
Em uma entrevista reveladora ao podcast Papo Informativo, na última quinta-feira (14/05), a Professora Leila Fonseca abriu o jogo sobre as dificuldades enfrentadas durante sua trajetória política no Partido Liberal (PL).
Com um tom de desabafo, ela descreveu sua última campanha como um processo marcado pela escassez de recursos e por tensões internas que deixaram marcas.
Campanha “na Garra”
Leila destacou que o apoio financeiro do fundo partidário foi um dos maiores obstáculos. Segundo ela, o montante recebido de R$ 15 mil foi insuficiente para as demandas de uma campanha eleitoral, que exige deslocamentos constantes para o interior e uma estrutura mínima de divulgação.
Denúncias de Perseguição Interna
“Com 15 mil reais você não consegue fazer campanha, se deslocar para os interiores… não passava no guia [eleitoral]. Foi uma campanha na garra”*, afirmou a professora.
O ponto mais sensível da entrevista foi quando Leila mencionou ter sofrido perseguições dentro do próprio partido. Sem citar nomes por questões éticas, ela afirmou que as dificuldades não foram apenas logísticas, mas também políticas, partindo inclusive de colegas que ela mesma já teria ajudado anteriormente.
A professora não escondeu sua frustração com a legenda:
“Tenho uma tristeza muito grande com o PL, porque foram muitas perseguições. Hoje, estou totalmente decepcionada”.
Desempenho Eleitoral
Apesar do cenário adverso e da falta de tempo no guia eleitoral, Leila Fonseca conseguiu somar 9 mil votos, resultado que ela atribui ao esforço pessoal e à sua base de apoiadores, superando o que chamou de “campanha sofrida”.
O relato de Leila expõe o lado B da política partidária, onde a distribuição de recursos e as alianças internas podem ser tão determinantes quanto o desempenho nas urnas. O espaço segue aberto para manifestações dos citados ou da diretoria do Partido Liberal da Paraíba.
🗞️ Redação do papo informativo





