Ricardo Coutinho endurece discurso, rejeita apoio a Lucas Ribeiro e impõe condição ao governo: “Nem se o PT mandar”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato a deputado federal Ricardo Coutinho elevou o tom das críticas ao atual grupo governista e afirmou que não apoiará uma eventual candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro ao Governo da Paraíba em 2026, mesmo que haja orientação do PT nesse sentido.


Durante entrevista, Ricardo declarou que não pretende caminhar politicamente com um governo que, segundo ele, utiliza estruturas de comunicação para disseminar ataques e informações falsas.

O ex-governador citou diretamente o secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, ao acusar a existência de um suposto “gabinete do ódio” dentro da gestão estadual.

“Eu não posso votar por um governo que trabalha com gabinete do ódio. A Paraíba tem um gabinete do ódio instalado dentro da Secom, distribuindo matérias falsas e tentando ganhar debate através de fake news. Esse gabinete do ódio é comandado por Nonato Bandeira”, afirmou Ricardo.

O ex-governador também condicionou qualquer possibilidade de reaproximação política a uma mudança de postura do atual governo em relação ao secretário.

“Se ele não reprime Nonato Bandeira, dá a entender que concorda com isso que está sendo feito”, declarou.

As declarações acontecem em meio à repercussão envolvendo o leilão da PPP do saneamento da Cagepa, realizado recentemente pelo Governo da Paraíba. Ricardo Coutinho voltou a criticar o modelo adotado pelo Estado e classificou a operação como “suspeita”, além de afirmar que a medida poderá trazer prejuízos financeiros para a Paraíba.

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DC rompe com Aldo Rebelo e lança Joaquim Barbosa como aposta para disputa presidencial de 2026


O partido Democracia Cristã decidiu abrir um processo disciplinar para expulsar Aldo Rebelo da legenda após uma crise interna envolvendo a pré-candidatura à Presidência da República em 2026. A sigla agora aposta no ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como novo nome para a corrida ao Palácio do Planalto.

A crise começou depois que o DC anunciou a substituição de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa como principal aposta do partido para a eleição presidencial. Rebelo, que havia sido lançado oficialmente pela legenda no início do ano, reagiu publicamente contra a decisão e acusou a direção partidária de agir sem transparência.

Em nota oficial, o partido afirmou que as declarações do ex-ministro “não condizem com os valores democratas-cristãos” e acusou Aldo de promover ataques contra a direção nacional da sigla. O presidente do partido, João Caldas, determinou a abertura imediata do procedimento disciplinar, que deve resultar na expulsão do político e na comunicação formal à Justiça Eleitoral.

Mesmo diante da decisão, Aldo Rebelo afirmou que continuará defendendo sua pré-candidatura até a convenção nacional do partido. Ele também ameaçou judicializar o caso caso seja impedido de disputar internamente a indicação presidencial.

“A candidatura anunciada em um balão de ensaio de Joaquim Barbosa é uma afronta às decisões democráticas”, declarou Aldo em nota divulgada à imprensa.

A entrada de Joaquim Barbosa no partido provocou forte repercussão nos bastidores políticos. O ex-presidente do STF ganhou notoriedade nacional durante o julgamento do Mensalão e vinha sendo tratado pelo DC como um nome capaz de ampliar a visibilidade da legenda para 2026. Apesar disso, Barbosa ainda não confirmou oficialmente se aceitará disputar a Presidência.

Aldo Rebelo, por sua vez, possui longa trajetória política. Ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, ele passou por partidos como PCdoB, PSB, Solidariedade, PDT e MDB antes de se filiar ao Democracia Cristã no fim de 2025.

A crise interna expôs uma divisão no partido e abriu um novo capítulo na corrida presidencial de 2026, que já começa a movimentar os bastidores da política nacional.

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Cabo Gilberto assina emenda que prevê jornada de trabalho de até 52 horas semanais
Deputado da Paraíba está entre os 176 signatários de proposta que altera o texto original da PEC sobre o fim da escala 6×1.

O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB) uniu-se a um grupo de 176 parlamentares para assinar uma emenda modificativa à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que debate a reformulação das jornadas de trabalho no Brasil. O texto alternativo propõe flexibilizações que, na prática, podem elevar a carga horária máxima permitida para até 52 horas por semana mediante acordos coletivos.


A emenda surge como um contraponto à proposta original da PEC 221/2019, que visa extinguir a escala 6×1 e fixar o teto do regime de trabalho em 36 horas semanais. O novo documento apresentado sugere fixar esse limite inicial em 40 horas semanais, abrindo espaço legal para ampliações.


De acordo com o texto assinado pelo congressista paraibano, empresas e sindicatos patronais e laborais teriam o aval para negociar aumentos de até 30% na jornada regular. Essa margem eleva o teto de prestação de serviços para as 52 horas semanais.


Transição e Exceções


Para mitigar o impacto econômico imediato nas empresas, a emenda prevê um período de transição longo, estipulado em 10 anos para a implementação total das novas regras.

O projeto também estabelece um regime diferenciado para os chamados setores essenciais — que englobam áreas como saúde, segurança pública e infraestrutura —, permitindo que essas categorias mantenham a jornada atual de até 44 horas semanais.


A proposta foca ainda em contrapartidas de desoneração fiscal para o setor produtivo e determina que as regras de flexibilização dependem de regulamentação futura por meio de lei complementar. O texto assinado por Cabo Gilberto segue agora para análise junto às comissões da Câmara dos Deputados, onde aguarda novas deliberações.

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Flávio Bolsonaro esteve com Daniel Vorcaro após prisão do ex-banqueiro em 2025

O senador Flávio Bolsonaro confirmou ter se encontrado com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro em 2025, após a primeira prisão do empresário no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo o extinto Banco Master. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Metrópoles e posteriormente confirmada pela CNN Brasil.

Após a repercussão do encontro, Flávio Bolsonaro afirmou que a reunião teve como objetivo encerrar negociações relacionadas ao possível patrocínio de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o senador, o contato ocorreu após Vorcaro passar a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. “Foi a virada de chave. Entendemos que a situação era mais grave”, declarou Flávio após reunião com lideranças do PL.

A declaração ocorreu depois que o portal Intercept Brasil divulgou mensagens trocadas entre o parlamentar e Daniel Vorcaro, nas quais Flávio solicitava apoio financeiro para a produção cinematográfica sobre Jair Bolsonaro.

O senador explicou que decidiu procurar o ex-banqueiro pessoalmente para encerrar qualquer tratativa relacionada ao projeto. Segundo ele, caso tivesse sido informado anteriormente sobre a gravidade das investigações, teria buscado outros apoiadores para financiar o filme.

Na última sexta-feira (15), em entrevista à CNN Brasil, Flávio Bolsonaro já havia admitido encontros presenciais com Vorcaro. O parlamentar afirmou que eventuais novos vazamentos de mensagens, vídeos ou registros de reuniões estariam ligados exclusivamente às negociações envolvendo o longa-metragem. Questionado sobre quantas vezes esteve com o empresário, respondeu apenas que foram “poucas vezes”.

Prisão de Vorcaro


Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez no dia 17 de novembro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, durante uma das fases da Operação Compliance Zero. Pouco mais de dez dias depois, em 29 de novembro, ele foi colocado em liberdade mediante uso de tornozeleira eletrônica e cumprimento de medidas restritivas.

Entre as determinações judiciais impostas ao ex-banqueiro estavam a proibição de manter contato com outros investigados, a impossibilidade de deixar o município onde reside e a retenção do passaporte enquanto as investigações seguiam em andamento.

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Menos da metade dos prefeitos do MDB apoiam Cícero Lucena e cenário expõe divisão política no partido

Por: Ricardo Meneses

A confirmação de que apenas 11 dos 24 prefeitos do MDB da Paraíba estariam alinhados ao projeto político do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, acendeu um alerta dentro da oposição para as eleições estaduais de 2026.

A informação foi revelada pelo senador Veneziano Vital do Rêgo, uma das principais lideranças do MDB paraibano, e demonstra que o partido vive um cenário de divisão interna mesmo diante da tentativa de construção de uma candidatura competitiva ao Governo do Estado.

O dado chama atenção porque significa que menos da metade dos prefeitos emedebistas estão, neste momento, no campo político de Cícero. Na prática, isso enfraquece o discurso de unidade da oposição e mostra que muitos gestores municipais continuam mais próximos da base governista liderada pelo governador João Azevêdo.

Nos bastidores, a avaliação é de que vários prefeitos já haviam firmado compromissos políticos e administrativos com o grupo governista antes da movimentação mais intensa em torno do nome de Cícero Lucena. Prefeitos dependem diretamente de parcerias com o Governo do Estado para obras, investimentos e ações administrativas em seus municípios, o que acaba influenciando os alinhamentos políticos.

Outro ponto que pesa é a própria indefinição do cenário de 2026. Apesar de aparecer como um dos nomes mais fortes da oposição, Cícero ainda busca consolidar alianças mais amplas e unificar setores que hoje caminham separados. O MDB, por exemplo, possui lideranças em diferentes campos políticos e mantém uma tradição de decisões pragmáticas nas eleições estaduais.

Mesmo assim, aliados de Cícero minimizam o número atual e acreditam que o quadro pode mudar nos próximos meses, principalmente caso sua pré-candidatura ganhe força nas pesquisas e receba adesões de outros partidos.

Por outro lado, o cenário também fortalece o grupo governista, que segue conseguindo manter influência sobre prefeitos de diferentes legendas, inclusive dentro do MDB. A disputa pelo apoio dos gestores municipais deve ser uma das principais batalhas políticas até 2026, já que os prefeitos possuem forte influência regional e capacidade de transferência política em suas bases eleitorais.

A declaração de Veneziano acaba revelando, de forma pública, uma realidade que já vinha sendo comentada nos bastidores: a oposição ainda enfrenta dificuldades para construir unidade total em torno de um único projeto político para enfrentar a base governista na Paraíba.

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“Fui perseguida por quem ajudei”: Professora Leila Fonseca rompe o silêncio e detona bastidores do PL na eleição de 2022. Confira!
Professora Leila Fonseca revela decepção vivida no PL na eleição de 2022


Em uma entrevista reveladora ao podcast Papo Informativo, na última quinta-feira (14/05), a Professora Leila Fonseca abriu o jogo sobre as dificuldades enfrentadas durante sua trajetória política no Partido Liberal (PL).

Com um tom de desabafo, ela descreveu sua última campanha como um processo marcado pela escassez de recursos e por tensões internas que deixaram marcas.

Campanha “na Garra”


Leila destacou que o apoio financeiro do fundo partidário foi um dos maiores obstáculos. Segundo ela, o montante recebido de R$ 15 mil foi insuficiente para as demandas de uma campanha eleitoral, que exige deslocamentos constantes para o interior e uma estrutura mínima de divulgação.

Denúncias de Perseguição Interna

“Com 15 mil reais você não consegue fazer campanha, se deslocar para os interiores… não passava no guia [eleitoral]. Foi uma campanha na garra”*, afirmou a professora.


O ponto mais sensível da entrevista foi quando Leila mencionou ter sofrido perseguições dentro do próprio partido. Sem citar nomes por questões éticas, ela afirmou que as dificuldades não foram apenas logísticas, mas também políticas, partindo inclusive de colegas que ela mesma já teria ajudado anteriormente.
A professora não escondeu sua frustração com a legenda:

“Tenho uma tristeza muito grande com o PL, porque foram muitas perseguições. Hoje, estou totalmente decepcionada”.

Desempenho Eleitoral


Apesar do cenário adverso e da falta de tempo no guia eleitoral, Leila Fonseca conseguiu somar 9 mil votos, resultado que ela atribui ao esforço pessoal e à sua base de apoiadores, superando o que chamou de “campanha sofrida”.


O relato de Leila expõe o lado B da política partidária, onde a distribuição de recursos e as alianças internas podem ser tão determinantes quanto o desempenho nas urnas. O espaço segue aberto para manifestações dos citados ou da diretoria do Partido Liberal da Paraíba.

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Entrevista completa

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