
NOTÍCIAS DO MOMENTO!












Erosão causada pelas fortes chuvas compromete trecho das obras do VLT entre Bodocongó e Pedregal e aumenta a preocupação com a segurança de motoristas e pedestres.
As chuvas que atingiram Campina Grande nos últimos dias provocaram danos em um trecho das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), localizado entre os bairros de Bodocongó e Pedregal. No local, um buraco se formou após o avanço da erosão, gerando preocupação entre moradores e condutores que utilizam a via diariamente.
A erosão comprometeu parte da estrutura da obra, aumentando os riscos para quem passa pela região. Além da possibilidade de acidentes, a situação também dificulta o tráfego de veículos e a circulação de pedestres.
Moradores afirmam que o problema se agravou com o volume das chuvas e defendem uma intervenção urgente para evitar novos danos à estrutura e garantir a segurança da população.
A expectativa é de que os órgãos responsáveis realizem uma inspeção técnica no trecho afetado e adotem as medidas necessárias para recuperar a área o mais rápido possível. Enquanto o problema não é solucionado, a orientação é que motoristas e pedestres redobrem a atenção ao trafegar pelo local.
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Ministério Público afirma que edital prevê jornada de 40 horas para professores, contrariando lei municipal que fixa carga horária máxima de 30 horas semanais.
A ação civil pública foi proposta pelo 18º promotor de Justiça de Campina Grande, Elmar Thiago Pereira de Alencar, contra o Município de Campina Grande e o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), banca responsável pela organização do certame.
Segundo o Ministério Público, o edital estabelece jornada de 40 horas semanais para os cargos de Professor de Educação Infantil e Professor Básico 3 nas disciplinas de Arte, Ciências, Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa e Matemática.
Na avaliação do MPPB, a previsão contraria a Lei Complementar Municipal nº 078/2013, que determina carga horária máxima de 30 horas semanais para os professores da rede municipal de ensino.
O procedimento foi instaurado após uma representação apresentada pelo Sindicato dos Profissionais do Magistério Público Municipal de Campina Grande (Sintem/CG), que questionou a legalidade da jornada prevista no edital.
Durante a apuração, a Prefeitura informou ao Ministério Público que a adoção das 40 horas atenderia às necessidades da rede municipal de ensino e estaria respaldada pela Lei Federal nº 11.738/2008, que regulamenta o piso salarial nacional do magistério.
Entretanto, o MPPB argumenta que o município não apresentou justificativas técnicas capazes de demonstrar essa necessidade. O órgão também ressalta que a legislação federal estabelece apenas o limite máximo da jornada, permitindo que cada município fixe sua própria carga horária por meio de legislação local. Como Campina Grande possui norma específica determinando 30 horas semanais, o edital deveria seguir essa regra.
Na ação, o Ministério Público pede que a Justiça determine a retificação do edital no prazo de cinco dias, adequando a carga horária dos cargos questionados. Além disso, solicita que, ao final do processo, sejam anulados os dispositivos do edital que contrariem a legislação municipal.
A reportagem procurou a Prefeitura de Campina Grande e o Idecan para comentar o caso, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.
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Levantamento realizado pelo Procon Municipal em 67 postos de combustíveis identificou diferença de R$ 1,14 no litro da gasolina comum, enquanto o etanol apresentou a maior variação de preços entre os combustíveis pesquisados.
Os consumidores de Campina Grande estão pagando, em média, R$ 6,59 pelo litro da gasolina comum, conforme levantamento realizado pelo Procon Municipal. A pesquisa foi feita em 67 postos de combustíveis distribuídos pela cidade.
O estudo identificou que o menor valor encontrado para a gasolina comum foi de R$ 6,45, em um posto localizado na região central. Já o maior preço registrado chegou a R$ 7,59, resultando em uma diferença de R$ 1,14 entre os estabelecimentos pesquisados.
Entre os combustíveis analisados, o etanol apresentou a maior variação de preços. O litro foi comercializado entre R$ 4,60 e R$ 5,99, com média de R$ 4,82. A gasolina aditivada, por sua vez, teve preço médio de R$ 6,73.
No caso do diesel comum, os valores oscilaram de R$ 6,38 a R$ 7,98. Já o diesel S-10 foi encontrado entre R$ 6,65 e R$ 7,99. O Gás Natural Veicular (GNV) manteve preço único de R$ 5,67 em todos os postos pesquisados.
De acordo com o Procon Municipal, a comparação com o levantamento anterior mostra apenas pequenas oscilações nos preços dos combustíveis, sem indicar, até o momento, uma tendência consistente de aumento ou redução dos valores praticados na cidade.
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O senador destacou a importância estratégica de Campina Grande para as eleições de 2026 e afirmou que a definição da chapa majoritária ocorrerá durante a convenção partidária, marcada para o dia 2 de agosto.
O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho, esteve em Campina Grande nesta quarta-feira (22), onde participou da inauguração da nova sede do diretório municipal do Partido Liberal (PL). O evento também oficializou a posse do deputado estadual Sargento Neto na presidência da legenda no município.
A cerimônia contou com a presença de lideranças políticas, pré-candidatos e representantes de movimentos ligados à direita paraibana, reforçando a articulação do partido com foco nas eleições de 2026.
Durante seu discurso, Efraim destacou a relevância de Campina Grande no cenário político estadual e afirmou que o município será peça fundamental na construção do projeto eleitoral que vem sendo estruturado pela legenda. Segundo o senador, a influência política e econômica da cidade faz dela um importante centro de mobilização para a pré-campanha.
O parlamentar também relembrou sua trajetória política na cidade, ressaltando que foi o candidato ao Senado mais votado em Campina Grande nas eleições de 2022. Além disso, mencionou recursos destinados ao município, principalmente para a área da saúde, e destacou a parceria mantida com o prefeito Bruno Cunha Lima e com o deputado estadual Sargento Neto.
Questionado sobre a formação da chapa majoritária, Efraim afirmou que a definição do candidato a vice-governador e da segunda vaga ao Senado será tomada durante a convenção partidária marcada para o dia 2 de agosto. Segundo ele, as escolhas serão construídas por meio de diálogo entre os partidos aliados e os diversos segmentos que integram a aliança.
O senador acrescentou que as conversas seguem em andamento com lideranças políticas, representantes do setor produtivo e do segmento evangélico, reforçando que a composição da chapa buscará contemplar os diferentes grupos que participam do projeto político para as eleições de 2026.
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Planos de saúde não poderão cancelar contratos de pessoas com TEA na Paraíba após nova lei
Foi promulgada nesta quinta-feira (23), no Diário Oficial do Estado (DOE), uma lei que amplia a proteção às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Paraíba. A norma, promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), proíbe que contratos de planos de saúde contenham cláusulas que autorizem o cancelamento unilateral quando o beneficiário, seja titular ou dependente, for uma pessoa com TEA.
A legislação também proíbe práticas consideradas discriminatórias em razão do diagnóstico de autismo. Entre elas estão a negativa de renovação dos contratos, a cobrança de valores desproporcionais em função da condição do beneficiário e a recusa em oferecer os serviços de saúde previstos no contrato.
Em caso de descumprimento, as operadoras estarão sujeitas a penalidades que vão desde advertência até multa de R$ 88.896,00. Nos casos de reincidência reiterada, a lei ainda prevê a possibilidade de suspensão das atividades da empresa no estado.
A fiscalização do cumprimento da norma ficará sob responsabilidade do Procon-PB e dos demais órgãos de proteção e defesa do consumidor, que deverão atuar para garantir a efetividade da nova legislação.
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O município de Santa Rita, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa, passou a integrar a lista das dez cidades mais violentas do país, conforme revela o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O levantamento tem como base os indicadores registrados ao longo de 2025.
De acordo com o estudo, Santa Rita aparece na 9ª colocação nacional, com uma taxa de 60,9 mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes. A cidade possui uma população estimada em aproximadamente 150 mil moradores.
O resultado representa uma mudança significativa em relação ao anuário anterior. Na edição baseada nos dados de 2024, o município sequer figurava entre as 20 cidades brasileiras com os maiores índices de violência letal.
Na avaliação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o crescimento da violência está relacionado, entre outros fatores, à disputa por áreas de atuação entre facções criminosas. O relatório aponta que a localização estratégica de Santa Rita, próxima ao Porto de Cabedelo, torna o município importante para grupos envolvidos em atividades criminosas, aumentando os conflitos pelo domínio territorial.
Outro aspecto destacado pelo estudo é a presença das rodovias federais BR-101 e BR-230, que cruzam o município e podem facilitar a circulação de organizações criminosas e o transporte de cargas ilegais.
Outras cidades paraibanas
Além de Santa Rita, outras cidades da Paraíba também aparecem no ranking nacional. João Pessoa ocupa a 74ª posição, com taxa de 27,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes.

No Sertão paraibano, Patos aparece na 96ª colocação, registrando 23,1 mortes por 100 mil habitantes.
Entre os municípios paraibanos avaliados, Campina Grande apresentou o melhor desempenho. A cidade registrou uma taxa de 8,1 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes, ocupando a 261ª posição no ranking nacional.
Em nível estadual, a Paraíba encerrou 2025 com uma taxa de 24,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes, segundo os dados apresentados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
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Aliados avaliam que o principal entrave para uma eventual composição não é a eleição estadual, mas o impacto que a saída de Adriano da presidência da ALPB teria sobre o comando da Casa e os planos do Republicanos.
As discussões sobre a composição da chapa governista para as eleições têm revelado que um dos principais obstáculos para uma eventual indicação do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), como candidato a vice-governador de Lucas Ribeiro (PP) está diretamente ligado à sucessão no comando do Legislativo estadual.
Nos bastidores da política paraibana, a avaliação é de que uma eventual eleição de Lucas Ribeiro para o Governo do Estado, tendo Adriano como vice, provocaria mudanças importantes na direção da Assembleia Legislativa já no início do próximo mandato.
Isso porque Adriano teria de deixar a presidência da ALPB para assumir a Vice-Governadoria. Com isso, o atual vice-presidente da Casa, deputado Felipe Leitão (PSD), passaria a exercer a presidência do Poder Legislativo e conduziria o processo de eleição da Mesa Diretora para o biênio seguinte.
Esse cenário é visto por integrantes do Republicanos como um fator de preocupação. O partido trabalha para manter o controle da Assembleia Legislativa e preservar os acordos políticos construídos por Adriano Galdino em torno da sucessão da presidência da Casa.
Aliados do presidente da ALPB avaliam que, sob o comando de Felipe Leitão, esses entendimentos poderiam ser alterados. O deputado é apontado como aliado político do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), que hoje está em um campo político oposto ao do grupo liderado por Lucas Ribeiro e Adriano Galdino. Além disso, Felipe também é um dos interessados em disputar a presidência da Assembleia.
Diante desse cenário, a permanência de Adriano Galdino na presidência da ALPB passou a ser considerada estratégica pelo Republicanos. A legenda entende que manter o comando do Legislativo estadual é fundamental para preservar sua influência política e garantir o cumprimento dos compromissos firmados para a sucessão da Mesa Diretora.
Embora o nome de Adriano continue sendo lembrado nas discussões sobre a chapa majoritária governista, interlocutores admitem que a questão envolvendo a Assembleia Legislativa tem pesado nas negociações e pode influenciar diretamente a definição do candidato a vice-governador.
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De acordo com a Polícia Civil, o homem de 23 anos confessou envolvimento no crime. Durante a ação, uma mãe e duas filhas foram mantidas reféns por cerca de duas horas e obrigadas a realizar transferências bancárias.
Um homem de 23 anos foi preso nesta quarta-feira (22), suspeito de integrar o grupo responsável por um assalto a uma residência no bairro das Malvinas, em Campina Grande. Conforme a Polícia Civil, o investigado é filho da diarista que trabalhava no imóvel alvo da ação criminosa e admitiu participação no crime durante depoimento.
O assalto aconteceu na noite de 8 de julho, quando uma mãe e suas duas filhas chegaram em casa e foram surpreendidas por criminosos que já haviam invadido a residência. As vítimas permaneceram sob o poder dos assaltantes por aproximadamente duas horas.
Segundo a investigação, durante o período em que estiveram reféns, as mulheres foram obrigadas a realizar diversas transferências via Pix, que somaram R$ 46 mil. Além do dinheiro, os criminosos levaram cinco aparelhos celulares, uma caminhonete, dinheiro em espécie e outros objetos de valor.
O suspeito foi localizado e preso em sua residência, também situada no bairro das Malvinas. Após ser interrogado, ele confessou participação no assalto e foi autuado pelos crimes de roubo majorado, extorsão mediante restrição da liberdade das vítimas e lavagem de dinheiro.
Ainda nesta quarta-feira, outro investigado apontado como integrante da ação criminosa também foi preso, desta vez em João Pessoa.
Após o roubo, os suspeitos utilizaram a caminhonete da família para fugir. O veículo foi encontrado poucas horas depois nas proximidades da residência, mas os demais bens levados pelos criminosos ainda não foram recuperados.
As investigações também apontaram a participação de outras pessoas na movimentação do dinheiro obtido durante o crime. No dia seguinte ao assalto, duas mulheres foram presas em flagrante, em Santa Rita, suspeitas de receber parte dos valores transferidos pelas vítimas. Conforme a Polícia Civil, elas teriam ficado com uma comissão, enquanto o restante do dinheiro foi encaminhado para outras contas bancárias indicadas pelos autores.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos na ação e recuperar os bens subtraídos da família.
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Em crítica à condução do partido na Paraíba, o pré-candidato ao Senado afirmou que buscará apoio da direção nacional do PSD e, se necessário, pedirá intervenção para assegurar seu nome na disputa de 2026.
O advogado e pré-candidato ao Senado Federal, Rui Galdino (PSD), afirmou nesta terça-feira (21) que enfrenta resistência dentro do próprio partido na Paraíba e acusou integrantes da legenda de trabalharem para enfraquecer sua pré-candidatura. Em entrevista ao Polêmica Paraíba, ele anunciou que pretende recorrer à direção nacional do PSD para garantir espaço na chapa das eleições de 2026.
Segundo Rui Galdino, ele é o único filiado do PSD na Paraíba que tem manifestado apoio público à pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República. Na avaliação do advogado, dirigentes estaduais da legenda não estariam alinhados ao projeto nacional do partido.
Durante a entrevista, Rui criticou diretamente o presidente estadual do PSD, Pedro Cunha Lima. Para ele, a direção paraibana tem evitado defender a candidatura de Caiado e estaria priorizando alianças com nomes de outras siglas para a disputa ao Senado.
O pré-candidato afirmou que pretende levar o impasse à executiva nacional do PSD. Caso não haja entendimento, disse que poderá solicitar uma intervenção da direção nacional na condução do partido na Paraíba para assegurar sua participação na disputa eleitoral.
Rui Galdino também questionou o apoio manifestado por Pedro Cunha Lima a pré-candidatos do MDB ao Senado. Segundo ele, a postura contraria o posicionamento esperado de um dirigente estadual do PSD e representa um desalinhamento com as diretrizes da legenda em nível nacional.
Apesar das críticas, o advogado reafirmou que pretende manter sua pré-candidatura e informou que apresentará oficialmente seu nome durante a convenção partidária prevista para a próxima segunda-feira (27), quando o partido deverá discutir a composição da chapa para as eleições de 2026.
As declarações ocorrem poucos dias após Rui Galdino reafirmar sua intenção de disputar uma vaga no Senado pelo PSD. Na ocasião, ele informou ter sido convidado pela direção nacional da legenda e demonstrou confiança de que haverá espaço para sua candidatura dentro do grupo de oposição na Paraíba.
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Uma solução simples, sustentável e criada dentro da própria comunidade chamou a atenção ao transformar um problema ambiental em uma alternativa para reduzir o risco de deslizamentos. No Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro, moradores utilizaram 583 pneus descartados para construir uma estrutura de contenção capaz de ajudar a proteger cerca de 300 residências.
O projeto nasceu após a identificação de um ponto crítico da comunidade, onde um dos principais caminhos de escoamento da água da chuva passava pelo meio de um parque. A situação aumentava o risco de erosão do solo e colocava dezenas de famílias em uma área vulnerável.
A iniciativa foi coordenada pelo paisagista Mauro Quintanilha, conhecido por desenvolver projetos de recuperação ambiental em espaços degradados. A proposta consistiu em reaproveitar pneus usados, preenchendo cada unidade com entulho para formar uma base resistente de contenção.
Além da estrutura feita com pneus, foram plantadas espécies vegetais de raízes profundas entre os blocos. As plantas ajudam a estabilizar o terreno, reduzindo os efeitos da erosão e reforçando a segurança da encosta ao longo do tempo.
Antes da execução, a técnica passou por avaliações de especialistas, incluindo testes para verificar sua resistência. O resultado foi a construção de um muro em formato de arco, desenvolvido para distribuir melhor a pressão exercida pelo solo e aumentar a estabilidade da estrutura.

Mais do que uma solução de engenharia, o projeto também reforça a importância do conhecimento das próprias comunidades na busca por alternativas para problemas urbanos. A experiência mostra que a união entre saber popular, criatividade e apoio técnico pode gerar soluções eficientes, de baixo custo e com benefícios ambientais.
A iniciativa do Vidigal se tornou um exemplo de inovação sustentável ao dar um novo destino a materiais que seriam descartados e, ao mesmo tempo, contribuir para a proteção de moradores que vivem em áreas de risco.
Assista a entrevista completa com o arquiteto Pedro Henrique de Christo, participante desse projeto.