrativo disciplinar; defesa afirma que recorrerá da decisão


O professor Antônio Lisboa Leitão de Souza, demitido pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que apurou denúncias de assédio sexual e moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), também exerce a função de diácono na Diocese de Campina Grande e já respondeu a um processo por assédio sexual em 2017.

Além da carreira acadêmica, Antônio Lisboa foi ordenado diácono da Diocese de Campina Grande em 2015. Em maio deste ano, ele foi transferido da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário para a Paróquia de Nossa Senhora das Dores e São Lucas.



Processo de 2017

Em 2017, o professor respondeu a um processo por assédio sexual envolvendo duas mulheres. Na ocasião, a Justiça concedeu a suspensão condicional do processo, mecanismo previsto na legislação que interrompe o andamento da ação mediante o cumprimento de condições determinadas pelo Judiciário.

Conforme a decisão judicial, Antônio Lisboa cumpriu prestação de serviços à comunidade e compareceu regularmente em juízo durante o período estabelecido. Ao final do prazo, sem registro de descumprimento das condições impostas, a Justiça declarou extinta a punibilidade e determinou o arquivamento do processo.

Demissão publicada pelo MEC

A demissão do professor foi oficializada pelo Ministério da Educação e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (14). Segundo a portaria, o Processo Administrativo Disciplinar concluiu que Antônio Lisboa praticou condutas de conotação sexual e assédio moral contra estudantes da UFCG, utilizando-se da posição que ocupava na instituição.

Em nota, a defesa do professor informou que recebeu a decisão “com perplexidade”, alegando que pedidos apresentados durante a tramitação do PAD não teriam sido apreciados. Os advogados também afirmam que Antônio Lisboa foi absolvido pela Justiça Criminal de Campina Grande em processo relacionado aos mesmos fatos e que irão recorrer ao Poder Judiciário para tentar reverter a demissão.

Procurada, a Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar (CPPAD) da UFCG informou que o procedimento permanece sob sigilo e ainda não houve trânsito em julgado na esfera administrativa. Segundo a comissão, o acesso aos autos poderá ser disponibilizado após o levantamento do sigilo.

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Suspeito da morte de delegado aposentado, trabalhava na propriedade da vítima e tinha sua confiança, diz Polícia Civil



A Polícia Civil divulgou nesta quinta-feira (11) novos detalhes sobre a investigação da morte do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, encontrado sem vida após semanas desaparecido.

Segundo os investigadores, o principal suspeito mantinha uma relação de confiança com a vítima e trabalhava em sua propriedade rural, sendo responsável pelos cuidados com o gado e recebendo pagamento pelos serviços prestados.

Durante entrevista coletiva, os delegados destacaram que a postura do investigado chamou a atenção ao longo das apurações. De acordo com a polícia, o comportamento tranquilo e a aparente simplicidade fizeram com que ele não despertasse suspeitas inicialmente.

As investigações apontam que a proximidade entre o suspeito e o delegado aposentado pode ter sido um fator decisivo para a execução do crime. A Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer a motivação e todas as circunstâncias do homicídio.

🗞️ Redação do papo informativo



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Polícia prende dupla armada em BMW blindada na orla de João Pessoa; um dos suspeitos era foragido por homicídio


Dois homens foram presos na manhã desta quinta-feira (11) durante uma abordagem na Avenida Cabo Branco, em João Pessoa. Um dos suspeitos possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio na cidade de Santa Rita.

A dupla estava em uma BMW blindada quando o veículo foi abordado inicialmente por agentes da Semob devido a uma infração de trânsito. Durante a ocorrência, equipes da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar foram acionadas para prestar apoio.

Na revista realizada pelos policiais, foram apreendidas duas pistolas, quatro carregadores e diversas munições. Após consulta aos sistemas de segurança, foi constatado que um dos ocupantes do carro era procurado pela Justiça.

Os suspeitos foram encaminhados para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, junto com o armamento apreendido e o veículo.

A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar a origem das armas e possíveis irregularidades envolvendo a BMW utilizada pela dupla.

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Delegado aposentado desaparecido é encontrado morto na Paraíba.
O desaparecimento de Walter dos Santos Oliveira teve um desfecho trágico. O corpo foi localizado em São José da Mata, e a polícia já efetuou a prisão de dois suspeitos.

O corpo do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, foi encontrado na manhã desta quinta-feira (11), no Sítio Monte Alegre, distrito de São José da Mata, em Campina Grande. Ele estava desaparecido desde o dia 20 de maio. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo as investigações, o corpo foi localizado em uma área rural onde o delegado mantinha parte de seu rebanho. Duas pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, mas as identidades não foram divulgadas pelas autoridades.

A delegada Renata Dias, responsável pelo caso, informou que uma coletiva de imprensa será realizada ainda nesta quinta-feira para detalhar o andamento das investigações.

Walter, também conhecido como “João”, morava em Boa Vista, no Cariri paraibano, e atualmente trabalhava como autônomo. De acordo com familiares, ele saiu de casa para negociar a venda de gado em São José da Mata e não retornou.

A última comunicação do delegado aposentado ocorreu por meio de uma ligação telefônica para um dos filhos, informando que iria verificar animais em uma propriedade arrendada na região. Desde então, a família não teve mais contato com ele.

Familiares relataram ainda que Walter foi visto acompanhado de dois homens durante a negociação envolvendo gado. Após o desaparecimento, o veículo utilizado por ele teria sido visto pela última vez em Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco, mas ainda não foi localizado.

A Polícia Civil da Paraíba segue investigando o caso e informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço das apurações.

Redação do papo informativo

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